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O Ministério de Ciência, Tecnologia e Inovação (MCTI) colocou no ar um site exclusivo para a edição 2012 da Semana Nacional de Ciência e Tecnologia (SNCT 2012), que permite o acesso a todas as informações do evento.

Para este ano, a SNCT – que ocorre de 15 a 21 de outubro – promoverá e estimulará, em todo o país, atividades de difusão e disseminação de conhecimentos científicos e tecnológicos associados ao tema principal "Economia verde, sustentabilidade e erradicação da pobreza", inspirado na Conferência das Nações Unidas para o Desenvolvimento Sustentável (Rio+20).

 
Outro objetivo importante da Semana é debater estratégias e mudanças necessárias para uma economia verde que, em conexão com um desenvolvimento sustentável, contribua para a erradicação da pobreza e a diminuição das desigualdades sociais no País.
 
Entre as seções do novo site, destaque para o "mapa do site", "instituições participantes", "fale com a coordenação do seu Estado ou Município", "reuniões preparatórias", "pH do Planeta", "downloads", "editais", "ciência no Brasil", "ver ciência – vídeos de divulgação científica", "a ciência que eu faço", "fale conosco", "trabalho voluntário", "a Semana em outros anos" e "links".
 
Pelo site, o visitante também poderá conferir as "notícias da semana", "como participar", "a semana" e "agência C&T". Na seção "como participar", por exemplo, é possível acessar, gratuitamente, as informações da SNCT do seu estado, como atividades e contatos locais, além de notícias, artigos, vídeos e outros materiais, assim como solicitar material de divulgação da SNCT para sua região ou instituição, como cartazes, folders, vídeos, etc.
 
Desde 2004, a Semana Nacional de Ciência e Tecnologia (SNCT) tem registrado participação crescente de instituições de pesquisa, de ensino e municípios. Em 2011, foram realizadas 16 mil atividades, em 654 municípios brasileiros.
 
Confira aqui
 
Fonte: Jornal da Ciência 

O lançamento da Comissão da Verdade da Universidade de Brasília (UnB) aconteceu na última sexta (10), no auditório da reitoria. Cerca de 200 pessoas estiveram presentes, entre eles, os estudantes que integram a APG/UnB. A criação da Comissão da Verdade foi impulsionada pelos professores e alunos do curso de História e Direito, com respaldo do Reitor José Geraldo. Objetiva-se apurar os fatos ocorridos na universidade no período do regime militar (1964-1985), bem como, esclarecer episódios de violência contra os dirigentes estudantis Honestino Guimarães, Leda Delgado e Paulo de Tarso e tantos outros. 

Na ocasião, foram relembrados fatos terríveis que marcaram a história da universidade, como a morte de Anísio Teixeira, um dos criadores da UnB. Avalia-se que a instituição tenha sido a que mais sofreu com as intervenções da ditadura militar.

A APG UnB acompanhará de perto a luta pela verdade, para que sejam punidos os crimes cometidos pela ditadura militar. Uma das propostas da atual gestão é o Seminário de Memória do Movimento Estudantil, que discutirá questões relacionadas aos excessos cometidos no regime militar. 
 
Memória
 
A UnB sofreu uma série ações da ditadura. Em 1965, três professores foram demitidos por perseguição política. Como resposta, professores organizaram greve, com a adesão dos estudantes. Foram demitidos 15 professores, acusados de "responsáveis pelo ambiente de perturbação". Como protesto 223, entre os 305 professores da Universidade, pediram demissão. Até 1966, 80% dos professores haviam sido demitidos. Os docentes tinham duas alternativas: aceitar a intervenção do regime militar ou sair.
 
A invasão mais violenta aconteceu em 1968. Os alunos protestavam contra o assassinato do estudante secundarista Edson Luis, por policiais militares no Rio. Cerca de três mil alunos reuniram-se perto da Faculdade de Educação e da quadra de basquete. Foi o estopim para a prisão de sete universitários, dentre eles Honestino Guimarães. Agentes da polícia, do DOPS e do exército invadiram a UnB e detiveram mais de 500 pessoas na quadra de basquete. Ao todo, 60 delas acabaram presas.
 
