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Natasha Ramos

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Nesta quinta-feira (1º), dia de abertura do 24º Congresso Nacional de Pós-Graduandos, foi realizada, pela manhã, a mesa sobre o tema central do evento “A Valorização da Ciência e dos Pesquisadores”, com a presença do reitor da UFRJ, professor Carlos Levi. O reitor substituiu o Ministro da Ciência, Tecnologia e Inovação, Clelio Campolina, que não pôde comparecer ao evento (conforme previsto) e também não enviou um representante, em seu lugar.
Após o almoço, foram iniciados os Paineis Simultâneos, um conjunto de debates com convidados que abordaram temas relevantes para a pós-graduação.
Veja o que foi discutido nos paineis de quinta-feira (1º):

“Educação Básica: formação para o trabalho e para a vida”

Para falar sobre esse assunto foram convidados a presidenta da União Brasileira de Estudantes Secundaristas (UBES), Bárbara Melo, e o coordenador do Fórum de Educação Básica da ANPG, Fábio Paiva.

Fábio destacou os inúmeros trabalhos de pós-graduação que produzem conhecimento e material que podem ser aproveitados na educação básica. Ele destacou também a necessidade de mão de obra técnica no setor.
A presidenta da UBES lembrou que a discussão de educação básica casa muito bem com a ANPG porque está ligada diretamente à formação dos professores. “Será que no ensino fundamental aprende-se tudo o que é realmente fundamental na vida?”, questionou. Para Bárbara é preciso um ensino fundamental que pense o ensino de forma integral, com diretrizes que ensinem a nossa própria cultura e a reflita sobre a sociedade.
“A UBES quer uma reformulação da educação básica, com ensino interdisciplinar, com a escola sendo um ambiente democrático onde os alunos escolham seus diretores, com um ensino técnico de acordo com a vocação da sua região, e sem deixar de lado a formação humana”, afirmou.
“Democracia e participação: Reforma Política no Brasil”

Para falar sobre este tema, as convidadas foram a presidenta da União Nacional dos Estudantes (UNE), Virgínia Barros, e representante da Secretaria Operativa Nacional do Plebiscito pela Constituinte, Maria Emília Boito.
Para Maria Emília as manifestações de junho evidenciaram uma crise de representação política e por isso é necessário “devolver a palavra ao povo”. Ela explicou a proposta do Plebiscito por uma Constituinte Exclusiva e Soberana: uma campanha de mobilização para a reforma política. “Exclusiva porque as pessoas só serão eleitas para esse fim, e soberana porque não será subordinada a nenhum poder”, explicou.
A UNE também faz parte do projeto do plebiscito, organizado pelos movimentos sociais. O plebiscito é uma consulta pública que será realizada em setembro, questionando as pessoas se elas são a favor dessa Constituinte. “O grande trunfo dessa iniciativa é que representa uma reforma política protagonizada pelo povo”, destacou Virginia. O Plebiscito não tem valor legal, mas vai mobilizar a sociedade para discutir uma das reformas estruturais mais importantes para o país.

“Integração Científica e Tecnologia na América Latina”

O painel, mediado por Mateus Fiorentini, Secretário Executivo da OCLAE, contou com a presença de Álvaro Maglia, Secretário Executivo da AUGM, Jayme Benvenuto Lima Junior, Pró-reitor de pesquisa e pós-graduação da UNILA, Dario Maiorana, reitor da Universidade Nacional de Rosário (Argentina) e Felix Nieto, reitor da Universidade Nacional de San Luis (Argentina).

Benvenuto apresentou um panorama geral sobre a UNILA, Universidade da América Latina, fundada em 2010, em Foz do Iguaçu (PR). Com a meta de reunir estudantes brasileiros e de outros países da América Latina, a UNILA tem como base, principalmente, a unificação cultural entre os países latino-americanos. Uma das ações nesse sentido é o uso do portunhol, utilizado de forma proposital na universidade.
Depois da fala de Benvenuto, Dario Maiorana explanou sobre sua experiência à frente da reitoria da UNR e enfatizou a importância de mobilização da sociedade como um todo para exigir mudanças que melhorem a vida das pessoas. “É muito importante que os acadêmicos e as organizações da sociedade civil exijam de seus governos políticas para melhorar as condições de vida e os direitos do cidadão.”
Ao final do painel, houve a participação intensa dos presentes. Foi questionado, dentre outros assuntos, a questão de se criar uma cultura comum entre o Brasil e os países da América Latina.

