Author

anpg

Browsing

<p><em>Conv&ecirc;nio vai investir R$ 5,9 milh&otilde;es, em sete editais, ainda em 2011. Todos os recursos dever&atilde;o ser utilizados em editais at&eacute; 2015.</em><br />
<br />
At&eacute; o final deste ano, a Funda&ccedil;&atilde;o Cearense de Apoio ao Desenvolvimento Cient&iacute;fico e Tecnol&oacute;gico (Funcap) e a Coordena&ccedil;&atilde;o de Aperfei&ccedil;oamento de N&iacute;vel Superior (Capes) devem investir cerca de R$ 5,9 milh&otilde;es em sete editais de fomento &agrave; pesquisa cient&iacute;fica. Esses recursos – R$ 1,4 milh&atilde;o da Funcap e R$ 4,5 milh&otilde;es da Capes – s&atilde;o oriundos de parceria firmada entre as duas institui&ccedil;&otilde;es ainda no ano passado, que prev&ecirc;, ao todo, R$ 27 milh&otilde;es para o desenvolvimento de ci&ecirc;ncia, tecnologia e inova&ccedil;&atilde;o at&eacute; 2015.<br />
<br />
Dois dos editais que fazem parte do conv&ecirc;nio cient&iacute;fico, Apoio a Projetos de Mestrado e Doutorado Interinstitucionais – Minter/Dinter e Programa de Coopera&ccedil;&atilde;o Internacional, foram lan&ccedil;ados j&aacute; no in&iacute;cio deste m&ecirc;s. Ainda em 2010, a Funcap iniciou a execu&ccedil;&atilde;o de tr&ecirc;s das metas previstas na parceria, totalizando R$1.352.500 investidos.<br />
<br />
O acordo vem ao encontro das prioridades fixadas pelo Minist&eacute;rio da Educa&ccedil;&atilde;o (MEC) e pela Capes desde 2003 para o fortalecimento da p&oacute;s-gradua&ccedil;&atilde;o no pa&iacute;s, atrav&eacute;s da descentraliza&ccedil;&atilde;o das a&ccedil;&otilde;es e da agrega&ccedil;&atilde;o de recursos adicionais para melhorar a qualidade da forma&ccedil;&atilde;o de mestres e doutores.<br />
<br />
As duas ag&ecirc;ncias visam, com o estabelecimento da parceria, promover a&ccedil;&otilde;es de qualifica&ccedil;&atilde;o docente, de atra&ccedil;&atilde;o e fixa&ccedil;&atilde;o de novos pesquisadores, de cria&ccedil;&atilde;o de novos cursos de p&oacute;s-gradua&ccedil;&atilde;o, de est&iacute;mulo &agrave; coopera&ccedil;&atilde;o acad&ecirc;mica e de amplia&ccedil;&atilde;o da infra-estrutura de pesquisa. Entre os objetivos dos investimentos nos programas de p&oacute;s-gradua&ccedil;&atilde;o est&atilde;o o fortalecimento das bases cient&iacute;fica, tecnol&oacute;gica e de inova&ccedil;&atilde;o no Estado, a forma&ccedil;&atilde;o de docentes para todos os n&iacute;veis de ensino e o estabelecimento de quadros para mercados n&atilde;o acad&ecirc;micos.<br />
<br />
Os pr&oacute;ximos editais a serem lan&ccedil;ados s&atilde;o para &Aacute;reas Estrat&eacute;gicas, com foco para &aacute;reas afins a Projetos Estruturantes do Estado, e o Edital do Est&iacute;mulo &agrave; P&oacute;s-gradua&ccedil;&atilde;o destinado a prover recursos de custeio &agrave;s p&oacute;s-gradua&ccedil;&otilde;es que possuem um plano estrat&eacute;gico para incremento de suas qualidades.<br />
<br />
(Ascom da Funcap)</p>

