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Natasha Ramos

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Com o tema “Pós-Graduandos em Defesa da Democracia, para Superar a Crise e Conquistar mais Direitos”, o 25º Congresso Nacional de Pós-Graduandos, realizado entre 10 e 12 de junho, na UFMG, contou com uma rica programação, com diversos debates, mostra científica, ato político e aprovação de propostas para o próximo período. Confira a cobertura jornalística do 25º CNPG!


 

Pós-graduandos em defesa da democracia na abertura de seu 25º Congresso

Com um tom combativo, foi aberto nesta sexta-feira (10) o 25º Congresso Nacional de Pós-Graduandos, na Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG), em Belo Horizonte. O evento tem como tema “Democracia para superar a crise e conquistar mais direitos” e atraiu estudantes de todo o Brasil em busca da discussão de meios para enfrentar o…

25º CNPG: Negros e negras por mais espaço na pós-graduação

A cada dez brasileiros, cinco são negros. A cada dez pós-graduandos, apenas dois são negros. A falta de acesso da população negra à universidade, que já acontece na graduação, também é um dos grandes entraves nos cursos de mestrado e doutorado pelo país. O tema tem sido debatido intensamente no último período, tanto no movimento…

25º CNPG: Ausência de pluralidade na mídia é ameaça direta à democracia

Veja mais fotos aqui “A radicalização da luta pela expressão de todos”. Essa é a definição de democratização da mídia que a coordenadora geral do FNDC (Fórum Nacional de Democratização da Comunicação), Renata Mielli, trouxe para o 25º Congresso Nacional de Pós-Graduandos nesta sexta-feira (10), em Belo Horizonte. O tema foi amplamente discutido em uma…

25º CNPG: Pós-graduandos preocupados com futuro da educação

A educação brasileira vive um momento de tensão. Após mais de uma década de transformações com a ampliação do acesso, a democratização da universidade por meio de ações afirmativas e programas sociais, a aprovação inédita de um Plano Nacional de Educação, a ruptura democrática causada pela tentativa de golpe no país está desenhando um cenário…

25º CNPG: A crise e os direitos estudantis na pós-graduação

Quando direitos são vistos apenas como “bônus”, há na sociedade um grave problema. Esse foi um dos pontos levantados pelo público durante o debate dos direitos estudantis e trabalhistas no 25º Congresso Nacional de Pós-Graduandos, que teve início sexta-feira (10) em Belo Horizonte. A mesa que debateu os direitos dos pós-graduandos contou com a presença…

 

Carta dos pós-graduandos (as) negros (as) ao 5º Congresso da UNEGRO

Ao cumprimentar toda a diretoria nacional e as diretorias estaduais, delegados, delegadas, suplentes, observadores e observadoras, convidados e autoridades presentes no 5º Congresso da União de Negros pela Igualdade, desejamos a todos e todas um vitorioso congresso. Num momento de conjuntura difícil, em que a hostilidade aos movimentos sociais, aos povos tradicionais e aos avanços…

Direitos não são privilégios: a intolerância em debate no 25º CPNG

O crescimento da intolerância no Brasil e o recrudescimento do debate dos Direitos Humanos foi um dos assuntos do 25º Congresso Nacional de Pós Graduandos neste sábado (11), na Universidade Federal de Minas Gerais. No debate “Participação Social, Democracia e Direitos Humanos”, os estudantes dos programas de mestrado e doutorado de diversas regiões do país debateram o…

25º CNPG: Ataque à Ciência e Tecnologia é ataque ao futuro

Nas rodas de conversa e nos corredores do Centro de Atividades Acadêmicas da Universidade Federal de Minas Gerais, pesquisadores e pesquisadoras de diversas regiões do país que participam do 25o CNPG (Congresso Nacional de Pós-Graduandos) dividem uma mesma preocupação: qual horizonte se desenha no Brasil com a extinção do seu Ministério da Ciência e Tecnologia?…

25º CNPG: ANPG discute como combater e denunciar o assédio nas universidades

“Eu, mulher preta, sofro racismo. Sofro machismo. Recaem sobre mim todas essas opressões. E eu preciso que a gente pense políticas públicas que respondam a todas essas especificidades”, reivindicou Biamichelle Munduruku, mestranda da Universidade de São Paulo, durante um debate sobre assédio, discriminação e desigualdade no 25º Congresso Nacional de Pós-graduandos. Realizada neste sábado (11),…

