Author

anpg

Browsing

A 6ª Semana de Filologia, organizada pelo Departamento de Letras Clássicas e Vernáculas da Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas (FFLCH) da Universidade de São Paulo, será realizada de 2 a 6 de maio.

O programa de conferências diárias terá como base temas da filologia, linguística e cultura, desde a antiguidade à atualidade.

A programação também contará com debates organizados por professores e estudantes da graduação e pós-graduação.

O evento é aberto ao público em geral, porém o número de vagas é limitado a 200 participantes.

A 6ª Semana de Filologia da USP será realizada no Anfiteatro de História, localizado na Av. Prof. Lineu Prestes, 338 – Cidade Universitária, em São Paulo.

Mais informações e inscrições: www.fflch.usp.br/dlcv/america

 

Fonte: Agência FAPESP
 

 

Fornecer as condições necessárias à transformação do conhecimento produzido e sistematizado através da ciência, tecnologia e inovação em riqueza, e sua distribuição com os diversos segmentos da sociedade são dois grandes desafios que se colocam para os gestores. No sentido de dar respostas a essas e outras questões, o Governo do Estado, através de sua Fundação de Apoio à Pesquisa (FAPERN) disponibiliza dois importantes documentos para consulta pública.

Produzida após discussão com representantes de instituições de ciência e tecnologia (ICTs), governo e associações empresariais, a minuta do Plano Estadual de Ciência, Tecnologia e Inovação (PECTI) está disponível para sugestões, críticas e novas contribuições.

Dividido em quatro eixos, o documento de 31 páginas apresenta um diagnóstico do estado, identificando pontos críticos e oportunidades em relação à ciência, tecnologia e inovação. Em função disso, foram elaborados objetivos estratégicos e ações que deverão ser implantadas até 2020. Entre as oportunidades são referidos como estratégicos os setores de Gestão de Políticas Públicas, Energia, Biotecnologia, Neurociências e Nanociências. Há ainda referência aos setores do agronegócio, setor mineral, turismo e segurança.

Com os Eixos Expansão e Consolidação do Sistema Estadual de CT&I; Inovação Tecnológica nas Empresas; P, D&I em Áreas Estratégicas; e C,T & I para o Desenvolvimento Social, este que é o terceiro PECTI definirá as políticas públicas do Estado para os próximos 10 anos.

Lei

Outro documento que está em fase de consulta pública para consolidação e encaminhamento à Assembleia Legislativa pelo Governo do Estado é a Lei de Inovação Tecnológica. Instrumento legal que visa o aperfeiçoamento das formas de financiamento público das pesquisas de inovação, a Lei tem sido pleiteada pelas comunidades acadêmica e empresarial e também estimulada pelo governo federal, através do Ministério da Ciência e Tecnologia. O Rio Grande do Norte é um dos poucos estados que ainda não tem a sua lei estadual.


As sugestões de alterações na Minuta do III PECTI e da Lei de Inovação Tecnológica deverão ser encaminhadas para o e-mail da Fundação de Apoio à Pesquisa do Estado do Rio Grande do Norte ([email protected]), devendo estar identificada para qual documento e em que área refere-se a sugestão.



Baixe o III PECTI e a Lei de Inovação Tecnológica.

 

Fonte:  Assessoria de Comunicação da FAPERN

Desde o início do mês de abril pós-graduandos estão impedidos de efetuarem defesas de suas teses e dissertações no Programa de Pós Graduação em Educação (PPGEdu) da Universidade Federal de Mato Grosso do Sul (UFMS).

De acordo com a vice coordenadora do PPGEdu, professora Silvia Helena de Andrade Brito, as atividades estão suspensas por conta do Decreto nº 7446, de março deste ano, que estabelece limites e procedimentos para o empenho de despesas com diárias, passagens e locomoção no decorrer deste ano.

