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Estudantes reunidos com Ministro da Educação, Aloízio Mercadantes. Crédito: Luana Bonone (Clique na imagem para ampliar)

A Associação Nacional dos Pós-Graduandos (ANPG), União Nacional dos Estudantes (UNE) e União Brasileira dos Estudantes Secundaristas (UBES) foram recebidos nesta terça-feira (13), pelo Ministro da Educação, Aloízio Mercadante. O movimento estudantil foi reafirmar seu compromisso na luta pelos royalties e pelo Fundo Social do Pré Sal e exigir do governo federal coerência para seguir adiante na luta em defesa da educação brasileira.

Participaram da reunião Luana Bonone, presidenta da ANPG, Daniel Iliescu, presidente da UNE, a vice-presidenta da UNE, Clarissa Cunha, a secretária-geral, Michelle Bressan, o 1o vice-presidente, Yuri Pires, o diretor Jonatas Moreth e Eduardo, vice-presidente da UBES no DF. 

O encontro deliberou sobre uma bandeira unificada, onde serão envolvidos todos os movimentos que compuseram a luta pela educação neste último período, para que num esforço conjunto a educação brasileira seja vitoriosa.

A nova fase da campanha é composta por diversas linhas de atuação, constituída por muita pressão popular e grandes mobilizações, caraterística latente dos militantes do movimento estudantil.

Foi definido na reunião que uma Carta-Compromisso destinada à presidenta Dilma, – assinada pelas entidades dos movimentos educacional, estudantil e popular, além dos prefeitos recém-eleitos e governadores – será redigida com o objetivo de pressionar para que a presidenta regulamente o PL, decretando que a riqueza deve ser revertida em investimento na educação, com o 50% do Fundo Social do Pré- Sal e 100% dos royalties da união.

A partir de hoje, uma forte campanha pelo #RegulamentaDilma será a  linha dos estudantes reivindicando que a presidenta, que tem até o dia 30 de novembro, se posicione sobre sanção e/ou vetos ao PL 2565/11.

A pressão do movimento também se debruçará sobre o Plano Nacional de Educação. Para vigorar definitivamente, o Plano que prevê a aplicação até 2020 de 10% do Produto Interno Bruto (PIB) na educação, seguirá para votação no Senado.  É neste contexto, que mobilizações serão feitas para que sejam incluídas nas metas do Plano, as reinvindicações dos estudantes.

Escolas e universidades estão sendo mobilizados durante o mês de novembro por todo o Brasil. Tuitaços serão realizados todos os dias, com as hashtag, #RegulamentaDilma #RoyaltiesPraEducação #PréSalPraEducação

De acordo com Luana Bonone, presidenta da ANPG, esse esforço que as entidades vêm fazendo para garantir a destinação dos recursos, parte da convicção de que educação é o futuro do país. “Estamos falando de recursos que tem data de validade. É necessário que os recursos do Pré-Sal sejam investidos em elementos que darão retorno para o Brasil. A educação é libertadora.”

Quando questionado sobre os investimentos na área de Ciência, Tecnologia e Inovação, o Ministro afirmou que a conquista por mais verbas para Educação, consequentemente, contemplarão as áreas correlacionadas.  

A comunidade científica, que atua em defesa do avanço da ciência, tecnologia e inovação,  também já consideram a transição para um novo tempo de luta. Ao lado da ANPG, a Sociedade Brasileira para o Progresso da Ciência (SBPC) e a Academia Brasileira de Ciências (ABC), participaram efetivamente dos debates determinantes neste último período. (Leia mais aqui)

DEMAIS PAUTAS

O Ministro Aloízio Mercadante, discorreu sobre uma possível legislação penal para o ENEM, no intuito de coibir ações que deslegitimam o processo. No final de semana da prova, surgiram boatos sobre o cancelamento, com postagens nas redes sociais dando conta de um vazamento do gabarito.

A revista Veja, por sua vez, incitou que alunos tirassem fotos, o que viola as normas do ENEM. Por conta desse imprevisto, 65 alunos foram desclassificados.

As entidades se colocaram a disposição do Ministério, para avaliar a necessidade de tal medida e sua implementação.