“Avaliação da pós-graduação: eficiência e limites do sistema”

O painel contou com a participação de Livio Amaral, Diretor de Avaliação da Capes, e Julio Vellozo, doutorando em História Social na USP e representante da ANPG no Conselho Técnico Científico da Capes, e abordou principalmente a questão de como se dá a avaliação dos cursos de pós-graduação.

Livio falou a respeito da estruturação histórica da pós-graduação brasileira. “A partir da década de 80, as universidades federais passaram a exigir pessoas portadoras dos méritos: mestres e doutores. Quem são essas pessoas? São aqueles que passam por um sistema de avaliação em cursos de pós-graduação avaliados pela Capes”, disse Livio.

Em seguida, o diretor explicou que um curso de pós-graduação recém criado precisa ser aprovado pela agência. Esses cursos deverão ser avaliados pela Capes e podem receber notas de 1 a 7. Cursos de notas 1 e 2 são desativados. Os cursos que recebem as demais notas são registrados e avaliados periodicamente.

“Hoje, são 5.600 cursos de pós-graduação no país. Para dar conta de avaliar todos, a Capes trabalha com consultores que são professores de universidades”, explica Livio.
“Formação na Pós-Graduação em Saúde”
O painel contou com a presença de Luis Eugenio Portela, Presidente da ABRASCO, Ivone Evangelista Cabral, Coordenadora da Comissão Intersetorial de Recursos Humanos do CNS, e Alcindo Ferla, Coordenador Nacional da Rede Unida.
O debate abordou a necessidade da criação de marcos regulatórios para a formação em saúde e o diálogo entre as áreas de saúde e educação.
“Como promover autonomia universitária na formação em saúde?”, questionou Ivone, que criticou cursos 100% à distância na área de enfermagem, por exemplo, onde deveriam ser obrigatoriamente presenciais, em sua opinião.

Por Natasha Ramos e Cristiane Tada, do Rio de Janeiro

Mesa de abertura do Congresso
Mesa de abertura do 24 Congresso Nacional de Pós-Graduandos. Foto: Lado B Filmes

Neste dia 1º de maio, feriado do Dia do Trabalho, pós-graduandos de todo o Brasil se reúnem, no Centro de Tecnologia da Universidade Federal do Rio de Janeiro, para debater a importância da valorização da ciência e dos pesquisadores durante o 24º Congresso Nacional de Pós-Graduandos. Este é o maior Congresso da história da ANPG: são mais de 100 universidades participantes e a estimativa é de receber 1000 pós-graduandos de todo o Brasil durante os quatro dias.

A abertura do evento contou com a presença de Débora Foguel, Pró-reitora de pesquisa da UFRJ; Carlos Lima Leite, da Central Única dos Trabalhadores do Rio de Janeiro; o professor Walter Suemitsu, Decano do CT da UFRJ, Euzébio Jorge, presidente do Centro de Estudos e Memória da Juventude (CEMJ); Leila Leal, da APG da UFRJ; e Virginia Barros, presidenta da União Nacional dos Estudantes. Em seguida, iniciou-se o debate da primeira mesa do encontro.

Mesa “Valorização da Ciência e dos Pesquisadores”

 

A mesa principal desta quinta-feira não contou (como previsto) com a presença do Ministro da Ciência, Tecnologia e Inovação, Clelio Campolina, que também não enviou um representante, em seu lugar. Campolina foi substituído pelo reitor da UFRJ e anfitrião do evento, professor Carlos Levi, que atendeu prontamente ao convite da ANPG. Além dele, a Presidenta da ANPG, Luana Bonone, e o Vice-Presidente da ANPG, Cristiano Fecha, integraram a mesa.