<p>At&eacute; bem recentemente e, mesmo hoje, o acesso &agrave; informa&ccedil;&atilde;o cient&iacute;fica tem se realizado por interm&eacute;dio das bibliotecas de universidades ou de institutos de pesquisa, ou por interm&eacute;dio de portais de peri&oacute;dicos, os quais mant&ecirc;m assinaturas de algumas revistas cient&iacute;ficas. No entanto, com a crise dos peri&oacute;dicos as bibliotecas passaram a ter dificuldade para manter as assinaturas de suas cole&ccedil;&otilde;es de peri&oacute;dicos cient&iacute;ficos devido aos altos custos.<br />
<br />
A informa&ccedil;&atilde;o cient&iacute;fica &eacute; crucial para o desenvolvimento das pesquisas cient&iacute;ficas. N&atilde;o se pode esquecer que o desenvolvimento de pesquisas cient&iacute;ficas &eacute;, tamb&eacute;m, respons&aacute;vel pela gera&ccedil;&atilde;o de novas informa&ccedil;&otilde;es. Uma das vertentes da informa&ccedil;&atilde;o cient&iacute;fica s&atilde;o os artigos cient&iacute;ficos que s&atilde;o publicados em revistas com revis&atilde;o por pares, denominadas popularmente de revistas cient&iacute;ficas. Os artigos cient&iacute;ficos s&atilde;o portadores de resultados de pesquisas. Trata-se do principal mecanismo utilizado por pesquisadores para divulgar e certificar os resultados de suas pesquisas.<br />
<br />
No in&iacute;cio deste mil&ecirc;nio, pesquisadores de diversas partes do globo terrestre, preocupados com essas dificuldades, promoveram f&oacute;runs de discuss&atilde;o que resultaram nas declara&ccedil;&otilde;es de Budapest (BOAI), Declara&ccedil;&atilde;o de Bethesda e Declara&ccedil;&atilde;o de Berlim e deram partida ao movimento Open Access (OA).<br />
<br />
Em seguida, diversas iniciativas aderentes &agrave;s estrat&eacute;gias preconizadas pelo OA (via doutrada e via verde) foram desenvolvidas, tais como: projeto DRIVER, PubMed Central, BASE, HAL,Scirus, RCAAP etc.<br />
<br />
Assim, em resposta &agrave; crise dos peri&oacute;dicos, verificou-se duas solu&ccedil;&otilde;es: 1) a constru&ccedil;&atilde;o dos portais de peri&oacute;dicos cient&iacute;ficos; 2) as iniciativas propostas pelo movimento OA (maiores informa&ccedil;&otilde;es sobre essas iniciativas podem ser vistas em meu blog http://www.kuramoto.blog.br/). A primeira solu&ccedil;&atilde;o &eacute; cara e mant&eacute;m o status quo,&nbsp; contribuindo para dar lucros extraordin&aacute;rios &agrave;s editoras cient&iacute;ficas, enquanto a segunda solu&ccedil;&atilde;o apresenta inova&ccedil;&otilde;es de baixo custo e introduz importante mudan&ccedil;a no sistema de comunica&ccedil;&atilde;o cient&iacute;fica. Vejam-na em meu blog.<br />
<br />
O governo brasileiro criou e mant&eacute;m o Portal de Peri&oacute;dicos da Capes, que fornece o acesso &agrave;s principais revistas utilizadas pelas universidades e institutos de pesquisa. Alguns pa&iacute;ses adotaram solu&ccedil;&atilde;o parecida, os quais s&atilde;o mantidos por seus governos ou por funda&ccedil;&otilde;es especializadas nesse tipo de neg&oacute;cio. Em muitos pa&iacute;ses, s&atilde;o as pr&oacute;prias universidades que arcam com os custos desses portais. E, obviamente, elas n&atilde;o conseguem fornecer acesso a todos os peri&oacute;dicos cient&iacute;ficos existentes.<br />
<br />
&nbsp;<br />
No entanto, independentemente de adotar ou n&atilde;o a solu&ccedil;&atilde;o de portais de peri&oacute;dicos, a maioria dos pa&iacute;ses desenvolvidos vem apostando nas iniciativas do OA. Isto pode ser visto no s&iacute;tio ROARMAP e em um artigo de minha autoria, publicado no Jornal da Ci&ecirc;ncia em sua vers&atilde;o impressa do dia 15 de abril deste ano, no qual mostro que 81% dos mandatos OA s&atilde;o registrados por institui&ccedil;&otilde;es provenientes da Am&eacute;rica do Norte e da Europa. A Am&eacute;rica do Sul participa com 2% dos mandatos e a &Aacute;frica do Sul com 1%. Entre os pa&iacute;ses da Am&eacute;rica Latina: a Col&ocirc;mbia registrou 4 mandatos, a Bol&iacute;via 1, o Peru 1, a Venezuela 1 e o Brasil, 1. Este &uacute;nico mandato registrado pelo Brasil acabou de ser arquivado pela C&acirc;mara dos Deputados. Entre os pa&iacute;ses que comp&otilde;em o BRIC, h&aacute; um total de 19 mandatos, assim distribu&iacute;dos: Brasil 1 (aquele mesmo que foi arquivado pela C&acirc;mara dos Deputados), a R&uacute;ssia 3, a &Iacute;ndia 8 e a China 7.<br />
<br />
O objetivo das iniciativas OA &eacute; tornar livremente acess&iacute;vel os cerca de 2,5 milh&otilde;es de artigos que s&atilde;o publicados, anualmente, em aproximadamente 28 mil t&iacute;tulos de revistas cient&iacute;ficas.<br />
<br />
A solu&ccedil;&atilde;o proposta pela via verde constitui uma estrat&eacute;gia muito inteligente, pois, muito mais que simplesmente promover o acesso livre de custos &agrave; informa&ccedil;&atilde;o cient&iacute;fica, ela promove maior visibilidade da produ&ccedil;&atilde;o cient&iacute;fica de quem a adotou. Outro aspecto importante a se observar &eacute; que, as universidades, que aderiram a essa estrat&eacute;gia, estabeleceram pol&iacute;ticas de acesso livre e contam com a participa&ccedil;&atilde;o ativa dos pesquisadores no dep&oacute;sito da sua produ&ccedil;&atilde;o cient&iacute;fica. Verifica-se, principalmente, um m&uacute;tuo esfor&ccedil;o entre universidade e seus pesquisadores. Os pesquisadores sabem que ter&atilde;o maior visibilidade, uso e impacto nas suas pesquisas. Enquanto isto, as universidades percebem um certo ganho de competitividade em consequ&ecirc;ncia do seu posicionamento em rankings internacionais como o Ranking Web of World Universities.<br />
<br />
Por outro lado, quem n&atilde;o adotou tais iniciativas, certamente, n&atilde;o deixar&aacute; de se beneficiar do acesso livre de custos &agrave; produ&ccedil;&atilde;o cient&iacute;fica das institui&ccedil;&otilde;es que aderiram &agrave;s citadas iniciativas, por&eacute;m, n&atilde;o ter&aacute; como promover ou maximizar a visibilidade de sua produ&ccedil;&atilde;o cient&iacute;fica. &Eacute; evidente, se uma institui&ccedil;&atilde;o n&atilde;o implantou o seu reposit&oacute;rio institucional e n&atilde;o estabeleceu nenhuma pol&iacute;tica de acesso livre, certamente, esta institui&ccedil;&atilde;o n&atilde;o promoveu o registro e a dissemina&ccedil;&atilde;o da sua produ&ccedil;&atilde;o cient&iacute;fica.<br />
<br />
A conclus&atilde;o que se chega &eacute; que a ado&ccedil;&atilde;o das iniciativas Open Access &eacute; uma quest&atilde;o de escolha entre: 1) ter acesso apenas &agrave;s revistas cient&iacute;ficas assinadas pelas universidades ou por seus governos sem valorizar os resultados de suas pesquisas; ou 2) ter acesso livre &agrave; informa&ccedil;&atilde;o cient&iacute;fica e promover a maximiza&ccedil;&atilde;o da visibilidade, uso e impacto de suas pesquisas. Trata-se de um excelente tema para reflex&atilde;o e debate da nossa comunidade cient&iacute;fica e decidir: aderir ou n&atilde;o &agrave;s iniciativas preconizadas pelo OA? Eis a quest&atilde;o.<br />
<br />
Afinal, n&atilde;o basta apenas investir em pesquisas cient&iacute;ficas, mas principalmente, valoriz&aacute;-las por interm&eacute;dio de mecanismos que possam ampliar a divulga&ccedil;&atilde;o dos seus resultados.<br />
<br />
No s&eacute;culo passado, esse mecanismo era basicamente a publica&ccedil;&atilde;o dos resultados em revistas cient&iacute;ficas. A partir da publica&ccedil;&atilde;o em revistas cient&iacute;ficas, essas eram distribu&iacute;das aos assinantes e indexadas por servi&ccedil;os internacionais de indexa&ccedil;&atilde;o e determina&ccedil;&atilde;o dos fatores de impacto. Este &eacute; o status quo no Brasil e na maioria dos pa&iacute;ses em desenvolvimento.<br />
<br />
Gra&ccedil;as ao movimento OA, o sistema de comunica&ccedil;&atilde;o cient&iacute;fica foi alterado pela inser&ccedil;&atilde;o de mecanismos de amplia&ccedil;&atilde;o da divulga&ccedil;&atilde;o desses artigos: os reposit&oacute;rios institucionais. Revendo, o que foi mencionado, poder-se-ia reformular a quest&atilde;o – o OA: uma quest&atilde;o de escolha entre fazer ci&ecirc;ncia utilizando apenas mecanismos do s&eacute;culo passado; ou fazer ci&ecirc;ncia utilizando mecanismos inovadores, proporcionados pelas tecnologias da informa&ccedil;&atilde;o e iniciativas preconizadas pelo OA.<br />
<br />
Concluindo, aqueles objetivos formulados para o OA, mais do que promover o acesso &agrave; informa&ccedil;&atilde;o cientifica, eles promovem os resultados das pesquisas, dando-lhes maior visibilidade, uso e impacto. Assim, cabe aos pa&iacute;ses em desenvolvimento optar entre pagar para ver e ler ou participar dessa grande infraestrutura de acesso livre que est&aacute; em constru&ccedil;&atilde;o e se beneficiar dos seus resultados.<br />
<br />
*H&eacute;lio Kuramoto &eacute; pesquisador do MCT/Ibict</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>(Via Jornal da Ci&ecirc;ncia)</p>

