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O avanço da tecnologia revolucionou diversos setores da sociedade, inclusive a educação. A internet, além de facilitar o acesso à informação e proporcionar mais recursos para as salas de aula, também contribuiu para a expansão da educação a distância, uma modalidade de ensino que cresceu durante a pandemia. 

A educação a distância é uma alternativa muito escolhida por pessoas que têm pouco tempo disponível para estudar e buscam uma formação profissional com maior flexibilidade e inovação por meio do uso da tecnologia. Continue lendo e conheça as vantagens e desvantagens dessa modalidade. 

O que é educação a distância?

Educação a distância (EAD) é uma modalidade educacional em que alunos e professores estão separados física e temporalmente, sendo utilizadas tecnologias de informação e comunicação no processo de ensino e aprendizagem. 

Este modelo pode ser implantado na educação básica e na educação superior, de modo que as aulas são ministradas e assistidas remotamente de maneira síncrona ou assíncrona. 

Atualmente, os alunos que optam pelo ensino remoto assistem às aulas pelo computador, tablet, smartphone ou qualquer dispositivo com acesso à internet. 

Embora não haja interação presencial, no ambiente virtual é possível realizar avaliações, tirar dúvidas, fazer exercícios e outras diversas práticas aplicadas no ensino tradicional. 

As principais vantagens da educação a distância são: 

  • Economia de gastos; 
  • Flexibilidade para assistir às aulas onde e como quiser; 
  • Interatividade com os professores e tutores; 
  • Formatos dinâmicos de aprendizado (vídeos, áudios, textos, lives etc.); 
  • Facilidade de acesso pela internet; 
  • Certificados com o mesmo valor do ensino presencial. 

Desvantagens da educação a distância

Embora tenha muitas vantagens, a educação a distância também exige algumas habilidades e competências específicas dos alunos para aprender. Conheça as desvantagens desta modalidade: 

  • Dificuldade de concentração por parte dos alunos; 
  • Falta de contato presencial com os colegas e professores; 
  • Dificuldade de fazer networking; 
  • Problemas com autogestão do tempo e maturidade para estudar sozinho; 
  • Excesso de distrações na internet e no ambiente doméstico, podendo levar à procrastinação; 
  • Necessidade de comprometimento e disciplina.

Quais os principais desafios da educação a distância no Brasil?

  • Desigualdade de acesso

Infelizmente, o Brasil ainda é um país muito desigual e esse problema afeta diretamente o EAD, já que o requisito básico para aulas remotas é o acesso à internet. 

Segundo a Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua – Tecnologia da Informação e Comunicação (Pnad Contínua TIC) 2018, um em cada quatro brasileiros não têm acesso à internet, um número que representa 46 milhões de pessoas. 

Em zonas rurais, o índice de pessoas sem acesso é de 53,5%, já em áreas urbanas esse número é de 20,6%.  

Esses números mostram uma falta de estrutura básica tanto para os alunos quanto para os professores, que nem sempre têm os recursos necessários para ministrar suas disciplinas. 

Assim, para superar esse desafio, é necessário que sejam criadas estratégias de capacitação dos docentes, fornecimento de tecnologia e atendimento pedagógico para buscar reduzir as disparidades. 

  •   Preconceito do mercado

As aulas a distância exigem muito mais disciplina e dedicação do aluno, que se torna protagonista do próprio aprendizado, mas ainda existe uma desconfiança e preconceito do mercado de trabalho com relação a esses cursos

Muitas pessoas ainda acreditam que um diploma de ensino presencial tem um peso maior na formação escolar, mas a tendência é que, com o aumento do número de alunos formados nesta modalidade, esse preconceito diminua com o tempo. 

  • Capacitação profissional e tecnológica

Com o tempo, as abordagens educacionais passam por transformações e adaptações que as tornam muito mais dinâmicas. 

O EAD, por ser um fenômeno recente, exige muitas vezes competências e recursos tecnológicos específicos para desenvolver as metodologias necessárias ao aprendizado

Para isso, os professores e equipes pedagógicas precisam investir em formação continuada de modo a se adequar com rapidez às demandas dos alunos em todos os níveis. 

