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Agora, todas as informações referentes à 8ª Bienal da podem ser encontradas em um único local. O hotsite do maior festival estudantil da América Latina já está no ar.
 
Interativo, dinâmico e bastante colorido, o endereço www.bienaldaune.org.br reúne desde o regulamento até a história das edições anteriores do evento.
 
O portal é composto de seis canais (Bienal, Programação, Homenagens, Cuca da UNE, Imprensa e Download) e tem conteúdo formado por vídeo, fotos e notícias. Na aba Bienal, por exemplo, informações sobre o regulamento, esclarecimento de dúvidas e o manifesto do festival podem ser encontrados.
 
Além disso, o site está integrado às mídias sociais do festival como Facebook, Flickr, Youtube e Twitter.
 
Para o coordenador de programação do festival, Rafael Buda, a internet e os meios de comunicação digitais são de extrema importância para a divulgação de eventos como esse. ‘’Um portal é um ambiente propício ao conhecimento das mais diversas informações, sendo um local interativo e participativo. Através dele é possível conhecer a fundo a proposta da Bienal e ficar por dentro do que vem por aí’’, explicou.
 
Completando 14 anos de experimentação e integração da juventude brasileira, a Bienal da UNE é o maior encontro cultural estudantil do país, revelando e mapeando a produção artística e científica existente dentro das universidades e escolas de norte a sul.
 
A Bienal passou por Salvador (1999 e 2009), Rio de Janeiro (2001, 2007 e 2011), Recife/Olinda (2003) e São Paulo (2005). Participaram Gilberto Gil, Oscar Niemeyer, Aleida Guevara (filha de Che Guevara), Ariano Suassuna, Augusto Boal, Ziraldo, Jorge Mautner, Alberto da Costa e Silva, Mino Carta, Serginho Groisman, Abdias do Nascimento, Aziz Ab’Saber, Zózimo Bulbul, Ondjaki, Jards Macalé, Alceu Valença, Marcelo D2, Martinho da Vila, Fred Zero Quatro, Racionais MCs, Beth Carvalho, Chico César, Lenine, O Rappa, Tom Zé, Mr. Catra e Naná Vasconcelos.
 
Neste ano, sob o tema “A volta da Asa Branca”, a Bienal dos estudantes reunirá dez mil jovens de todo o Brasil entre os dias 22 e 26 de janeiro de 2013 nas cidades de Recife e Olinda. Entre as atividades estão aulas-espetáculo, grandes shows, debates, mostras estudantis e convidadas, ciência, tecnologia, esporte e “culturata”.
 
Para se inscrever como participante da 8ª Bienal da UNE é necessário acessar até o dia 13 de janeiro o site www.une.org.br/eventos, preencher o formulário online, gerar um boleto bancário (valor: R$ 50) e efetuar o pagamento. O comprovante deverá ser obrigatoriamente apresentado no dia de credenciamento, em Olinda. Essa operação garantirá o alojamento (em escolas e clubes), transporte e livre trânsito para toda a programação.
 
Fonte: UNE 
Reprodução capa do livro 
A redação científica ainda representa o “calcanhar de Aquiles” de muitos pesquisadores brasileiros. E os erros cometidos ao escrever uma tese ou artigo científico estão muito mais relacionados a problemas de metodologia de pesquisa do que à falta de habilidade com as palavras para apresentar os resultados de forma clara, concisa e interessante.
 
A análise de Gilson Volpato, professor do Departamento de Fisiologia do Instituto de Biociências da Universidade Estadual Paulista (Unesp), campus de Botucatu, está na sexta edição revisada e ampliada do livro Ciência: da filosofia à publicação.
 
Lançada no início de dezembro, a edição acrescenta quatro novos capítulos aos nove da primeira edição, publicada em 1998. Um deles apresenta um breve resumo da história da filosofia para explicar por que a ciência é feita tal como é hoje – aceitando conclusões apenas se forem baseadas em evidências empíricas (comprovadas experimentalmente).
 