<p>O Instituto de Pesquisas Energ&eacute;ticas e Nucleares (Ipen) sedia, nos dias 17 e 18 de agosto, em S&atilde;o Paulo, o 2&ordm; F&oacute;rum da Qualidade em Institui&ccedil;&otilde;es de Pesquisa.<br />
<br />
At&eacute; 17 de julho a inscri&ccedil;&atilde;o pode ser feita com desconto.&nbsp; O prazo para envio de resumos &eacute; quinta-feira (30). O objetivo do encontro &eacute; trocar experi&ecirc;ncias sobre qualidade que permitam aumentar a satisfa&ccedil;&atilde;o e confian&ccedil;a do cliente, aumentar a produtividade e reduzir custos internos, possibilitando a melhoria cont&iacute;nua.<br />
<br />
Entre os temas a serem debatidos no evento est&atilde;o documenta&ccedil;&atilde;o, ferramentas para solu&ccedil;&atilde;o de problemas, gest&atilde;o de equipamentos, valida&ccedil;&atilde;o de m&eacute;todos, res&iacute;duos, requisitos b&aacute;sicos para implanta&ccedil;&atilde;o de sistema da qualidade, biosseguran&ccedil;a, &eacute;tica e certifica&ccedil;&atilde;o.<br />
<br />
O f&oacute;rum tem como p&uacute;blico-alvo gestores e colaboradores de pesquisa, gerentes de qualidade, pesquisadores, estudantes, consultores e interessados em gest&atilde;o de qualidade, acredita&ccedil;&atilde;o e certifica&ccedil;&atilde;o. &Eacute; uma realiza&ccedil;&atilde;o em conjunto de v&aacute;rias institui&ccedil;&otilde;es em S&atilde;o Paulo: Ag&ecirc;ncia Paulista de Tecnologia dos Agroneg&oacute;cios, Instituto Agron&ocirc;mico, Instituto Biol&oacute;gico, Instituto de Economia Agr&iacute;cola, Instituto de Tecnologia de Alimentos, Instituto de Pesca, Instituto Pasteur, Instituto Adolfo Lutz, Coordenadoria de Controle de Doen&ccedil;as da Secretaria de Sa&uacute;de do Estado de S&atilde;o Paulo, Instituto Butantan e Instituto de Pesquisas Energ&eacute;ticas e Nucleares.<br />
<br />
A inscri&ccedil;&atilde;o pode ser feita pelo site <a href="http://www.fundepag.br">www.fundepag.br</a>. No mesmo endere&ccedil;o, os temas para os quais o f&oacute;rum aceita trabalhos e detalhes para envio dos resumos. Todos os trabalhos ser&atilde;o apresentados na forma de p&ocirc;steres e haver&aacute; sorteio de uma viagem para um pa&iacute;s da Am&eacute;rica do Sul entre os trabalhos inscritos e aceitos.<br />
<br />
At&eacute; 17 de julho estudantes pagam R$ 50 e profissionais, R$ 100. Ap&oacute;s essa data, os valores passam a ser respectivamente R$ 70 e R$ 140. Outras informa&ccedil;&otilde;es pelo e-mail [email protected] ou pelos telefones (11) 3133-9031/ 9024 (Ipen) e (11) 3145-3152 (Instituto Pasteur).<br />
<br />
(Ascom do Ipen)</p>