Já as instituições também devem capacitar seus professores para operar as ferramentas tecnológicas, de forma que sejam aliadas e não obstáculos ao processo de ensino e aprendizagem. 

Quando surgiu a educação a distância no Brasil? 

Embora tenha ganhado destaque nos últimos anos, especialmente durante a pandemia, como veremos a seguir, a educação a distância já vem sendo praticada há muitos anos. 

O primeiro registro de um curso a distância foi no século XVIII, nos Estados Unidos, em que um professor enviava pelo correio, semanalmente, materiais para os alunos aprenderem taquigrafia. 

No Brasil, a modalidade surgiu com cursos de qualificação profissional no início do século XX, oferecendo curso de datilografia por correspondência. 

Na década de 1920, também eram transmitidos pelo rádio cursos de Português, Francês e outros temas, mas com o passar do tempo passaram a focar em cursos superiores e formação de adultos, seja por correspondência ou com aulas na televisão (como o Telecurso 2000, por exemplo). 

Em 2005, foi criado um decreto regulamentando a equivalência integral entre diplomas presenciais e à distância, garantindo a validade em todo o território nacional. 

Com o avanço tecnológico e a popularização da internet, atualmente a gestão das aulas a distância é feita por plataformas que possibilitam reproduzir uma sala de aula virtual e criar cursos baseados em videoaulas, artigos, áudios, atividades de avaliação online, lousa virtual e outros recursos

A diversidade de plataformas para computador, tablet e smartphone possibilita maior dinâmica e interação das aulas virtuais, atingindo um número maior de usuários que buscam cursos em todas as etapas da educação básica, superior ou qualificação profissional. 

Educação a distância na pandemia 

Nos últimos anos houve um crescimento significativo do EAD no Brasil, sendo acelerado pela pandemia da Covid-19 que gerou uma série de medidas restritivas para controlar a disseminação do vírus. 

O Google revelou que a busca por instituições de ensino que oferecem cursos a distância aumentou cerca de 130% nesse período. 

Da mesma forma, instituições de ensino de todas as etapas, que ofereciam ensino presencial, adotaram o ensino remoto emergencial para não interromperem as atividades e prejudicarem o aprendizado dos estudantes. 

Porém, com o retorno das atividades, muitas escolas passaram a adotar o ensino híbrido, que mescla aulas presenciais e remotas, ou retomaram o ensino tradicional assim que possível. 

Isso acontece porque as desigualdades sociais e de oportunidades ainda são parte da realidade de muitas instituições de ensino, principalmente no ensino fundamental e médio, de modo que a EAD nem sempre é a solução adequada a todos os públicos.

Esses profissionais encontram oportunidades em carreiras ligadas a Relações Internacionais, Comércio Exterior, Turismo e Letras, por exemplo.

A habilidade de se comunicar em diferentes línguas é fundamental para algumas profissões. Ser poliglota ajuda a encontrar oportunidades em carreiras ligadas a Relações Internacionais, Comércio Exterior, Turismo e Letras, por exemplo. Com a ajuda de um curso de idiomas, é possível identificar a aptidão para determinadas línguas e desenvolver as habilidades necessárias para o mercado. 

Poliglota é o nome que se dá a pessoas que falam vários idiomas. O seu significado tem origem na junção de duas palavras gregas: polý, que quer dizer “numeroso”, e glossai (ou glottai), que significa  “línguas”. Ou seja, para ser um poliglota, é preciso saber mais de duas línguas, além do idioma nativo. 

Com a globalização, as relações de trabalho passaram por transformações e as barreiras geográficas, muitas vezes, têm sido vencidas. Dessa forma, o conhecimento de mais de um idioma pode ser decisivo no momento de conseguir uma contratação em nichos específicos ou fora do país. 

O inglês, por exemplo, tido como a língua mais influente do mundo, é considerado importante para 95% dos empregadores de países não nativos do idioma, segundo pesquisa feita pela Cambridge English Language Assessment. A partir dessa informação, é possível compreender melhor a relevância que a língua tem para os profissionais que buscam vagas em companhias estrangeiras, além das nacionais. 

