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A Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (Capes) do Ministério de Educação do Brasil e o Instituto de Pesquisa Weizmann situado em Rehovot, Israel, assinaram neste mês de junho acordo de cooperação científica. Este acordo permitirá a elaboração de editais de apoio a intercâmbio de pessoal e cooperação de grupos de pesquisa de interesse comum. O acordo é o primeiro programa de cooperação internacional da Capes com Israel.

O documento assinado explicita o interesse em aprofundar a cooperação acadêmica entre instituições de ensino superior brasileiras e israelenses, a fim de promover o desenvolvimento da ciência e tecnologia em ambos os países.

Com a assinatura, tanto a Capes quanto o Instituto Weizmann se comprometem a promover a estabelecer um programa de intercâmbio estudantil e promover o intercâmbio em programas em áreas de qualificação de professores e tecnologias da educação. Além disso, o memorando traz como objetivos fomentar a parceria universitária e apoiar seminários, workshops e conferências.

 

Instituto Weizmann

Fundado em 1934 por Chaim Weizmann, o Instituto Weizmann tem atualmente cerca de 2.500 estudantes e oferece cursos de mestrado e doutorado em matemática, informática, física, química, e biologia, bem como diversos programas interdisciplinares.

Dois professores da Faculdade de Ciências de Informação do Instituto Weizmann, Amir Pnueli e o criptográfo Adi Shamir, já receberam o Prêmio Turing, considerado equivalente ao Prêmio Nobel nas ciências de informação. Em 2009, a professora do Departamento de Estruturas Biológicas também do instituto, Ada Yonath, recebeu o Nobel de Química.

Conheça o Instituto Weizmann da Ciência.

 

(Ascom Capes).

Está aberta a inscrição para a 9ª edição do Prêmio Destaque do Ano na Iniciação Científica, uma iniciativa do CNPq, em parceria com a Academia Brasileira de Ciências (ABC) e a Sociedade Brasileira para o Progresso da Ciência (SBPC).

O prêmio, criado em 2003, busca premiar os trabalhos de destaque entre os bolsistas de Iniciação Científica (IC) do CNPq, sob os aspectos de relevância e qualidade do seu relatório final de pesquisa, e as instituições participantes do Programa Institucional de Bolsas de Iniciação Científica (Pibic) que contribuíram de forma relevante para o alcance dos objetivos do programa.

Podem concorrer os bolsistas de Iniciação Científica do CNPq com pelo menos 12 meses de bolsa e que estejam em processo de renovação (2011-2012). Serão concedidas até nove premiações, distribuídas entre bolsistas das três grandes áreas do conhecimento: Ciências Exatas, da Terra e Engenharias; Ciências da Vida; e Ciências Humanas e Sociais, Letras e Artes.

Os três primeiros colocados de cada área receberão quantia em espécie, sendo R$ 3,3 mil para o terceiro lugar, R$ 4,2 mil para o segundo colocado e R$ 5,1 mil para o primeiro lugar, que também receberá bolsa de mestrado e passagem aérea com hospedagem para a participação na Reunião Anual da SBPC, em 2012.

Na categoria Mérito Institucional, concorrerão instituições que participam do Pibic e que tenham bolsistas inscritos no prêmio. A premiação caberá à instituição com maior índice de egressos do Pibic titulados na pós-graduação, em cursos reconhecidos pela Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (Capes).

O índice de egressos será aferido pela quantificação dos ex-bolsistas que se titularam no mestrado ou doutorado. Os orientadores dos bolsistas agraciados serão convidados pelo CNPq a participarem da cerimônia de entrega, que será realizada durante as comemorações da Semana Nacional de Ciência e Tecnologia e Inovação, entre 17 e 23 de outubro deste ano.

Inscrição – A inscrição, que é individual deve ser feita nas Pró-Reitorias de Pesquisa e Pós-Graduação ou nas Coordenações do Pibic das instituições de ensino e pesquisa até 19 de agosto. Os bolsistas além de preencherem a ficha de inscrição devem entregar o relatório final, histórico escolar, e carta de recomendação do orientador sobre o perfil e atuação do bolsista.

As instituições devem transmitir ao CNPq, até 2 de setembro, os três melhores relatórios dos bolsistas de IC do CNPq, um por grande área do conhecimento para concorrer na etapa nacional.

