Sabemos que o mestrado é um momento muito importante na vida de quem quer seguir carreira acadêmica. Entretanto também é um momento em que várias dúvidas surgem sobre como fazer mestrado. Foi para sanar todas essas suas dúvidas que escrevemos este artigo, aproveite!

E não é só isso, para termos certeza que aqui você vai encontrar todas as informações que precisa sobre a pós-graduação; ainda falaremos desses assuntos:

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O mestrado é a modalidade de pós-graduação que exige um projeto de pesquisa e na maioria das vezes esse é o primeiro momento que o aluno acadêmico vai se deparar com o desafio de escrever seu projeto de pesquisa.

A redação acadêmica vai se complexificando conforme você avança na carreira. Por isso, escrever um “trabalho de conclusão de curso” é bem mais simples do que escrever uma dissertação de mestrado ou mesmo uma tese de doutorado.

Posso fazer mestrado em área diferente da minha graduação?

Essa é uma questão que tem levantado muitas dúvidas entre os acadêmicos. O que acontece é que, apesar de ser permitido fazer pós-graduação em uma área completamente diferente da sua graduação, em algumas situações, talvez ela não seja tão aproveitável para a sua carreira. Mas não se apavore, vamos esclarecer essa questão.

Caso seu objetivo com o mestrado seja ser docente

Supondo que você fez uma graduação em “x”, e uma pós em “y”, você pode lecionar em “y”?

No caso de faculdades particulares sim, isso porque a legislação do MEC não é muito rígida quanto a isso. Dessa forma qualquer um com uma pós-graduação pode dar aulas de qualquer disciplina, em qualquer curso.

Já em concursos públicos para professores universitários, ou seja, para lecionar em universidades estaduais e federais, os editais são bem específicos. E não raras vezes, com vagas muito específicas, chegando a exigir por exemplo graduação em “x” com mestrado em “x” e doutorado em “x” quando não incluem ainda algo como “com tese defendida em um tema extremamente específico da área x”.

Dessa forma, quem tem graduação em “x” e pós em “y” pode ter sua inscrição indeferida em ambas áreas e não conseguindo lecionar nessas instituições.

Já no caso da educação básica (ensino fundamental e médio) é exigido que o profissional seja lecionado. Pois segundo o MEC “os cursos de bacharelado não habilitam o profissional a lecionar”. Dessa forma, caso profissionais formados por exemplo em engenharia, direito, administração, biomedicina; que são bacharéis, devem buscar fazer o curso de licenciatura em universidades que oferecem o curso separadamente.

No caso de você buscar uma visão ampla de duas áreas

Se você busca ter uma visão cruzada dos conhecimentos, pode optar fazer o seu mestrado em uma área diferente da de sua graduação. Por exemplo você pode ter graduação em letras e optar por fazer mestrado em psicologia, visando ter uma visão psicológica do texto ou do leitor.

Ou ainda se você é graduado em biologia e faz um mestrado em matemática na área de estatística, você pode trabalhar em áreas de tecnologia e business, como também em empresas voltadas ao negócio ambiental.

Além de escolher uma área que você se interesse e em que seu conteúdo seja aplicável você precisa encontrar um professor que aceite te orientar. Isso porque você terá que aprender um pouco mais dessa nova área a fim de conseguir aproveitá-la em sua pesquisa de mestrado.

Pré-requisitos para fazer Mestrado – quem pode fazer?

Por se tratar de uma pós-graduação, o pré requisito para poder entrar em um mestrado é ter concluído uma graduação. O requisito mais conhecido é a necessidade de um diploma de bacharel. Entretanto, o que nem todos sabem é que profissionais que cursaram tecnólogo ou licenciatura também podem fazer mestrado.

Licenciados podem fazer Mestrado?

A graduação licenciatura habilita o aluno para o exercício da docência em educação básica, ou seja, da educação infantil ao ensino médio. Se trata de uma graduação e portanto, o profissional formado pode fazer mestrado após ter concluído seu curso. É especialmente interessante para licenciados a modalidade de Mestrado Profissional, a qual detalharemos mais adiante.

Tecnólogos podem fazer Mestrado?

