
As inscrições para o novo Programa de Verão para Jovens Cientistas CAPES/IIASA encerram-se nesta quarta-feira, 11 de janeiro. O programa seleciona estudantes de doutorado de instituições de ensino superior brasileiras para desenvolver trabalho sob orientação dos pesquisadores do Instituto Internacional para Análise de Sistemas Aplicados (IIASA) durante três meses na sede do Instituto, em Laxemburgo, Áustria.
A iniciativa é fruto da cooperação entre a Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (Capes) e o IIASA. Serão concedidas até quatro bolsas de doutorado-sanduíche com duração de três meses em áreas como análise de sistemas avançados, qualidade do ar e gases de efeito estufa, serviços de ecossistemas e gestão, energia, evolução e ecologia, risco e resiliência, transição para novas tecnologias, água e população mundial.
Entre os requisitos previstos, os bolsistas do Programa de Verão não podem ter sido agraciados anteriormente com bolsa de estudo no exterior na mesma modalidade, nem possuir título de doutor, mesmo que em outra área. Além disso, os estudantes têm a obrigação de concluir o curso de doutorado no Brasil. O início das atividades no IIASA está previsto para junho de 2017.
O IIASA é um instituto internacional envolvido na investigação científica que fornece suporte para os formuladores de políticas públicas sobre questões de importância em três áreas problemáticas globais: Energia e Alterações Climáticas; Água e Alimentação; Pobreza e Equidade. É considerado um dos maiores think tanks do mundo.
As inscrições estão disponíveis na página do IIASA.
Fonte: (CCS/Capes)

Na terça-feira, dia 3, a ANPG publicou uma matéria sobre as preocupações dos pós-graduandos que participaram do edital 19/2016 referente ao Programa de Doutorado Sanduíche no Exterior e sua mudança no calendário (veja aqui).
A Capes enviou um comunicado para a ANPG na qual esclarece que a concessão somente ocorre após o encerramento de todos os tramites de seleção e instrumentalizada por meio de um documento especifico denominado carta de concessão, que contem os dados da concessão, entre eles o período da bolsa. O órgão destaca que antes da emissão da carta todas as despesas de recursos são de inteira responsabilidade do candidato.
Ainda de acordo com a Capes, a alteração no cronograma inicial, a pedido das pro- reitorias, deu-se em razão: as ocupações das universidades e grande volume de pedido de cotas adicionais. Este último, previsto no edital, que ensejou concessão de prazo adicional, para o remanejamento de cotas dentro das universidades, e homologação das candidaturas no sistema da Capes pelas IES. As 2.185 cotas de 12 meses resultou em mais de 4.500 propostas.
O órgão ainda ressalta que, uma vez emitida a carta de concessão, nao haverá redução no período de vigência da bolsa, conforme homologação da pro-reitoria, e que o candidato poderá se deslocar ao exterior ate 30 (trinta) dias antes da autorização para o inicio das atividades. Mas o Capes lembra que isso não garante a antecipação de pagamento que poderão ser efetivados após os tramites operacionais e bancários.
A ANPG se coloca à disposição dos alunos do Programa de Pós-graduação do Doutorado Sanduíche para ajudá-los em um debate aberto com a Capes.

A Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (Capes) divulgou os resultados da apresentação de propostas de cursos novos (APCN) acadêmicos e profissionais analisadas durante a 169ª Reunião do Conselho Técnico-Científico da Educação Superior (CTC-ES), realizada de 13 a 16 de dezembro de 2016, em Brasília.
As notas publicadas na listagem “Primeira Análise no CTC-ES” estão sujeitas a alteração em decorrência do período recursal. As propostas não relacionadas nesta ou nas publicações anteriores ainda não foram analisadas.
Finalizado o prazo para envio dos pedidos de reconsideração, a documentação correspondente dos programas de pós-graduação (PPG) recomendados pela Capes será encaminhada ao Conselho Nacional de Educação (CNE) para que este órgão delibere sobre a autorização e o reconhecimento do PPG, com posterior homologação do Ministro da Educação, conforme estabelecido pela legislação vigente.
As fichas com os pareceres encontram-se disponíveis na Plataforma Sucupira (acesso mediante senha) apenas às instituições proponentes.
Acesse aqui os resultados.
Fonte: Capes