Relações Internacionais

A área de Relações Internacionais lida diretamente com o comércio exterior e com ações conjuntas de diferentes países, por isso o domínio de diversas línguas facilita os estudos e o dia a dia do profissional que ingressar nesse mercado de trabalho. Quem atua na importação, na exportação ou em consulados e embaixadas, por exemplo, precisa ter outras línguas como habilidades básicas. 

É importante, também, estar familiarizado com temas de geopolítica, economia internacional e comunicação, além da habilidade com idiomas. 

Comércio Exterior

O profissional que possui habilidades linguísticas e culturais que auxiliem a comunicação e a conexão com pessoas de outras nações pode se destacar na área de Comércio Exterior. 

Como toda negociação feita por empresas que comercializam bens ou serviços para além das fronteiras nacionais, a comunicação em outros idiomas é fundamental para o negócio, seja com parceiros, fornecedores ou clientes. 

Turismo

O profissional de Turismo deve saber diversas informações sobre diferentes nações, incluindo outros idiomas além do seu. É importante, ainda, ter noções dos diferentes hábitos e das diversas culturas. 

Como a pessoa que escolhe essa carreira pode estabelecer contato direto com cidadãos do mundo inteiro, é essencial que ela seja capaz de se comunicar de maneira eficaz. 

Letras

Quem opta pela carreira na área de Letras se aprofunda no conhecimento sobre o funcionamento da língua. O profissional conta com uma série de possibilidades de atuação e algumas delas podem ser interessantes para poliglotas. 

Caso a pessoa opte por seguir a carreira na licenciatura, um exemplo de atuação para quem fala outras línguas é a de professor de idiomas. Outra possibilidade que explora constantemente a habilidade de se comunicar em diversas línguas é a profissão de tradutor. 

Idiomas mais falados do mundo

De acordo com dados da Ethnologue, divulgados pela Universidade Metodista de São Paulo (Umesp) em 2020, o inglês é a língua universal atualmente. Em primeiro lugar na lista dos idiomas mais falados do mundo, conta com 1,268 bilhão de falantes, sendo 379 milhões de nativos e 753 milhões não nativos. 

Esse é, portanto, o idioma padrão para negócios internacionais, turismo, assuntos relacionados à tecnologia, entre outros. Segundo levantamento do Internet World Stats (2019), uma pessoa que fala inglês e espanhol – segunda língua mais falada no mundo em termos de falantes nativos, terceira mais utilizada na internet e segunda mais estudada –, é capaz de entender um em cada três indivíduos que se conectam à internet. 

O segundo idioma mais falado do mundo é o mandarim, com 1,120 bilhão de falantes, se somados falantes nativos e não nativos. Todavia, é o primeiro se for considerado apenas o número de falantes nativos, 918 milhões. Os falantes de mandarim não nativos representam 199 milhões de indivíduos. 

O terceiro lugar da lista é o hindi, idioma com 637 milhões de falantes, sendo 341 milhões nativos e 274 milhões não nativos. Assim como o inglês, o hindi é uma das 22 línguas oficiais da Índia, segundo país mais populoso do mundo. 

Segundo a Ethnologue, a alta taxa de não nativos que usam o hindi como língua franca pode ser explicada pela diversidade linguística da região – são mais de 1.600 idiomas coexistentes. Alguns verbetes do inglês são, inclusive, de origem hindi, como karma, guru, bungalow, jungle e yoga, por exemplo. 

A lista é seguida pelo Espanhol, ocupando o quarto lugar, e pelo Francês, no quinto.

O Programa de Pós-graduação em Economia e Desenvolvimento (PPG&D)  da Universidade Federal de Santa Maria (UFSM) informa que estão abertas, a partir da segunda-feira (12), as inscrições para o mestrado nas seguintes linhas de pesquisa:

– Sistemas Agroindustriais e Comércio Internacional;

– História e Dinâmica do Desenvolvimento.

O prazo para inscrições vai até 30 de maio. O início das aulas será no 2º semestre de 2014.