A ideia desse capítulo, segundo Volpato, é demonstrar ao leitor o caráter indissociável entre a prática da ciência e questões teóricas e filosóficas, e que só é possível fazer boa ciência e escrever artigos para publicação em revistas de elevado fator de impacto quando se tem uma boa formação filosófica e um entendimento muito preciso dos conceitos científicos.
 
“É necessário ter uma compreensão muito clara sobre o que é fazer ciência para realizar boas pesquisas, que resultem em artigos sólidos para serem publicados em revistas de alto nível. Não dá só para corrigir a ponta desse processo – a redação científica – sem ter uma base bem fundamentada por trás disso”, disse Volpato à Agência FAPESP.
 
Especialista em redação e publicação científica, o autor – que dá cursos na área e já auxiliou pesquisadores brasileiros a reescreverem mais de 250 artigos científicos nas áreas de humanas, exatas e biológicas – avalia que alguns dos artigos publicados por cientistas do país apresentam muitos problemas estruturais.
 
Entre eles estão introduções que não cumprem essa função, tabelas, gráficos e figuras incompreensíveis, métodos duvidosos e dados que não corroboram as conclusões dos autores mas que, na maioria dos casos, segundo Volpato, apresentam erros inerentes à própria pesquisa.
 
“Se a pesquisa começou errada e é ruim não tem como fazer mágica no artigo. Se o pesquisador estudou uma questão irrelevante, por melhor que sejam os resultados, eles jamais resultarão em artigos científicos que extrapolarão as fronteiras sequer de seu laboratório e que dirá do Brasil”, disse.
 
Um dos principais erros conceituais nos trabalhos publicados por alguns cientistas brasileiros, de acordo com Volpato, é querer fazer ciência para solucionar problemas pontuais e localizados, sem tratar o fenômeno geral, que justamente tem a capacidade de resolver problemas pontuais.
 
Prova disso, de acordo com o especialista, é que no próprio título de alguns trabalhos publicados ainda aparecem o nome da instituição ou da cidade onde a pesquisa foi realizada e os dados foram coletados, reforçando a ideia de que o estudo está circunscrito àquele local.
 
“Para fazer ciência, realmente é preciso de dados que são coletados de algum lugar. Mas o problema é que alguns pesquisadores brasileiros coletam dados de um determinado lugar e só se preocupam com aquele lugar especificamente”, afirmou Volpato.
 
“É muito diferente de pegar os dados de um determinado lugar e construir uma ciência geral, que resolve questões particulares, como pode ser visto em artigos publicados por cientistas estrangeiros em grandes revistas científicas internacionais. Ainda falta esse aprendizado e ousadia científica ao pesquisador brasileiro”, compara.
 
Questões pontuais
 
Segundo Volpato, alguns dos fatores responsáveis pela ausência da ciência geral são a falta de formação filosófica sobre o que é necessário para construir conhecimento e o fato de que o Brasil ficou por muito tempo fechado para o mundo. Algumas áreas ficaram dissociadas da ciência produzida no exterior.
 
Por outro lado, de acordo com Volpato, outras áreas relacionadas à ciência básica, como imunologia, biologia celular e física, sempre tiveram uma inserção internacional natural que continuou e ganhou maior projeção na década de 1990 com os adventos da globalização e da internet.
 
De acordo com o pesquisador, é preciso rever esse conceito de se fazer ciência sob uma perspectiva estritamente local para que se possa melhorar a qualidade dos artigos científicos publicados por brasileiros e, consequentemente, aumentar a publicação em revistas de alto fator de impacto e citação internacional.
 
“A redação científica é um forte indicador sobre os conceitos científicos dos autores de forma que para melhorá-la é preciso, primeiramente, corrigir os conceitos dos pesquisadores sobre o que é fazer ciência”, disse.
 
Volpato também é autor dos livros Método lógico para a redação científica, Bases teóricas da redação científica, Publicação científica, Bases teóricas para redação científica, Administração da vida científica, Pérolas da redação científica, Dicas para redação científica, Lógica da redação científica e Estatística sem dor!.
 
