O II Seminário de Internacionalização da Ciência Brasileira debateu as perspectivas e desafios para transformar a ciência realmente internacionalizada. Marcelo Marcos Morales, diretor cientifico do CNPq, Nagyla Maria Galdino Drumond, SECITECE, CE, e Lindeberg Lima Gonçalves, SBPC estiveram com o pós-graduando apresentado o que está disponível hoje e os próximos passos necessários para alcançar os objetivos.
O debate também girou em torno do “Ciências sem fronteiras” e seus benefícios e defeitos do programa. Para Morales é necessário que exista um programa mais conciso de internacionalização. “É preciso começar pela pós-graduação e incluir as universidades neste processo”, disse. O professor Lindeberg também concorda: “Quando se pensa em internacionalização da ciência é preciso pensar primeiro da internacionalização das universidades”.
A professora Nagyla também reforça que é preciso fortalecer a ciência brasileira e para isso é preciso que o Estado tenha a ciência como uma politica pública fundamental.
O II Seminário foi uma das atividades realizadas pela ANPG dentro da 10 Bienal da Une.

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