<p>Ap&oacute;s ataques cibern&eacute;ticos a portais do governo federal, o ministro de Ci&ecirc;ncia e Tecnologia, Aloizio Mercadante, disse ontem que pretende chamar hackers para elaborar ferramentas que deem mais transpar&ecirc;ncia &agrave; gest&atilde;o de sua pasta.<br />
<br />
O ministro disse querer tornar p&uacute;blicas informa&ccedil;&otilde;es como &quot;gastos, decis&otilde;es e fluxos&quot; e que, para tanto, pretende chamar &quot;jovens talentosos e criativos&quot; para contribuir com o minist&eacute;rio. &quot;Quero chamar os hackers para ajudar a construir os indicadores e a forma de transpar&ecirc;ncia, pra abrir as informa&ccedil;&otilde;es. Quero fazer do minist&eacute;rio uma refer&ecirc;ncia do ponto de vista de acesso e de transpar&ecirc;ncia nas informa&ccedil;&otilde;es&quot;, afirmou ap&oacute;s encontro com empres&aacute;rios em S&atilde;o Paulo.<br />
<br />
O ministro disse tamb&eacute;m que vai pedir a colabora&ccedil;&atilde;o dos hackers para o desenvolvimento de novos sites que sua pasta deve lan&ccedil;ar em breve. &quot;Estamos modernizando nossos portais e eu queria apresentar para eles opinarem, discutirem, criticarem. Eles s&atilde;o jovens talentosos que mudam a tecnologia o tempo inteiro e com os quais n&oacute;s temos que dialogar.&quot;<br />
<br />
Mercadante afirmou ainda que pretende promover na Ci&ecirc;ncia e Tecnologia um Hacker&quot;&quot;s Day, evento em que cyberativistas poder&atilde;o desenvolver aplicativos e outras ferramentas que contribuam para uma maior transpar&ecirc;ncia da pasta – h&aacute; grupos organizados da sociedade civil que promovem Hacker&quot;s Days, mas o tema quase n&atilde;o existe nas esferas governamentais.<br />
<br />
O ministro procurou diferenciar os hackers dos &quot;crackers&quot;, pessoas que corrompem sistemas de seguran&ccedil;a na internet de forma ilegal. Ele atribuiu a esses &uacute;ltimos os recentes ataques aos sistemas do governo.<br />
<br />
&quot;Os crackers fazem esse tipo de ataque pra ter uma mensagem pol&iacute;tica ou pelo prazer do desafio. De qualquer forma eles fazem parte da sociedade e est&atilde;o presentes. N&oacute;s temos que saber nos proteger&quot;, disse o ministro.<br />
<br />
<strong>Dano -</strong> Mercadante classificou com &quot;muito pequeno&quot; o dano provocado pelas invas&otilde;es cibern&eacute;ticas e afirmou que at&eacute; agora nenhuma informa&ccedil;&atilde;o governamental relevante veio a p&uacute;blico. &quot;Mas &eacute; uma experi&ecirc;ncia importante pra mostrar que temos que investir e nos preparar para ter uma estrutura de defesa mais articulada, mais eficiente.&quot;<br />
<br />
&nbsp;O ministro disse ainda que as For&ccedil;as Armadas e a Pol&iacute;cia Federal est&atilde;o mobilizadas, junto com t&eacute;cnicos de outras &aacute;reas do governo, para ajudar a construir uma defesa virtual eficiente. Mercadante defendeu o estudo de uma legisla&ccedil;&atilde;o para crimes cometidos na rede, mas afirmou que ela n&atilde;o pode restringir a liberdade na web.<br />
<br />
&nbsp;&quot;Voc&ecirc; n&atilde;o pode agredir a ess&ecirc;ncia da internet, que &eacute; a liberdade. A internet &eacute; o que &eacute; porque ela &eacute; livre. E a pretexto da seguran&ccedil;a n&atilde;o podemos acabar com a liberdade. Primeiro porque &eacute; ineficiente tentar restringir. Segundo porque &eacute; equivocado&quot;, disse o ministro.<br />
<br />
(O Estado de S. Paulo)</p>