Mais informações em www.ufsm.br/ppged, [email protected] ou (55) 3220-9216.

Fonte: UFSM

Acontece no próximo dia 28 de maio o VI Encontro Kairós da Universidade Federal Rural do Rio de Janeiro (UFRRJ). O tema da 6ª edição do evento é “Para além de Adão e Eva: sexualidade, gênero e imagem arquetípica no horizonte do século XXI”. O encontro acontecerá no campus Seropédica da UFRRJ, das 9h às 18h.
As inscrições são gratuitas e a programação já está disponível.
A organização é do Laboratório de Psicologia e Informações Afro-Descendentes (LapsiAfro).
Fonte: UFRRJ
 

O Núcleo de Estudos e Pesquisas da Infância e sua Educação em Diferentes Contextos (Nepiec) da Faculdade de Educação (FE/UFG) está recebendo inscrições e trabalhos para o IV Seminário de Grupos de Pesquisa sobre Crianças e Infâncias (Grupeci) até o dia 23/05, pelo site do evento: http://grupeci.fe.ufg.br/

O seminário acontecerá de 24 a 27 de setembro e pretende reunir pesquisadores do Brasil para promover e ampliar a articulação e o diálogo entre diferentes áreas de conhecimento que realizam estudos e pesquisas sobre crianças e infância. Na ocasião, haverá apresentação articulada de trabalhos que expressam a produção dos grupos, suas ações investigativas e/ou de inserção político-social.
Fonte: UFG

A Universidade Federal do Amazonas realiza no dia 22 de maio, o Seminário SOBENA de Transportes Hidroviários e Construção Naval da Amazônia, que será realizado no Centro de Convenções do Studio 5, das 9h às 17h.

Com o objetivo de gerar debates sobre o transporte hidroviário e a construção naval da bacia amazônica, com vistas na identificação de gargalos e possíveis soluções, o evento tem como público-alvo estudantes, pesquisadores e profissionais que trabalham com o transporte hidroviário e a construção naval, vinculados á academia, governo, organizações da sociedade civil e iniciativa privada, que tenham interesse em participar da discussão proposta ou apresentar e compartilhar experiências. As inscrições e maiores informações estão disponíveis no site http://sobena.intra.org.br/

Fonte: UFAM

O I Encontro Baiano de Extensão e Pesquisa em Espiritualidade, apoiado pela Pró-Reitoria de Extensão Universitária (ProExt), será realizado durante os dias 16 e 17 de maio, no Auditório do Pavilhão de Aulas da Federação III (PAF 3), no campus de Ondina, da Universidade Federal da Bahia (UFBA)

O evento tem como objetivo proporcionar o diálogo entre professores, estudantes e pesquisadores de diferentes instituições sobre abordagens de extensão e pesquisa quando o tema é Espiritualidade.  O evento contará com a participação de pesquisadores regionais e nacionais como Professora Eliane S. Azevedo, ex-reitora da UFBA, o Professor Alexander Moreira-Almeida, coordenador do Núcleo de Pesquisa em Espiritualidade e Saúde da Universidade Federal de Juiz de Fora e o Professor André Luís Peixinho (FAMED-UFBA), entre outros.

Mais informações e inscrição: www.reupe.blogspot.com.br

Fonte: UFBA

A Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (Capes), do MEC, aprovou a criação do Doutorado em Educação Matemática e Tecnológica da UFPE. O curso funcionará no Centro de Educação (CE), no Programa de Pós-Graduação da mesma área, o Edumatec, que coordena o já existente curso de Mestrado. A aprovação ocorreu mediante parecer emitido no início de abril

Serão 16 vagas ofertadas por turma, distribuídas entre três linhas de pesquisa: Educação Tecnológica, Didática da Matemática e Processo de Aprendizagem em Educação Matemática e Científica.

O diretor de Pós-Graduação da Pró-Reitoria de Pesquisa e Pós-Graduação (Propesq), o professor Ernani Carvalho, destaca a importância da abertura do curso: “É uma área ainda pouco explorada e o curso vai ser de grande abrangência. Será de muita importância na continuidade do processo de formação de professores e outros profissionais”, diz ele.