O Centro de Tecnologia Mineral (Cetem) no segundo semestre de 2016 registrou uma retomada no volume de contratos de pesquisa e desenvolvimento (P&D) e serviços tecnológicos especializados com grandes empresas nacionais e internacionais do segmento mineral. O movimento representa uma inflexão em uma tendência de declínio percebida desde 2014 pela unidade do Ministério da Ciência, Tecnologia, Inovações e Comunicações
“As parcerias com empresas do setor mineral constituem um dos objetivos finalísticos do Cetem, por meio das quais se dá a transferência de tecnologia para o setor”, destacou o diretor do Centro Tecnológico, Fernando Lins. “Depois de quase uma década de valorização das commodities minerais, houve uma forte retração da demanda no mercado e, em decorrência disso, nos preços. Nessa conjuntura, as empresas naturalmente diminuem investimentos, inclusive de P&D”, completou.
Na visão de Lins, após um primeiro semestre de poucos contratos firmados com empresas, o Cetem se deparou com uma expansão inesperada na segunda metade de 2016. “Isso possivelmente marca uma inflexão na trajetória pregressa e talvez possa estar relacionado a uma recuperação dos preços nos últimos meses do ano”, avalia. “Podemos confirmar essa tendência em 2017.”
A retomada de investimentos tem se dirigido ao desenvolvimento tecnológico de novos ativos, em estudos de laboratório ou projetos-piloto, e à otimização de plantas já em operação.
O diretor cita como empresas parceiras a Anglo Gold Ashanti, baseada em bio-oxidação de minério aurífero; a Anglo American Fosfato Brasil, em flotação de ultrafinos; a Rio Paracatu Mineração, em flotação de minérios auríferos; a Vale, no tratamento de lamas de minério de ferro; e a Votorantim Metais, em concentração de sulfetos polimetálicos.
Lins menciona, ainda, a procura da competência do Cetem por empresas de médio porte do exterior, como de Portugal, para o desenvolvimento de uma rota de processamento de um minério de lítio; e da Austrália, para estudar o beneficiamento de um minério extraído de rochas diatomitas.
Fonte: MCTIC

A SBPC e a Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG) divulgaram o cartaz da 69ª Reunião Anual, que será realizada de 16 a 22 de julho de 2017, no campus da Pampulha, em Belo Horizonte. O evento, que terá como tema “Inovação – Diversidade – Transformações”, faz parte dos 90 anos de comemorações da UFMG.
A presidente da Comissão Local da 69ª RA, Sandra Regina Goulart Almeida, explica que o cartaz foi pensado em cima do tema do evento, cujos conceitos são substantivos abstratos. “Por isso, não nos pareceu adequado propor uma representação figurativa para os mesmos. Avaliamos que uma referência metafórica seria o caminho mais acertado para transmitir as ideias relacionadas à inovação, à diversidade e à transformação. Diante disso, chegamos ao caleidoscópio, artefato que utiliza diversos espelhos para transformar um objeto observado em padrões compostos de luz e cor. As imagens geradas com ele nos pareceram adequadas, pois são de impressionante diversidade e constantemente transformadas pelos movimentos do observador, sempre gerando novas formas”, explica.
Esta será a quinta vez que a UFMG sedia a Reunião Anual da SBPC – as outras foram em 1965, 1975, 1985 e 1997. “Estamos muito felizes em sediar a SBPC em 2017. Para nós, é muito representativo realizar o mais importante evento científico brasileiro no ano em que nossa Universidade completará 90 anos. Podemos entender esse encontro como a renovação do compromisso e da responsabilidade da UFMG com o progresso da ciência em nosso país”, destaca Almeida.
Ela, que também é vice-reitora da UFGM, disse que a instituição está eufórica por sediar a Reunião Anual da SBPC e que esta será uma grande oportunidade para discutir o futuro da ciência no Brasil. “Nós temos muito que celebrar, mas, também, queremos unir esforços com a SBPC para fazermos algumas reflexões sobre o rumo da ciência no Brasil, uma vez que estamos vivendo um momento de crise, principalmente no âmbito da educação. Contribuir para essa discussão é também missão das universidades públicas, e a UFMG estará dando uma grande contribuição nesse sentido, ao receber a Reunião Anual. Nós, juntas (SBPC e UFMG), somos mais, e queremos fazer a diferença”, explica.
Quanto ao tema, Almeida disse que ele foi pensado a partir dos elementos que geram transformação em uma sociedade: a ciência, a educação e a inovação. “A questão da inovação vai além do produto, pois há também uma inovação social. Quanto à diversidade, a UFMG é uma universidade multicultural e ampla, que atua em todas as áreas do conhecimento. Ela é consciente no seu papel e procura ser uma universidade inclusiva. E tudo isso leva a transformações. E essa é uma reflexão que queremos levar para a 69ª RA da SBPC”, explica.
Texto: Vivian Costa – Jornal da Ciência – Edição impressa dez/2016-jan/2017 – página 15