Saúde na roda do 25º CNPG

Pós-Graduandos(as) de Saúde debatem o tema “Desafios para a Formação em Saúde: Participação Social e Políticas de Equidade” no 25º CNPG Os pós-graduandos da área da Saúde que vieram ao 25º Congresso de Pós-Graduandos, em Belo Horizonte, se encontraram neste sábado (11) em uma roda de conversa no Centro de Atividades Acadêmicas da Universidade Federal…

Pós-graduandos discutem o impacto social da ciência no 25º CNPG

Qual é o papel do cientista na sociedade? Diante da recente extinção do Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação pelo governo interino, essa é uma indagação importante, que foi debatida intensamente no sábado (11), no 25º Congresso Nacional de Pós-graduandos. A conversa sobre esse tema, realizada na Universidade Federal de Minas Gerais, em Belo Horizonte,…

25º CNPG: Mulheres discutem representatividade na academia

“Para ocupar o mesmo posto (de um homem) e ganhar o mesmo salário, a mulher tem que estudar oito anos a mais”, alertou Lúcia Rincon, presidenta da União Brasileira das Mulheres (UBM), durante um debate sobre a representatividade feminina na academia no 25º Congresso Nacional de Pós-Graduandos. A discussão, realizada neste sábado (11), escancarou a…

Pós-graduandos fazem ato político em defesa da democracia no 25º CNPG

Não é o momento para se calar: a crise política no Brasil chama à luta. Em defesa da democracia, os pós-graduandos do país promoveram um ato de resistência durante este sábado (11), no 25º Congresso da ANPG, na Universidade Federal de Minas Gerais, em Belo Horizonte. Na ocasião, Tamara Naiz, presidente da Associação Nacional de…

Mostra científica promove ampliação de conhecimento no 25º CNPG

Do pequi, passando pelo bagaço da cana de açúcar, até os hábitos dos saguis e a tendência de mortalidade por doenças isquêmicas do coração: cabe de tudo na Mostra Científica do 25º Congresso Nacional de Pós-Graduandos, evento que será encerrado neste domingo, em Belo Horizonte. Segundo Roberto Nunes Júnior, doutorando em filosofia pela Universidade Federal

Em encerramento do 25º CNPG, pós-graduandos divulgam carta contra retrocessos do Governo Temer

Em defesa da democracia, o 25º Congresso Nacional de Pós-graduandos definiu em seu encerramento, neste domingo (12), os rumos da associação nos próximos anos. O evento, realizado entre os dias 10 e 12, na Universidade Federal de Minas Gerais, em Belo Horizonte, reuniu mais de 600 estudantes de todo Brasil, que definiram propostas sobre temas…

25º CNPG: Tamara Naiz é reeleita presidenta da ANPG

Foto: Guilherme Bergamini Terminou hoje, em Belo Horizonte, o 25o Congresso da Associação Nacional de Pós-Graduandos, entidade que representa os estudantes da pós-graduação de todo o país. O evento teve início na sexta-feira (10) e contou com a participação de mais de 600 representantes de diversos estados. Ao final do evento, foi reeleita presidenta da…

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A educação brasileira vive um momento de tensão. Após mais de uma década de transformações com a ampliação do acesso, a democratização da universidade por meio de ações afirmativas e programas sociais, a aprovação inédita de um Plano Nacional de Educação, a ruptura democrática causada pela tentativa de golpe no país está desenhando um cenário de grandes retrocessos.

“O ministério da Educação desse governo interino foi entregue, propositalmente, a um deputado reacionário e radical. Isso demonstra que há uma preocupação deles em desmontar, rapidamente, o início das conquistas e avanços que tivemos nesse setor”, declarou a deputada federal, professora e doutora pela universidade de Berkley (EUA) Margarida Salomão nesta sexta (10) no Congresso da ANPG em Belo Horizonte.
Ela participou de um debate sobre a democratização da educação e do conhecimento científico, junto à representante do Fórum Nacional de Educação (FNE) Analise da Silva e de Victor Mammana, diretor do CTI Renato Archer.