O Sistema Nacional de Avaliação da Educação Superior também foi pauta da reunião. Luana Bonone destacou ao Ministro que a avaliação precisa levar em conta as especializações, bem como, financiamentos e elementos de fiscalização.

Na comissão que acompanhará as ações do MEC, na qual a ANPG tem acento, a proposta de bolsa tutoria para estudantes cotistas, apresentada pela entidade, também é defendida pelo próprio MEC, e deve ter desdobramentos nas próximas reuniões.  

Da redação

 

Os livros são disponibilizados pela Cultura Acadêmica, parte da Fundação Editora da UNESP
 
A Universidade Estadual Paulista (UNESP), através da Cultura Acadêmica (um dos braços de sua editora principal), está disponibilizando 120 títulos acadêmicos em formato digital para download gratuito. Os livros estão divididos em 23 áreas do conhecimento e são voltados para estudantes de graduação e pós-graduação que precisam de material de apoio para desenvolver projetos acadêmicos.
 
Confira nos links a seguir quais são os livros disponibilizados pela Cultura Acadêmica:
 
 
Fonte: Universia Brasil
 
 
 
 

Começa na quarta-feira (14) o 10º Congresso Brasileiro de Saúde Coletiva evento organizado pela Associação Brasileira de Saúde Coletiva/ABRASCO. O Congresso será realizado no campus da Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS) e deverá reunir aproximadamente seis mil congressistas, entre docentes, pesquisadores, gestores e profissionais de saúde para debater e enfrentar os desafios teóricos e práticos do campo, tendo como tema central: “Saúde é Desenvolvimento: Ciência para a Cidadania”.

Dentro da programação do Congresso, a ANPG realizará o Encontro Nacional de Pós-Graduandos em Saúde, durante os dias 16 e 17 de novembro. 
 
O Abrascão 2012 traz a proposta do Abrasco Jovem – um espaço de integração científica entre a graduação e a pós-graduação, cujos trabalhos tenham os estudantes como os primeiros autores. Nesta proposta, o Fórum Nacional de Pós-graduandos em Saúde da Associação Nacional de Pós-graduandos (ANPG) esteve representado pelos doutorandos Lúcia Guerra (FSP/USP) e David Soeiro (ENSP/APG/Fiocruz), que participaram ativamente da organização das atividades do evento.
 
O Abrasco Jovem contará com comunicações coordenadas e pôsteres, em período específico e exclusivo das manhãs dos dias 16, 17 e 18 de novembro de 2012, na Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS) em Porto Alegre-RS.
 
16 de Novembro (14h-18h)
Local: CENTRO DE EVENTOS PLAZA SÃO RAFAEL
Av. Alberto Bins, 514 – Centro Histórico, CEP. 90030-140, Porto Alegre-RS
 
14h – 16h
Mesa: Formação da Pós-graduação em Saúde para consolidação do SUS
 
Jouhanna Menegaz – Secretária Geral da Associação Nacional de Pós-Graduandos – ANPG (UFSC)
Mozart Sales – Secretaria de Gestão do Trabalho e da Educação na Saúde/MS
Rita Barata – Representante – Saúde Coletiva/Capes
Ricardo Ceccim – Rede Unida
Maria Amélia Veras – Fórum de coordenadores de Pós-graduação em Saúde Coletiva
Marcos Vinicius Soares Pedrosa – Diretor de Saúde da ANPG (UNIFESP)
 
16h – 18h
Plenária do Fórum Nacional de Pós-Graduandos em Saúde (FNPGS)
Coordenação: David Soeiro, Lúcia  Guerra, Jouhanna Menegaz, Marcos Asas
 
17 de Novembro (16h às 18h)
Local: Tenda Paulo Freire (UFRGS)
 
Roda de conversa – Graduação e Pós-graduação em saúde coletiva no Brasil: dilemas e perspectivas de atuação no campo
Debatedores: Fórum Nacional de Pós-graduandos em Saúde/Associação Nacional de Pós-Graduandos (ANPG) e Coordenação Nacional dos Estudantes de Saúde Coletiva (CONESC)
 
MEMÓRIA
 
O Fórum Nacional de Pós-Graduandos em Saúde (FNPGS) foi constituído por estudantes de pós-graduação da área da saúde de todo o país, a partir de um espaço promovido pela Associação Nacional de Pós-Graduandos durante o XXII Congresso Nacional da entidade (UFRJ -Rio de Janeiro, 2010) que teve como tema “A Ciência não está de braços cruzados. E você? – Avançar na Pós-graduação para Transformar o Brasil”, no qual a vice-presidente da Abrasco Profª Drª Lígia Bahia, juntamente com Prof. Dr. Emerson Merhy (UFF) estiveram presentes nos grupos de debates simultâneos (GDs) da área da saúde.
 