Uma chamada pública do Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq), com apoio do Ministério da Ciência, Tecnologia, Inovações e Comunicações (MCTIC), vai destinar R$ 10,7 milhões a projetos de ensino, pesquisa e extensão voltados à agroecologia e à produção orgânica de alimentos. O edital recebe propostas até o dia 10 de março.
A chamada vai apoiar projetos de criação e manutenção de núcleos de estudo em agroecologia e produção orgânica, além de Centros Vocacionais Tecnológicos (CVTs) de agroecologia e produção orgânica. Podem participar instituições da Rede Federal de Educação Profissional, Científica e Tecnológica; instituições públicas estaduais de Educação Profissional e Tecnológica; e universidades públicas ou privadas sem fins lucrativos.
A diretora de Políticas e Programas para Inclusão Social da Secretaria de Políticas e Programas de Pesquisa e Desenvolvimento (Seped), Sônia da Costa, explica que esta é a sexta chamada voltada à temática lançada com apoio do MCTIC. Atualmente já existem 163 núcleos de estudo e CVTs de agroecologia implantados em todo o país.
“O objetivo é desenvolver projetos de ensino e pesquisa voltados para a sustentabilidade da agricultura e a produção de alimentos saudáveis, com a redução do uso de agrotóxicos. Essa política está relacionada ao Plano Nacional da Agroecologia e Produção Orgânica [Planapo] e ao Programa Nacional de Alimentação Escolar”, diz.
Dos R$ 10,7 milhões previstos no edital, R$ 2 milhões são do orçamento do MCTIC, R$ 2 milhões oriundos do Ministério da Agricultura, R$ 3 milhões do Ministério da Educação e outros R$ 3,7 milhões da Casa Civil. O resultado do edital está previsto para ser divulgado em julho.
A íntegra da chamada pode ser vista no link.
Fonte: MCTIC