Os pós-graduandos demonstraram sua preocupação com as recentes medidas e posicionamentos do MEC sob o governo Temer. As metas do Plano Nacional de Educação foram defendidas pela professora Analise, do FNE, em sua apresentação. Ela também criticou veementemente, como todo os outros debatedores, o projeto Escola Sem Partido, que ganhou simpatia do atual ministro da Educação logo que assumiu o cargo.

“Nós, do FNE, repudiamos a proposta de uma escola sem pluralismos de ideias. Pensamos que as temáticas como a sexualidade, a religião e a política devem sim estar presentes no ambiente escolar porque, muitas vezes, a omissão da escola nessas questões traz consequências muito negativas”, afirmou a professora.
A deputada Margarida Salomão lembrou que a área da pesquisa também é alvo de ataque do governo golpista, ao representar um projeto de subordinação do país aos grandes centros de conhecimento dos chamados países desenvolvidos. “É uma perspectiva de colonização da nossa ciência”, explicou.
O Congresso da ANPG segue até o próximo domingo (12) na Universidade Federal de Minas Gerais. Além dos debates, também está sendo realizada uma mostra científica com trabalhos de pesquisadores de todo o país e será promovido um ato político em defesa da democracia, com participação dos movimentos sociais brasileiros. Ao final do evento, serão definidos os rumos do movimento de pós-graduandos no próximo período e eleita a nova direção da entidade.

Por Artênius Daniel, de Belo Horizonte

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“A radicalização da luta pela expressão de todos”. Essa é a definição de democratização da mídia que a coordenadora geral do FNDC (Fórum Nacional de Democratização da Comunicação), Renata Mielli, trouxe para o 25º Congresso Nacional de Pós-Graduandos nesta sexta-feira (10), em Belo Horizonte. O tema foi amplamente discutido em uma das mesas de debate do encontro, tendo também a participação das blogueiras Cynara Menezes e Maria da Conceição Carneiro Oliveira, a Maria Frô, além da professora e doutora Laura Capriglione, dos Jornalistas Livres.

Atualmente no Brasil existe uma oligarquia no setor da mídia: os meios de comunicação se concentram nas mãos de meia dúzia de famílias. “Elas não garantem que as expressões mais amplas dos problemas sociais tenham visibilidade na mídia”, explica Renata. O artigo 220 da Constituição Federal proíbe que a mídia seja, direta ou indiretamente, objeto de monopólio. Seguindo a legislação, há ainda a recomendação para a existência de uma complementaridade do sistema público, privado e estatal. Tudo isso para garantir uma pluralidade, que, na prática, nunca existiu.
A falta de uma mídia diversificada é uma ameça direta para a democracia. Quem alerta é Cynara Menezes. Segundo ela, no Brasil, existe a situação sui-generis de não haver jornais fora do espectro ideológico da direita. “Quando aconteceu a ditadura militar, os jornais progressistas que existiam foram ‘empastelados’ e deixaram de existir, como por exemplo o famoso Última hora do Samuel Wainer. A partir daí só tivemos jornais favoráveis ao golpe. Nos anos 70, Mino Carta tentou fazer um jornal diário de esquerda e não vingou”, observa Cynara. Para ela, desde então a imprensa brasileira é de direita ou, “no máximo”, de centro-direita.
A blogueira acredita que se não fosse o advento das redes sociais, seria impossível rebater o discurso da rede hegemônica no Brasil. “Nesse momento, em que os jornais que apoiaram o golpe de 64 apoiam o ‘golpe branco’ da Dilma, o que seria da opinião pública se não houvesse a mídia alternativa para poder se informar?”, indaga. O contraponto fornecido pelos veículos independentes é importante tanto diante da mídia tradicional quanto para pautar os meios de comunicação internacionais. “A pluralidade que os jornais dizem existir que, na verdade, é uma falácia, quem está tornando possível são os veículos alternativos e a ascenção das redes sociais”, diz Cynara.
A jornalista observa ainda que as iniciativas de jornalismo local e independente é uma tendência em crescimento por representar um nicho de leitores excluídos pela grande mídia. “Interligar todas essas iniciativas no futuro vai ser muito importante para a nossa sobrevivência”, resume.
O debate sobre a democratização da mídia abarca uma agenda ampla de pautas: da universalização da banda larga e neutralidade da rede à concessão de rádio e TV, passando pela garantia da veiculação de uma porcentagem de produção independente nacional nas TVs por assinatura. Segundo Renata Minielli, não importa qual seja a especificidade da pauta, no fundo, o que está em jogo é a defesa da real liberdade de expressão. Ou seja, a defesa de que mais atores sociais tenham possibilidade de se expressar.

