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A APG UENF mobilizou, no dia 22 de março, pós-graduandos e representantes da ADUENF, SINTUPERJ, DCE UENF e FAETEC em ato que paralisou as duas vias da avenida Alberto Lamego em frente ao centro de Ciências do Homem (CCH-UENF), no Rio de Janeiro.

Aos gritos de “UENF na rua, Pezão a culpa é sua”, os pós-graduandos denunciavam e informavam aos motoristas a situação da instituição e que se a situação não se normalizasse a UENF poderia fechar as portas, uma vez que o fornecimento de energia e água estão com aviso de cortes.

Diversos cartazes foram confeccionados pelos alunos durante a concentração do ato que ocorreu ao lado do Restaurante Universitário desde às 16h30. O ato foi realizado pouco depois e se estendeu noite adentro.

Os pós-graduandos da UENF se reunirão novamente amanhã (31) para discutir e votar as atividades permanentes até que a situação se resolva. A partir de segunda-feira (04), os professores deflagarão greve por tempo indeterminado.

Além da falta de estrutura básica pela qual a UENF passa, ainda há relatod de atraso no pagamento das bolsas recebidas pelos pós-graduandos da instituição. Nesta segunda-feira (28), os pós-graduandos se reuniram com o reitor em audiência pública para tratar dos problemas que atravessam a instituição.

O reitor explicou que como a instituição não tem autonomia financeira e os repasses estão contingenciados, explicou que as atividades da instituição a cada dia fica comprometida e que há débitos com empresas desde o ano de 2015.

A APG UENF informou que o pagamento do direito aos bolsistas da instituição depende do repasse descentralizado da FAPERJ, mas o governo do Estado não liberou o recurso, ficando dependente deles.

Nesta semana, a APG publicou uma nota sobre o atraso das bolsas. Leia aqui.

Da redação

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