A política científica e tecnológica trouxe um conjunto de contribuições para o sistema de C&T, nas duas últimas décadas. Com a expectativa de melhorar a capacidade do setor produtivo de buscar conhecimentos científicos e tecnológicos e, nesse sentido, ampliar e consolidar o Sistema Nacional de Inovação (SNI), uma série de mudanças foram propostas, a partir do final dos anos 1990.
Solange Corder, professora colaboradora do Departamento de Política Científica e Tecnológica da Unicamp e consultora de inovação em agências como CNI, CGEE e BID, destaca, entre essas mudanças, as que favoreceram o financiamento à inovação, como as novas fontes de recursos a partir da criação dos fundos setoriais, os mecanismos de financiamento mais apropriados a suportar riscos e incertezas e os projetos de lei que abriram os debates para a definição da lei de inovação brasileira (Lei no 10973/2004).
Ela conta que a estrutura de CT&I é hoje mais complexa do que era há 17 anos e isso se deve à maior diversificação dos atores que se fazem presentes, assim como de suas demandas. “Em termos institucionais e de regulamentação, é possível afirmar que o SNI cresceu e se tornou mais sólido, mas a capacidade do setor público de manter o volume necessário de recursos para manter a dinâmica dessa nova estrutura está ameaçada”, diz.
Na entrevista para o Jornal da Ciência da SBPC, Corder faz um balanço das recentes políticas nacionais de CT&I, fala dos mecanismos de financiamento, da legislação que ajudou a fortalecer o ambiente inovativo e dos desafios para manter a estrutura do SNI que foi construída ao longo destes anos.
Confira a entrevista neste link: http://www.jornaldaciencia.org.br/edicoes/?url=http://jcnoticias.jornaldaciencia.org.br/1-reducao-de-recursos-revela-que-cti-nao-tem-sido-prioridade-do-governo/
A edição completa está nesse link: http://jcnoticias.jornaldaciencia.org.br/wp-content/uploads/2016/12/JC_772.pdf
Fonte: Jornal da Ciência

A Fundação Oswaldo Cruz, com 116 anos de dedicação à ciência e saúde em prol da população brasileira, recentemente finalizou um intenso processo democrático, de escolha de candidatos à presidência da instituição, nos termos de seu Estatuto. A taxa de comparecimento às urnas foi de 82,1% (4415 servidores), e apresentou o seguinte resultado: em primeiro lugar, a dra. Nísia Verônica Trindade Lima, que obteve 2.556 votos; em segundo lugar, a dra. Tania Cremonini de Araújo-Jorge, que obteve 1.695 votos.
Agora, de acordo, com o Jornal O Globo, o presidente Michel Temer, indicou que Tania Cremonini de Araújo-Jorge, será a nova presidente da Fundação e que sua nomeação seria publicada nesta segunda-feira, dia 2 de janeiro (leia aqui).
A ANPG protesta contra essa atitude arbitraria e antidemocrática. “ A FIOCRUZ hoje é sem dúvida nenhuma uma das melhores e mais reconhecidas instituições que fazem pesquisas na área de saúde em nosso país. Ela tem uma tradição democrática e já sofreu na Ditadura com o Massacre de Manguinhos, no qual grandes nomes foram caçados pelo comando militar e hoje, no meio desse Governo ilegítimo de Michel Temer, que retira direitos dos trabalhadores, que corta da educação e da saúde e que quer dificultar a aposentadoria, a FIOCRUZ tem um novo ataque a sua democracia interna, onde quem foi eleito com mais de 60% dos votos corre o risco de não ser nomeado. Não podemos aceitar algo desse tipo! E essa é a prova que este governo é avesso a democracia e aos estados democráticos que já foram criados nas diversas instituições”, afirma o Diretor de Saúde da ANPG, Dalmare Anderson Bezerra de Oliveira Sá.
A FIOCRUZ também protestou e enviou hoje uma carta ao presidente Michel Temer e a sociedade brasileira na qual solicita que candidata mais votada assuma presidência da instituição. Leia a carta na íntegra:
Carta ao presidente Michel Temer e à sociedade brasileira
A Fundação Oswaldo Cruz, com 116 anos de dedicação à ciência e saúde em prol da população brasileira, recentemente finalizou um intenso processo democrático, de escolha de candidatos à presidência da instituição, nos termos de seu Estatuto. A taxa de comparecimento às urnas foi de 82,1% (4415 servidores), e apresentou o seguinte resultado: em primeiro lugar, a dra. Nísia Verônica Trindade Lima, que obteve 2.556 votos; em segundo lugar, a dra. Tania Cremonini de Araújo-Jorge, que obteve 1.695 votos. O resultado da eleição foi homologado pelo Conselho Deliberativo da Fiocruz e encaminhado à Sua Excelência o Ministro de Estado da Saúde Ricardo Barros na expectativa do referendo ao resultado do pleito, e à decisão e nomeação de Nísia Verônica Trindade Lima, vencedora das eleições, como presidente da Fiocruz. A comunidade da Fiocruz, com apoio de Instituições Científicas Nacionais e Internacionais, espera que a candidata mais votada, com maioria expressiva dos votos, como tem sido a tradição da Fundação, assuma a Presidência da Fiocruz.
Devemos preservar o processo de gestão democrática e participativa da Fiocruz, tão duramente conquistado e construído por nossas instituições de ensino e pesquisa e que tem sido fundamental para tornar a Fundação Oswaldo Cruz referência na área de ciência e tecnologia nacional e internacionalmente. Tal processo, levando-se em consideração a história da Fundação, tem sido decisivo para uma condução equilibrada e eficaz da instituição, o que tem permitido alcançar resultados de destaque na promoção da saúde: a inauguração do Centro Henrique Penna – Protótipos, Biofármacos e Reativos para Diagnósticos, que aumenta o fornecimento de produtos para o SUS; a eleição da pesquisadora Celina Turchi, como uma das dez personalidades do ano na ciência mundial pela revista britânica Nature, por seu trabalho para o estabelecimento da relação entre o vírus zika e a microcefalia em bebês; o registro de teste para zika, dengue e chikungunya, primeiro do país com a chancela da Anvisa; o escalonamento do projeto Eliminar a Dengue (Wolbachia) com mais bairros em Niterói (RJ), entre outros.
O acatamento do nome da dra. Nísia Verônica Trindade Lima como presidente da Fiocruz representa proteger a Fundação, como instituição estratégica de pesquisa, pela sua inegável contribuição para a saúde pública do Brasil. Segundo o presidente da Fiocruz, Paulo Gadelha, “a comunidade da Fundação espera que o presidente Michel Temer reflita sobre essa decisão tão séria, que poderá pacificar a instituição, dando tranquilidade para que a Fundação continue desempenhando seu papel em favor da saúde do povo brasileiro”.
Fiocruz