Foi prorrogado até 30 de junho o prazo de inscrição online em minicurso da 63ª Reunião Anual da SBPC, que acontece de 10 a 15 de julho, na Universidade Federal de Goiás (UFG), em Goiânia (GO). Para fazer inscrição, é só acessar o módulo de inscritos em http://www.sbpcnet.org.br/reunioes/goiania/inscritos/.  No total, serão ministrados 87 minicursos, cujos temas são de interesse tanto de estudantes de graduação e pós-graduação como de professores da rede pública de ensino básico e técnico. As vagas são limitadas.

A cada ano, a Reunião Anual da SBPC é realizada em um estado brasileiro diferente, sempre em uma universidade. O evento reúne milhares de pessoas, entre cientistas, professores e estudantes de todos os níveis, profissionais liberais e demais interessados. Em todas as edições, o público circulante tem sido superior a 10 mil pessoas.

 

Comemoração dos 25 anos de ANPG

Fundada em 12 de julho de 1986, a ANPG fará um ato de comemoração dos seus 25 anos durante a reunião anual da SBPC, no dia 14 de julho (quinta-feira). No evento, a Associação organiza também o 13° Encontro Nacional de Jovens Cientistas, que reúne estudantes do ensino médio, graduação e pós-graduação. A reunião anual também conta com uma solenidade de comemoração dos 60 anos da Capes e do CNPq.

