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Gabriel Nascimento, diretor da ANPG, durante Encontro de Negros e Negras da UNE

 
Presente a convite da União Nacional dos Estudantes para o 5º Encontro de Negros e Negras da UNE (ENUNE), em Salvador, na última semana, o diretor da ANPG, Gabriel Nascimento, se mostrou preocupado com a portaria de cotas na pós-graduação, editada e publicada pelo Ministério da Educação no último mês de maio.
 
A portaria n. 13, de 11 de maio de 2016 instituiu que as universidades federais teriam 90 dias para apresentar propostas para a inclusão de negros (pardos e pretos), indígenas e pessoas com deficiência em seus programas de pós-graduação.
 
“Esses 90 dias já estão acabando. Na semana que vem acaba [dia 11 de agosto] e até agora poucas universidades aprovaram propostas nesse sentido. A maioria está deixando caducar a proposta”, denuncia.
 
 
Para ele é necessário realizar uma grande mobilização nacional com a ajuda do movimento negro unificado e com as organizações do movimento negro, como a União de Negros pela Igualdade, a Associação Brasileira de Pesquisadores Negros e ONGs como a Educafro.
 
“Já estamos em contato com o movimento negro e vamos fazer contato também com a Andifes, para tratar melhor isso com os reitores”, avalia.
A portaria tem o valor cessado amanhã.
Da redação 

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