O professor também divulga seu trabalho no site www.gilsonvolpato.com.br , que oferece artigos, dicas e reflexões sobre redação científica, educação e ética na ciência. O site dá acesso a aulas on-line do curso “Bases Teóricas para Redação Científica”, apresentado por Volpato na Unesp.
 
Fonte: Agência Fapesp
 
 
A disposição para realizar pesquisas sobre a formação de professores na área de ciências da natureza e produzir melhorias nessa formação e nos processos de ensino-aprendizagem na educação básica foi o ponto de partida para a criação do grupo Formar Ciências, da Faculdade de Educação da Universidade de Campinas (Unicamp). Criado em 1997, o grupo de estudos e pesquisas busca articular a produção acadêmica e demais conhecimentos na área de ensino de ciências com os propósitos da formação inicial e continuada de professores.
 
O grupo é formado por cinco docentes da Unicamp, três professores colaboradores de outras universidades e cerca de 20 estudantes de graduação, mestrado e doutorado. De acordo com o coordenador, Jorge Megid Neto, o grupo constituiu-se, desde o início, como forte referência nacional no campo das pesquisas de “estado da arte” sobre a produção acadêmica brasileira — estudos de análise e avaliação de teses e dissertações —, bem como no campo da análise e avaliação de livros didáticos da área de ciências.
 
Em seus 15 anos de existência, o Formar Ciências promoveu vários cursos de extensão de curta duração, além de cursos de especialização voltados principalmente para professores do ensino fundamental. Orientações individuais, grupos de estudos, atividades em disciplinas ou oficinas são outras atividades desenvolvidas. Um dos eventos mais importantes promovidos pelo grupo é o Encontro de Formação Continuada de Professores de Ciências (Enfoco), que já teve sete edições.
 
O grupo atende professores da educação básica das redes pública e particular e estudantes de cursos de licenciatura da Unicamp. “Também temos algumas ações que envolvem alunos do ensino médio de escolas públicas”, diz Neto. “Na pós-graduação, o público é bem diversificado e de várias regiões do país.”
 
Segundo Neto, como a demanda é maior do que a oferta, sempre há algum tipo de seleção para a participação de professores em oficinas.
 
Dentre as grandes atividades desenvolvidas este ano está a elaboração de catálogos analíticos de dissertações e teses na área de ciências da natureza e na de educação ambiental, em conjunto com a Universidade Estadual Paulista (Unesp), câmpus de Rio Claro, Universidade de São Paulo (USP), câmpus de Ribeirão Preto, e Universidade Federal de São Carlos (UFSCar). O grupo registra também em 2012 a consolidação do Programa de Pós-graduação Multiunidades em Ensino de Ciências e Matemática da Unicamp (mestrado e doutorado) e a formação complementar para alunos de ensino médio de escolas públicas, com recursos do programa Novos Talentos da Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (Capes) do Ministério da Educação.
 
Licenciado em física, Neto tem mestrado em educação, ensino de física, e doutorado em educação, ensino de ciências, ambos pela Unicamp. Coordenador de extensão da Faculdade de Educação e do programa Multiunidades de Pós-Graduação em Ensino de Ciências e Matemática, ele tem experiência como professor de física no ensino médio — atuou de 1979 a 1995.
 

Fonte: Jornal do Professor 
 
 
 