Alguns programas da Universidade têm encontrado formas alternativas de promover a participação de professores externos nas atividades, com alunos custeando as passagens e hospedagens dos docentes convidados. Essa saída, entretanto, não foi utilizada pelo programa de Pós em Educação. “Não temos a intenção de prejudicar ninguém, entendemos inclusive que o prejuízo é coletivo, uma vez que o programa também tem prazos para serem cumpridos com a CAPES, por exemplo. Entretanto, pagar as despesas dos professores externos não resolve o problema e não contribui para a sua solução de uma forma geral”, afirmou Silvia. As defesas por vídeo conferência e através de parecer dos professores externos, não exigindo o deslocamento de docentes de outras localidades, também não são alternativas cogitadas pelo programa.

A Reitora da UFMS, juntamente a todos os reitores das universidades federais do país, e por intermédio da Associação Nacional dos Dirigentes das Instituições Federais de Ensino Superior (Andifes), está tentando viabilizar um acordo com o Governo Federal para que o decreto exclua as IFES.

 

Ministério Público

Cerca de 13 estudantes já se organizaram e estão em vias de entrar com Ação no Ministério Público para que as defesas sejam restabelecidas imediatamente. Para Silvino Aréco, representante discente no Colegiado e doutorando em Educação, “a Reitoria priorizou os gastos em infraestrutura, como construção de novas instalações em detrimento das defesas. Muitos estudantes têm prazos para cumprir com as agências de fomento, pois são bolsistas e outros foram aprovados em concursos e aguardam as respectivas defesas para assumirem seus cargos. Não podemos ser prejudicados dessa maneira”, finalizou.

Uma comissão discente foi montada para acompanhar o processo judicial, mobilizar os estudantes e divulgar o andamento das ações na internet e veículos impressos.

 

Da Redação

O Programa de Pós-Graduação Stricto Sensu em Educação, nível de Mestrado, da Universidade Estadual de Mato Grosso do Sul(UEMS), abre inscrições de 15 de abril até 13 de maio.

O Programa possui uma área de concentração “Educação, Linguagem e Sociedade” e duas linhas de pesquisa: Linguagem, Literatura, Educação e Sociedade e Teorias e Práticas Educacionais.

O processo seletivo é composto por três etapas: Avaliação do Projeto de Pesquisa, Prova Escrita e Entrevista.

Os candidatos aprovados realizam matrícula nos dias 20 e 21 de junho e o início do semestre letivo está previsto para 01 de agosto.

 

Acesse aqui mais informações.

 

Da Redação.

 

 

O Brasil subiu cinco posições no ranking do Relatório Global de Tecnologia da Informação do Fórum Econômico Mundial e ocupa agora a 56ª posição entre 138 países do mundo.

O relatório avalia o impacto de tecnologia e comunicações no desenvolvimento e competitividade dos países em áreas como ambiente regulatório, empresarial e de infraestrutura. Também são considerados o preparo de empresas, pessoas e governos para utilizar TI e comunicações, além da implementação das tecnologias.

Segundo o estudo, "o setor corporativo inovador e sofisticado lidera o uso de TI e comunicações no país".

O Brasil atingiu a 41ª colocação entre as nações avaliadas para o preparo das empresas para as tecnologias disponíveis e 37º lugar em uso dessas ferramentas. São as companhias que estão mais avançadas em operações e transações que têm a tecnologia como ambiente principal para aumentar a eficiência e capacidade inovadora.

No entanto, o país ainda patina no desenvolvimento do mercado tecnológico, em que ocupa apenas a 93ª posição. No preparo dos indivíduos para o uso das tecnologias, o Brasil também não vai bem, e está na 110ª posição.

Na comparação com outros países do BRIC, o Brasil ainda perde para a China (36ª colocação) e Índia (48ª).

A Suécia manteve a liderança do ranking de adoção e uso da tecnologia, seguida por Cingapura, Finlândia, Suíça e Estados Unidos.

 

Fonte: Folha de São Paulo

A diretoria executiva da Associação Nacional de Pós – Graduandos e todos os demais interessados estão convocados para encontro que será realizado no próximo sábado (16), às 14h, na cidade de São Paulo.