Mais informações: http://www.sbpcnet.org.br/goiania

 

(Da redação e Ascom SBPC)

<p>A Funda&ccedil;&atilde;o de Amparo &agrave; Ci&ecirc;ncia e Tecnologia do Estado de Pernambuco (Facepe) e o Massachusetts Institute of Technology (MIT), dos Estados Unidos, divulgaram o Edital Facepe 07/2011 &ndash; Coopera&ccedil;&atilde;o Internacional Facepe/MIT, que objetiva financiar projetos de pesquisa cient&iacute;fica, tecnol&oacute;gica e de inova&ccedil;&atilde;o em coopera&ccedil;&atilde;o entre pesquisadores vinculados a institui&ccedil;&otilde;es cient&iacute;ficas e tecnol&oacute;gicas situadas em Pernambuco e pesquisadores do MIT em todas as &aacute;reas das ci&ecirc;ncias. O edital est&aacute; dispon&iacute;vel no site da Facepe, devendo as propostas serem apresentadas eletronicamente at&eacute; o dia 19 de setembro deste ano. Os resultados ser&atilde;o divulgados a partir do dia 9 de dezembro deste ano.</p>
<p><br />
Poder&atilde;o apresentar propostas pesquisadores doutores vinculados a institui&ccedil;&otilde;es de car&aacute;ter educativo, cient&iacute;fico ou tecnol&oacute;gico, p&uacute;blicas ou privadas sem fins lucrativos (institui&ccedil;&otilde;es de ensino superior, p&uacute;blicas ou privadas sem fins lucrativos; institutos e centros de pesquisa e desenvolvimento, p&uacute;blicos ou privados sem fins lucrativos; e empresas p&uacute;blicas que executem atividades de pesquisa cient&iacute;fica, tecnol&oacute;gica e de inova&ccedil;&atilde;o), situados no Estado de Pernambuco. O v&iacute;nculo do proponente com a institui&ccedil;&atilde;o executora poder&aacute; ser empregat&iacute;cio/funcional. O proponente ser&aacute;, necessariamente, o coordenador do projeto.<br />
<br />
O conjunto de propostas aprovadas ser&atilde;o financiadas com recursos no valor global estimado de R$ 300 mil. Cada proposta poder&aacute; solicitar &agrave; Facepe recursos de at&eacute; R$ 50 mil. Em cada proposta aprovada, recursos adicionais em montante similar ao aportado pela Facepe para a equipe pernambucana ser&atilde;o providos para a equipe norte-americana pelo MIT, por meio do MIT International Science and Technology Initiatives (MISTI). As propostas a serem apoiadas pelo presente edital dever&atilde;o ter o prazo m&aacute;ximo de execu&ccedil;&atilde;o de 24 meses.<br />
<br />
Ser&atilde;o financiados pela Facepe passagens a&eacute;reas Brasil-EUA-Brasil, adquiridas na classe econ&ocirc;mica e tarifa promocional, para miss&otilde;es de estudo, de pesquisa e de doc&ecirc;ncia, de curta dura&ccedil;&atilde;o, em benef&iacute;cio dos pesquisadores e estudantes integrantes da equipe brasileira, no valor m&aacute;ximo de R$ 4 mil, cada passagem; e di&aacute;rias nos EUA para miss&otilde;es de estudo, pesquisa e doc&ecirc;ncia de curta dura&ccedil;&atilde;o, pag&aacute;veis aos integrantes da equipe brasileira, de acordo com a tabela vigente da Facepe; e seguro-sa&uacute;de no valor de R$ 150. Os itens financi&aacute;veis com recursos do MIT ser&atilde;o aqueles permitidos nas instru&ccedil;&otilde;es do programa MITBrazil Seed Fund, que &eacute; parte dos MISTI Global Seed Funds.<br />
<br />
<strong>Mais informa&ccedil;&otilde;es</strong><br />
Facepe (81) 3181.4617 – [email protected]</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Veja mais <a href="https://www.anpg.org.br/oportunidades.php">oportunidades</a>!</p>

Os recursos são oriundos do orçamento do CNPq e do FNDCT/Fundos Setoriais para apoiar projetos em todas as áreas do conhecimento que contribuam significativamente para o desenvolvimento científico e tecnológico do país. Os interessados têm até o dia 8 de Agosto para enviar as propostas exclusivamente via Internet, por intermédio do Formulário de Propostas Online , disponível na Plataforma Carlos Chagas ( http://carloschagas.cnpq.br/ ).

Parcela mínima de 30% dos recursos será destinada a projetos coordenados por pesquisadores vinculados a instituições sediadas nas regiões Norte, Nordeste ou Centro-Oeste incentivando a expansão e a consolidação do Sistema Nacional de Ciência, Tecnologia e Inovação. O proponente deve ter título de doutor, currículo cadastrado na Plataforma Lattes e vínculo formal com a instituição. A divulgação dos resultados no Diário Oficial da União e na página do CNPq, bem como o início das contratações, estão previstos para novembro deste ano.

