O secretário geral da SBPC, Aldo Malavasi, reuniu-se na última segunda-feira (29/3), em São Paulo, com o presidente da Associação Nacional dos Pós-Graduandos (ANPG), Hugo Valadares, e com a tesoureira da entidade, Elisângela Lizardo. O objetivo do encontro foi definir a participação da ANPG na 62ª Reunião Anual da SBPC, que acontecerá de 25 a 30 de julho na Universidade Federal do Rio Grande do Norte (UFRN), em Natal.

Na reunião, os representantes da ANPG confirmaram a realização do 2º Salão Nacional de Divulgação Científica durante a 62ª Reunião Anual da SBPC. Com o tema "A integração científica e tecnológica na América Latina", a programação do evento será composta por debates, grupos de discussão, mostras científicas e atividades culturais, que ocorrerão nas dependências da UFRN.

"Na primeira edição do Salão, que aconteceu na PUC de São Paulo no ano passado, durante a Semana Nacional de Ciência e Tecnologia, tivemos a participação de 400 estudantes", conta o presidente da ANPG, Hugo Valadares. "E este ano tivemos a ideia de realizá-lo na Reunião Anual da SBPC, que reúne estudantes de pós-graduação de todo o país, para ampliar o alcance do evento", diz.

ANPG na mesa redonda com a SBPC

Durante o encontro também foi acertada a participação da diretoria da ANPG em duas mesas-redondas que integrarão o programa científico oficial da 62ª Reunião Anual da SBPC. Na primeira mesa-redonda será discutido o Plano Nacional de Pós-Graduação relativo ao período de 2011 a 2020, que está sendo elaborado pela Comissão de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (Capes). Já na segunda mesa-redonda será feita uma avaliação dos três anos do Programa de Apoio a Planos de Reestruturação e Expansão de Universidades Federais (Reuni), que foi lançado pelo Ministério da Educação (MEC) em 2007.

"Achamos muito importante a participação da ANPG na Reunião Anual da SBPC", diz o secretário geral da instituição, Aldo Malavasi. "E queremos que os estudantes em nível de graduação e pós-graduação tenham uma participação cada vez maior e mais ativa nos nossos eventos, porque é neles que está a força da pesquisa no Brasil", analisa.

Fonte: Jornal da Ciência

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