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A ANPG está atenta aos possíveis cortes nas bolsas de Ciências e Tecnologia. A luta para que nenhum direito adquirido se perca e que outras sejam conquistados continua. Inclusive algumas das ações está em pautar jornais de circulação nacional sobre os riscos que a Ciência brasileira corre, além de importantes mobilizações em parceria com APGs pelo Brasil.
Uma dessas pautas foi publicada hoje no Jornal Folha de São Paulo sobre o corte na área cientifica e como ele pode afetar as bolsas de produtividade que atingem docentes que fazem pesquisa.
De acordo com a publicação, a informação veio a tona durante a reunião dos 220 comitês de área do CNPq – que avaliam quem deve ganhar a bolsa. Os comitês teriam sido convidados a ranquear os bolsistas produtividade com bolsas ativas – algo inédito -, com a informação de que não seriam concedidas bolsas novas.
A Folha ainda entrevistou Durval Muniz, da UFRN (Universidade Federal do Rio Grande do Norte), que integra um dos comitês do CNPq que afirmou: “Isso nunca aconteceu, nem na época da ditadura militar bolsas vigentes de pesquisa foram cortadas. O meu trabalho técnico tem o objetivo de definir quem tem produtividade relevante para ter a bolsa e não quem deve ter a bolsa cortada por falta de recursos.
A reportagem também relembra que os estudantes da pós-graduação já sentem os efeitos do corte das bolsas desde agosto quando a agência reduziu em 20% a quantidade de bolsas de iniciação cientifica. Tamara Naiz, presidenta da ANPG, disse a Folha: “A iniciação cientifica é essencial para atrair os estudantes para a carreira de cientista. É a base da pesquisa nacional”.
Leia a matéria da Folha na íntegra: http://www1.folha.uol.com.br/ciencia/2016/10/1825545-corte-na-area-cientifica-deve-afetar-ate-bonus-de-produtividade-docente.shtml

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