Segundo a gestora Claudia Queiroz Gorgati, a Chamada do Universal já se consolidou como uma das principais ações do CNPq pela periodicidade e alcance, estando voltada essencialmente ao financiamento de projetos de pesquisa científica, tecnológica e/ou inovação em várias faixas de financiamento. “Busca-se assim, manter as atividades de pesquisa básica e avançada nas mais diversas área do conhecimento científico e tecnológico, apoiando atividades de pesquisadores e de grupos de pesquisa,  mantendo o atendimento tradicional do CNPq à demanda espontânea”.

Faixas de Financiamento

Os recursos serão distribuídos em três faixas de financiamento. A Faixa A receberá projetos de até R$ 20 mil; Faixa B, para propostas acima de R$ 20 mil e abaixo de R$ 50 mil; e Faixa C, para projetos de R$ 50 mil a R$ 150 mil. A criação de faixas para financiamento das propostas ocorre desde 2007. A intenção é possibilitar o apoio a pesquisadores mais jovens que não precisam concorrer com os grupos consolidados, que tendem a solicitar recursos na maior faixa. As propostas a serem apoiadas pela presente Chamada deverão ter seu prazo máximo de execução estabelecido em 2 anos.

Confira o edital em: http://www.cnpq.br/editais/ct/2011/universal.htm

 

(Ascom MCT)

Foi lançado nesta terça-feira, 28, o novo Programa Institucional de Bolsas de Doutorado Sanduíche no Exterior (PDSE). A iniciativa substitui o antigo Programa de Doutorado no País com Estágio no Exterior (PDEE) no sentido de ampliar, desburocratizar e facilitar o processo de concessão de bolsas de estudo de estágio no exterior. A primeira novidade do novo programa é a duplicação do atual número de bolsas.

Cada curso de doutorado receberá em 2011 duas cotas de bolsa, que representa 12 meses de estudo, que pode ser utilizada por até três estudantes em um período mínimo de quatro meses. A previsão é de que sejam oferecidas pela Capes 2.800 bolsas de doutorado sanduíche neste ano, parte de uma oferta crescente que deve chegar a 7.669 bolsas de doutorado sanduíche em 2014. O PDSE faz parte da meta do governo federal de chegar a 75 mil bolsistas no exterior, até 2014.

Para participar do PDSE, alunos de cursos de doutorado habilitados devem reunir a documentação necessária para a seleção prévia na instituição de ensino superior e encaminhá-la ao coordenador do programa de pós-graduação. A coordenação do programa irá compor uma comissão para análise das propostas e escolherá os candidatos aptos a participar. Então, o candidato apto faz sua inscrição online no site da Capes.

As instruções detalhadas constam no Regulamento do Programa.

Acesse a portaria que implementa o programa e conheça mais sobre o PDSE.

 

(Ascom Capes)

Na sexta-feira dia 17 de junho, foram apuradas as urnas do processo eleitoral da Associação de Pós-Graduandos da Universidade Federal da Bahia, que aconteceu nos dias 16 e 17. O resultado elegeu a chapa "APG é Pra Lutar!", com 125 votos dos 128 votantes. O processo ocorreu com voto direto em urna presencial nas faculdades de Educação, Enfermagem, Filosofia, Psicologia, Música, Reitoria, Instituto de saúde coletiva, Biologia, Arquitetura, Engenharia e Letras. A posse da gestão eleita está marcada para o próximo dia 30 de junho.

Exigindo melhores condições de estudar, com mais verbas para assistência estudantil, pela reversão dos cortes da educação e por mais e melhores bolsas, a nova diretoria eleita é composta pelos estudantes Cristina Paraiso do Programa de Pós-Graduação em Educação, Erick Fróes da residência em Saúde Coletiva, Fernando Cunha do PPG em Educação, Ionaldo Araujo do PPG em Comunicação, Linnesh Ramos do PPG em Educação, Mateus Dantas do PPG em Música, Melina Alves do PPG em Educação, Murilo Oliveira do PPG em Educação, Nildo Batista do PPG em Enfermagem e Antônio Sergio do PPG em Música.

Sobre o processo eleitoral, a nova diretoria faz uma avaliação bastante positiva, tendo em vista o salto qualitativo no processo de democratização das decisões da entidade pela realização de uma eleição transparente e com voto presencial e direto, com uma participação bastante interessante dos estudantes da pós-graduação da UFBA, haja visto que estamos em um período de final de semestre. Nosso desafio agora é manter a mobilização, divulgar o papel da APG entre os colegas que nos procuraram durante as eleições e continuar a impulsionar campanha por mais e melhores bolsas da ANPG, dando continuidade à coleta de adesões ao abaixo-assinado que se iniciou durante o período de campanha da chapa.