Os cursos considerados de graduação pelo MEC são: bacharelado, licenciatura e tecnólogo. Dessa forma, cursos técnicos não de encaixam na categoria, mas tecnólogos sim pois conduzem o estudante à obtenção de diploma de graduação. Segundo o MEC:

Muitos estudantes optam inicialmente por essa modalidade de ensino em razão da rapidez de ingresso na vida profissional. Voltados para a formação especializada e, consequentemente, para o mercado de trabalho, os cursos superiores de tecnologia representam 16% da oferta de graduação no país. Assim como os egressos de cursos de bacharelado e licenciatura, os tecnólogos recebem diploma de graduação e têm o mesmo direito de fazer cursos de especialização, de mestrado ou de doutorado e participar de concursos públicos. Podem também ingressar em curso de mestrado profissional.

Qual a diferença entre curso técnico e tecnólogo?

Cursos técnicos são programas de nível médio que têm como propósito o de capacitar o aluno proporcionando conhecimentos teóricos e práticos nas diversas atividades do setor produtivo. Enquanto que cursos tecnólogos classificam-se como de nível superior.

Como escolher uma universidade para o seu mestrado

A maioria das faculdades hoje em dia oferecem o curso de mestrado. Isso faz com que alunos da graduação continuem em sua instituição de ensino para fazer seus estudos de pós.

Entretanto, nem sempre a área desejada pelo aluno ou de repente o enfoque que ele pretende usar em sua pesquisa, é oferecido em sua faculdade de origem. Por exemplo, praticamente todas as faculdades federais possuem o curso de biologia; entretanto, apenas algumas oferecem o mestrado em genética humana. Isso se deve ao fato de, referido curso, precisar de uma estrutura que nem todos possuem e assim, o aluno que deseja estudar esta área precisa ir até a faculdade que dispõe do mestrado.

Mestrado em universidades federais como UFPE ou estaduais como a USP, sempre oferecem os seus cursos como gratuitos. Dessa forma eles são financiados diretamente pelo governo federal e o aluno não paga mensalidade.

Há cursos de mestrado em universidades particulares também, mas nesse caso as mensalidades devem ser pagas pelo pós-graduando. Apesar disso, o mestrando de instituição particular, assim o do de instituição pública, podem solicitar uma bolsa de estudos de órgãos de fomento à pesquisa acadêmica.

Qual é o valor de uma bolsa de estudo na Pós-Graduação?

Seja em universidades públicas seja em particulares, o aluno pode pleitear a bolsa de auxílio à pesquisa. Órgãos de amparo a pesquisa como a Capes e a Fapesp (Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo) há a possibilidade de o estudante ser pago para fazer sua pesquisa.

Como é a solicitação da Bolsa de Mestrado da CAPES?

Para exemplificar como funciona a requisição de bolsa de pesquisa, vamos pegar como exemplo o órgão de fomento CAPES. Entretanto, cada instituição tem seus próprios pré-requisitos.

Para poder pleitear essa bolsa o aluno deve estar regularmente matriculado em curso de pós-graduação (mestrado acadêmico) ou seja, stricto sensu. Também é necessário que o projeto de pesquisa resulte em uma dissertação final.

A Capes não possui um processo de seleção próprio. Dessa forma, as bolsas de mestrado e de doutorado são distribuídas diretamente às instituições que possuem cursos de pós-graduação stricto sensu e que possuem nota igual ou superior a 3 na avaliação da própria Capes.

Por serem bolsas institucionais, elas são primeiro distribuídas às instituições de ensino superior (IES), que repassam aos alunos por meio de processo seletivo. Apesar disso, é a Capes a responsável pelo pagamento da bolsa, que é realizado por meio de depósito diretamente na conta de cada estudante. Para os alunos que desejam receber uma bolsa da Capes, é necessário que procurem a coordenação do curso de pós-graduação em que pretendem ingressar e se informar sobre os processamentos e requisitos necessários para obtenção da mesma.

Os cursos são os únicos responsáveis pela seleção e concessão de bolsas de estudo da Capes aos candidatos que atendem aos requisitos estabelecidos em cada programa disponível. Sendo eles: o Programa para Instituições Públicas Estaduais e Federais; Programa de Demanda Social (DS) e o Programa para Instituições Privadas; Programa de Suporte à Pós-Graduação de Instituições Privadas de Ensino Superior (Prosup)

Qual o valor das bolsas da CAPES?