Cristiano Fecha, Luana Bonone e professor Carlos Levi, durante primeira mesa do Congresso
Cristiano Fecha, Luana Bonone e professor Carlos Levi, durante primeira mesa do Congresso. Foto: Lado B Filmes

O reitor da UFRJ falou sobre a importância da universidade, como base da formação da estrutura social do país, e explicou que esta instituição – a universidade- se sustenta, em tempos atuais, pela tríade do ensino de graduação e pós-graduação, da pesquisa e da extensão. Dessa forma, segundo Levi, o papel dos estudantes de pós-graduação, a partir da interação com a sua instituição de ensino, é garantir a continuidade do projeto de universidade. Por fim, o reitor comentou e pediu o apoio dos presentes para que seja discutido um programa que a universidade está planejando implementar, o UFRJ Sem Fronteiras, que visa a internacionalização das atividades universitárias, com alternativas e estratégias que se adequem às necessidades dos estudantes da universidade carioca.

A Presidenta da ANPG, Luana Bonone, tomou como gancho a fala do reitor sobre o projeto UFRJ Sem Fronteiras, baseado no programa Ciências Sem Fronteiras (CsF) do MCTI e MEC, para destacar alguns pontos que, em sua opinião, precisam ser melhorados no programa do governo federal, como a inclusão da área de humanas no programa. Falou também sobre a desvalorização das bolsas de pesquisa e dos esforços da ANPG em prol do reajuste imediato.

Durante sua intervenção, o vice-presidente da ANPG, Cristiano Fecha, comentou sobre a grandeza deste congresso e a regulamentação da categoria dos pós-graduandos: “Esse congresso é o maior em número de delegados eleitos, dessa forma, temos plenas condições de ir à Brasília e reivindicar a pauta dos benefícios pós-graduandos e a regulamentação da categoria dos pós-graduandos junto aos ministérios”, comentou Cristiano.

Ao final da exposição da mesa, os delegados e observadores de todo o Brasil puderam fazer perguntas e expor suas opiniões sobre o tema. O congresso segue ate o dia 4, na UFRJ.

Por Natasha Ramos, do Rio de Janeiro

XXIII Congresso Nacional de Pós-Graduandos
A 23ª edição do Congresso foi realizada entre os dias 03 e 06 de maio de 2012, na cidade de São Paulo. Neste Congresso, a ANPG se lançou ao desafio de debater sobre os desafios brasileiros, como a ampliação da universidade brasileira no último período, novas e mais profundas políticas de intercâmbio, a crescente pressão por mais e mais publicações e o aumento da produção científica brasileira.

Além disso, essa edição do CNPG discutiu largamente a urgente necessidade de uma política permanente de valorização das bolsas de pesquisa, além de ter sido realizada a eleição dos membros da Diretoria na gestão 2012-2014.
Tudo o que já foi publicado sobre o 24º Congresso Nacional de Pós-Graduandos está relacionado abaixo.

Resoluções e Documentos do 24º Congresso (clique abaixo em ‘Documentos’)

 
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Ver mais sobre Congresso Nacional de Pós-graduandos—- CLIQUE AQUI

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Confira a lista final com todos os trabalhos a serem apresentados na Mostra Científica do 24º Congresso Nacional de Pós-Graduandos, com data e local indicados. Ao todo são 118 trabalhos a serem apresentados em dois dias (01/05 às 15 horas e 02/05 às 9 horas)
Cliquei aqui para ver!
 

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Nesta quinta-feira (1º), começa o 24º Congresso Nacional de Pós-Graduandos, que será realizado no Campus do Fundão da Universidade Federal do Rio de Janeiro. Para as pessoas que se inscreveram no evento, seguem algumas orientações sobre como proceder quando chegar à cidade maravilhosa:

Primeiro, é necessário se dirigir ao setor de credenciamento do Congresso, no campus Fundão, da UFRJ, antes de ir para o hotel. Lá, você receberá orientações sobre o hotel para o qual hotel será encaminhado. Somente os participantes credenciados terão acesso às acomodações.

Locomoção:

– Do aeroporto Santos Dummon para o Fundão*
Na saída do aeroporto, no ponto de ônibus à direita, pegue qualquer um que vai até o terminal Central do Brasil. Você pode pegar as linhas de ônibus 322, 324 ou 326, que levam para a UFRJ, campus do Fundão. Qualquer dúvida, informe-se com algum fiscal no terminal.