Honestino foi visto pela última vez em outubro de 1973, após ser descoberto no Rio por homens do Centro de Informação da Marinha. Seu sobrinho Mateus Guimarães diz: "a nossa família acredita que ele deve ter sido levado de avião para o alto-mar, furaram a barriga, para não boiar, e depois o jogaram no mar. Essa era a marca dos agentes da Marinha".
 
Da redação, com informação de Marcius Siddartha, Secretário da APG UnB 
 

A Associação Nacional de Pós-Graduandos (ANPG) esteve presente no lançamento do 3° Pacto pela Juventude, em Salvador, na quarta-feira (15). O documento foi elaborado pelo Conselho Nacional de Juventude (Conjuve) no qual a ANPG, representada pela presidenta Luana Bonone, faz parte na comissão de planejamento.

Foto: Conjuve

Além dos candidatos à Prefeitura e à Câmara de Vereadores de Salvador, estiveram presentes no Ato de Compromisso Ângela Guimarães, presidenta do Conjuve, Michelle Vieira e Vladimir Costa, presidenta e vice- presidente da Coordenação Estadual de Juventude (Cojuve). 

Com o título "A cidade que a juventude quer: com desenvolvimento, direitos e participação”, o Pacto é uma proposição das organizações da sociedade civil que compõem o Conselho Nacional de Juventude para que os governos federal, estaduais e municipais se comprometam com as políticas públicas de juventude em suas ações e programas, e aos candidatos a prefeitos (as) e vereadores (as) para que incorporem as demandas juvenis em suas plataformas eleitorais. As organizações apresentarão aos candidatos desta eleição, as demandas de politicas públicas para juventude, como forma de oficializar o compromisso com as pautas dos jovens. 
 
O documento destaca nove propostas: educação de qualidade; trabalho decente para a juventude; saúde integral; direito à comunicação; acesso à cultura, esporte, lazer e tempo livre; direito ao território; prevenção e enfrentamento à violência; institucionalização da política de juventude; e fortalecimento de canais de participação. 
 
De acordo com Luana Bonone, a elaboração do pacto e apresentação no pleito eleitoral vem em um momento propício. “O Pacto da Juventude é peça agregadora na construção das políticas públicas para juventude e vem, nesse terceiro ano, para garantir que os próximos gestores e legisladores cumpram e comprometam-se com as demandas dos jovens brasileiros, que, agora, – após a aprovação da PEC no semestre passado e de todos as conquistas em torno da luta – saem do lugar onde eram encarados como problema e passam a ser os protagonistas da história. Capacitar, estimular e trazer a juventude para dentro da construção do projeto de desenvolvimento do país é o nosso desafio.” 
 
O Pacto pela Juventude pode ser lido na íntegra aqui 
 
Sobre o Pacto 
 
O Pacto pela Juventude é um documento elaborado pelas organizações sociais que integram o Conselho Nacional de Juventude como forma de fazer com que os/as candidatos/as se comprometam com a juventude e implementem as propostas apresentadas pelo Conjuve para os/as jovens brasileiros/as.
 
O primeiro Pacto foi produzido em 2008, por ocasião das eleições municipais, com o objetivo de fortalecer as discussões em torno da 1ª Conferência Nacional de Juventude – realizada naquele mesmo ano – e destacar as diretrizes da Política Nacional de Juventude. Dois anos depois, nas eleições presidenciais de 2010, o Conjuve lançou a segunda edição do documento. Dessa vez com foco na construção de uma agenda pública de juventude.
 
"Como resultado, verificamos que o Pacto colaborou para a inclusão da juventude brasileira na Constituição Federal, com a Emenda 65, a institucionalização da Política Nacional de Juventude, através da criação de órgãos de conselhos, a aprovação de planos estaduais e municipais, além da tramitação dos marcos legais, tais como o Estatuto e o Plano Nacional de Juventude”, revela o documento.
 
