Nesta manhã, do dia 21 de setembro, a Comissão de Financiamento do Conselho Nacional de Saúde se reuniu para debater sobre os recursos para saúde. Chamou a atenção os valores o empenho e a liquidação dos recursos da FioCruz.
Segundo documento obtidos pela ANPG, a classificação orçamentária e financeira (janeiro-abril 2018) recebeu a classificação intolerável do CNS, sobretudo nos quesitos que são atividades-fim da FioCRuz como, por exemplo, estudos e pesquisas e modernização das unidades. (Veja Tabela).
É necessário lembrar a importância da FioCruz para a saúde brasileira. Em 115 anos o instituto tem contribuído por meio de descobertas científicas, produção de vacinas e medicamentos, formação de profissionais de vários níveis para o SUS, desenvolvimento de pesquisas, atendimento de referência à população, fortalecimento do pensamento crítico sobre a saúde e a sociedade, entre outras contribuições. Vale destacar como a FioCuz foi imprescindível e rápida em dar respostas para o Zika vírus, além de estar sempre presente em publicações como a Nature e Sience.
A ANPG destaca que este nível de orçamento pode inviabilizar projetos de pesquisas importantes para a saúde pública no Brasil como, por exemplo, o estudo de vacinas para o vírus do Zika. Além disso, hoje a Fiocruz tem 21 unidades técnico-científicas, sendo 11 localizadas no Rio de Janeiro, 10 localizadas em outros estados brasileiros e uma unidade em Maputo, capital do Moçambique.
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De acordo com a classificação orçamentária o Intolerável  em nível de emprenho é 22% < X < 27% e o nível de liquidação é de 17% < X < 22%

Veja a nota de resposta da FioCruz aqui
 
 

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