– Da rodoviária para o Fundão*
Pegue um ônibus que vai para o Terminal Central do Brasil, e siga as mesmas instruções acima.
– Do aeroporto Galeão para o Fundão*
Procure se informar sobre o(s) ponto(s) de ônibus onde passam as seguintes linhas: 998 (descer em frente ao Centro de Tecnologia da UFRJ) ou 915 (descer em frente à passarela do hospital universitário, dali será necessário pegar um ônibus interno da UFRJ para o Centro de Tecnologia).
*Informações retiradas do site da UFRJ. 

Sugestão: Caso optem por pegar um taxi dos aeroportos ou rodoviária até Fundão, sugerimos que se dividam em grupos de quatro pessoas, assim, o preço a ser pago será bem inferior. Verifiquem o preço da corrida com o taxista antes. O preço médio das corridas pode ser verificado aqui.

Outras informações:

O bandejão para os inscritos no Congresso custa R$ 2,00 (dois reais), e servirá almoço e jantar.

Caso tenha mais alguma dúvida, ligue no (11) 5082-3691, envie e-mail para [email protected] ou [email protected], ou, ainda, envie sua dúvida no perfil da ANPG do Facebook. Sugerimos que as possíveis dúvidas sejam encaminhadas até amanhã para que possamos solucioná-las antes do início do Congresso.

Ministro de Ciência, Tecnologia e Inovação, Clelio Campolina, participa de debate com as sociedades científicas associadas na SBPC
Ministro de Ciência, Tecnologia e Inovação, Clelio Campolina, participa de debate com as sociedades científicas na SBPC

A Associação Nacional de Pós-Graduandos esteve presente no encontro do ministro de Ciência, Tecnologia e Inovação, Clelio Campolina, com dirigentes das principais sociedades científicas brasileiras na Sociedade Brasileira para o Progresso da Ciência (SBPC), que ocorreu na semana passada (17/4). Essa foi a primeira vez que ministro visitou a SBPC, depois de assumir a pasta, há cerca de um mês.

O encontro, mediado pela presidenta da SBPC, Helena Nader, foi realizado no auditório da Universidade de São Paulo (USP), e reuniu cerca de 60 pessoas, entre representantes de sociedades científicas, cientistas e pesquisadores.

Durante o evento, os participantes ressaltaram vários problemas do setor para o ministro, dentre eles o financiamento de CT&I, a exclusão das áreas de ciências humanas no Ciências sem Fronteiras (CsF), a redução dos recursos destinados ao Fundo Nacional de programa Desenvolvimento Científico e Tecnológico (FNDCT) e da destinação de cerca de um terço do total desses recursos ao programa CsF, além das legislações que travam e burocratizam a importação de insumos para pesquisa.
A Presidenta da ANPG, Luana Bonone, apresentou ao ministro a pauta de valorização da ciência e dos pesquisadores, apontando para o fato da dicotomia entre a valorização da ciência básica e a formação de recursos humanos de um lado e a corrida pela inovação tecnológica de outro não ser algo tão positivo. Falou da importância da assistência estudantil para pós-graduandos, apresentou o nível de desvalorização das bolsas de pesquisa, ao que o ministro não respondeu, e defendeu o estabelecimento de um pacto pela Ciência e Tecnologia, convocando, inclusive, a SBPC para o pacto.
“O pacto defende a bandeira de 2% do PIB e os royalties do minério para financiar as políticas de ciência e tecnologia, a fim de estabelecer uma política articulada de valorização da ciência e desenvolvimento tecnológico, incluindo a área de ciências humanas, que foi um tema também pautado por algumas sociedades científicas presentes da reunião”, explica Luana.

Apesar de reconhecer as deficiências do setor, o ministro acredita em avanços. “Sou realista, mas ao mesmo tempo entusiasta. Sei que os diagnósticos são muitos, mas algumas soluções já estão em andamento. O que temos que fazer é um diagnóstico recorrente e aplicar incrementos”, disse.

