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Inscrições podem ser realizadas até 16 de outubro
 
O Programa de Pós-Graduação em Informática Aplicada (PPGIA) da Universidade de Fortaleza (Unifor) está selecionando doutores para uma vaga de pós-doutorado. O pós-doutorando receberá uma bolsa no valor de R$ 4.100,00 mensais durante um período de 12 meses. O início das atividades acontecerá imediatamente após a seleção. O bolsista selecionado irá conduzir suas pesquisas junto ao Programa. O candidato deverá atender a todos os requisitos exigidos pela Capes.
 
As inscrições podem ser realizadas até 16 de outubro. Os interessados devem se inscrever enviando e-mail [email protected] com o assunto "Vaga Pós-doc". Os documentos necessários são: diploma de doutorado digitalizado, curriculum vitae (CV) do candidato ou o link para o CV Lattes, descrição dos motivos pelos quais acredita ser um bom candidato à vaga, contato de um professor doutor que poderá atestar suas habilidades. Os candidatos mais bem qualificados serão entrevistados via Skype ou presencialmente para decisão final.
 
Acesse o edital aqui. Mais informações podem ser obtidas pelo telefone (85) 3477-3268 ou pelo e-mail mencionado.
 
(Jornal da Ciência)
         
    

 

O Conselho Nacional de Juventude (Conjuve) acaba de lançar a “Conselho em ação”, uma revista bimestral que divulgará as iniciativas e agenda da entidade. Esta edição traz como tema principal o Estatuto da Juventude, recentemente sancionado pela presidenta Dilma Roussef. 

Os assuntos da publicação incluem: Reforma do Ensino Médio, PL dos autos de resistência, meio ambiente e maioridade penal, além de temas que denunciam a discriminação social, a discussão sobre a  criação de conselhos municipais e estaduais da juventude, o Sistema Nacional de Juventude, o passe-livre e outros. 


A iniciativa do Conjuve busca mobilizar e compartilhar informações referentes às políticas para a juventude. Acesse a revista na íntegra. 
 

 


Parceria entre a Cern e a Coppe/UFRJ

O professor de engenharia elétrica do Instituto Alberto Luiz Coimbra de Pós-Graduação e Pesquisa de Engenharia (Coppe), da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), José Manoel de Seixas, disse que os pesquisadores brasileiros que integram a Organização Europeia de Pesquisa Nuclear (Cern) [Conseil Européen pour la Recherche Nucléaire, na antiga sigla em francês] se sentem reconhecidos com o anúncio do Prêmio Nobel de Física de 2013 para os cientistas britânico Peter Higgs e belga François Englert.
 
Higgs e Englert receberam o Nobel pelo desenvolvimento de pesquisas sobre a teoria que explica como as partículas adquirem massa. A teoria que foi proposta de forma independente em 1964, e, em 2012, as pesquisas dos cientistas foram confirmadas a partir da descoberta de partícula identificada por Higgs em pesquisas em Genebra, na Suíça nos detectores Atlas (A Toroidal LHC Apparatus) e CMS (CompactMuonSolenoid), conduzidas no LargeHadronCollider (LHC) da Cern. A partícula foi batizada de bóson de Higgs, mas também é conhecida como a partícula de Deus.
 
"A decisão da academia sueca de dar os prêmios tem um componente fundamental na Cern, nos detectores Atlas e CMS, que finalmente viram que aquela partícula existia e comprovaram experimentalmente. Então essa é a sensação do pessoal experimental que claramente está contemplado neste Prêmio Nobel", explicou, em entrevista à Agência Brasil, o professor que foi um dos primeiros brasileiros a integrar os grupos de pesquisa da Cern.
 
A parceria entre a Cern e a Coppe começou quando um grupo de professores do instituto visitou as instalações da organização na Suíça, em 1988, e passou a participar do projeto. Em setembro de 2008, a Cern acionou o maior acelerador de partículas construído até hoje, o LHC.
 
Segundo José Manoel Seixas, professores de seis universidades federais, entre elas a da Bahia, a de São Paulo, a do Rio de Janeiro e a Federal Fluminense, participam dos estudos do maior detector do LHC, o Atlas. Ele é operado por 3.800 pesquisadores em uma colaboração internacional de 38 países. A equipe brasileira é coordenada por Seixas e pelo professor do Instituto de Física da UFRJ, Fernando Marroquim.
 
