A Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz) vem esclarecer, em relação à matéria publicada em 21 de setembro de 2018 pela Associação Nacional de Pós-graduandos (ANPG), que destacou a avaliação realizada pelo Conselho Nacional de Saúde (CNS) classificando a execução orçamentária-financeira da Fiocruz nas ações de Ensino e Pesquisa e de Modernização das Unidades de Pesquisa como intolerável, que a avaliação realizada pelo Conselho se deteve ao período de janeiro a abril de 2018. Passados mais de cinco meses do período coberto pela avaliação do CNS a situação de execução orçamentária da Fiocruz nas ações de Ensino e Pesquisa e de Modernização das Unidades de Pesquisa é diversa da apontada em relação àquele período. Até 19 de setembro, a Fiocruz empenhou 96% do orçamento da ação de Ensino, 72% da ação de Pesquisa e 49% da ação de Modernização, quando considerada a dotação disponível para empenho. Em relação à ação de Modernização, cabe ressaltar que por contemplar parte significativa de despesas de capital, tem sua execução atrelada ao processo de compras compartilhadas, que encontra-se em fase final.  A execução orçamentária-financeira da Fiocruz até o momento reforça a necessidade de liberação dos 134 milhões que foram contingenciados no início do ano. A Fiocruz encontra-se em processo de negociação com o Ministério da Saúde para que o desbloqueio desses recursos seja realizado até o final do exercício de 2018.
unnamed
 

Write A Comment