 
Para auxiliar a integração dos estudantes brasileiros que participarão do programa Ciência sem Fronteiras, o Ministério da Educação (MEC) lançou na terça-feira (18) o Inglês Sem Fronteiras. Entre as iniciativas da medida está a aplicação de 500 mil testes de nivelamento de proficiência em língua inglesa até 2014 e o fortalecimento do ensino de línguas nas universidades.
A primeira etapa do Inglês sem Fronteiras está prevista para ter início em fevereiro de 2013, com o atendimento de 40 mil estudantes que passarão pelos testes aplicados por instituições de educação superior certificadas. Ao longo do programa, serão também desenvolvidas ações que visam credenciar universidades para aplicação de testes de proficiência exigidos para o intercâmbio, como o Test of English as a Foreign Language (Toefl) e o International English Language Testing System (Ielts).
Representantes de dez universidades federais integram comissão criada para planejar, organizar e gerenciar as ações do programa. São elas as universidades federais de São Carlos (UFSCar), Santa Catarina (UFSC), Minas Gerais (UFMG), Uberlândia (UFU), Rio Grande do Sul (UFRGS), Fluminense (UFF), Ceará (UFC), Pernambuco (UFPE), Mato Grosso (UFMT) e da Universidade de Brasília (UnB).
Dos 500 mil alunos que farão os testes previstos pelo programa, 100 mil receberão uma senha para fazer um curso a distância de inglês. Destes, os 10 mil melhores poderão participar ainda de cursos presenciais nas universidades parceiras.
Cartão pré-pago
Durante o lançamento do Inglês sem Fronteiras, o ministro da Educação, Aloizio Mercadante, apresentará um cartão pré-pago do Banco do Brasil e do Banco do Brasil Américas que será usado como uma nova forma de pagamento das bolsas do Ciência sem Fronteiras. O novo sistema permitirá o pagamento do crédito em conta-corrente do estudante no exterior. Com ele, serão reduzidos os custos dos bolsistas e eliminada a necessidade de abertura de contas e pagamento de tarifas em bancos estrangeiros. O cartão poderá ser usado em todos os países que aceitam a bandeira Mastercard e possibilitará depósitos de outras fontes, como dos familiares, por exemplo.
Um estudante pós-graduando de máscara da biblioteca da universidade/faculdade.
Fonte: O Estado de SP


Crédito: Wilson Dias-Abr

A presidenta Dilma Rousseff defendeu hoje (18) a articulação entre a pesquisa científica no país e o segmento empresarial como forma de impulsionar a inovação e ampliar a competitividade da economia. A declaração foi feita durante a premiação dos vencedores do 26° Prêmio Jovem Cientista.

“Sabemos que o Brasil tem grande potencial para produzir conteúdo científico, tecnológico e de inovação. Temos pesquisadores e cientistas qualificados, temos que articular nossas pesquisas com o mundo empresarial”, destacou a presidenta. "Vamos investir cada vez mais em educação, em ciência e tecnologia, e estimular ações inovadoras", completou.
 
Nesta edição foram inscritos 2.070 projetos, sendo 1.768 na categoria ensino médio. As linhas de pesquisa deste ano abordaram questões ligadas à gestão esportiva como tecnologias da informação aplicadas ao esporte, design de vestuário esportivo, inovações em nutrição para atletas e recursos tecnológicos para diagnóstico e tratamento de lesões esportivas. O tema foi escolhido devido à Copa do Mundo de 2014 e às Olimpíadas de 2016, eventos que o Brasil se prepara para receber. Os premiados estão nas categorias Graduado, Estudante de Ensino Superior e de Ensino Médio.
 
A presidenta lembrou que as pesquisas desenvolvidas poderão ser usadas em benefício do país durante os grandes eventos. “Sem sombra de dúvidas, no mundo, tanto o esporte de alto desempenho quanto a indústria do esporte necessitam da ciência e desenvolvimento tecnológico para dar seus passos. Nenhum país que conseguiu dar grandes passos nos seus jogos abriu mão da ciência e tecnologia.”
 
Primeiro lugar na categoria Graduado, Rodrigo Gonçalves, da Universidade de São Paulo, desenvolveu a pesquisa Avanços em Genômica para Diagnósticos Moleculares no Esporte. Na categoria Estudante de Ensino Superior, a pesquisa desenvolvida por Priscila Ariane, da Universidade do Estado de Minas Gerais foi a vencedora. Ela pesquisou um material a ser usado em roupas para proteger atletas de aumento e queda bruscas de temperatura.
 
Na categoria Ensino Médio, o prêmio, que existe há 30 anos, foi para João Pedro Vital do Colégio de Aplicação da Universidade Federal do Rio de Janeiro. O estudante criou um aplicativo de celular para selecionar músicas de forma a estimular corredores a acelerar ou diminuir o ritmo.
 
