Presidenta da ANPG, Tamara Naiz, participa da mesa "Avaliação do programa Ciência sem Fronteiras" durante a 67a RA da SBPC. Além dela, compunham a mesa Adalberto Luís Val (CAPES) e Geraldo Nunes Sobrinho (CNPq).
Presidenta da ANPG, Tamara Naiz, participa da mesa “Avaliação do programa Ciência sem Fronteiras” durante a 67a RA da SBPC. Além dela, compunham a mesa Adalberto Luís Val (CAPES) e Geraldo Nunes Sobrinho (CNPq). Foto: Bruno Bou

Durante a 67ª Reunião Anual da Sociedade Brasileira para o Progresso da Ciência (SBPC), foi apresentada uma avaliação preliminar do programa Ciência sem Fronteiras (CsF) pela CAPES e CNPq, que afirma que o programa cumpriu sua meta de conceder mais de 100 mil bolsas em quatro anos e mais de 30 países de destino, com estudantes de cerca de 15 áreas consideradas prioritárias para o desenvolvimento do Brasil, como engenharia, tecnologia e saúde.

Durante a abertura da reunião anual, Tamara Naiz presidenta da ANPG, discorreu sobre o assunto, afirmando que, apesar dos avanços, a juventude ainda quer mais: “Reconhecemos os avanços nos últimos anos quanto à educação e aos programas de incentivo à pesquisa, porém queremos mais possibilidades. Reafirmamos nossa luta contra os cortes, por mais avanços. E queremos respostas com uma agenda de investimentos no setor, já que a Ciência é o principal meio para gerar riqueza e dignidade à população brasileira”, afirmou.

A segunda fase do programa foi anunciada em junho de 2014 pela presidenta Dilma Rousseff, com a promessa de um maior equilíbrio da oferta de bolsas entre as modalidades. Até o momento, a graduação foi a área mais contemplada pelo programa de intercâmbio, com cerca de 78% das bolsas.

A ANPG continua na luta pela ampliação da pós-graduação no programa, pela abertura de vagas para a área de humanas e pela abertura de oportunidades junto aos países em desenvolvimento, em especial os membros do BRICS, América Latina e África.

Da redação com informações da CAPES

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