No último domingo, dia 26 de outubro, a presidenta Dilma Rousseff do PT foi reeleita com 51,67% dos votos válidos. A ANPG, em reunião ampliada de sua diretoria, decidiu pronunciar-se em apoio à Dilma no segundo turno, entendendo que a candidatura de Aécio Neves do PSDB representava um retrocesso às políticas neoliberais já experimentadas e com graves consequências para o Brasil. Em carta aos pós-graduandos e à toda sociedade brasileira, a entidade posicionou-se em seu nome e também assinando a carta em conjunto com as demais entidades estudantis, UNE e UBES.
Confira aqui os dois documentos:
http://www.anpg.org.br/?p=6454
http://www.anpg.org.br/?p=6459
A presidenta da ANPG, Tamara Naiz, comentou a importância e o significado da reeleição de Dilma “Acreditamos que com a reeleição de Dilma Rousseff haverá um ambiente político mais favorável para as lutas e conquistas sociais por pautas mais avançaadas, como a reforma política e implantação do PNE. Também acreditamos que o governo deve ser cada vez mais incisivo na implementação de políticas que garantam a promoção social. Para tal, a política econômica deve estar a serviço do crescimento da economia, regulamentando o mundo do trabalho e promovendo distribuição de renda e sustentabilidade.
Do ponto de vista da ciência e da pós-graduação brasileira, defendemos a valorização da ciência e dos pesquisadores, continuaremos a lutar por mais investimentos em CT&I, tendo como bandeiras principais: 2% do PIB para a área e a recomposição do FNDCT.
Além disso, iniciamos agora a campanha que será o carro chefe dessa gestão que é a luta por melhores condições de pesquisa, expressa na luta por mais direitos para os pós-graduandos brasileiros, que exercem cotidianamente e com afinco suas pesquisas e estudos.
Com a vitória de Dilma temos a confiança no não retrocesso das políticas públicas que vem sendo implementadas, mas para além disso, temos a oportunidade de novos sonhos e novas lutas! Avancemos!”
No seu primeiro pronunciamento depois da confirmação do resultado da eleição pelo presidente do TSE, Dilma ressaltou a importância do diálogo e a reforma mais importante sendo a política, através de um plebiscito popular. Para isso, a presidenta disse ser fundamental discuti-la com os movimentos sociais e as forças da sociedade civil. Além disso, dentre as áreas prioritárias que destacou, citou a educação, a cultura e o desenvolvimento da ciência e tecnologia.
Da redação

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