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Ontem, 7 de março, aconteceu na Unicamp, uma mesa sobre as ações afirmativas na pós-graduação, que contou com a presença de Álvaro Bianchi, diretor do IFCH (Instituto de Filosofia e Ciências Humanas) UNICAMP e do PPGCP (Programa de Pós- Graduação em Ciência Política), Douglas Belchior, Uneafro, Mário Medeiros, Prof do Departamento de Sociologia da Unicamp e do Programa de Pós- Graduação em Ciência Política e Ariabo Kezo – Doutorando em Letras e do Movimento de Estudantes Indígenas da UFSCAR. O evento faz parte da semana chamada Calourada Negra.
O diretor de relações internacionais da ANPG, Flávio Franco é doutorando em Ciências Políticas na Unicamp e participou da mesa. “Pontuei que o debate sobre as ações afirmativas no âmbito da pós-graduação já vem sendo feito pela ANPG desde 2014, quando a entidade estabeleceu como uma de suas prioridades em sua gestão. O trabalho constituiu em convencer o corpo acadêmico, intelectual, pró-reitores de pós-graduação e APGs para que acontecesse uma movimentação em consonância com o movimento negro da importância da inclusão étnico-racial de estudantes negras e negros na pós”, conta Flávio.
Flávio ainda reforçou a participação da ANPG nos Grupos de Trabalho da Capes sobre o assunto e trabalhando a necessidade de se fazer um mapeamento de negras  e negros na pós-graduação, tendo em vista que essa parte ainda se reverbera como um espaço de privilégio. “A ANPG defende a pluralidade de pensamentos na produção científica, no combate ao epistemicídio do pensamento negro na academia e mais investimentos para intelectuais negros (as) na universidade”.

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