Mestrado: R$ 1.500,00

Doutorado: R$ 2.200,00

Pós-Doutorado: R$ 4.100,00

Professor Visitante Nacional Sênior: R$ 8.905,42

Exceções de atividades remuneradas aceitas

Tutores da Universidade Aberta do Brasil (UAB), professores da educação básica da rede pública e profissionais de saúde pública podem ter o vínculo empregatício previamente à bolsa e acumular as funções. Outra possibilidade é que o estudante já sendo bolsista, consiga algum emprego na área de seu estudo.

Em todas essas exceções é ainda necessário a permissão do orientador para o acúmulo. Também é necessário que os profissionais atendam ao requisito da anuência e aos demais requisitos de seleção de bolsa da instituição de ensino que oferta o curso de seu interesse.

Professores que podem receber bolsas de Mestrado Profissional

A Capes concede bolsas para professores da educação básica que lecionam em escolas públicas realizarem cursos de mestrado profissional. A iniciativa está formalizada nas Portaria nº 289 e Portaria nº 478 do Ministério da Educação (MEC).

Conhecida como Bolsa de Formação Continuada, o fomento exige que os docentes beneficiados continuem e exercício na rede público por um período de pelo menos cinco anos após a conclusão do mestrado profissional. Caso o aluno-bolsista com esse compromisso, terá que devolver os valores aplicados em sua formação pelo órgão de fomento. A bolsa em questão é no valor de R$ 1.200 mensais.

Como escolher um orientador para o seu Mestrado

Uma vez que você sabe em qual área e assunto quer fazer seu mestrado, chegou a hora de localizar a universidade e, dentro dela, o orientador. Você pode também fazer o caminho contrário e primeiro encontrar o orientador que trabalha com o assunto que você deseja desenvolver e depois se inteirar sobre o processo seletivo dentro da universidade.

Assim, você pode entrar em contato com o docente que esteja atuando na linha de pesquisa de seu interesse e consultá-lo sobre a viabilidade e pertinência do seu pré-projeto (também conhecido como anteprojeto). A relação de docentes de cada instituição de ensino ficam disponíveis em sites de cada instituição.

A fim de obter mais informações sobre os orientadores disponíveis em sua área, você pode procurá-los na plataforma Lattes e observar o que eles vêm pesquisando ao longo dos anos.

O que é aluno especial?

É recomendável que antes mesmo de ser aprovado para o mestrado; você comece a cursar disciplinas da pós-graduação isoladas, e portanto, na condição de aluno especial. Os créditos obtidos dessa forma poderão ser computados após a aprovação no processo seletivo no prazo máximo de três anos após a conclusão da disciplina. Dessa forma, você ganha tempo para a elaboração da dissertação e pode ir adiantando suas obrigações como mestrando.

O que é Currículo Lattes e qual a sua importância

Se você não sabe o que é um lattes ou ainda não tem o seu nós vamos te ajudar. O currículo Lattes é indicado principalmente para profissionais acadêmicos,ou seja que estão na pós graduação ou que já sejam docentes. Porém, se você está visando entrar num mestrado, é importante já fazer o seu próprio currículo lattes. Nele você colocará eventuais eventos acadêmicos que fez parte ou artigos que escreveu. Mas se você ainda não teve essas experiências não se preocupe, você deve então colocar sua formação na graduação, como também outros conhecimentos como línguas estrangeiras.

O Lattes nada mais é que um currículo como você já conhece, porém direcionado á academia e feito na plataforma Lattes do CNPq (Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico). A plataforma é intuitiva e possibilita ao pesquisador colocar todos os detalhes de sua trajetória acadêmica.

O currículo Lattes, visa a construção da imagem da vida e trajetória profissional do cadastrado, dando especial ênfase à vida acadêmica deste. Dessa forma, o Lattes é focado nas produções, áreas de atuação e experiência de pesquisa em ciência e tecnologia.

Currículo Lattes para entrar no Mestrado

Como dito anteriormente, o Lattes é a porta para a avaliação que precede a concessão de benefícios no meio acadêmico. Principalmente o mestrado, em que a análise do currículo lattes constitui uma das possíveis etapas para a seleção de candidatos. Além disso, os órgãos de fomento de maneira geral costumam consultar o Lattes do candidato para avaliar sua produção científica, um passo essencial para esse processo.

O currículo Lattes é necessário portanto para possibilitar a concessão de bolsas de pesquisa, participação em projetos acadêmicos e participação em eventos científicos.

A plataforma Lattes possibilita consultas de qualquer localidade e faz com que a produção do docente tenha mais visibilidade. É dessa forma que você pode encontrar o seu orientador e saber mais sobre a sua produção.