Em maio deste ano, este fórum foi retomado no XXIII Congresso Nacional de Pós-Graduandos da ANPG (UNIFESP – São Paulo, 2012). Trata-se de um movimento permanente de discussões e ações direcionadas aos temas que englobam saúde, alinhados ao Plano Nacional de Pós-Graduação 2011-2020 e a defesa de um sistema de saúde (SUS) com acesso universal à população brasileira.
 
Desde sua criação, o FNPGS tem realizado diversas atividades descentralizadas, tendo a ANPG como percussora de suas ações. Durante o Congresso da Rede Unida realizado em maio de 2012 na cidade do Rio de Janeiro, os pós-graduandos apresentaram suas contribuições ao debate em carta aberta, reiterando o compromisso do coletivo em aprofundar o debate.
 
O FNPGS também publicou na série especial da Revista Saúde em Debate (CEBES) Desenvolvimento e Sustentabilidade: desafios da Rio + 20 (v.36, p. 116-119, jun. 2012) a “Carta do Fórum Nacional de Pós-Graduandos em Saúde à Sociedade Brasileira”, onde são apresentadas suas pautas, propostas e pretensões, quanto um coletivo de estudantes da área da saúde da pós-graduação brasileira. Acesse a carta na íntegra aqui.
 
Da redação
 
 
 


Crédito: Vitor Vogel (Clique na imagem para ampliar)

A Associação Nacional dos Pós-Graduandos (ANPG), União Nacional dos Estudantes (UNE) e União Brasileira dos Estudantes Secundaristas (UBES) serão recebidos nesta terça-feira (13), pelo Ministro da Educação, Aloízio Mercadante.

O objetivo do encontro é traçar estratégias para garantir a destinação de 100% dos royalties para a educação, ciência e tecnologia. O governo, os movimentos educacionais e estudantis e diversos setores da sociedade, estão convencidos de que a luta não acabou.
 
Na última quinta-feira, ao discursar na cerimônia de lançamento do Pacto Nacional pela Alfabetização, Mercadante afirmou. “A Câmara votou o Plano Nacional de Educação por unanimidade e estabeleceu que em 10 anos deveríamos dobrar os investimentos em educação, chegando a 10% do PIB. Mas, até o momento, não temos uma fonte de financiamento capaz de cumprir essa meta (…) O caminho era a riqueza nova que estamos descobrindo, a riqueza dos royalties do petróleo (…) Essa luta não acabou. Vamos agora, junto ao Senado, continuar lutando para que os royalties sejam encaminhados para a educação”, disse.
 
Os movimentos que atuam em defesa de mais investimentos em educação, ciência, tecnologia e inovação já consideram a transição para um novo período de intensa mobilização. Leia mais aqui
 
A reunião acontece no MEC, às 11 horas.
 
Da redação, com informação do Blog do Planalto

A diretoria da ANPG definiu em sua última reunião, um calendário de ações para o próximo período e, entre as diversas atividades que a entidade promoverá, está o Encontro de Representantes Discentes. 

A previsão é que o Encontro aconteça em Outubro de 2013, junto da Semana Nacional de Ciência e Tecnologia. Para isso, a ANPG convoca a comunidade científica e acadêmica, para juntos construir a atividade, bem como, identificar os temas relevantes para serem os norteadores dos debates. Trata-se de um esforço da entidade em dialogar, cada vez mais, com a pós-graduação brasileira. 
 
Através de uma consulta pública, os estudantes poderão contribuir no processo de formulação, respondendo a pergunta: “Qual deve ser a pauta do encontro de representantes discentes da ANPG?”.
Acesse o link aqui.
 
Participe e dê sua contribuição.
 