(Agência MCT)

Até a próxima quinta-feira (30), o 5º Encontro de Arquivos Científicos, promovido pelo Museu de Astronomia e Ciências Afins (Mast/MCT) e pela Fundação Casa de Rui Barbosa (FCRB), recebe trabalhos de pesquisadores interessados em apresentar seus resultados na ocasião. O evento chega à quinta edição com o tema “Políticas de Aquisição e Preservação de Acervos em Universidades e Instituições de Pesquisa”. O Encontro acontecerá entre os dias 26 e 30 de setembro, na Casa de Rui Barbosa.

Pesquisadores de quaisquer áreas podem inscrever seus trabalhos, de acordo com quatro temas definidos pela organização. São eles: “A formação dos acervos científicos: a aquisição como estratégia de produção e preservação da memória científica”; “Políticas de aquisição e políticas de preservação: o desafio institucional de saber quem, como e por que se define o que deve ser adquirido e preservado”; “Pesquisadores, arquivistas e conservadores: o diálogo em busca de políticas e diretrizes para a preservação do patrimônio científico”; e “Usuários dos arquivos científicos: o papel das instituições de custódia de acervos na mediação entre o direito de acesso e as informações com restrições”.

Um resumo do trabalho, com 200 a 300 palavras, um breve currículo dos autores do projeto, com 150 palavras, e bibliografia básica devem ser enviados para o e-mail [email protected]. A divulgação dos trabalhos selecionados para a edição de 2011 será feita através do site do Encontro no dia 28 de agosto. A página está em fase de conclusão e abrigará a programação completa do evento, com todo o seu conteúdo disponível também em inglês.

“Começamos em 2003 com dois dias. Este ano, teremos uma semana de Encontro. O evento já se consolidou como um grande encontro de arquivos científicos no Brasil e no exterior”, conta Maria Celina Soares de Mello e Silva, arquivista e organizadora do evento no Mast. Em destaque, está a parceria de pesquisa entre Conselho Internacional de Arquivos (ICA), com sede na França, e o Museu, em 2009, originada durante o 5º Encontro de Arquivos Científicos. O “Guia Básico para Preservação de Arquivos de Laboratório”, produzido pelo Mast e apresentado no evento, chamou a atenção do ICA, que desenvolvia um projeto semelhante na época.
 

(MCT)

A BG Brasil assinou nesta terça-feira (21/6) carta de intenções no Palácio Itamaraty, em Brasília, para financiar até 450 bolsas de estudo para estudantes e pesquisadores brasileiros nas melhores universidades e centros de pesquisa do mundo, em períodos que variam de cinco a oito anos. A cooperação inclui estágios na indústria, participação de acadêmicos das melhores universidades mundiais e criação de institutos tecnológicos no país.

O programa é um esforço conjunto da BG Brasil, do Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq) e do Ministério da Ciência e Tecnologia (MCT). O vice-primeiro-ministro britânico, Nick Clegg; o ministro das Relações Exteriores, Antônio Patriota; o ministro britânico para a Educação e a Ciência, David Willets; e o diretor-executivo do BG Group, Martin Houston, estiveram presentes na cerimônia.

“Estamos investindo até US$ 17,5 milhões com o objetivo de contribuir para a melhora da competitividade tecnológica e a geração de inovação do Brasil. Este projeto é parte de um ambicioso plano de investimento em pesquisa e desenvolvimento que traçamos para ao país com investimentos em torno de US$ 1,5 bilhão até 2025”, disse Martin Houston.

O plano oferece estágios remunerados na indústria para criar uma rede global de tecnologia. A parceria ainda prevê a contratação de professores e pesquisadores de renome internacional em suas áreas de atuação para formar o corpo de docentes da rede de Institutos BG que serão criados dentro das universidades brasileiras.

(Via Eu Estudante/Correio Web)

Pesquisadores das três Américas e da Europa estarão reunidos em Belém (PA), a partir de hoje (22), para apresentar e discutir estudos sobre Antropologia, Arqueologia e História na América do Sul, durante a VII Conferência da Sociedade para a Antropologia das Terras Baixas da América do Sul (Salsa). O evento, que vai até domingo (26), é promovido pelo Museu Paraense Emílio Goeldi (MPEG/MCT) juntamente com a Salsa.

O fato de Belém estar na Amazônia, região que concentra questões da maior relevância para os estudiosos das ciências humanas, foi definitivo na escolha da primeira cidade da América do Sul para sediar a VII Salsa. Além disso, a parceria com o Museu Goeldi é de significativa importância, já que a instituição é referência de pesquisa da região Norte, voltada para o estudo da natureza, da cultura e da sociedade da Bacia Amazônica, aí incluídas as pesquisas antropológicas.