"O Brasil está desde a primeira formação do Atlas quando foi feita a carta de intenções do experimento deste porte para o LHC. Nós temos uma participação bastante intensa. A parte de eletrônica foi feita aqui no Brasil, a partir de projeto da Coppe. É um conjunto grande de pesquisadores de físicos, engenheiros e informáticos. O Prêmio Nobel é uma alegria, mas é apenas um pedaço de caminho. O Brasil está como um ator importante e não coadjuvante nesse cenário eletrizante que é o trabalho com a Cern", disse.
 
Para o pesquisador, os cientistas agora terão que se aprofundar para completar as pesquisas sobre o bóson de Higgs. " O Cern e todos os institutos estão voltados para um programa de pesquisa e desenvolvimento de melhorias, tanto na máquina aceleradora, quanto nos aceleradores. Estamos envolvidos em projetos que tentam melhorar o Atlas, para em um processo que vai até 2023, atingir o máximo da máquina", adiantou Seixas.
 
O professor Fernando Marroquim disse à Agência Brasil que soube com satisfação do prêmio sobre a descoberta da partícula de Higgs, que desde 1964 aguardava a comprovação. "É um grande feito da ciência. É sempre bom participar de um grupo de importância e de grande experiência. Estou bastante satisfeito de participar da experiência que comprovou a parte teórica", contou.
 
 
Reunião com pró-reitores de pesquisa aconteceu nos últimos dois dias 

O Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq) realizou, entre os dias 8 e 9 de outubro, o complemento da 4° Reunião de Trabalho com Pró-Reitores de Pesquisa e Coordenadores do PIBIC/PIBIC-Af/PIBIT. O encontro que teve como objetivo debater o cenário para 2014, dos programas relacionados à Iniciação Científica (IC), foi iniciado na última reunião anual da Sociedade Brasileira para o Progresso da Ciência (SBPC), realizada na cidade de Recife (PE).
 
O presidente Glaucius Oliva e a diretora de Cooperação Institucional (DCOI/CNPq), Liane Hentschke, participaram da reunião. A iniciação científica é um modelo de pesquisa acadêmica desenvolvida por alunos de graduação nas universidades brasileiras, em diversas áreas do conhecimento. Em geral, os estudantes que se dedicam a esta atividade possuem pouca ou nenhuma experiência em trabalhos de pesquisa científica, sendo acompanhados por orientadores durante a função.
 
Para Glaucius, a iniciação científica possui contribuições marcantes para o desenvolvimento nacional ao longo da história. "O IC é a raiz do CNPq. Nasceu em 1951 para fornecer bolsas de demandas originadas por pesquisadores de São Paulo e Rio de Janeiro, e tem, cada vez mais, preenchido um papel essencial no cenário científico brasileiro", acredita. "Atualmente, temos agências federais envolvidas, além das estaduais, oferecendo experiências práticas para o desenvolvimento dos bolsistas", completou.
 
Criado em 1988, o Programa Institucional de Bolsas de Iniciação Científica (PIBIC)foi o primeiro programa institucional estruturado para a iniciação científica nacional. "Com isso demos um salto de qualidade, pois mudamos o foco anterior. Antes o pesquisador apresentava sua demanda de bolsas de acordo com sua necessidade e era atendido", lembrou. "Após a criação, a bolsa IC ganhou um caráter mais voltado ao estudante, visando a qualidade da formação educacional e pedagógica", destacou Glaucius.
 
De acordo com o presidente, a iniciação científica adotada no Brasil, é o modelo moderno que está sendo proposto pelo mundo atualmente. "Pudemos constatar esse fato através do nosso Programa de Internacionalização, destinado a conhecer novas metodologias empregadas, entre outras funções", diz.
 
Ele acrescenta que o processo de formação agrega tanto para o ensino superior quanto para o bolsista. "O aluno se engaja e é o empreendedor do seu processo de formação. Isso é o que o ambiente externo profissional necessita. Habilidades, competências e interesse para compor o aprendizado, que ofereçam soluções de qualidade aplicáveis à realidade", descreveu. "Esta é a dinâmica exigida hoje, tanto no mercado de trabalho quanto nas instituições acadêmicas, e isso só o IC oferece na formação", disse.
 
Reestruturação – Segundo Glaucius, a iniciativa inovadora empregada na iniciação científica foi o fator estimulante para a reestruturação dos demais programas do CNPq, em formatos semelhantes. "E ainda temos como objetivo incluir todas as necessidades dos projetos de pesquisa em apenas uma demanda, entre eles os recursos humanos e os financiamentos de custeio, criando assim uma alínea única para o investimento", enfatizou. "Isso já consta no marco regulatório da ciência brasileira que está circulando no congresso nacional, pois seria importante para programas como esse, que são essenciais e centrais na política de fomento do CNPq".
 
