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É crescente o número de denúncias sobre a precarização do trabalho nas universidades brasileiras. Somente em São Paulo, em três universidades apresentam denúncias constantes sobre o recrudescimento da precarização do trabalho das trabalhadoras terceirizadas do setor de limpeza.
Na Unesp Marília, na USP, na UFSCar e na UFRJ foram registradas demissões com sobrecarga de trabalho para as trabalhadoras. E ainda, a política de crescente terceirização dos restaurantes universitários e dos serviços de transporte das universidades também representa uma preocupação, visto que é acompanhada de precarização do trabalho e piora na qualidade dos serviços, inevitável diante das condições de trabalhos impostas pelas empresas terceirizadas.
A retirada das atividades-meio, como parte dos serviços públicos essenciais, a consequente extinção dos cargos a eles correspondentes (serviços de limpeza, segurança, transporte e alimentação) e a adição do sistema de contratos de trabalho, via terceirização, retira o direito constitucional da autonomia universitária e é nefasta para o pleno funcionamento das instituições públicas de ensino.

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