Conheça o passo-a-passo para a realização de atividades do Pacto da Juventude 
 
Da redação, com informações do CONJUVE
 

Termo de cooperação entre CNPq e Centro de Controle e Prevenção de Doenças foi assinado em Brasília, tem como objetivo promover parceria em atividades científicas e tecnológicas em saúde pública.

Promover parceria em atividades científicas e tecnológicas na área de saúde pública. Esse é o objetivo do termo de cooperação assinado pelo Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq) e pelo Centro de Controle e Prevenção de Doenças (CDC, Centers for Disease Control and Prevention), dos Estados Unidos (EUA), na última segunda-feira (13), em Brasília.

O documento prevê ações na área de saúde pública e consiste no apoio conjunto para a execução de projetos, a troca de informações e experiências, o intercâmbio entre estudantes, pesquisadores e especialistas e a organização de reuniões e eventos temáticos. Foi assinado pelo vice-presidente do CNPq, Manoel Barral Neto, e pelo diretor do CDC, Thomas Frieden.
 
Na área educacional e de intercâmbio científico, dentro do Programa Ciência sem Fronteiras (do governo federal), o CNPq pretende fornecer anualmente até dez bolsas de estudo para estudantes brasileiros para realizar parte de seu programa de doutoramento no CDC, por períodos entre quatro e 12 meses.
 
A ideia é oferecer, também, até dez bolsas de estudo de pós-doutorado para especialistas brasileiros no centro norte-americano, por períodos entre seis e 12 meses, renovável por um único período adicional de até 12 meses. Ainda, pesquisadores seniores do CDC poderão solicitar bolsas de pesquisador visitante especial a fim de colaborar em projetos conjuntos com grupos de pesquisa brasileiros que atuam no Brasil por períodos de um a três meses por ano durante três anos.
 
As oportunidades serão planejadas, por meio de chamadas públicas, para a apresentação de propostas em áreas de interesse mútuo em saúde pública: saúde e ciências biomédicas (bioquímica, biologia, neurociências etc.); farmacêutica e biotecnologia. O plano trabalho está previsto para implantação em cinco anos, podendo ser renovado pelo mesmo período.
 
Também estiveram no evento o ministro conselheiro da Embaixada dos Estados Unidos em Brasília, Todd Chapman, e o diretor de Vigilância das Doenças Transmissíveis do Ministério da Saúde, Cláudio Maierovitch.
 
Continue lendo a matéria aqui
 
Fonte: Jornal da Ciência 

A APG-UFBA participou no último dia 31, do ato unificado com os servidores públicos federais e estudantes em greve.  O ato integrou a agenda nacional unificada, encaminhada na plenária nacional realizada em 17 de julho em Brasília, e a agenda do comando de greve  local unificado da UFBA (professores, técnico-administrativos e estudantes), que divulgou uma carta de reivindicações com pautas locais e nacionais. 

 
Há dois meses em estado de mobilização, a APG-UFBA vem participando de uma agenda conjunta com os setores, pautando as reinvindicações dos pós-graduandos, como a universalização das bolsas e 40% de reajuste já, assistência estudantil e a sede da entidade, além da defesa da universidade pública, gratuita e de qualidade.
 
Agora é hora, mas do que nunca, de seguirmos unificados com estudantes, professores e demais servidores públicos. Seguimos mobilizados e organizando nossa ida à Caravana a Brasília para exigir do governo o atendimento de nossas reinvindicações, protocolada pela ANPG no MEC no dia 26 de junho por ocasião da audiência pública com a UNE.
 
Convocamos os estudantes da pós-graduação da UFBA a participarem dia 15 de agosto, às 16hs, no Instituto de Saúde Coletiva, do Conselho de Representantes Estudantis para discutir encaminhamentos sobre a continuidade da mobilização!
 
Associação de Pós-Graduando da UFBA
Gestão APG É PRA LUTAR!
 

Se os dados do Índice de Desenvolvimento da Educação Básica (Ideb) de 2011 indicam melhora na qualidade nos primeiros anos do ensino fundamental, os resultados não são animadores no ensino médio. Entre 2009 e 2011, o Ideb do ensino médio subiu apenas 0,1 ponto, passando de 3,6 para 3,7. A meta nacional esperada para o período foi atingida, mas em nove estados o índice piorou em relação à edição anterior.