O presidente destacou, ainda, que os programas de Iniciação Científica estão ganhando importância no cenário nacional privado. "Temos financiado com recursos exclusivamente do CNPq cerca de 25 mil bolsas todos os anos. E elas têm servido de parâmetro para avaliar o interesse dos alunos por atividades complementares a sua formação tradicional, como no caso dos processos de seleção que vem sendo instituídos por RHs de empresas".
 
O CNPq vem procurando criar ambientes mais favoráveis à ampliação do número de projetos de pesquisas científicas no país, sem contar exclusivamente com recursos destinados para o setor. "Neste ano, aproximadamente 30 editais contaram com recursos de outros ministérios, além do Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação (MCTI). Assim, conseguimos arrecadar mais de R$ 300 milhões para projetos", informou. "Acredito que a iniciação científica possui margem para buscar parcerias externas semelhantes, visando o financiamento de bolsas relacionadas aos projetos de interesse, sejam públicos ou privados, de forma regional ou específica", opinou.
 
A diretora de Cooperação Institucional (DCOI/CNPq), Liane Hentschke, corroborou com a opinião do presidente e acrescentou que a comunidade científica brasileira já há algum tempo produz muito, mas ainda divulga pouco. "Esperamos proporcionar uma nova visão, onde a ampliação da capacitação dos recursos humanos, o acompanhamento intrínseco dos programas e a criação de projetos de grande vulto em conjunto, estejam naturalmente inseridos na cultura dos pesquisadores", concluiu.
 
O CNPq possui um programa estruturado para bolsas de iniciação científica financiado com recursos próprios e externos. As modalidades que estão sendo geridas pelo programa institucional do conselho ou contam com parcerias estabelecidas, em 2013, são: PIBIC (24.210 bolsas); PIBIC-EM (5.588 bolsas); Fap´s (4.359 bolsas); Obmep/Impa (3.200 bolsas); PIBIT (3.094 bolsas); PIBIC-Af (800 bolsas); e PICME/Impa (650 bolsas). Outra modalidade do programa ainda deve ser criada, mas não há prazo estipulado para isso.
 
(Ascom do CNPq)

(Jornal da Ciência)

Instituto de Campinas recebe inscrições até 31 de outubro
O Instituto Agronômico de Campinas (IAC) está com inscrições abertas para o curso de Mestrado "strictu sensu" de Pós-Graduação em Agricultura Tropical e Subtropical IAC, de até 31 de outubro de 2013. A inscrição pode ser feita pelo site www.iac.sp.gov.br, no link Processo Seletivo 2014-2016. A seleção será realizada nos dias 11,12 e 13 de novembro de 2013 e a divulgação dos nomes dos aprovados, em 10 de dezembro, no site do IAC. As aulas terão início em março de 2014. O curso tem duração de dois anos.
 
Os interessados podem consultar a relação da documentação exigida e todas as informações sobre o processo seletivo no site, incluindo o programa da prova escrita e as literaturas recomendadas para as áreas de concentração: Gestão de Recursos Agroambientais, Genética, Melhoramento Vegetal e Biotecnologia e Tecnologia da Produção Agrícola.
 
Podem ser candidatos ao curso engenheiros agrônomos, engenheiros agrícolas, biólogos e outros profissionais com diplomas universitários que desenvolvam atividades relacionadas com as ciências agronômicas e ambientais. Nas turmas atuais, há 47 alunos no Mestrado e 50 no Doutorado.
 
O curso de Pós-Graduação em Agricultura Tropical e Subtropical do Instituto Agronômico tem como objetivo a formação de pesquisadores, docentes e profissionais especializados em programas de mestrado e doutorado. Desde 1999, já foram defendidas 332 dissertações no Mestrado. O curso de Doutorado teve início, em 2009. A primeira defesa de tese ocorreu, em agosto de 2012 e o tema do estudo foi: "Regiões climáticas e qualidade natural de bebida do café arábica no Estado de São Paulo". Até o momento foram defendidas 9 teses.
 
O IAC, da Secretaria de Agricultura e Abastecimento do Estado de São Paulo, possui curso de Pós-Graduação, desde 1999, credenciado pela Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (CAPES). Em 2010, o curso de Pós-Graduação em Agricultura Tropical e Subtropical IAC passou a ter nota 5 pela CAPES. A nota refere-se ao conceito "Muito bom", que possibilita a participação dos estudantes em programas específicos da CAPES para cursos com esse conceito ou superior. "A nota facilita o estabelecimento de intercâmbios com universidades e instituições fora do País", diz a pesquisadora e coordenadora do curso de Pós-Graduação do IAC, Adriana Parada Dias da Silveira.
 