Por Shirley Pacelli, de Belo Horizonte

PDSE

Foi anunciado nesta semana em reunião do Conselho Técnico-Científico (CTC) da CAPES e MEC, na qual a diretora da ANPG, Hercília Melo esteve presente, a possibilidade de relançamento do Programa de Doutorado Sanduíche no Exterior (PDSE). Esse programa estava suspenso desde o ano passado. A mobilidade estudantil e a internacionalização da pós-graduação foi uma das pautas dessa 164ª reunião do CTC.

Várias foram as intervenções da ANPG junto à agência para que essa medida fosse revertida. Desde junho de 2015, quando foi anunciada a suspensão, a Associação tem, em todos os espaços e reuniões junto a CAPES, cobrado a reabertura de editais do programa.

“A ANPG esteve, desde a suspensão, na luta pela reabertura de candidatura na medida em que o PDSE é uma forma de garantir a diversificação da formação na pós-graduação, defendendo a mobilidade não somente de pesquisadores, mas a circulação de conhecimento, técnica e práticas. O PDSE  permite também o fortalecimento e a criação de redes de pesquisa e experiências profissionais”, diz Hercília.

A atual diretoria da CAPES informou que dia 10 de junho é a previsão para o relançamento do programa. “Essa é uma conquista da ANPG e da luta dos pós-graduandos e pós-graduandas”, comemorou o diretor da ANPG, Gabriel Nascimento.

Em breve, publicaremos mais informações.

Da redação

“A Reitoria da UFRJ se soma às demais universidades públicas, às instituições de pesquisa, às entidades representativas como Andifes, ABC, SBPC, sindicatos e movimentos democráticos para reivindicar, de imediato, a manutenção do MCTI e sua gestão como política de Estado, livre dos interesses particularistas”, ressalta o documento

Leia na íntegra:

Nota da Reitoria em defesa do MCTI

A criação do Ministério da Ciência e Tecnologia (MCT), em 1985, expressou o resultado de uma longa luta da comunidade científica brasileira, como também a compreensão de importantes setores da sociedade de que o lugar da Ciência e da Tecnologia, no âmbito do Estado, deveria afirmar o seu caráter estratégico para a nação. A seção da Constituição dedicada ao setor confirmou a Ciência como fundamental para o porvir do País, recebendo tratamento prioritário na Constituição. A Ciência e a Tecnologia foram inscritas no Cap. IV, na sequência daquele dedicado à Educação. A inter-relação estreita entre Educação, Ciência e Tecnologia coloca em relevo o fato de que parte fundamental da pesquisa é desenvolvida nas universidades públicas, responsáveis pela formação de quadros para todo o sistema.

A consolidação do MCT possibilitou notáveis contribuições para a pesquisa nas universidades. Compreendida como política de Estado, referenciada na Constituição e organizada em nível ministerial, a Ciência brasileira rapidamente ganhou dimensão internacional, contribuindo, de modo decisivo e marcante, para o enfrentamento das grandes questões nacionais, em todos os domínios do conhecimento.

A conformação, no rol do Estado, no âmbito do MCT, dos órgãos de fomento, CNPq e Finep, viabilizou a estruturação de importantes laboratórios e institutos públicos. Grandes programas foram estruturados em domínios estratégicos para o País, fomentando a pesquisa e a pós-graduação nas universidades públicas. Objetivando desconcentrar as atividades de pesquisa, o MCT criou condições para a difusão de novos espaços de investigação em todo o País, por meio de programas regionais. Posteriormente, fortaleceu a promoção da pesquisa e do desenvolvimento, agregando a Inovação, passando a ser nomeado MCTI, em 2015.

A institucionalização da pesquisa nos institutos e universidades públicas em todo o País não seria possível sem o Ministério. Em um curto período histórico, o Brasil passou a compor o rol das nações com capacidade de produção de conhecimento em domínios cruciais para lograr avanços sociais e econômicos extraordinários, em virtude do vigor de sua ciência e tecnologia.