(Fernando Cunha, membro da gestão eleita)

No dia 16 de junho a Comissão de Acompanhamento de Políticas e Programas do Conselho Nacional de Juventude (CAP-Conjuve), dentre os quais a presidente da ANPG, Elisangela Lizardo, se reuniu com a secretária nacional de Juventude, Severine Macedo, a secretária-adjunta, Ângela Guimarães e equipe da SNJ responsável pela sistematização do Programa Temático Juventude do Plano Plurianual (PPA) 2012-2015. Durante a reunião, Conjuve se solidariza com os pós-graduandos na luta pela garantia dos seus direitos e pela valorização das bolsas de pesquisa.

Em debate sobre a portaria conjunta CAPES/CNPq n°01/2010 e nota de esclarecimento divulgada neste ano sobre as supostas interpretações errôneas acerca o acúmulo de bolsas, o Conjuve apoia a luta dos pós-graduandos para garantir que nenhuma bolsa seja cancelada pela nova interpretação de uma regra que já estava em vigor e sem um legítimo processo administrativo, previsto em nossa legislação.

Na reunião, o Conjuve também defende a campanha pelo reajuste dos valores das bolsas de mestrado e doutorado, congelados há três anos. Em nota, a comissão declara que o fortalecimento do sistema nacional de bolsas e que a valorização deste benefício devem ser entendidos como instrumento fundamental para o desenvolvimento em ciência e tecnologia no país.

Segue abaixo a nota publicada pelo Conjuve:   
O Conselho Nacional de Juventude (Conjuve), que reúne dezenas de organizações juvenis brasileiras, solidariza-se com os(as) pós-graduandos(as) na luta pela garantia dos seus direitos e pela valorização das bolsas de pesquisa.

Em julho de 2010 a Capes e o CNPq publicaram uma portaria permitindo o acúmulo de bolsas de pesquisa com atividade remunerada, até então proibido pela legislação. Em maio deste ano, uma nota de esclarecimento divulgada pelos presidentes dessas duas agências de fomento à pesquisa apresentou uma interpretação restritiva a respeito deste acúmulo previsto pela Portaria Conjunta da Capes e do CNPq nº 1, de julho de 2010. Como conseqüência, a Capes fez circular um ofício que orientava os programas de pós-graduação a cancelarem as bolsas de todos os bolsistas que possuíssem vínculo empregatício, contrariando o sentido da portaria publicada em julho.

Diante da situação, a Associação Nacional de Pós-Graduandos (ANPG), a APG da UnB e a APG da UFRJ, representando os(as) estudantes de todo o país, reuniram-se com o presidente da Capes, professor Jorge Guimarães, e esta agência enviou às universidades um novo ofício circular, anulando o cancelamento de bolsas. Embora o resultado tenha sido vitorioso, estava criada a confusão e a conseqüência é que há programas de pós-graduação e pró-reitorias que ainda mantêm o corte das bolsas, desrespeitando o direito de pós-graduandos e contrariando a própria decisão da agência de fomento.

Em meio a esta confusão, a afirmação proferida pelo presidente da Capes que mais anima o movimento nacional de pós-graduandos é a garantia de que nenhum(a) professor(a) do ensino básico público terá sua bolsa cancelada. O Conjuve corrobora a opinião desse movimento de que o incentivo à formação de docentes e outras políticas voltadas ao ensino básico devem merecer atenção especial por parte do governo federal.

O Conjuve apoia a luta dos(as) pós-graduandos(as) para garantir que nenhuma bolsa seja cancelada pela nova interpretação de uma regra que já estava em vigor e sem um legítimo processo administrativo, previsto em nossa legislação.

O Conselho Nacional de Juventude apoia, ainda, a luta dos(as) pós-graduandos(as) pela valorização das bolsas de pesquisa, ora expressa na campanha pelo reajuste dos valores das bolsas de mestrado e doutorado, congelados há três anos.

O fortalecimento do sistema nacional de bolsas e a valorização deste benefício devem ser entendidos como um instrumento fundamental ao desenvolvimento científico e tecnológico do Brasil.

O Brasil vive um momento propício para impulsionar um crescimento que garanta: justiça social e aproveite as possibilidades do país de forma sustentável. Temos o desafio de construir dois grandes eventos esportivos mundiais e descobrimos uma riqueza natural imensa, o pré-sal, que deve ser utilizada para o desenvolvimento do país com a participação de todo o seu povo neste processo.

Assim, a educação e a pesquisa científica devem ser entendidas como instrumentos essenciais para o melhor aproveitamento desta janela histórica de tantas possibilidades e desafios que vivem o país. Neste contexto, a juventude brasileira se coloca a postos para ajudar a construir os melhores caminhos para efetivar essas possibilidades.

Em defesa do Brasil, o Conjuve apoia a luta dos(as) pós-graduandos(as) em defesa dos seus direitos e pelo reajuste dos valores das bolsas de mestrado e doutorado em todo o país.

Conjuve
Brasília, 6 de junho de 2011

(da Redação)