 

Na próxima quinta-feira (23), às 20 horas, no Teatro Maria Sylvia Nunes, na Estação das Docas, participantes da Conferência vão discutir as ”Dimensões antropológicas da luta contra as barragens do Xingu”. A sessão terá a participação de Megaron Txukarramae, da etnia Kayapó e diretor da Administração Executiva Regional da Funai em Colíder-MT; de Josinei Nascimento Gonçalves Arara, liderança Arara, da aldeia Terra Wongã, localizada na  Volta Grande do Xingu, região  afetada pela construção Hidrelétrica de Belo Monte. Participam também da mesa redonda, Elza Xipaia, presidente da Associação dos Índios Moradores de Altamira e de um membro da ONG, Tarcísio Feitosa, ganhador do Goldman Prize, considerado o Nobel do meio ambiente.

A VII Conferência conta ainda com a participação de lideranças indígenas como a do pajé e presidente da Associação Yanomami Hutukara, Davi Kopenawa Yanomami, que comporá mesa redonda sobre “Conhecimento Indígena e Antropológico: possibilidades de diálogo”, que acontece na sexta-feira (24), às 20 horas, no Teatro Maria Sylvia Nunes, na Estação das Docas. Da mesa, participa também Andre Fernando Baniwa, liderança indígena e vice-prefeito de São Gabriel da Cachoeira (AM).Na ocasião, os integrantes da mesa abordarão diversos aspectos sobre Belo Monte desde a questão sobre a água do rio Xingu até as políticas econômicas previstas para a região.

 

Conferência

A VII Conferência da Salsa acontece no Teatro Maria Sylvia Nunes, na Estação das Docas e no Auditório Alexandre Rodrigues Ferreira, do Museu Goeldi, localizado na Av. Magalhães Barata. O período será de troca de conhecimento e contará com mais de 150 trabalhos com apresentação em sessões temáticas, além de painéis e mesas redondas, que discutirão várias vertentes da antropologia, arqueologia e da história  com ênfase para a cultura indígena.

Hoje (22), às 19 horas, será aberta a exposição “Amazônidas: 145 anos de pesquisas do Museu Goeldi sobre as sociedades amazônicas”. A mostra celebra as contribuições da instituição para o conhecimento das sociedades amazônicas, destacando a trajetória de alguns pesquisadores, a formação do acervo e os principais projetos desenvolvidos atualmente.

A Sociedade para a Antropologia das Terras Baixas da América do Sul é uma sociedade internacional, que reúne especialistas da América Latina, América do Norte, Europa, com o objetivo de promover e divulgar pesquisas antropológicas, arqueológicas e históricas sobre diversos povos, culturas e sociedades, em suas relações mútuas e com seus ambientes, situados nas terras baixas da América do Sul, especialmente na Amazônia.  Desde 2001 tem como objetivo fornecer uma associação profissional independente para os antropólogos especializados em terras baixas da América do Sul, visando fomentar a pesquisa sobre povos e ambientes de várzea da América do Sul. As conferências da Salsa são realizadas no intervalo de seis anos.

(Via MTC)
 

Focado nas áreas de inteligência artificial aplicada à automação e dispositivos eletrônicos integrados, os interessados têm até 22 de agosto para se inscrever para seleção. Ministrado no campus SBC (avenida Humberto de Alencar Castelo Branco, 3972, bairro Assunção, em São Bernardo), o curso é direcionado a engenheiros e profissionais em geral que almejam obter mais conhecimentos em eletrônica ou inteligência artificial, em três linhas de pesquisas, para cada área.

Em Inteligência Artificial Aplicada à Automação, as pesquisas versam sobre os temas Planejamento e Aprendizado da Máquina, Visão Computacional e Processamento de Imagens, e Navegação de Robôs Móveis. Já em Dispositivos Eletrônicos Integrados, as opções são Caracterização Elétrica de Dispositivos MOS, Simulação e Modelagem de Dispositivos MOS, e Projeto de Circuitos Integrados Dedicados. Estas áreas atendem desde estudos em reconhecimento de padrões e inteligência computacional até análises de confiabilidade em circuitos e eletrônica embarcada.

