Em encontro na sede da Central dos Trabalhadores e Trabalhadoras do Brasil (CTB), em São Paulo (SP), na terça-feira (5), representantes do movimento estudantil da UNE, UBES e ANPG foram recebidos pelo presidente da entidade, Wagner Gomes, e pelo vice-presidente Nivaldo Santana. Eles acertaram a participação dos estudantes na Marcha das Centrais, marcada para o próximo dia 6 de março, em Brasília.

Os dirigentes sindicais destacaram a importância da união entre o movimento sindical e os demais movimentos sociais, no sentido de levar à presidenta Dilma Rousseff uma pauta de reivindicações que estimule o desenvolvimento do país e a valorização do trabalho.
 
Para Daniel Iliescu, presidente da UNE, o momento é de somar esforços para que mais conquistas sejam alcançadas. “A sociedade organizada e o povo a cada ano percebem mais a importância de somar esforços e vozes para pressionar o governo e os parlamentares, no sentido de ampliar os investimentos públicos, especialmente em educação e na valorização do trabalho”, afirmou.
 
Uma das bandeiras de luta da Marcha de 6 de março será a defesa de 10% do Produto Interno Bruto (PIB) para a educação, projeto defendido há anos por todo o movimento estudantil.  Para Luana Bonone, presidenta da Associação Nacional de Pós-Graduandos (ANPG), a sociedade precisa lutar para garantir o desenvolvimento do país. “O movimento que vamos realizar em Brasília é semelhante ao que já aconteceu em outros países. Precisamos fazer algo que seja voltado aos nossos problemas, com o objetivo de alcançar um novo patamar de desenvolvimento”, disse
 
Já a presidenta da UBES, Manuela Braga, lembrou que nos grandes momentos da história brasileira os estudantes e a classe trabalhadora se uniram para garantir novos avanços e impedir retrocessos ao povo. “A unificação dessa pauta com os movimentos sociais é fundamental para o desenvolvimento”, destacou.
 
Fonte: UNE
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