A sede das entidades estudantis localizada na Rua Vergueiro, 2485, receberá os pós – graduandos para a reunião que tratará especialmente de temas relacionados ao 38º CONAP (Conselho Nacional de Associações de Pós – Graduandos), que está previsto para acontecer entre os dias 9 e 12 de junho, em Pernambuco.

O CONAP é um fórum deliberativo constituído pelas diretorias da ANPG e de APGs, comissões Pró-APGs, Federações de Cursos e Associações de Médicos Residentes cadastradas de cada Instituição de Ensino Superior ou Pesquisa que mantenham programa de pós-graduação, tendo cada diretoria o direito a um voto.

A Campanha pelo reajuste do valor das bolsas de pesquisa está a todo vapor e organizar os pós-graduandos para realizar um representativo e proveitoso CONAP é parte importante para que sejamos vitoriosos nessa batalha”, disse a Diretora de Comunicação, Luana Bonone.

Agenda

16 de abril de 2011 (sábado)

Reunião ampliada da Diretoria Executiva da ANPG

14h

Local: Sede das entidades estudantis, em São Paulo

Rua Vergueiro, 2485. Vila Mariana (próximo ao metrô Ana Rosa)

9 a 12 de junho de 2011 (quinta a domingo)

38º CONAP da ANPG

Local: Recife e Olinda (PE)

 

Da redação. 

 

Minas Gerais, Ouro Preto e o futuro do Brasil

Artigo do professor Ernani Carlos de Araújo*, enviado ao JC Email.

*As opiniões aqui reproduzidas são de responsabilidade de seus autores e não representam, necessariamente, a opinião do entidade.

 

Não poderia relegar as minhas posições e convicções e quero aqui deixar o meu legado quanto ao futuro de Minas Gerais, Ouro Preto e o Brasil. Acho que no período colonial do Brasil uma de nossas maiores riquezas era o ouro que abasteceu Portugal e a Inglaterra.

 

Além deste importante minério cujo valor monetário estava agregado nele mesmo e às condições de mercado e ao custo de muitas vidas de escravos e indígenas se foram em função desta exploração. Este período passou e para Ouro Preto, Minas e o Brasil ficou apenas alguma herança cultural, a Arquitetura e atualmente o crescimento natural da cidade e o inchaço irresponsável (sem planejamento) da Universidade (UFOP) ameaçam a Arquitetura, nossa história e o Turismo da cidade.

 

Como estudante vivi em Ouro Preto o período áureo da riqueza do alumínio cujo produto é extraído do minério bauxita. Naquele período, a partir de 1976 viveu-se em Ouro Preto toda uma cadeia produtiva com as mais altas mordomias fruto do produto, da educação e do trabalho. Lembro que colegas formados em Engenharia Metalúrgica pela Escola de Minas tinham altos salários e ainda vários privilégios pela antiga Alcan. Na década de 90 escrevi uma carta para o presidente desta empresa no Canadá denunciando os sérios problemas ambientais (geração de lama cáustica, produtos de rejeitos com elementos químicos pesados ou radioativos), provocados em Ouro Preto e região, para os quais tive resposta à altura dos meus questionamentos, mas não a solução para os problemas. Passados então 30 anos, quando a matéria prima se exauriu, a realidade hoje é de total decadência. A empresa está prestes a se fechar, a bauxita acabou, os empregos acabaram.

 

Esta introdução mostra o que tende a acontecer com Ouro Preto, Minas Gerais e o Brasil se não lutarmos para agregar valores às nossas riquezas e não só entregá-las a custos irrisórios como temos feito com nosso minério de ferro (de alto teor) que está indo embora para China e que depois importamos como produtos acabados e maiores valores agregados (eletros-domésticos, máquinas, equipamentos, carros, etc.). Os geólogos e engenheiros de Minas sabem que no quadrilátero ferrífero só temos minério de ferro por aproximadamente mais 50 anos. Isto tudo está acontecendo aqui próximo de nós e a nossa riqueza está indo embora aos nossos olhos. Uma mineradora como a Vale nunca poderia dar prejuízo no Brasil como mostrado pela história administrativa da companhia. Não é necessário profissional especializado (geólogo ou engenheiro) de Minas para administrar bem esta empresa; Uma mineradora como a Vale nunca poderia dar prejuízo no Brasil. Nem na mão do governo, nem na de particulares.