Ao participar da entrega do prêmio, o ministro da Ciência, Tecnologia e Inovação, Marco Antonio Raupp, destacou a importância de estimular os jovens a se envolverem com a ciência e a inovação como forma de impulsionar o desenvolvimento do país. “Nos últimos anos, o Brasil optou por um modelo de desenvolvimento que exige cada vez mais da ciência. Para o crescimento econômico, a ciência é fundamental pois constitui bases para o desenvolvimento tecnológico. Ela é aliada indispensável para o desenvolvimento social, por exemplo, na educação”, disse.
 
Cada categoria premiou três projetos. Os graduados e estudantes de ensino superior recebem premiação em dinheiro e os estudantes de ensino médio ganham um computador. A premiação inclui também bolsas de pesquisa do Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq). Há ainda as categorias menção honrosa que reconheceu um pesquisador, e o mérito institucional que premiou duas instituições de ensino. A lista completa dos premiados está no site www.jovencientista.org.br
 
Fonte: Agência Brasil
 
 
 

O Ministério da Educação (MEC) publicou no Diário Oficial da União desta quarta-feira, 19, a lista que reúne os 207 cursos de ensino superior  que terão o vestibular 2013 suspenso por conta do desempenho ruim na avaliação realizada pelo Sistema Federal de Ensino em 2008 e em 2011. Nas avaliações em questão, os cursos obtiveram índices 1 e 2 no Conceito Preliminar de Curso (CPC), cuja escala de variação é de 1 a 5. As notas são consideradas insatisfatórias para o MEC. 

Confira a página 33 do Diário Oficial: http://migre.me/crWx3

Confira a página 34 do Diário Oficial: http://migre.me/crWA0

Confira a página 35 do Diário Oficial: http://migre.me/crWAM

Desse grupo, 117 cursos poderão ter a suspensão de oferta de vagas revista ao longo de 2013 por terem apresentado uma tendência positiva – subindo de 1 para 2 por exemplo. Para isso, terão de  corrigir eventuais deficiências e melhorar a qualidade do ensino. Nos 90 cursos restantes, de tendência negativa, o quadro é irreversível até 2014 ao menos. 
 
De acordo com Luana Bonone, presidenta da ANPG, esta é uma importante notícia ."A fiscalização tem se movimentado para impedir a perpetuação de cursos superiores de baixa qualidade. E ainda mais interessante que se valorize o esforço daquelas instituições que estão buscando corrigir as falhas, pois a lógica da avaliação deve ser exatamente esta: a de estimular a melhoria da qualidade, além valorizar os cursos de excelência. Os que não atingirem um patamar mínimo precisam mesmo fechar as portas a novos ingressantes até que possam oferecer educação de qualidade". Afirma. 
 
As instituições que apresentaram baixo desempenho terão que assinar um protocolo no qual se comprometam a corrigir em 60 dias as questões relacionadas a corpo docente (número mínimo de professores com dedicação exclusiva, mestrado e doutorado) e em 180 dias os problemas de infraestrutura (biblioteca, salas e equipamentos tecnológicos obrigatórios).
 
As punições fazem parte do conjunto de medidas de regulação e supervisão anunciadas nesta terça-feira, 18, pelo ministro da Educação, Aloizio Mercante, para enquadrar as instituições de ensino superior de má qualidade, avaliadas tanto no CPC, como no Índice Geral de Cursos. Caso não cumpram todos os compromissos que o MEC deve estabelecer com cada uma delas, as instituições poderão ser fechadas.
 
Os cursos e instituições com nota baixa já eram penalizadas com exclusão do Fies e do Prouni, programas do governo de estímulo ao acesso ao ensino superior.
 
 
Com informações do Estado de São Paulo.
 
Jouhanna Menegaz na mesa ‘Formação da Pós-Graduação em Saúde para consolidação do SUS", durante congresso da ABRASCO. 
Membros do Fórum Nacional de Pós-Graduandos em Saúde da ANPG reuniram-se na terça-feira (18) com a Secretaria de Gestão do Trabalho e da Educação na Saúde (SGTES) do Ministério da Saúde. O encontro é fruto das atividades realizadas neste ano pelo Forum, em especial da mesa e plenárias realizadas no mês de novembro no Congresso da Associação Brasileira de Saúde Coletiva (ABRASCO).
 
