A presidenta da ANPG defendeu, ontem, que o povo decida sobre o destino da política brasileira
A presidenta da ANPG defendeu, ontem, que o povo decida sobre o destino da política brasileira

 
Presente em Cuba para o aniversário de 50 anos da Organização Continental dos Estudantes Latino-americanos e Caribenhos (OCLAE), a presidenta da ANPG, Tamara Naiz, deu entrevista ao mais importante programa de entrevistas da TV cubana, o Mesa Redonda.
“O Brasil tem um potencial muito grande, um território imenso, mas poucas iniciativas em sua história de defesa da soberania nacional. Isso se deu de forma importante nos governos Lula e Dilma, mas agora tudo isso está ameaçado”, ponderou.
Segunda a presidenta da ANPG, há um golpe em curso no Brasil e é preciso que os brasileiros decidam o futuro do país.
“Pessoalmente, eu defendo um plebiscito que consulte o povo brasileiro sobre novas eleições. O nosso congresso (25º Congresso Nacional de Pós-graduandos, realizado em Belo Horizonte no mês de junho, onde Tamara foi reeleita presidenta] aprovou uma carta em que denuncia o golpe em andamento e pede que prevaleça a vontade popular”, continua.
Segundo Tamara, é a educação e a ciência e tecnologia que estão em jogo. “Defendemos mais parcerias sul-sul e com os países da América Latina e Caribe para a ciência brasileira por entendermos que o Brasil precisa muito trabalhar com quem peculiaridades e similaridades nos processos históricos. Eu mesma, como historiadora econômica, acredito muito no potencial da América Latina”, concluiu Tamara.
 
Da redação

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