A mesa sobre Ações Afirmativas na pós-graduação contou com a presença de do secretário geral da ANPG, Gabriel Nascimento, Luciana de Oliveira Dias, ABPN, Rita Gomes do Nascimento, Secadi-MEC, Frei David Santos, Educafro, e Roger Richer da UNE.
“É preciso ter um discurso conciso de como queremos que as ações afirmativas dentro da pós-graduação. É necessário desmistificar a pós, que é um ambiente conservador”, afirmou Gabriel Nascimento.
Para Rita Gomes do Nascimento as ações afirmativas na pós-graduação são fundamentais para criar uma agenda de inclusão de negros no campo da ciência. E Luciana de Oliveira Dias concorda. “Ela é essencial, pois está no meio da graduação e do mercado de trabalho”.
Luciana também trouxe para o debate a experiência da UFG (Universidade Federal de Góias) que instituiu cotas em toda a universidade desde 2015. De acordo com a professora, essas ações já tem alguns resultados alcançados como, por exemplo, a manifestação do racismo oculto, a quebra de nichos de privilégios, constituição de ambiente acadêmico cientifico tematicamente desafiador, representatividade quantitativa e problematização do conhecimento cientifico único e vislumbre de pluralidade de saberes.
A mesa aconteceu no segundo dia do I Encontro de jovens negras e negros que aconteceu em Fortaleza, CE, dentro da 10 Bienal da Une.

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