deficiente físico

Promovida pelas Nações Unidas desde 1998, o Dia Internacional das Pessoas com Deficiência foi criado com o objetivo de promover uma maior compreensão dos assuntos concernentes à deficiência e para mobilizar a defesa da dignidade, dos direitos e do bem-estar das pessoas nestas condições.

Além das dificuldades físicas de acessibilidade, é importante lembrar que muitas pessoas com deficiência acabam passando por outras dificuldades, como o preconceito e a invisibilidade. Para tentar diminuir as desigualdades, no campo educacional, há ações afirmativas como programas de cotas para deficientes físicos em cursos de pós-graduação.

É o caso da Faculdade de Direito da USP, que possui um curso de mestrado em que destina um terço das vagas aos deficientes físicos, além de negros, indígenas ou candidatos com dificuldade socioeconômica. São até 30 vagas para esses candidatos na pós-graduação em direitos humanos, curso que foi iniciado em 2006.

Para terem direito às cotas, deficientes físicos e candidatos com dificuldade socioeconômica devem apresentar atestado médico ou declaração de renda. Negros e indígenas são entrevistados por uma comissão de antropólogos. Desses inscritos, 30 são pré-selecionados para disputar as vagas reservadas.

Todos os alunos fazem a mesma seleção: língua estrangeira, conhecimento jurídico em direitos humanos e, por último, uma fase definida pelo orientador da área (pode ser entrevista, prova dissertativa e análise de currículo).

Da redação

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