Alunos da PG-IAC contam com bolsas de estudos junto a financiadoras como CAPES, Fundação de Amparo à Pesquisa no Estado de São Paulo (FAPESP), Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq) e iniciativa privada. A Pós-Graduação do IAC busca oferecer formação voltada para a pesquisa aplicada, com geração de tecnologia específica para cada cultura ou para cada linha de pesquisa no universo da agricultura tropical e subtropical.
 
Em 2012, a PG-IAC abriu o curso de MBA em Fitossanidade a distância, em parceria com Associação Nacional de Defesa Vegetal (ANDEF), que está com a segunda turma em andamento.
 
(Carla Gomes, Ascom da IAC)
 
(Jornal da Ciência)

O Programa de Pós-Graduação em Genética e Melhoramento da Universidade Estadual de Maringá (UEM) aceita, até 30 de novembro, as inscrições para o processo seletivo 2014 dos cursos de mestrado e doutorado. Este é o único curso dessa especialidade na Região Sul do Brasil e desde a primeira avaliação trienal (2004-2006) vem sendo qualificado como Programa de Excelência pela Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (Capes), com conceito 5. 
 
O corpo docente do programa é constituído por 15 professores permanentes dos quadros dos departamentos de Agronomia e de Biotecnologia, Genética e Biologia Celular da UEM, que atuam nas linhas de pesquisa em Genética Quantitativa e Melhoramento Vegetal, Genética Molecular e de Micro-organismos e Genética Animal. 
 
Segundo a coordenação do programa, todos os docentes são portadores de título de doutor conferidos por instituições de excelência nacionais e estrangeiras e são altamente qualificados. Mais de 70% de seus membros são bolsistas de Produtividade em Pesquisa do Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq) e da Fundação Araucária. 
 
O Programa de Pós-Graduação em Genética e Melhoramento é destinado a profissionais graduados em Agronomia, Ciências Biológicas, Zootecnia e áreas afins. A duração média é de 24 meses para o mestrado e de 36 meses para o doutorado. O programa recebe auxílio financeiro, incluindo bolsas de estudo da Capes (Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior ), do CNPq , da Fundação Araucária, da Finep e da Embrapa, entre outras empresas públicas e privadas. 
 
As inscrições devem ser feitas na secretaria do programa ou postadas até a data final das inscrições. A secretaria funciona das 13h30 às 17h30, de segunda a sexta-feira. A seleção de candidatos é feita pelo conselho acadêmico a partir da análise dos históricos escolares e dos currículos. A critério do possível orientador poderá ser aplicada entrevista e/ou prova escrita aos seus respectivos candidatos. O início das aulas está previsto para março de 2014. 
 
Mais informações no site www.pgm.uem.br/inscricao.htm, e-mail: [email protected] e na secretaria do PGM, Bloco J-45, sala 101, fone (44) 3011-8984. 
 
Saiba mais sobre o trabalho do governo do Estado em: http:///www.facebook.com/governopr e www.pr.gov.br

(Agência de Notícias do Paraná)

 
     
                               Ouro Preto  Foto: Porto do Turismo de Ouro Preto/Eduardo Tropia 
 
O 39º Conselho Nacional de Associações de Pós-Graduandos (CONAP), evento de caráter deliberativo da ANPG, ocorrerá entre os dias 25 a 27 de outubro, na cidade de Ouro Preto (MG). A ANPG acaba de fechar sua programação com as atividades do CONAP, as quais contemplarão o tema “A pós-graduação brasileira e os direitos dos pós-graduandos”. 
 
Nesta edição, especialmente, o CONAP buscará discutir os eixos para a construção de um instrumento legal que acolha as demandas dos pós-graduandos e contribua para melhorar as condições de pesquisa no país.  Para isso, realizará mesas de debates e grupos de discussão. Também está inclusa na programação a construção de um Novo Estatuto da ANPG. Saiba como se organizar para o CONAP clicando aqui!
 
A primeira mesa de debate versará sobre “A pesquisa no país e os direitos dos pós-graduandos”. Estarão presentes na mesa os deputados federais Glauber Braga (PSB-RJ) e Guilherme Campos (PSD-Relator do PL 2315/2013), a presidenta da ANPG, Luana Bonone, além de Débora Foguel (Pró-Reitora de Pós-Graduação e Pesquisa da UFRJ) e Eudes Baima (Professor da UECE). 
 
Outras mesas debaterão “Assistência estudantil e a pós-graduação” e o “Desenvolvimento Científico e Soberania Nacional: A atividade do pós-graduando e sua importância para a ciência do país”.  Confira a programação completa por aqui.  
 