Programas como os de pós-graduação e os de iniciação científica e tecnológica podem contar com a eficiência do sistema lattes para avaliar docentes e discentes no âmbito de currículo, avaliando produtividade e relevância a fim de direcionar seus subsídios a determinados projetos e instituições.

O sistema Lattes é referência em armazenamento de dados, cruzamento de informações e de cadastrados. O sistema se tornou parte cotidiana do trabalho de quem se envolve com agências de fomento à pesquisa. Como também, daqueles que estão engajados em pesquisa e docência em instituições de ciência e tecnologia.

É uma ferramenta importante também para que se possa avaliar o trabalho da pessoa cadastrada enquanto pesquisador, já que todas as informações relevantes sobre sua carreira e suas produções devem estar constando nesse sistema.

Agora que você já sabe da importância do Lattes, vamos te ensinar como fazer um currículo lattes!

Passo a passo de como fazer seu Currículo Lattes

      • Acesse a plataforma lattes e clique em “cadastrar novo currículo”.
      • Na página seguinte insira a nacionalidade e o e-mail. Crie uma senha e digite os caracteres que vê na imagem.
      • O cadastro é feito por meio do CPF. Isso torna todo o processo mais seguro, pois evita duplicatas e garante sua legitimidade. Dados pessoais e profissionais devem ser incluídos assim como uma foto de perfil.
      • Será solicitado: Nome e Sobrenome; data e país de nascimento, sexo e cor, CPF, número de identidade e informações correspondentes, nome e sobrenome do pai e da mãe.

Atenção para a foto: por se tratar de um currículo é interessante colocar uma foto mais formal que condiga com o documento.

      • Apresentação: O texto inicial pode ser gerado automaticamente e de forma simples pelo sistema Lattes. Ou você mesmo, o autor, pode incluir sua apresentação. Como é personalizável, use esse espaço para destacar suas principais produções  e conquistas acadêmicas, assim como sua área de atuação.
      • Formação acadêmica: insira o nome da instituição, curso, ano de início e conclusão. No caso de já possuir uma graduação, mestrado ou doutorado, é preciso ainda informar o título da dissertação/tese e o nome completo do orientador.
      • Atuação profissional: neste campo insira suas informações profissionais caso já esteja atuando na área.
      • Por fim é necessário inserir a área de atuação e as habilidades linguísticas. Em cada idioma que cadastrar, insira também fluência na leitura, escrita, compreensão e fala.
      • Na confirmação dos dados realize uma leitura atenta a fim de conferir cada informação. Caso encontre algum erro é só editar. Após analisar todos os dados, clique em “enviar ao CNPq” que seu currículo estará no banco de dados em até 24 horas.
Tenha qualidade no texto do seu Lattes

Cuide do texto do seu currículo Lattes e não deixe a plataforma preencher todas as informações de forma automática. Preste atenção para não cometer erros de gramática e concordância ao longo do seu texto. Lembre-se de que ele pode ser o elemento que definirá seu futuro em uma pós-graduação ou em um evento acadêmico.

Outro ponto importante é sempre manter atualizado o seu texto. Sempre que participar de alguma banca; seminário, conferência, titulação, projeto de pesquisa, congresso, seminário, apresentação de trabalho, cursos complementares ou demais eventos acadêmicos e projetos de extensão, acrescente-os em seu currículo Lattes.

Para atualizar seu currículo lattes é apenas necessário acessar o endereço da plataforma Lattes e clicar no lado direito em “atualizar currículo”. Vai ser pedido CPF e senha para logar e então poder acrescentar informações. Não se esqueça de salvar e clicar em “enviar ao CNPq” quando terminar suas alterações.

O Processo Seletivo para entrar no Mestrado

Para entrar no mestrado seja ele qual área ou departamento da instituição, é necessário que seja aberto um edital, o que acontece uma vez por ano ou uma vez por semestre, na maioria das vezes.

Cada edital possui suas próprias exigências e especificações mas podemos fazer um esquema dos principais itens imprescindíveis para filtragem do candidato:

      • Prova de proficiência em língua
      • Avaliação do anteprojeto (caráter eliminatório)
      • Prova escrita de conhecimentos específicos (caráter eliminatório)
      • Avaliação oral do anteprojeto de pesquisa (caráter eliminatório).