No último dia 21 de dezembro, os pós-graduandos que participaram do edital 19/2016 referente ao Programa de Doutorado Sanduíche no Exterior foram surpreendidos por uma mudança no calendário feito pelo Capes: o início marcado para março/2017 foi transferido para abril/2017.
Esta não é uma simples mudança de meses. Essa alteração afeta todo o planejamento dos doutorandos, que foi feito a partir de um cronograma de estudos e outras variáveis. E o Capes, ao impor, essa prorrogação, desconsiderou toda a programação feita pelos candidatos.
Em alguns casos, a alteração da data pode até mesmo impedir a pesquisa, comprometer o término do doutorado, não estar de acordo com a Instituição no exterior e modificar o planejamento pessoal do doutorando.
Com tudo isso, os Doutorandos, candidatos do PDSE, edital 19/2016, escreveram uma carta ao Capes na qual reivindicam, entre outras coisas, a revisão da última retificação no edital 19/2016, de modo que os candidatos que estavam programados para iniciar a sua pesquisa em março/2017 não sejam prejudicados.
A ANPG se posiciona a favor dos doutorandos e repercute a carta e também pede esclarecimentos ao Capes.
Leia a carta completa: doutorados_janeiro

Conforme a ANPG já havia noticiado no final de novembro (Leia aqui) o projeto de Lei (4559/16) que concede reajuste anual às bolsas concedidas pelos órgãos federais de apoio à pós-graduação e pesquisa foi aprovado pela Comissão de Ciência, Tecnologia, Comunicação e Informática da Câmara dos Deputados.
O assunto se tornou notícia no dia 2 de janeiro no site da Câmera Notícias. (Leia matéria na íntegra). E ANPG aproveita a publicação para convocar os pós-graduandos a continuarem pressionando os deputados da Comissão de Finanças e Tributações.
Neste link você pode conferir os endereços e petição online para pressionar os deputados. Participe!