A presidente da SBPC, Helena Nader, avaliou o encontro e disse que quem saiu ganhando foi a ciência. “O encontro foi muito importante porque o ministro ouviu as preocupações e os gargalos da sociedade científica, do escasso andamento dos financiamentos da ciência e de algumas legislações que estão atrapalhando o crescimento do País”, disse.

 Da redação com informações da SBPC

Por Jouhanna Menegaz, representante da ANPG no Conselho Superior da Capes.
Abaixo ela faz um relato da sua participação nesse importante espaço institucional nos últimos dois anos

A atuação da ANPG no Conselho Superior da CAPES sempre foi na direção de apresentar a pauta política da entidade e reafirmar bandeiras em momentos necessários, bem como de possibilitar que demandas dos estudantes chegassem a agência ou fossem resolvidas com maior celeridade, visto que, todos os diretores da CAPES participam do conselho.

Exemplo destas práticas foram nosso pedido de esclarecimento e ação na primeira reunião de 2013 acerca da segunda parcela do reajuste de bolsas prometido no congresso de São Paulo que elegeu esta gestão, as constantes falas em defesa da assistência estudantil para pós-graduação e a fala da última reunião realizada em março de 2014 onde, frente a apresentação do balanço da CAPES, onde apresentou-se o dado de que 78% do orçamento é direcionado as bolsas e que isso era muito significativo, apresentamos que foi bom o orçamento da CAPES aumentar, mas que o do MCTI não acompanhar esse crescimento deixava a CeT debilitada e, portanto, esse fato devia ser uma preocupação também da CAPES, pois, o financiamento geral da CeT está sendo estrangulado; que ainda que se gaste muito com bolsa no contexto geral, isso ainda é pouco, pois, frente ao comemorado crescimento, os programas não chegam nem perto de atender a demanda que tem e que o valor é insuficiente e que cada vez vai ser mais insuficiente, considerando a mudança de perfil do estudante estimulada pelas políticas de cota; que ainda que a internacionalização seja relevante, é preciso ter cuidado para que o CSF não engula o PDSE, pois tem havido uma clara diferenciação de oferta e orçamento pras áreas contempladas em um e em outro e nossas intervenções caso a caso em defesa de estudantes cujas bolsas estavam em atraso no início da implantação do Programa Ciências sem Fronteiras.

Os artigos publicados não expressam necessariamente a opinião da ANPG e são de total responsabilidade dos autores.

A comissão de Credenciamento do 24º Congresso Nacional de Pós-Graduandos encerrou, na tarde desta quarta-feira (23), o credenciamento dos delegados e suplentes aptos a participarem do evento com direito a voz e voto.
>> Confira a Lista de Delegados
>> Confira a Lista de Suplentes
IMPORTANTE: Os nomes marcados com asterisco têm até as 23h59 de segunda-feira (28) para mandar um comprovante de matrícula para o email [email protected].
Em caso de dúvidas envie e-mail para [email protected] ou ligue (11) 5082-3691.
 

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Mais presenças confirmadas no 24º Congresso Nacional de Pós-Graduandos: Ennio Candotti, Presidente de Honra e atual Vice-Presidente  da SBPC; Mateus Fiorentini, Secretário Executivo da OCLAE; Alcindo Ferla, Coordenador Nacional da REDE UNIDA; Janeusa Trindade Souto, professora da UFRN e membro do FONAPRACE; Marina Crespo Pinto Pimentel Landeiro, Coordenação do CNPq do programa Ciências Sem Fronteiras; Lassana Danfa, Presidente do I Encontro dos Estudantes do PEC-G e PEC-PG no Brasil; Celi Nelza Zulke Taffarel, professora da UFBA; José Eudes Baima Bezerra, professor da UFC; Maria Emília Boito, Membro da Secretaria Operativa Nacional do Plebiscito pela Constituinte; José Carlos Zanelli, professor da UFSC; Renísia Cristina Garcia Filice, Membro da Associação Brasileira de Pesquisadores/as Negros/as- ABPN; Thiago Thobias, Diretor de Políticas de Educação do Campo, Indígena e para as Relações Étnico-Raciais (SECADI/MEC); e Dirce Mendes Fonseca, da UNICEUB

O evento, que será realizado entre os dias 1 e 4 de maio, na Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), tem como tema central a “Valorização da Ciência e dos Pesquisadores”.