É inadmissível que todas essas conquistas republicanas e nacionais venham a sofrer retrocessos em virtude do ajuste fiscal. Não apenas porque a economia com a anexação do MCTI ao Ministério das Comunicações é pífia, mas também porque significa, concretamente, um deslocamento da área para um lugar periférico no rol do Estado. Redes e linhas de pesquisa podem ser inviabilizadas, laboratórios desfeitos e a formação das novas gerações de pesquisadores severamente prejudicada. Rigorosamente, tal medida não resultou de um debate democrático, visto que imposto por Medida Provisória exarada por um governo interino.

A Reitoria da UFRJ se soma às demais universidades públicas, às instituições de pesquisa, às entidades representativas como Andifes, ABC, SBPC, sindicatos e movimentos democráticos para reivindicar, de imediato, a manutenção do MCTI e sua gestão como política de Estado, livre dos interesses particularistas.

Rio de Janeiro, 25 de maio de 2016.

UFRJ

Professores da UFRJ lançam nesta quarta-feira (25), a Frente contra a extinção do Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação (MCTI). O lançamento ocorreu às 12h no auditório G-122, da Coppe/UFRJ. Estiveram presentes no lançamento da Frente os professores Luiz Bevilacqua (Coppe), Débora Foguel (IBqM), Jerson Lima Silva (IBqM), Luiz Pinguelli Rosa (Coppe), José Eduardo Cassiolato (Economia) e Ildeu de Castro Moreira (Instituto de Física), José Sérgio Leite Lopes (Museu Nacional), Beatriz Resende (ECO).

Como se sabe, o governo interino de Michel Temer decidiu pela fusão do MCTI com o Ministério das Comunicações – órgão sem conexão com o campo da ciência e tecnologia. O embrião dessa frente, que já agrega vários docentes, surgiu na recente assembleia da Adufrj realizada para discutir a nova conjuntura e as ameaças à educação no país.

A exemplo do procedimento que adotará em relação a outras iniciativas de mobilização, a Seção Sindical está oferecendo os meios para ampliar a adesão a esta frente que quer discutir os prejuízos à ciência e à pesquisa que a extinção definitiva do MCTI trará ao Brasil.

A elaboração de um blog específico para tratar do tema atende a este objetivo. Nesse espaço virtual, será armazenado todo o conteúdo (notícias, reportagens, entrevistas, ações) relacionado com a luta conta a extinção do MCTI.
A adesão ao movimento pode ser feita por meio do blog www.adufrj.org.br/mcti na aba adesão, no topo da página.

Da redação

Estão abertas as inscrições para delegados e seus respectivos suplentes e observadores para o 25º Congresso Nacional de Pós-Graduandos. Esta etapa acontece após a validação dos processos eleitorais e eleição dos delegados das APGS.

Confira aqui a lista dos delegados eleitos

As inscrições para delegados e suplentes custam R$ 80 até 06/06. Já as inscrições para observadores custam R$ 150 até 06/06. Este ano temos a novidade do pagamento online feito exclusivamente na via formulário por meio do botão do PagSeguro. Após preencher o formulário, clique no botão de pagamento do ícone do Pagseguro. Só serão validadas as inscrições que tiverem seus pagamentos confirmados a partir do PagSeguro.
Durante o Congresso, o valor da inscrição para delegados e suplentes, custará R$ 130, e o de observadores, R$ 180.
Para se inscrever acesse o hotsite do 25º CNPG: http://www.cnpg25.com.br/p/inscricoes.html
Da redação

O Conselho Nacional de Juventude foi notificado na última terça-feira (17) pela Agência Brasileira de Inteligência (Abin) que “conteúdo indevido” no site do Conjuve seria retirado. O suposto conteúdo indevido é a nota publicada pelo Conselho no dia anterior (16) contra o golpe que se deu por meio do impeachment da presidenta Dilma Rousseff. A ANPG, que tem assento no Conjuve, repudia qualquer tipo de censura.

Confira abaixo a carta do Conjuve, publicado no dia 17 de maio, em resposta à censura do Governo de Michel Temer:

Governo golpista censura Conselho Nacional de Juventude!