Ainda neste semestre, serão divulgadas informações sobre o processo seletivo da turma de 2014.2.

Mais informações
Programa de Pós-Graduação em Educação Matemática e Tecnológica (Edumatec)
(81) 2126.8952

Fonte: UFPE

Saindo à frente das agências nacionais CAPES e CNPq, que estão desde maio de 2013 sem reajustar as bolsas de pesquisa, foi anunciado ontem (1º) pela Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo (FAPESP) a nova tabela de valores das bolsas.

Os reajustes, de 3,97%, para pagamentos a serem efetuados a partir de 1º de abril, vão de R$22,20 (Bolsas de  Iniciação Científica) a R$234,60 (Pós-Doutorado).

tabela reajuste de bolsas

“Os reajustes são modestos e muito aquém do que os pós-graduandos precisam. No entanto, reconhecemos que há uma política de reajuste anual implementada pela FAPESP, ao contrário da política nacional. É exatamente isso que a ANPG vem pautando com a CAPES e o CNPQ: reajustes periódicos. Os valores praticados pela agências (R$1500 mestrado/R$2200 doutorado) estão defasados em mais de 50%, considerando a inflação acumulada do período. Além disso, nossa defesa é também pela ampliação do número de bolsas”, disse Luana Bonone, presidenta da ANPG.

A tabela completa de bolsas com os novos valores está disponível aqui.

Da Redação com informações da FAPESP

CNPG

PROGRAMAÇÃO 24º CNPG – Valorização da Ciência e dos Pesquisadores

1 a 4 de maio de 2014

Universidade Federal do Rio de Janeiro – UFRJ
Sujeita a alterações
Atualizada em 28 de abril de 2014
OBS.: A Programação da Mostra Científica dependerá do número de trabalhos selecionados e será divulgada de forma separada.
Saiba como inscrever seu trabalho aqui.

Quinta-feira – 1º de maio

9h-10h – ABERTURA
10h – ABERTURA DO CREDENCIAMENTO
10h-12h – Mesa: Valorização da Ciência e dos Pesquisadores
Convidado: Clelio Campolina, Ministro de Ciência, Tecnologia e Inovação
Ementa: Debater como a produção científica se insere no projeto de desenvolvimento nacional e qual o papel dos pesquisadores neste processo, considerando a relação com as demandas da sociedade (demandas sociais, políticas públicas, setor produtivo) e os limites do sistema (políticos e administrativos). Debate sobre qualidade da pós e da produção científica e sobre a necessidade de um novo código de C&T.
12h-14h – ALMOÇO
14h-16h – PAINEIS SIMULTÂNEOS
Painel 1 – Política Nacional de C,T&I e Soberania Nacional
Convidados: José Eudes Baima Bezerra, professor da UFC, Luiz Pinguelli Rosa, professor da UFRJ e membro da COPPE, e Fábio Palácio, USP/Fundação Maurício Grabois
Painel 2 – Educação Básica: formação para o trabalho e para a vida
Convidada: Barbara Melo,Presidenta da UBES, e representante do MEC
Painel 3 – Democracia e Participação: reforma política no Brasil
Convidadas: Virginia Barros, Presidenta da UNE, e Maria Emília Boito, Membro da Secretaria Operativa Nacional do Plebiscito pela Constituinte
Painel 4 – Integração Científica e Tecnológica na América Latina
Mediador: Mateus Fiorentini, Secretário Executivo da OCLAE
Convidados: Álvaro Maglia, Secretário Executivo da AUGM, Jayme Benvenuto Lima Junior, Pró-reitor de Pesquisa e Pós-Graduação da UNILA
Painel 5 – Avaliação da pós-graduação: eficiência e limites do sistema
Convidados: Lívio Amaral, Diretor de Avaliação da Capes, e Julio Vellozo, Representante da ANPG no CTC da Capes
Painel 6 – Formação na Pós-Graduação em Saúde
Convidados: Luis Eugênio Portela, Presidente da ABRASCO, Ivone Evangelista Cabral, Coordenadora da Comissão Intersetorial de Recursos Humanos do CNS, e Alcindo Ferla, Coordenador Nacional da REDE UNIDA
16h – 18h – GDs de C,T&I e Conjuntura (para elaboração de propostas)
18h – FECHAMENTO DO CREDENCIAMENTO (reabre no dia seguinte)
18h-19h – JANTAR
19h – Saída dos ônibus para os hotéis