Participaram da reunião Mozart Júlio Tabosa Sales, secretário da SGTES, Mônica Sampaio de Carvalho e Felipe Proenço, do departamento de gestão da educação na saúde (Deges), Jouhanna Menegaz, secretária-geral da ANPG e os doutorandos Lúcia Guerra (FSP/USP) e David Soeiro (ENSP/APG/Fiocruz), membros do Fórum e representantes da ANPG no Fórum de Coordenadores da ABRASCO.
 
De acordo com Jouhanna este foi mais um importante passo da ANPG na direção de ampliar seus espaços de diálogo e atuação para contribuir com o desenvolvimento brasileiro através de áreas estratégicas como a saúde e a educação, para além da já destacada atuação da entidade junto a ciência e tecnologia.
 
Durante a reunião sinalizou-se a criação de uma comissão de trabalho para início de 2012 a ser composta pela ANPG, SGTES, buscando ainda articulação com outros parceiros e a Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (CAPES). Possivelmente será articulada a realização de um seminário de pós-graduandos em saúde para 2013 em parceria com a secretaria. 
 
Da redação
capa da edição número 3 da revista IDEIAS

Está no ar a nova edição da revista Idéias do Instituto de Filosofia e Ciências Humanas da Unicamp. O tema deste semestre é o "Debate Público e Filosofia no Brasil". Leia online aqui

A IDÉIAS é uma publicação semestral acadêmica de professores e alunos do Instituto de Filosofia e Ciências Humanas da Universidade Estadual de Campinas (IFCH/UNICAMP). 

Foi fundada em 1994 pelo Prof. Dr. Márcio Naves, do departamento de sociologia da mesma universidade, que, desde então, tem colaborado imensamente para fortalecimento do debate acadêmico, via esta revista.
 
Em 2009, a Idéias reestruturou-se a partir da iniciativa de alunos de graduação e pós-graduação do Instituto de Filosofia e Ciências Humanas da Unicamp, que visualizavam a importância deste periódico para o meio acadêmico. Assim, o primeiro número dessa nova série – o Dossiê: Um balanço Crítico da redemocratização no Brasil – tem um amplo significado para os alunos e professores desse instituto, pois se trata de um número que celebra a volta do periódico que encontrava-se parado desde 2007, quando foi lançado seu último número. Este número convida o leitor a reflexão da problemática instituída no Brasil pós-ditadura militar. 
 
O objetivo da publicação é integrar os pesquisadores da Unicamp e de outras instituições ao debate Científico e Acadêmico, tendo por finalidade a publicação de trabalhos em Ciências Humanas,  divulgando artigos, resenhas, traduções e entrevistas de relevância para o debate acadêmico. 
 
Da redação, com informações da Revista Idéias
A Comissão de Relações Exteriores do Senado Federal aprovou ontem (13) o requerimento apresentado pela senadora Ana Amélia (PP/RS) para a realização de uma audiência pública, com entidades científicas e estudantis, para debater o Projeto de Lei do Senado nº 399 de 2011.
 
De autoria do senador Roberto Requião (PMDB/PR), o projeto prevê alterar a Lei de Diretrizes Básicas (LDB) da educação. Pela legislação em vigor, o processo de reconhecimento desses títulos no Brasil é realizado pelas universidades públicas.
 
No dia 29 de novembro, a SBPC e a Academia Brasileira de Ciências (ABC), encaminharam uma carta aos senadores pedindo cautela na aprovação do projeto. A carta está disponível em http://www.jornaldaciencia.org.br/Detalhe.jsp?id=85164.
 
A ANPG também esteve presente na Comissão de Relações Exteriores e Defesa Nacional, onde apresentou um ofício direcionado aos senadores que compõem a comissão, solicitando o diálogo com a comunidade científica antes da votação do PL. Em resposta ao pleito dos cientistas, nesse mesmo dia, a senadora Ana Amélia pediu vistas ao PL 399/11, que estava na pauta de votação da Comissão de Relações Exteriores, e agora a comissão realizará um debate público para tratar do tema.
 