Da redação
 

A Câmara de Educação Superior (CES) do Conselho Nacional de Educação (CNE) realizará o Fórum Nacional “Políticas e Gestão da Educação Superior no Brasil”, nos dias 29 e 30 de novembro de 2012, no seu Edifício Sede em Brasília-DF.

O Conselho Nacional de Educação promoverá o Fórum com o objetivo de proporcionar análise crítica das políticas e gestão da Educação Superior brasileira, na última década e, discussão sobre o seu futuro, tendo por eixos o Plano Nacional de Educação (PNE) 2011-2020 e os grandes temas, cenários e paradigmas contemporâneos, visando à construção de diretrizes para a promoção de um novo ciclo de expansão com qualidade.
 
O Fórum é direcionado à gestores, profissionais e pesquisadores interessados no tema. Para participar basta enviar email para [email protected],  confirmando participação. 
 
Clique aqui para acessar programação.
 
Da redação
A presidente da República, Dilma Roussef, receberá nos próximos dias um relatório completo sobre as perdas que a área de CT&I terá com a recente aprovação da distribuição dos royalties do petróleo entre todos os estados e municípios. De acordo com o ministro da Ciência, Tecnologia e Inovação, Marco Antonio Raupp, o texto do Projeto de Lei nº 2655/11 aprovado mexeu com a arrecadação do CT-Petro, principal fonte de recursos do Fundo Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (FNDCT).
 
"O Projeto de Lei afetou os contratos [de exploração do petróleo] já assinados. Já mandei fazer um levantamento para saber qual é o ganho e o prejuízo que o FNDCT terá com o que foi aprovado", afirmou o ministro. Raupp descartou, em um primeiro momento, pedir à presidente que vete a legislação aprovada pelos deputados na terça-feira (6).
 
Já o ministro da Educação, Aloizio Mercadante, afirmou que vai continuar "lutando" para que os recursos provenientes dos royalties do petróleo sejam completamente investidos em educação. "A Câmara [dos Deputados] aprovou o Plano Nacional de Educação [PNE], em que está previsto dobrar o investimento em educação nos próximos dez anos, mas não definiu nenhuma fonte concreta para que isto ocorra. Não basta dizer onde nós devemos chegar, tem que dizer como chegaremos lá, qual a fonte do orçamento que vai aumentar a fonte para educação. A presidente Dilma propôs um caminho, que todos os royalties do petróleo dos estados, dos municípios e da União fossem para a educação. Nós vamos continuar perseguindo essa meta", defendeu Mercadante.
 
O ministro ressaltou que vai dialogar com senadores, prefeitos e governadores para garantir apoio no Senado para que os royalties sejam direcionados para a educação. "Vamos sentar com os senadores e discutir a matéria. É imprescindível que royalties do petróleo, que é uma riqueza não renovável e temporária [sejam investidos em Educação]. Ela não pode ser destinada ao inchaço da máquina pública. Temos que pensar o Brasil pós-petróleo, com educação de qualidade, universal e para todos para permitir o desenvolvimento futuro do país quando as reservas de petróleo já não estiverem mas aí para os nossos netos. Esse é o sentido verdadeiro dos royalties", disse.
 
Análise exaustiva 
 
A presidente Dilma Rousseff afirmou ontem que ainda não decidiu se vai vetar algum artigo da lei que trata da partilha dos royalties do petróleo. Ela reiterou que a decisão será feita depois de estudar o texto aprovado pelo Senado e pela Câmara. "Eu não tenho a lei, eu vou avaliar a lei. Eu nunca nem a vi ainda. Eu seria uma pessoa leviana se, sem recebê-la, eu falasse sobre ela", disse Dilma.
 
Por meio do "Blog do Planalto", a presidente já havia afirmado que "fará uma exaustiva análise do projeto de royalties aprovado pela Câmara antes de concluir pela sua sanção, veto total ou veto parcial". Após receber o texto, a presidente tem 15 dias úteis para fazer a análise da lei.
 
Fonte: Jornal da Ciência 
 
A Associação de Pós-Graduandos da Pontífica Universidade Católica do Estado de Minas Gerais (APG/PUC-MG) lançou uma carta aberta sobre o processo de demissão em massa dos professores da instituição. De acordo com a nota, trata-se de medidas que visam a redução de custo, em detrimento da qualidade do ensino. As demissões têm sido promovidas com critérios pouco claros, sem diálogo com a classe. 
 