 

A maioria das minas brasileiras são minas a céu aberto e com alto teor dos minérios a serem lavrados. Portanto, não exige nenhuma tecnologia sofisticada para tal e nem muita mão- de obra especializada. Não tem como dar prejuízo. Por isto as multinacionais estão presentes aqui para nos explorar. Aliás, lembro que a Vale foi privatizada mas quem manda na sua gestão é o governo federal através dos fundos de pensão do Banco do Brasil e Caixa econômica Federal. E assim como esta história, outras semelhantes mostram a ascensão o apogeu e o declínio de um povo, vejam por exemplo o caso de Saddam Husseim, que tinha no Iraque um verdadeiro Oásis, bonito e promissor. O povo de lá vivia dignamente e com sustentabilidade, pois tinha água e terra fértil. Esta comunidade localizada daquele país foi politicamente contra Saddam Husseim em determinado período de seu governo. Para retaliação, Saddam Husseim mandou bombardear e destruir os mananciais de água daquela região e consequentemente levou-se à pobreza da região. Este fato mostra a tendência de ocorrência futura das regiões produtoras de minério em nosso estado e país. Num futuro não tão longo, o Vale do Aço estará fadado ao declínio e consequentemente à regressão da pobreza destas comunidades.

 

Vejam por exemplo também o quê está acontecendo com as reservas de Nióbio brasileiras. Saiu na Folha de São Paulo (quarta-feira 08/12/10). " Para os EUA, Nióbio do Brasil é estratégico para a defesa Nacional". Esta preocupação foi revelada pelo WikiLeaks. O Brasil detém 98% das reservas de Nióbio do mundo, só existe um pouquinho na Sibéria. Grande parte das reservas brasileiras se encontra na cidade mineira de Araxá e no Morro dos Seis Lagos, no Amazonas. Todavia esta última jazida não se encontra em exploração devido à alta complexidade requerida nos meios extrativos. É um mineral que está sendo usado para tudo no mundo. Nenhum país vive sem ele atualmente. Todos os países desenvolvidos são tão dependentes do Nióbio como são do petróleo.

 

O Nióbio é usado como uma liga resistente em lâminas, instrumentos cirúrgicos, aviões e peças que se submetem a altas e baixas temperaturas, em foguetes, carros, armas, etc. Conclusão sejam estatais ou privadas detentoras do direito de lavra mineral, o governo brasileiro deve tratar a questão com muito cuidado e tentando agregar valores a estas matérias primas se quisermos um futuro digno para as futuras gerações, para Minas Gerais, Ouro Preto e o Brasil.

 

(*) Professor Associado II da Escola de Minas da Universidade Federal de Ouro Preto (Ufop), D. Sc., Mestre e Doutor pela USP na área de Estruturas Metálicas.

E-mail: [email protected]

 

Para que as universidades passem a frequentar mais e melhor os rankings internacionais de qualidade, o MEC prepara um plano para aumentar a quantidade de publicação de brasileiros em meios científicos.

"Estamos terminando um estudo aprofundado dos rankings para potencializar a participação das federais brasileiras", diz Luiz Cláudio Costa, secretário de Educação Superior do ministério.

Conforme a Folha publicou ontem, a ciência nacional amarga posições ainda inexpressivas nos rankings internacionais mais renomados do mundo. A intenção do MEC é começar o projeto com as universidades federais mais reconhecidas, com os cursos mais tradicionais de graduação e pós, injetando recursos específicos para pesquisa.

"Vamos fomentar a publicação e a citação. Citação se faz por meio de intercâmbio de acadêmicos e estudantes, incentivando trabalhos conjuntos com universidades internacionais", afirma ele. Para o secretário, a desvantagem do País é muito clara. Na lista dos pesquisadores mais citados do mundo, ele diz haver em torno de cinco brasileiros, ao passo que a Universidade Harvard (EUA) tem uma centena.