Para a audiência pública serão convidados representantes da SBPC, da Associação Nacional de Pós- Graduandos (ANPG), da Associação Nacional dos Pós-Graduandos em Instituições Estrangeiras de Ensino Superior (ANPGIEES), da Associação Brasileira de Pós-Graduados no Mercosul (ABPós Mercosul), da Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (Capes), do Conselho Nacional de Educação (CNE), da Academia Nacional de Medicina (ANM) e da União Nacional dos Estudantes (UNE). A data da audiência pública ainda não foi marcada.
 
Leia também:
 
 
 
Fonte: Jornal da Ciência 
O ministro da Ciência, Tecnologia e Inovação, Marco Antonio Raupp, esteve reunido na quarta-feira (12) com os institutos de pesquisa e organizações sociais ligados à pasta. Ele apresentou a Plataforma Aquarius, voltada a modernizar os procedimentos de gestão e garantir transparência à sociedade civil e aos órgãos de controle externo.
 
"Um instrumento desse tipo é fundamental para analisar quais os impactos das contribuições do MCTI para obter maior desenvoltura dos procedimentos. Tem o objetivo de modernizar e dinamizar a gestão estratégica do ministério, além de avaliar a celeridade dos processos", explicou.
 
Raupp enfatizou a importância da adesão à iniciativa e convocou os dirigentes das instituições a participar de forma efetiva no processo de modernização do sistema, para o aperfeiçoamento do controle de dados. "Esta nova estrutura visa à modelagem e à automação dos processos do MCTI. É um projeto cooperativo em que todos devem acreditar para que funcione plenamente", observou. "É um conceito que exige evolução contínua. Envolve, principalmente, melhorias nos procedimentos de governança."
 
A Plataforma Aquarius é uma iniciativa concebida pelo MCTI e desenvolvida desde junho de 2011, pelo Centro de Gestão e Estudos Estratégicos (CGEE), organização social supervisionada pela pasta. Por envolver dados abertos (open data), o sistema informacional integra a proposta brasileira no âmbito do projeto Open Government Partnership (Parceria para Governo Aberto), que congrega conhecimentos de transparência governamental de vários países.
 
Software livre
 
O secretário executivo do MCTI, Luiz Antonio Elias, explicou que o sistema foi idealizado para possibilitar a transformação de todas as estruturas de informações do ministério, e dos institutos e organizações sociais ligados à pasta, de modo que pudessem ser inseridas em um software livre, e ainda, disponibilizadas ao público.
 
Segundo Elias, as proposições estabelecidas na Plataforma Aquarius poderão nortear a execução das ações implementadas pelo MCTI a partir de 2014, com a possibilidade de adequação da Estratégia Nacional de Ciência e Tecnologia (Encti) 2012-2015. "Para que o acompanhamento seja mais rigoroso, deve haver uma sistematização aprimorada do processo de aglutinação de dados das políticas públicas científicas e tecnológicas", ressaltou.
 
Já o coordenador-geral de Gestão e Inovação do MCTI, Paulo Henrique de Assis Santana, afirmou que a plataforma terá um conceito multiusuário, já que mais dois ministérios terão acesso a sua operação de dados – Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior (MDIC) e Fazenda (MF). "O sistema de um ministério ou instituto que funciona de forma isolada está obsoleto. É passada a época desse tipo de atuação. Ele não oferece qualificação na gestão", frisou.
 
De acordo com Santana, a intenção é dar à Aquarius um perfil interativo, com a possibilidade de participação popular na sua estruturação. A ideia é contar com a colaboração da sociedade civil na produção de ferramentas que aprimorem o funcionamento do site. O ministério desenvolverá um aplicativo móvel para facilitar o acompanhamento de processos por smartphone.
 
A página terá ainda uma ferramenta denominada monitor, que medirá a eficácia das ações em operação no sistema. Ela deverá checar, por exemplo, o alcance dos resultados de cada iniciativa implantada e mapeará se a infraestrutura instalada no país está contribuindo de forma eficaz para a produção científica e tecnológica.
 
Fonte: Ascom do MCTI