A nota da sociedade civil do CONJUVE, publicada ontem (16), foi censurada pelo governo golpista de Michel Temer. A justificativa dada pela área de comunicação é que a nota se tratava de um “conteúdo indevido”. Não aceitamos essa postura que retoma os tempos sombrios de nosso país. As organizações da sociedade civil que compõem o conselho têm autonomia para se posicionar sobre todos os temas relacionados à juventude brasileira e aos interesses nacionais, inclusive sobre rupturas democráticas e retrocessos na garantia de direitos.

Ao repudiarmos a ação do governo golpista de Michel Temer, queremos apresentar o que consideramos ações “indevidas”:
1. apoiar e articular um golpe de Estado, com a sustentação jurídica, midiática e parlamentar, que afastou da presidência Dilma Rousseff;
2. um governo não possuir em sua equipe ministerial nem mulheres e nem negros;
3. acabar com o Ministério da Cultura e o Ministério das Mulheres, da Igualdade Racial, da Juventude e dos Direitos Humanos;
4. possuir em sua equipe três ministros investigados diretamente na Lava Jato e sete ministros que sofrem processos por crimes de corrupção;
5. fazer com que a Controladoria Geral deixe de ser independente e passe a ser subordinada ao governo;
6. indicar Alexandre Moraes para o Ministério da Justiça. Como se sabe, o ex-secretário do Governo Alckmin foi advogado de Eduardo Cunha, do PCC e comandou o ataque aos movimentos sociais e às(aos) estudantes secundaristas nas ocupações das escolas, além de aumentar em quase 70% o número de mortes por ação policial;
7. indicar Mendonça Filho, do DEM, para o Ministro da Educação, autor de ação na Justiça que combate as políticas afirmativas e é contra o FIES e o Prouni.
8. indicar para o Ministério da Agricultura, Bairo Maggi, um dos campeões em desmatamento e já propôs o fim do licenciamento ambiental.
9. exonerar o presidente da Empresa Brasileira de Comunicação (EBC), com mandato e desrespeitando a autonomia e a opinião do Conselho Curador da EBC;
10. revogar decretos referentes à ampliação do maior programa de habitação do mundo, o “Minha casa, minha vida”;
11. afirmar, como dito pelo Ministro da Saúde, Ricardo Barros (PP-RR), que o SUS precisa ser revisto em seu tamanho e que a Constituição Federal possui muitos direitos, algo que não poderá ser sustentado pelo Estado.
Reafirmamos a nossa posição! “Não reconhecemos o governo do vice-presidente Michel Temer. O atual governo se utilizou de um golpe de Estado jurídico-parlamentar para afastar a presidenta Dilma Rousseff, democraticamente eleita e sem a existência real de um crime de responsabilidade”.
Resistiremos!
Sociedade Civil do Conselho Nacional de Juventude

Foi prorrogado o prazo para a submissão de trabalhos científicos da Mostra Científica do 25º Congresso Nacional de Pós-Graduandos até o dia 29 de maio. A mostra será realizada como parte da programação do evento na Universidade Federal de Minas Gerais, compreendendo o período de 10 a 12 de junho de 2016.

A inscrição de resumos pode ser efetuada através de endereço eletrônico ([email protected]) na modalidade de resumo e artigo completo, com exposição em sessão coordenada.  Visando receber trabalhos de estudantes de graduação, pós-graduação e pesquisadores de todos os estados e instituições de ensino e pesquisa do país, a mostra relaciona-se com as seguintes áreas: Biociências; Ciências exatas e da terra; Ciências humanas, letras e artes; Ciências da saúde;  Ciências sociais aplicadas;  Educação; Ciências tecnológicas.

 Além da mostra científica, o XXV Congresso Nacional de Pós-Graduandos oferecerá em sua programação conferências, mesas e grupos de discussão. A inscrição na mostra científica é de R$ 20,00.

Para inscrever trabalhos, acesse a biblioteca virtual da ANPG e o edital da mostra:  http://www.anpg.org.br/wp-content/uploads/2016/04/Edital-mostra-2016.pdf

Novo calendário e outras informações podem ser vistas na página do Congresso: http://www.cnpg25.com.br/p/mostra-cientifica.html

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Inscreva seu trabalho na Mostra Científica do 25º Congresso Nacional de Pós-Graduandos

Acesse o hotsite do 25º CNPG