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O diretor Flávio Franco durante a reunião da SBPC

 
Hoje, 20 de março, aconteceu a reunião da Sociedade Brasileira para o Progresso da Ciência, SBPC, para debater sobre a avaliação da situação da Ciência, Tecnologia e Inovação no país, da atuação das entidades científicas e ações para 2018. Na reunião a tesoureira da ANPG, Elisângela Volpe, e o diretor de relações internacionais da entidade, Flávio Franco, participaram apresentando um panorama da pós-graduação no Brasil e as ações dos estudantes.
“Apresentei na reunião a Blitz da ANPG, que acontecerá nos dias 27 e 28 de março, no Congresso Nacional juntamente com o MEC para apresentar as demandas dos pós-graduandos e também as iniciativas e demandas da comunidade acadêmica, especialmente as resoluções aqui apresentadas na reunião da SBPC. A situação hoje da pós-graduação no Brasil é alarmante. Muitas pós-graduandas e pós-graduandos estão sem bolsas para continuar suas pesquisas e suas produções científicas e muitos programas estão sem investimento nos laboratórios, sem material entre outros. Precisamos apresentar essa situação caótica que se encontra todo o processo de desenvolvimento científico tecnólogico e de inivação que estão nas universidades a partir dos programas de pós-graduação”, contou Flávio Franco.
Flávio também falou sobre as ações afirmativas na pós-graduação. “Pontuei que já encontramos diversos programas e universidades que aderiram as ações afirmativas na pós-graduação e muitos estudantes cotistas estão nos programas sem bolsas de pesquisa e com dificuldades para permanecerem nestes programas. Nós da ANPG estão mobilizando reitoras, reitores, pró-reitores e pró-reitoras sobre a necessidade de uma ampliação e um maior investimento das bolsas para as pós-graduandas e pós-graduandos”.
Por último, o diretor da entidade fez uma crítica ao edital de internacionalização chamado Capes Print lançado em novembro de 2017. “Neste edital é destinado R$ 300 milhões para 40 projetos. Essa iniciativa se constitui numa hieraquirzação e eletização dos centros de pesquisa e dos programas na acadêmia, já que muitos programas do norte e nordeste serão penalizados pela perspectiva que os programas categorizados no âmbito da Capes com nível de execelencia acadêmica se encontram no sul e sudeste. Precisamos discutir esse processo”, finalizou.

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