A Associação Nacional dos Pós-Graduandos (ANPG) tem se mobilizado, ao lado das entidades científicas, para impedir a asfixia financeira do CNPq e garantir o pagamento das bolsas de seus mais de 84 mil estudantes e pesquisadores, sem o que será inevitável um grave prejuízo aos projetos em andamento.

No último dia 19, a entidade protocolou ofício ao presidente da Câmara, deputado Rodrigo Maia (DEM-RJ), solicitando que o parlamento busque viabilizar junto ao governo as saídas para que os R$ 330 milhões da agência sejam recompostos.

“O acordo no Congresso para a aprovação dos créditos suplementares embutiu a recomposição dos 330 milhões que garantiriam o funcionamento do CNPq e o pagamento das bolsas até o fim do ano. O governo está rompendo o acordo, então, pedimos à Câmara dos Deputados, através do seu presidente, que ajude a construir uma saída que contemple a liberação da verba”, lembra Flávia Calé, presidenta da ANPG.

Essa iniciativa, ao lado das plenárias em universidades, do impulsionamento das manifestações de rua e das campanhas em redes sociais, são fundamentais para sensibilizar a sociedade organizada, a intelectualidade e os agentes políticos para pressionar o governo federal e garantir as verbas para o funcionamento do CNPq e de suas bolsas.

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