Leia abaixo a íntegra do texto:
 
 
A PUC Minas é uma instituição de ensino respeitada, com mais de meio século de existência. É a maior Universidade Católica do mundo, a maior Universidade privada do Estado de Minas Gerais, está no ranking das maiores e mais compromissadas Universidades privadas do Brasil.
 
Entre os compromissos assumidos pela PUC Minas com a sociedade estão: a promoção do desenvolvimento humano e social, de modo a contribuir para a formação humanista e científica de profissionais competentes, que tenha como base valores da ética e da solidariedade e compromisso com o bem comum, mediante a produção e disseminação das ciências, das artes e da cultura, a interdisciplinaridade e a integração entre a Universidade e a sociedade.
 
Entre os princípios da Universidade estão: a promoção do bem comum e da dignidade da pessoa humana; o compromisso com a inclusão e a justiça social; integração e pluralismo na articulação e nas concepções de ensino, pesquisa e extensão, respeitados os projetos pedagógicos e as diretrizes fixadas pelos órgãos de deliberação superior e a valorização do mérito acadêmico.
O nascimento da PUC Minas coincide com o reconhecimento de que a educação é um bem comum, que deve ser partilhado por todos (as), um direito que está no rol daqueles que são fundamentais a qualquer ser humano.
 
Essa concepção, infelizmente, foi quebrada na década de 1990 e o ensino universitário passou a ser compreendido, em todo o mundo ocidental, como mercadoria e instrumento para a formação de mão-de-obra, desligado dos compromissos éticos e morais.
 
A PUC Minas foi um importante locus de resistência à essa perversa lógica e muito contribuiu para que hoje no Brasil encarássemos a educação sob o prisma republicano, ou seja, instrumento de formação de consciência cidadã, que propicia a consolidação e radicalização do sistema democrático.
Mas, infelizmente, contrapondo-se à toda sua história e ao atual momento brasileiro, a PUC Minas retrocede. No ano de 2012, a comunidade acadêmica (docentes, discentes, corpo administrativo) está sendo surpreendida pela adoção, pela PUC Minas, de técnicas de gestão de recursos humanos utilizadas nos setores industriais.
 
Isso tem significado a demissão em massa de professores e empregados, com objetivo de redução de custos, sem qualquer preocupação com os aspectos humanísticos e acadêmicos.
 
Na história da PUC Minas esse é o primeiro momento em que se visualiza tais práticas tão desrespeitosas com os direitos humanos e o compromisso com a qualidade acadêmica.
 
As demissões tem sido promovidas com critérios pouco claros, sem diálogo com o Sindicato, abrangendo professores e empregados com longo tempo de relação com a Universidade. Ao adotar essa prática, a PUC Minas deixa de avaliar que a pesquisa acadêmica, de qualidade, se desenvolve em ambientes de cooperação e solidariedade e que a pesquisa demanda tempo e exige a participação de pesquisadores experientes, que se encontram no auge de sua produção intelectual.
 
Jovialidade e experiência, conjugadas, são elementos essenciais para a construção do saber. A lógica industrial não serve para instituições de ensino que possuem o compromisso com a ética e a construção do conhecimento.
 
Além disso, é importante salientar que a educação é uma concessão pública e que a PUC Minas é uma entidade filantrópica que goza de isenções fiscais por tal fato.
 
No ano de 2011, a PUC Minas obteve 50 milhões de lucro, o que, inclusive, quebra sua filantropia. Mesmo assim promoveu aumento das mensalidades, o que gerou o movimento de reação dos estudantes que se expressou no “Eu sambo no Coreu”. 
 
Utilizando o argumento de que os estudantes não aceitaram o aumento das mensalidades, a PUC Minas busca agora destruir a qualidade de seu ensino e pesquisa, algo que o corpo discente não pode aceitar.
 
