A duração varia de dois a três anos, com permanência mínima no Brasil de 30 dias e, máxima de 90, a cada ano de projeto

Está aberto, até o dia 23, o segundo cronograma para envio de propostas de duas inciativas do programa Ciência sem Fronteiras (CsF) que oferecem bolsas a pesquisadores internacionais para atuar no Brasil: Pesquisador Visitante Especial (PVE) e Bolsa Atração de Jovens Talentos (BJT).

A bolsa de Pesquisador Visitante Especial visa atrair pesquisadores renomados, lideranças internacionais, que tenham destacada produção científica e tecnológica nas áreas contempladas pelo CsF. A duração varia de dois a três anos, com permanência mínima no Brasil de 30 dias e, máxima de 90, a cada ano de projeto, dividas em até três visitas anuais por períodos múltiplos de 15 dias cada.

A mensalidade é de R$ 14 mil, a ser paga ao pesquisador após completar o período mínimo de 30 dias de permanência no país. Estão previstos, ainda, auxílio deslocamento, auxílio à pesquisa – no valor de R$ 50 mil -, bolsas de doutorado sanduíche no exterior para acompanhar as pesquisas do PVE em sua instituição de origem e bolsas de pós doutorado no Brasil, com o objetivo de manter as pesquisas no país e o contato com pesquisador durante a ausência deste no país.

A Bolsa Atração de Jovens Talentos objetiva atrair e estimular a fixação no Brasil de jovens pesquisadores de talento, residentes no exterior, brasileiros ou estrangeiros, com destacada produção científica ou tecnológica nas áreas do CsF. A duração varia entre 12 e 36 meses.

As mensalidades são de R$ 7 mil para pesquisadores nível A e R$ 4,1 mil para pesquisadores nível B. Estão previstos auxílio instalação, auxílio deslocamento e auxílio à pesquisa, que pode chegar a R$ 20 mil.

Vinculação
As propostas para as bolsas de pesquisador visitante especial e atração de jovens talentos deverão estar vinculadas a programas de pós-graduação no Brasil, recomendados pela Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (Capes), de instituições de ensino superior e centros e institutos de pesquisa e desenvolvimento, que podem ser públicos ou privados em ambos os casos.

(Ascom do CsF)

Fonte: Jornal da Ciência

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