Durante o CONAP, a ANPG também convocará o XXIV Congresso Nacional de Pós-Graduandos, que acontecerá no ano de 2014. 
 

São oferecidas 175 vagas para professores da rede pública de ensino. 
As inscrições online podem ser feitas até o dia 17 de outubro
Estão abertas as inscrições em Juiz de Fora, para o curso de pós-graduação em Tecnologias de Informação e Comunicação no Ensino Básico. As aulas serão ministradas na modalidade à distância pela Universidade Federal de Juiz de Fora (UFJF), por meio do Centro de Educação a Distância (Cead). São oferecidas 175 vagas.

A inscrição online pode ser feita até o dia 17 de outubro.

O curso é destinado a professores da rede pública de ensino que têm como objetivo desenvolver competências nos professores para o uso efetivo das Tecnologias de Informação e Comunicação dentro da escola nas diversas séries do Ensino Fundamental e Médio.
O processo seletivo será através de análise curricular, segundo critérios de pontuação estabelecidos no edital. As inscrições serão realizadas em duas etapas, sendo inscrição online e efetivação da inscrição.  O resultado final será divulgado no dia 14 de novembro de 2013, a partir das 17h, pelo site do Cead.

(Portal G1)

 
Prêmio foi oferecido por teoria sobre como partículas adquirem massa.
Previsões sobre ‘partícula de Deus’ se confirmaram em experimentos.
O Prêmio Nobel de Física de 2013 foi oferecido nesta terça-feira (8) ao belga François Englert e ao britânico Peter Higgs por seus trabalhos teóricos sobre como as partículas adquirem massa, propostos separadamente em 1964.
A Academia Real de Ciências da Suécia, que confere o prêmio, afirmou que escolheu os físicos pela "descoberta teórica de um mecanismo que contribui para nossa compreensão da origem da massa de partículas subatômicas, que recentemente foi confirmado por meio da descoberta da partícula fundamental prevista pelos experimentos Atlas e CMS no Grande Colisor de Hádrons (LHC) do Cern (Centro Europeu de Pesquisas Nucleares)", situado na Suíça.
A referida partícula ficou conhecida como o "bóson de Higgs" ou, ainda, "partícula de Deus".
"A teoria premiada é uma parte central do Modelo Padrão das partículas físicas que descreve como o mundo é construído", disse a academia em comunicado. "De acordo com o Modelo Padrão, tudo, de flores e pessoas a estrelas e planetas, consiste de apenas alguns blocos de construção: partículas de matéria."
Como os resultados do Cern, apresentados desde julho de 2012, com posteriores confirmações neste ano, foram considerados uma das maiores notícias da física nas últimas décadas, o Nobel para Englert e Higgs já era amplamente esperado.
‘Tristeza’
Alguns especialistas do Nobel apostavam inclusive que o Cern, como organização, receberia o prêmio, o que não aconteceu. Entrevistado pela agência TT, o professor Gerald Guralnik, físico do Cern, se declarou "muito feliz por estes homens e pela causa da física".
"Não nego que me dá um pouco de tristeza (…), mas sinto grande satisfação por ter participado de maneira decisiva para formular uma teoria sobre este tema", disse.
"Você pode imaginar que isso não é muito desagradável. Estou muito feliz por este prêmio extraordinário. Estou muito feliz, o que mais posso dizer?", comemorou Englert, ao falar com jornalistas, por telefone, ainda durante a cerimônia de apresentação dos ganhadores.
Higgs não foi encontrado para falar ao vivo, mas agradeceu em nota. "Espero que este reconhecimento da ciência fundamental ajude a aumentar a consciência sobre a importância da pesquisa imaginativa", disse.
Higgs nasceu em 1929 em Newcastle upon Tyne e é professor emérito da Universidade de Edimburgo, na Escócia. Englert é belga e nasceu em 1932 em Etterbeek. Ele é professor emérito da Universidade Livre de Bruxelas.
História do prêmio
Desde 1901, o Nobel de Física foi concedido a 194 pessoas em 106 premiações. O mais jovem a ser premiado foi Lawrence Bragg, que em 1915, quando ganhou, tinha apenas 25 anos. Ele é o mais jovem ganhador de qualquer Nobel, não apenas de física.
 
O mais velho ganhador do de física é Raymond Davis Junior, que tinha 88 anos quando levou o prêmio, em 2002. John bardeen foi o único físico a receber o prêmio duas vezes – uma vez por seu trabalho com semicondutores e outra por sua pesquisa com supercondutividade. Em mais de um século de premiações, apenas duas mulheres ganharam o Nobel de Física.