Como cada instituição de ensino tem seu próprio edital e requisitos, pegaremos como exemplo a USP.

Nesta universidade há uma Comissão nomeada para a aplicação e correção do exame. Ela é responsável por emitir o parecer de seu julgamento, que por sua vez, indicará a nota final de cada um dos candidatos.

A nota final será calculada pela média aritmética entre as notas dadas pelo menos de dois membros da Comissão Examinadora. Dessa forma, serão considerados aprovados os candidatos que obtiverem nota igual ou superior a 7 (sete). A nota 7.0 (sete), no entanto, não é garantia de ingresso no programa de mestrado. Isso porque o número de aprovados pode ser maior do que o número de vagas disponíveis, divulgadas em cada edital.

Nesse caso, as vagas disponíveis serão preenchidas pelos candidatos aprovados, respeitando-se a classificação da maior para a menor média final alcançada no processo seletivo (nota máxima 10.0 e mínima 7.0). A aprovação em cada uma das provas é válida por dois anos para os próximos processos seletivos. E assim o candidato pode tentar o ingresso nos próximos editais sem precisar novamente fazer a prova.

Uma das etapas para o mestrado: Prova Específica

A prova específica possui temas pertinentes à disciplina escolhida pelo candidato. O conteúdo dela pressupõe familiaridade com conceitos teóricos básicos da disciplina em que se insere o projeto do candidato, de acordo com a bibliografia selecionada e publicada com antecedência no site indicado em cada edital.

Nesta prova escrita, os candidatos devem responder perguntas pontuais ou realizar determinados comentários com relação a fragmentos extraídos de textos do campo extraídos de textos da disciplina escolhida.

Na formulação das respostas o candidato deve expor sua capacidade de refletir sobre questões relativas ao objeto de estudo, de forma tal que comprove que está habilitado para ingressar na pós-graduação e na área de pesquisa escolhida.

Como é feita a avaliação do pré-projeto e a arguição

Sendo de caráter eliminatório é feita uma análise dos projetos de pesquisas apresentados pelos candidatos. Essa análise visa aferir a pertinência da escolha e a exequibilidade da proposta do candidato. Também é avaliado a familiaridade do candidato com os procedimentos básicos de redação acadêmica, assim como de estruturação de trabalhos científicos, sua coerência, objetividade e clareza na organização e exposição das ideias.

Já a arguição nada mais é que uma análise oral do pré-projeto, feita juntamente do candidato. Tem a finalidade de conhecer o candidato, seus objetivos, seu nível de preparação para o ingresso e discutir o projeto proposto. Essa análise oral também visa analisar aspectos relacionados ao projeto. Sendo portanto, um momento importante para que a banca dê algumas dicas ao candidato que podem ser úteis para o futuro. Seja para tentar novamente um outro edital, seja para seguir com sua pesquisa no mestrado.

Documentos Exigidos para se inscrever no Mestrado

Para ingresso na seleção do mestrado é necessário que alguns documentos sejam previamente separados e entregues quando solicitados, normalmente já na inscrição online.

      • Formulário de inscrição devidamente preenchido
      • Diploma de Graduação (frente e verso na mesma folha) ou, na falta deste Certificado de Conclusão do Curso Superior, com data de colação de Grau (cópia simples, frente e verso na mesma folha). O candidato diplomado em curso de curta duração, ou em cursos livres, não terá direito à inscrição. O candidato que não tiver concluído Curso Superior no ato da inscrição para este processo seletivo deverá entregar, junto com a inscrição, Termo de Compromisso pelo qual se compromete a apresentar documento comprobatório de colação de grau até o último dia do período reservado de matrícula para os ingressantes na pós-graduação, previsto no Calendário Escolar. O descumprimento deste compromisso acarretará o cancelamento automático da inscrição;
      • Histórico escolar ou ficha de aluno ou boletim ou documento equivalente, emitido por secretaria de graduação/ ou Pós-Graduação, seção de alunos, ou órgão oficial equivalente.
      • CPF
      • Carteira de Identidade (RG) – não serão aceitos outros documentos de identidade;
      • Curriculum Vitae (sem comprovantes): de preferência o CV Lattes;
      • Comprovante do pagamento da taxa de inscrição (boleto disponível no site de cada instituição);

Agora você já sabe tudo o que precisa para fazer o seu tão sonhado mestrado. Te desejamos boa sorte na sua vida acadêmica!

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