Criado em 2015 pela Capes, o Grupo de Trabalho sobre a pós-graduação ainda não tinha definido seus membros. Sabendo da importância deste GT, a ANPG fez uma enorme pressão que fossem indicados os membros.
Em ofício enviado no dia 8 de agosto deste ano, a ANPG solicitou a retomada do grupo: “Ressaltamos ainda que se faz necessário a convocação das entidades que integram esse GT para uma reunião o mais breve possível uma vez que até o momento não houve continuidade dos trabalhos após a instituição do GT e de seus membros, a partir da portaria No 161, de 9 de dezembro de 2015”.
Com isso, no dia 29 de agosto a Capes apresentou as Portarias nº: 166, de 29 de agosto de 2017, e a de nº 179 de 15 de setembro de 2017 que  designa os membros desse GT para propor ações e programas aos pós-graduandos do país. E já convocou a primeira reunião para outubro.
Agora, a ANPG, junto com a CAPES, SBPC, CNPQ, ABC da Ciência e o FOPROF, formarão este GT, que que realizará um diagnóstico da pós-graduação brasileira com a finalidade de avaliar o estágio e fazer uma reflexão sobre o seu futuro. Além disso, o GT realizará estudos sobre a pós-graduação brasileira no sentido de levantar subsídios para verificação de possibilidades de implementação de ações que normatizem direitos e deveres dos pós-graduandos.
O GT tem como objetivos, analisar dados e produzir documentos com diagnósticos e avaliações da situação dos pós-graduandos no país e propor ações e programas de apoio aos pós-graduandos. “Para a ANPG este grupo é de extrema importância, pois será um instrumento para compreensão das questões locais e regionais que tangem a pós-graduação e o atual perfil dos pós-graduando. A partir disso, ele torna-se uma ferramenta indispensável para discussão, reflexão e constituição de políticas públicas e novos caminhos para a pós-graduação-brasileira que tanto se transformou nos últimos anos”, explica Tamara Naiz, presidenta da entidade, que participará das reuniões.

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