O ministro da Educação, Aloizio Mercadante, argumentou que “internacionalmente” o ensino médio continua sendo um “grande desafio” para qualquer sistema educacional. Ele defendeu que o currículo da etapa precisa ser reformulado porque é muito sobrecarregado. Em algumas redes de ensino, o total de disciplinas chega a 19. “É uma sobrecarga muito grande que não contribui para você ter foco nas disciplinas essenciais, como língua portuguesa, matemática e ciências”, disse.

Outro problema do ensino médio, segundo Mercadante, é a falta de professores com formação específica para algumas áreas, como matemática e ciências, além da alta concentração de matrículas no turno noturno – 30% dos jovens do ensino médio estudam à noite.

Vera Masagão, coordenadora-geral da organização não governamental Ação Educativa, aponta que o ensino médio é um nível subfinanciado. “A gente precisa de um investimento muito forte em qualidade e não é à toa que a matrícula também está aquém, poderia haver muito mais jovens matriculados no ensino médio que estão fora da escola”, disse.

Mercadante não quis comentar os resultados dos estados que tiveram Ideb inferior ao registrado em 2009. “Uma mesma região tem estados e cidades que evoluíram muito mais que outros. Há especificidades, a gestão na ponta. O professor na sala de aula, o diretor da escola, o secretário municipal. Vamos olhar essa informação e tentar tirar lições para avançar”, disse. O ministro aposta que a educação em tempo integral pode ser uma “grande resposta” para melhorar a qualidade do ensino.

Confira as notas dos estados no ensino médio aqui

Fonte: Agência Brasil 

O programa de Pós-Graduação em Direitos Humanos divulga edital para o processo seletivo da primeira turma do curso de mestrado. As inscrições poderão ser efetuadas entre os dias 1º e 26 de outubro na secretaria do curso ou via Sedex. 
 
O curso foi recentemente aprovado pela Capes e possui duas linhas de pesquisa: Fundamentos dos direitos humanos e Cidadania e Práticas Sociais. Com área de concentração também em Direitos Humanos, o programa fará uma seleção para preencher 15 vagas para a primeira turma do curso.
 
O processo seletivo será realizado por meio de análise de pré-projeto de dissertação, análise de currículo, prova de conhecimentos em direitos humanos e teste de proficiência em língua estrangeira (espanhol, francês, inglês, italiano ou alemão).
 
Baixe aqui os editais do programa.
 
Fonte: Minha Pós
 
A Associação Nacional de Pós-Graduandos (ANPG) segue com calendário de atividade repleto de mobilização. Além dos preparativos para Caravana – que levará a Brasília Pós-Graduandos reivindicando pautas prioritárias para os estudantes – a entidade iniciou uma jornada que percorrerá os estados brasileiros para rodada de conversa com as FAPs (Fundações de Amparo à Pesquisa) para pressionar o reajuste das bolsas.
 
Theófilo Rodrigues, Diretor de Comunicação, Luana Bonone, Presidenta da ANPG e Ruy Garcia Marques, Presidente da FAPERJ
A Fundação Carlos Chagas Filho de Amparo à Pesquisa do Estado do Rio de Janeiro (FAPERJ) foi a agência estreante nesse processo.  A presidenta da ANPG, Luana Bonone e o Diretor de Comunicação, Theófilo Rodrigues, reuniram-se ontem (13) com o presidente, Ruy Garcia Marques, para defender uma política de valorização das bolsas de pesquisa. Tradicionalmente, a instituição fluminense continua pagando melhor do que o CNPq e a CAPES, contudo, esse quadro pode mudar a partir de Janeiro de 2013, quando é esperado outro reajuste em nível federal; valor que será calculado de acordo com a inflação corrigida. 
 
Ruy Garcia Marques sinalizou que se reajuste ocorrer em nível federal, o benefício também será estendido a estadual. Para que esta vitória – parcial – também seja incorporada em outros estados, a ANPG pretende debater com as fundações e convoca os pós-graduandos para encampar a luta em suas universidades, garantindo uma conquista que contemple todos os pesquisadores do país. 
 