"O curso visa, além de estimular o desenvolvimento de pesquisas científicas e inovações tecnologicas nos seus segmentos de atuação, a capacitação de docentes e pesquisadores para instituições de ensino e pesquisa", afirma o professor Carlos Eduardo Thomaz, coordenador do curso.

O programa foca na formação de profissionais altamente competentes para o mercado de trabalho e realizar pesquisa nas áreas estratégicas de inteligência artificial aplicada à automação e dispositivos eletrônicos integrados. Além disso, é projetado tanto para alunos em tempo integral (com possibilidade de bolsas Capes, CNPq, Fapesp e Institucional) como para profissionais que atuam no mercado.

O curso é noturno e ministrado duas vezes por semana, das 18h30 às 22h10. Informação sobre inscrição pelo telefone (11) 4253-2910, com Adriana, ou no portal da FEI – www.fei.edu.br.

(Ascom FEI)

Mais oportunidades, clique AQUI.

A Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (Capes) seleciona projetos conjuntos de pesquisa nas diversas áreas do conhecimento para os programas Probral 1 e 2.

O objetivo é apoiar o intercâmbio científico entre grupos de pesquisa brasileiros e alemães, e a formação de recursos humanos. A inscrição pode ser feita até 1º de agosto.

A proposta deve estar vinculada a um programa de pós-graduação avaliado pela Capes, além de contemplar a formação de pós-graduandos e o aperfeiçoamento de docentes e pesquisadores vinculados aos referidos programas, e ter caráter inovador, considerando, inclusive, o desenvolvimento da área no contexto nacional e internacional.

Serão apoiadas missões de trabalho que consistem no financiamento de viagens para docentes doutores, com duração de, no mínimo dez e, no máximo, 20 dias, cujos benefícios englobam passagens aéreas, diárias e seguro saúde. Também serão apoiadas missões de estudo que consistem na concessão de bolsas de estudo no exterior aos estudantes participantes dos projetos, nas modalidades de doutorado sanduíche e de pós-doutorado.

(Ascom Capes)

O governador, Raimundo Colombo, assinou termo de cooperação com a empresa Embraco, que prevê o repasse de R$ 10 milhões para as universidades e centros de pesquisa que atuam no estado.

O objetivo é atrair mais investimentos e oportunidades na área de tecnologia. "Trata-se de uma parceria que oportunizará novos avanços e inovações", disse o secretário do Desenvolvimento Econômico Sustentável (SDS), Paulo Bornhausen. O convênio possibilitará ao órgão público e à iniciativa privada definirem as linhas de pesquisa em conjunto.

Os recursos serão repassados diretamente às instituições envolvidas ao longo de 60 meses, totalizando R$ 5 milhões pela Fundação de Amparo à Pesquisa e Inovação do Estado de Santa Catarina (Fapesc), e R$ 5 milhões pela Whirlpool S.A. (empresa da qual a Embraco faz parte).

O montante a cada universidade depende do projeto de pesquisa, que deverá abranger temas como eficiência energética, termodinâmica, nanotecnologia, entre outros que estão na pauta da inovação no País.

(JC com informações da SDS)

O professor doutor Angelo Fernando Padilha é o novo presidente da Comissão Nacional de Energia Nuclerar (Cnen/MCT). Sua nomeação foi publicada no Diário Oficial da União que circulou nesta segunda-feira (20). Atuando em pesquisa, desenvolvimento e inovação de materiais para reatores nucleares há mais de 35 anos, Padilha é natural de Novo Horizonte, em São Paulo, tem 59 anos, é casado e pai de dois filhos.

Formado em engenharia de materiais na Universidade Federal de São Carlos (UFSCar) em 1974, Angelo Padilha iniciou suas atividades profissionais no Instituto de Energia Atômica (IEA), atual Instituto de Pesquisas Energéticas e Nucleares (Ipen), unidade da Cnen em São Paulo, onde permaneceu por 13 anos. Em 1977 obteve o mestrado na Escola Politécnica da Universidade de São Paulo (EPUSP) e em 1981 cursou seu doutorado com bolsa da Cnen na Faculdade de Engenharia Mecânica da Universidade de Karlsruhe, na Alemanha. Sua tese abordou os materiais para o elemento combustível do reator rápido regenerador alemão SNR-300.