Assim, a APG PUC Minas- Associação de Pós-Graduandos da PUC Minas vem, a público, manifestar todo seu apoio e solidariedade ao corpo docente e administrativo da PUC Minas, repudiando tal atitude, se colocando à disposição para efetuar mobilizações e discussões e solicitando o apoio de outras entidades do mundo do trabalho, do movimento estudantil e de outros segmentos dos movimentos sociais.
 
Educação não é mercadoria! Não à lógica industrial na Universidade!
 
APG PUC Minas

 

Durante toda semana, a mobilização nacional da ANPG movimentou universidades de diversas regiões. As APGs, comprometidas com a luta dos pós-graduandos, articularam reuniões, manifestações e debates para reafirmar a necessidade de uma política de valorização da pesquisa e o reajuste das bolsas, garantida através do PL dos Pós-Graduandos. 

Na internet, o twittaço chamou atenção dos internautas que aderiram ao movimento #PLdosposgraduandos. 

O abaixo assinado pela valorização das bolsas também foi retomado. Lançado em Fevereiro de 2011, o documento tem por volta de 50 mil assinaturas. 

 

Quer compartilhar a atividade da sua universidade aqui?

 

 
Entre em contato pelo email para [email protected]
 
 APG/UFPE
APG/UFPE reunida com o vice-reitor, Silvio Marques (clique na imagem para ampliar)
A Associação de Pós-Graduandos da Universidade Federal de Pernambuco (APG/UFPE) foi recebida na quarta-feira (7) pelo vice-reitor, Silvio Marques, para discutir o PL dos Pós-Graduandos, valorização e outros temas de interesse dos estudantes. Em breve será lançada uma nota sobre os indicativos da reunião.
 
O reitor Anísio Brasileiro e o vice-reitor Silvio Marques, participarão na sexta-feira (9) de um almoço no restaurante universitário. O convite foi feito pela Associação Pós-graduandos UFPE, como parte da programação da Semana de Nacional de Mobilização na universidade. 
 
Antes, às 11h30, os estudantes se reunirão para produzir os materiais de divulgação que serão, posteriormente, espalhados em local de grande circulação.
 
Os pós-graduandos ainda aguardam a confirmação da reunião com o secretário de Ciência e Tecnologia de Pernambuco, Marcelino Granja, que já sinalizou que receberá os pós-graduandos na semana que vem.
 
Acompanhe a APG/UFPE por aqui. Para mais informações, entre em contato com Hercília Melo pelo email: [email protected]
 
 
APG/UFJF
 
A Semana Nacional de Mobilização também segue firme em Juíz de Fora. Na quinta-feira (8) a Associação de Pós-Graduandos da Universidade Federal de Juiz de Fora (APG/UFJF), promoveu o "Ato-Debate: Direito dos Pós-Graduandos", com a participação do pró-reitor de pós-graduação, professor Fernando Aarestrup.  
 
No começo da semana, a entidade se reuniu com o Reitor, professor Henrique Duque, para apresentar um conjunto de reivindicações que norteiam a luta dos pós-graduandos. Estiveram presentes na reunião, o pró-reitor de pós-graduação, professor Fernando Aarestrup,  e os membros da entidade, Hyllo Nader, vice-presidente da ANPG e mestrando em História, Gabriel, mestrando em Geografia, Franciany, mestranda em História e  Suely Ribeiro, doutoranda em Ciências da Religião.
 
Uma das pautas latentes dos pesquisadores da universidade, consiste em ampliar o acesso ao Apoio Estudantil. Hoje há uma cláusula do edital que impossibilita que estudantes com diploma em curso superior concorreram aos benefícios do auxílio universitário. Tal medida, retira dos pós-graduandos em vulnerabilidade econômica a oportunidade de serem contemplados.  O reitor se comprometeu a apresentar no Conselho Universitário uma minuta com vistas à alterar o texto, permitindo, assim, que  os alunos dos programas de Mestrado e Doutorado participem do edital.
 
Além disso, foi solicitado representação dos pós-graduandos no Conselho Superior da Universidade e participação no Projeto de Universalização de Línguas (PU), que oferece cursos instrumentais em línguas, somente, para os alunos da graduação. Em linhas gerais, as reinvindicações foram bem recebidas e encaminhadas para análise.
 