 
Da redação

 

O Debate FINEP desta quinta-feira (16), terá como tema “Boas práticas de sustentabilidade: inovação, transformação e qualidade de vida”. A palestrante convidada é a pesquisadora Lucila Martínez Calvi. O evento acontece no Espaço Cultural FINEP, no Rio, às 10h, é aberto ao público e tem entrada franca.

O foco da palestra será como as questões da inovação e da sustentabilidade podem ser fatores de integração de instituições diversas – ensino e pesquisa, ONGs, empresas privadas e poder público – em torno de estratégias e metodologias de gestão participativa de desenvolvimento local e regional, com ênfase nos grandes empreendimentos de petróleo e gás.              
 
Debate FINEP
 
O objetivo da série Debate FINEP é criar um espaço aberto e permanente de debate entre a Financiadora de Estudos e Projetos e a sociedade, para subsidiar a construção de ações de apoio à inovação de forma democrática, transparente e eficiente.
Participam dos debates interlocutores internos e externos à FINEP, que contribuam para o acúmulo de conhecimento sobre políticas de fomento a C,T&I – Ciência, Tecnologia e Inovação. 
 
Para acessar a programação clique aqui 
 
Fonte: FINEP
O presidente Glauco Arbix anunciou que está previsto para setembro o primeiro edital de seleção de empresas interessadas em participar do Inova Petro. Lançado na segunda (13), o programa – parceria da FINEP com o Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) –, vai destinar R$ 3 bilhões para desenvolver a cadeia de fornecedores para a indústria de petróleo e gás e, com isso, melhorar o conteúdo local da indústria.
 
Durante o lançamento, ocorrido na sede da Petrobrás na segunda (13), Arbix destacou o diferencial da iniciativa: “o programa, que conta com todo o suporte técnico da Petrobras, representa a primeira vez que a FINEP vai combinar diferentes instrumentos de financiamento, como o crédito, Subvenção Econômica e cooperativo entre Instituições Científicas Tecnológicas (ICTs) e empresas.”  Já o BNDES vai aplicar seus recursos nas formas de crédito, participação acionária e FUNTEC.
 
O Inova Petro tem duração prevista até o ano de 2016, oferecendo recursos para o desenvolvimento de tecnologias relacionadas às seguintes linhas temáticas: processamento de superfície – tecnologias aplicáveis no processamento que acontece em plataformas e embarcações; Instalações submarinas – tecnologias aplicáveis aos diversos equipamentos e dutos que ficam abaixo da lâmina d’água; Instalações de poços – tecnologias aplicáveis ao poço no fundo do mar.
 
Veja aqui o vídeo institucional sobre o programa.
 
Participaram da cerimônia de lançamento os ministro da Ciência, Tecnologia e Inovação (MCTI), Marco Antonio Raupp, o ministro do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior (MDIC), Fernando Pimentel, a presidente da Petrobras, Maria das Graças Foster, o presidente do BNDES, Luciano Coutinho, o secretário de Desenvolvimento Econômico, Energia, Indústria e Serviços do estado do Rio de Janeiro, Julio Bueno e o presidente da Agência Brasileira de Desenvolvimento Industrial (ABDI), Mauro Borges Lemos, dentre outras autoridades. Na ocasião, também foi assinado um memorando de entendimentos que estabelece a ação conjunta do MDIC, Petrobras e ABDI para desenvolvimento de Arranjos Produtivos Locais (APLs).
 
“O Inova Petro é uma ação que visa aprimorar o conhecimento tecnológico em um segmento onde temos vocação natural para liderança”, disse Raupp. Segundo Maria das Graças Foster, o aumento do índice de conteúdo local é hoje uma questão central para a Petrobras. “Hoje, nossa média de conteúdo local chega perto de 65%. Em refinarias, é próximo a 92%, e em gás e energia chega com folga a 90%”, afirmou.
 
Para continuar lendo clique aqui
 
Fonte: Site FINEP