"Existem revistas científicas altamente conceituadas, como a Nature. Por ano, temos uma média de três a quatro [artigos publicados por pesquisadores brasileiros]", exemplifica. Segundo Costa, o principal problema hoje das instituições brasileiras é reconhecimento, e não exatamente produção. Para justificar sua afirmação, ele cita um estudo da Unesco em que o Brasil é o 13º maior produtor do mundo de ciência nova.

 

Metodologia – Costa considera que os rankings internacionais têm problemas metodológicos, mas reconhece que eles são, no mínimo, coerentes. "Os rankings têm muitos questionamentos, mas as universidades mais bem avaliadas são as que mais contribuem para o avanço da humanidade," afirma o secretário. Ele diz "olhar com mais carinho" o THE (Times Higher Education) e o recém-criado QS.

Na última edição do THE, divulgada no mês passado, o País era o único Bric (grupo formado por Brasil, Rússia, Índia e China) que não tinha nenhuma instituição entre as 100 melhores.


Fonte: Folha de São Paulo

A FINEP (Financiadora de Estudos e Projetos) vai liberar um orçamento de R$ 100 milhões para projetos de tecnologia da informação relacionados à Copa de 2014 e aos Jogos Olímpicos do Rio em 2016. Os recursos serão aplicados na área de TIC (Tecnologia da Informação e Comunicação) e irão privilegiar propostas que possam gerar tecnologia nacional inovadora e competitiva no mercado global.

 

Segundo o presidente da FINEP, Glauco Arbix, a iniciativa está inserida em uma proposta maior de governo voltada para os dois megaeventos que ocorrem no Brasil.

Virgílio Fernandes, Secretário de Política e Informática do MCT, disse que as exigências de alocação dos recursos estarão ligadas à ampliação da integração universidade-empresa, o uso de tecnologias de software em plataformas abertas e a participação de múltiplas empresas de várias regiões do país.

 

Infra estrutura

O governo federal já definiu as tarefas de cada setor para a realização da Copa. As obras nos portos e aeroportos serão de responsabilidade da União, enquanto os governos estaduais e municipais cuidarão da expansão de vias exclusivas para ônibus, além de estradas, viadutos e metrôs, assim como do projeto para veículo leve sobre trilhos (VLT) com apoio de R$ 5 bilhões de linhas crédito do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES).

Ao todo, até 2014, o governo deverá destinar cerca de R$ 9 bilhões para obras em portos e aeroportos, por exemplo. De acordo com especialistas, a grande vantagem com a realização desses eventos está no fato de que eles vão ajudar a acelerar obras que demorariam décadas para ser concluídas.

Estudos preliminares, obtidos pela Agência Brasil indicam que a realização dos Jogos Olímpicos criará um impacto de R$ 90 bilhões somente na cidade do Rio de Janeiro.Esses investimentos podem gerar a partir de 2016 cerca de 120 mil empregos diretos e indiretos por ano, número que pode chegar a 130 mil depois de 2017.


Da redação, com informações da FINEP e Agência Brasil.

Os interessados em inscrever trabalhos no 7º Simpósio de Pesquisa em Ciências da Saúde da Unesc (Universidade do Extremo Sul Catarinense) têm até sexta, dia 15 de abril.

 

O evento será realizado nos dias 9 e 10 de junho, reunindo especialistas nacionais e estrangeiros para debater sobre temas nas áreas de fisiopatologia, desenvolvimento de novos fármacos, fisiologia e bioquímica do exercício e neurociências.

As conferências foram organizadas de forma a contemplar desde a área básica até pesquisa aplicada, sendo o foco principal os “Mecanismos da Neurodegeneração”. O Simpósio, promovido pelo PPGCS (Programa de Pós-Graduação em Ciências da Saúde), terá como palco o Auditório Ruy Hülse, da Universidade, em Criciúma.

 

As inscrições variam de R$35,00 a R$85,00. A divulgação dos trabalhos selecionados está prevista para 15 de maio e a inscrição de ouvintes começa no dia 6 de junho.

Para ter acesso à programação completa e às Normas de Resumo, clique aqui.

 

Da Redação.