Sexta-feira – 2 de maio

7h-8h – Saída dos ônibus para a UFRJ
9h – REABERTURA DO CREDENCIAMENTO
9h-12h – Mesa: “Direitos dos pós-graduandos: demanda necessária a um Brasil desenvolvido”
Convidados: José Henrique Paim, Ministro da Educação, Janeusa Trindade Souto, UFRN – FONAPRACE, Ennio Candotti, Presidente de Honra e atual Vice-Presidente da SBPC, Celi Nelza Zulke Taffarel, professora da UFBA
Ementa: Debater as condições de pesquisa e permanência do pós-graduando brasileiro universidade, focando em Assistência Estudantil e política de bolsas (incluindo possíveis direitos agregados à bolsa, como auxílio-tese e dissertações, taxa de bancada etc).
12h-14h – ALMOÇO
14h-16h – PAINEIS SIMULTÂNEOS
Painel 1 – Internacionalização e Mobilidade: CsF, sanduíches e PEC-PG
Convidados: Marina Crespo Pinto Pimentel Landeiro, CNPq, Lassana Danfa, Presidente do I Encontro dos Estudantes do PEC-G e PEC-PG no Brasil, e reitor Anísio Brasileiro (UFPE), representante da Andifes
Painel 2 – Assistência Estudantil para a pós-graduação
Convidados: Janeusa Trindade Souto, UFRN – FONAPRACE, e Hercília Melo, Diretora de Diretora de Ciência, Tecnologia e Inovação da ANPG
Painel 3 – Assédio moral e outros abusos na relação acadêmica
Convidado: Guilherme Sales Soares de Azevedo Melo, Presidente da Comissão de Integridade do CNPq, Phillipe Pessoa de Santana, Representante Discente da USP, e José Carlos Zanelli, UFSC
Painel 4 – Democratizar a universidade: mudar a composição social da academia
Convidados: Renísia Cristina Garcia Filice, Membro da Associação Brasileira de Pesquisadores/as Negros/as- ABPN, e Thiago Thobias, Diretor de Políticas de Educação do Campo, Indígena e para as Relações Étnico-Raciais do Ministério da Educação(SECADI/MEC)
Painel 5 – Papel da pós-graduação lato sensu no desenvolvimento do país
Convidados: Dirce Mendes Fonseca, IESB e representante do Conselho Nacional de Educação (CNE)
Painel 6 – Interiorização e combate às assimetrias: desafios para a expansão do sistema de pós-graduação brasileiro
Convidado: Mauro Ravagnani, presidente do FOPROP, e Lívio Amaral, Diretor de Avaliação da Capes
16h – ENCERRAMENTO DO CREDENCIAMENTO DE DELEGADOS E ABERTURA DO CREDENCIAMENTO DE SUPLENTES
16h-18h – Grupos de Discussão
18h – FECHAMENTO DO CREDENCIAMENTO (reabre no sábado)
18h-19h – JANTAR
19h – Saída dos ônibus para os hotéis
22h – Atividade de Confraternização

Sábado – 3 de maio

9h-11h – ATO POLÍTICO
Mais verbas para C,T&I: Valorização da Ciência e dos Pesquisadores
Convidados: Parlamentares, CONSECTI, SBPC, FAPERJ e UNE
9h-11h – CREDENCIAMENTO DE SUPLENTES
11h – ENCERRAMENTO DO CREDENCIAMENTO
11h – Início da Plenária Final
13h-14h – ALMOÇO
14h – Continuação da Plenária Final
18h-19h – JANTAR
19h – ENCERRAMENTO
20h – Saída dos ônibus para os hotéis

Domingo – 4 de maio

9h-14h – Continuação da Plenária Final
14h – Encerramento do Congresso
Da Redação
 

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