Veja em quais mesas eles participarão:

Quinta-feira – 1º de maio 

 

Paineis Simultâneos :: 14h-16h

 

Painel 1 :: Política Nacional de C,T&I e Soberania Nacional
Convidado: José Eudes Baima Bezerra, professor da UFC
Ementa: conjuntura, com foco na C,T&I

Painel 3 :: Democracia e Participação: reforma política no Brasil
Convidada: Virginia Barros, Presidenta da UNE, e Maria Emília Boito, Membro da Secretaria Operativa Nacional do Plebiscito pela Constituinte

Painel 4 :: Integração Científica e Tecnológica na América Latina
Convidados: Álvaro Maglia, Secretário Executivo AUGM,  Jaime Benvenuto Lima Junior, Pró-reitor de Pesquisa e Pós-Graduação da UNILA, e, como mediador, Mateus Fiorentini, Secretário Executivo da OCLAE

Painel 6 :: Formação na Pós-Graduação em Saúde
Convidados: Luis Eugênio Portela, Presidente da ABRASCO, Ivone Evangelista Cabral, Coordenadora da Comissão Intersetorial de Recursos Humanos do CNS, e Alcindo Ferla, Coordenador Nacional da REDE UNIDA

Sexta-feira – 2 de Maio

 

9h-12h – Mesa: “Direitos dos pós-graduandos: demanda necessária a um Brasil desenvolvido”
Convidado: José Henrique Paim, Ministro da Educação, Janeusa Trindade Souto, UFRN – FONAPRACE, Ennio Candotti, Presidente de Honra e atual Vice-Presidente da SBPC, Celi Nelza Zulke Taffarel, professora da UFBA

Paineis Simultâneos :: 14h-16h

 

Painel 1 – Internacionalização e Mobilidade: CsF, sanduíches e PEC-PG
Convidados: Marina Crespo Pinto Pimentel Landeiro, do CNPq, e Lassana Danfa, Presidente do I Encontro dos Estudantes do PEC-G e PEC-PG no Brasil
Ementa: debater as condições dos estudantes fora de seu país, e retorno desse processo de integração, tanto para o aluno quanto para o país.

Painel 2 – Assistência Estudantil para a Pós-Graduação
Convidados: Janeusa Trindade SoutoUFRN – FONABRACE, e Hercília MeloDiretoria de Diretora de Ciência, Tecnologia e Inovação do ANPG

Painel 3 – Assédio Moral e outros abusos na relação acadêmica
Convidado: Guilherme Sales Soares de Azevedo Melo, Presidente da Comissão de Integridade do CNPq, Phillipe Pessoa de Santana, Representante Discente da USP, e José Carlos Zanelli, da UFSC
Ementa: Debater os abusos mais recorrentes na relação acadêmica, como a existência de plágio, e em especial na relação orientador/orientando. Identificar situações que configuram assédio moral na universidade.

Painel 4 – Democratizar a universidade: mudar a composição social da Academia.
Convidados: Renísia Cristina Garcia FiliceMembro da Associação Brasileira de Pesquisadores/as Negros/as- ABPN, e Thiago Thobias, Diretor de Políticas de Educação do Campo, Indígena e para as Relações Étnico-Raciais (SECADI/MEC) 

Painel 5 – Papel da pós-graduação lato sensu no desenvolvimento do país.
Convidados: Dirce Mendes Fonseca, professora da IESB

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O Plenário aprovou, em segundo turno, a Proposta de Emenda à Constituição (PEC) 290/13, da deputada Margarida Salomão (PT-MG), que muda vários dispositivos constitucionais para melhorar a articulação entre o Estado e as instituições de pesquisa com o objetivo de estimular o desenvolvimento científico, tecnológico e a inovação.

A PEC contou com o voto unânime de 354 deputados e será enviada ao Senado, onde também precisará passar por dois turnos de votação.
(Agência Câmara de Notícias)

Fonte: Jornal da Ciência