A valorização das bolsas de pesquisa também foi tema da reunião. O reitor professor Henrique Duque, se comprometeu em levar a  reinvindicação na próxima reunião da Associação Nacional dos Dirigentes das Instituições Federais de Ensino Superior (Andifes), e seguir o caminho do reajuste concedido pela Capes e CNPq, também, na UFJF.
 
 
APG/UNIFESP
 
A Associação de Pós-Graduandos da Universidade Federal de São Paulo (APG/UNIFESP), que acaba de eleger sua nova diretoria, organizou um grande ato em frente ao Edifício de Pesquisa II, na universidade. Com diversos cartazes e palavras de ordem, os pesquisadores reivindicaram pelo reajuste das bolsas de pesquisa. Veja as fotos do ato:
 

Pós-Graduandos manifestam na UNIFESP, durante Semana de Mobilização Nacional. (clique na imagem para ampliar)

 
 

APG/UFMG
 
Em audiência na manhã na quarta-feira, no campus Pampulha, a Associação de Pós-graduandos da UFMG discutiu a proposta de reajuste do valor das bolsas de pesquisa e projeto de lei que prevê a adoção de política permanente de valorização desse benefício.
 
A Audiência Pública tem a intenção de deliberar sobre um índice de valorização permanente que seja elencado durante o evento (ex. PIB, salário de servidor público, etc.), que possa ser levado ao Legislativo pela ANPG. Após a audiência os alunos caminharam até a Reitoria para uma manifestação em prol dos direitos dos pós-graduandos.
 
 
APG/UFBA
 
A Comissão de Mobilização da Associação de Pós-Graduandos da Universidade Federal da Bahia (APG/UFBA) organiza a Semana de Mobilização dos estudantes de Pós-Graduação na UFBA, prevendo-a para o início do mês de dezembro, tendo em vista que até o dia 21 de novembro os estudantes encontram-se em recesso. As atividades em construção abrangem panfletagens e debates sobre a pauta nacional dos estudantes no que se refere às bolsas de Pós-Graduação, política permanente de valorização das bolsas, PL dos pós-graduandos, a Pós-Graduação no Brasil, na Bahia e na UFBA e as pautas estudantis locais. A Comissão de Mobilização convoca a todos os estudantes de Pós-Graduação da UFBA para participação nas atividades da Semana Nacional de Mobilização, cuja programação será divulgada em breve.
 
Para mais informações, entre em contato com Maíra Gentil pelo email:[email protected]
 
 
APG/USP
 
Os pós-graduandos da Universidade de São Paulo se reuniram no Instituto de Química da instituição na quarta-feira (7). De acordo com Marcelo Arias, vice-presidente regional São Paulo, o debate discorreu sobre o PNAES, reajuste de bolsas e, prioritariamente, o PL dos Pós-Graduandos.
 
Crédito: Marcelo Arias (clique na imagem para ampliar)

 

APG/FIOCRUZ

Durante o 4º Fórum de Integração dos Alunos de Pós-Graduação do Instituto Oswaldo Cruz, em Búzios, Rio de Janeiro, os pesquisadores do Mestrado e Doutorado da instituição, reivindicaram por uma política permanente de reajuste de bolsas e uma maior valorização da pesquisa. 

Crédito: Gutemberg Brito (clique na imagem para ampliar)

 

Da redação, com informações das APGs

 
 
 
Considerando a necessidade de inclusão dos pós-graduandos nas ações e objetivos do Programa Nacional de Assistência Estudantil (PNAES), a ANPG lançou em 26 de Outubro, uma consulta pública destinada a ouvir as demandas dos estudantes espalhados pelo País. O atual PNAES, executado no âmbito do Ministério da Educação, tem por finalidade ampliar as condições de permanência dos jovens na educação superior pública federal, visando o atendimento de estudantes regularmente matriculados em cursos de graduação presencial.
 
A necessidade de reformulação da política vigente, que também é uma demanda do movimento nacional de pós-graduandos e bandeira da ANPG, está sendo levantada na comissão incumbida de acompanhar as ações do Ministério da Educação (MEC) com vistas à consolidação do processo de expansão das universidades federais e de tratar dos assuntos estudantis correlatos ao tema.
 
Para contribuir nesse processo de reformulação, basta acessar este link:
 
 
Da redação