Em 1988 foi contratado como docente pela EPUSP, onde obteve os títulos de professor livre-docente e professor titular. Orientou cerca de 40 dissertações de mestrado e teses de doutorado defendidas na EPUSP, no Ipen, na Unicamp e na Alemanha. Padilha também foi pesquisador visitante no Centro Nuclear de Karlsruhe, no Instituto Max Planck de Stuttgart, na Universidade do Ruhr de Bochum e professor visitante na University of Wales Swansea, no Reino Unido.

Pesquisador do CNPQ há quase 20 anos, recebeu vários prêmios científicos nacionais e internacionais, coordenou vários projetos de pesquisa e desenvolvimento, foi consultor de várias empresas e assessor de diversas agências de fomento. Na área nuclear, fez parte da equipe que projetou o primeiro reator nuclear brasileiro de potência (para propulsão nuclear), foi consultor técnico da INB-Indústrias Nucleares do Brasil e do Centro Tecnológico da Marinha em São Paulo (CTM-SP).

 

(Via MTC)

APGs estão sendo construídas em todo o Brasil. A busca é pela integração dos pós-graduandos nos diferentes centros de pesquisa e universidades, a favor de seus direitos e por uma educação de qualidade. A ANPG convoca todos os pós-graduandos do país a construírem a APG de sua universidade e os convida desde já para o 38º Conselho Nacional de APGs – CONAP, que acontece entre os dias 18 e 21 de agosto em Pernambuco.

Quer saber como você pode construir uma APG em sua universidade? Veja nossa cartilha AQUI.

 

Na Federal de Juiz de Fora, estudantes de mestrado e doutorado e residentes do Hospital Universitário se reúnem
 

Comissão pró-APG UFJF

No último dia 15 de junho, diversos pós-graduandos de seis programas de mestrado e doutorado diferentes da Universidade Federal de Juiz de Fora (MG) se reuniram para debater os problemas que têm enfrentado com as bolsas de pesquisa, e a necessidade de se manterem organizados em defesa dos seus direitos.

Atualmente, muitos pós-graduandos mantêm seus estudos sem a bolsa, o que força a procura de emprego, e assim não podem se dedicar exclusivamente à pesquisa. Além disso, depois da confusão da CAPES/CNPq em relação à possibilidade do pós-graduando poder ter a bolsa em conjunto com vínculo empregatício, alguns pós-graduandos tiveram suas bolsas canceladas e repassadas a quem não tinha este vínculo.
mais e melhores bolsas, e garantir que todos tenham o direito às bolsas da CAPES ou CNPQ. Não nos interessa a alternativa de procurar um trabalho para sobreviver, o que implicaria em não se dedicar integralmente as nossas pesquisas.

 
A presidente Dilma e o ministro das Ciências e Tecnologia, Aloizio Mercadante, devem colocar no centro se suas políticas o atendimento das reivindicações dos pós-graduandos, dentre elas o reajuste imediato do valor e do número das bolsas, as quais ainda são insuficientes para o numero de pós-graduandos que temos no país. Uma medida urgente é a reversão do corte de 50 bilhões do orçamento da união, direcionando essa verba para os serviços públicos, dentre eles a ciência etecnologia.

Ao final da reunião foi criada a comissão pró-Associação de Pós-Graduandos (pró-APG) da UFJF, já com próxima reunião marcada (29/06).

Residentes do Hospital Universitário da UFJF debatem a situação das bolsas

34 residentes de 5 programas diferentes se reuniram no último dia 16 para discutir qual a real situação das bolsas dos residentes após o Senado não ter aprovada a Medida Provisória 521, que estabelecia o aumento de 22% nas bolsas dos residentes.
Assim como a mobilização nacional, os residentes na UFJF estão em estado de alerta, e ainda não tem nenhuma garantia que terão as suas bolsas nos mesmos valores no mês que vem. Ainda que o governo tenha enviado uma nota informando que uma nova MP será editada com o mesmo conteúdo para que os residentes não sejam prejudicados.

Além disso, foi discutida a situação de sobrecarga devido a carga horária de 60 horas semanais que os residentes tem que cumprir, em alguns casos ultrapassando.

Uma reunião foi marcada para o dia 05.07, para definir quais posicionamentos serão tomados caso a bolsa tenha o seu valor reduzido. Os residentes em todo Brasil estão atentos aos encaminhamentos dos próximos dias e esperam que nenhum direito seja retirado. Caso contrário, de forma organizada, vão às ruas exigir seus direitos.

(Da redação e com Joelson Souza, diretor da ANPG)