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A 14ª Conferência Nacional de Saúde(CNS) já tem um instrumento de comunicação funcionando a pleno vapor desde o início do mês: um perfil no twitter.

Iniciativa da Comissão de Comunicação, a ação visa estabelecer uma comunicação direta e rápida com a sociedade, em especial o público jovem, disse Pedro Tourinho, representante da ANPG na Comissão Organizadora da 14ª CNS.

Além do perfil na rede social, no sítio do Conselho Nacional de Saúde é possível obter todas as informações a respeito da 14ª CNS  www.conselho.saude.gov.br . Uma revista com artigos sobre o tema está sendo produzida e será lançada durante a Conferência, que acontecerá de 30 de novembro a 4 de dezembro em Brasília, sob o tema “TODOS USAM O SUS! SUS NA SEGURIDADE SOCIAL, POLÍTICA PÚBLICA E PATRIMÔNIO DO POVO BRASILEIRO”

Histórico

As etapas municipais e estaduais acontecem até outubro e todas já tem data marcada (confira o calendário detalhado aqui). Elas elegem delegados à etapa nacional.

 

As Conferências de Saúde acontecem há 66 anos e têm como objetivo avaliar e propor as diretrizes para formulação das políticas públicas de saúde. A primeira aconteceu em 1941 e foi convocada pelo Ministro da Educação, Gustavo Capanema,pois naquela época o Ministério da Saúde ainda não existia. O setor de Saúde era um departamento do Ministério da Educação.

 

A 8.ª Conferência Nacional de Saúde, pela primeira vez na história, teve uma ampla participação popular e marcou as mudanças da saúde no Brasil. Impulsionada pela conferência surge, então, uma grande mobilização nacional para pressionar a Assembleia Nacional Constituinte para que colocasse em prática o modelo defendido e aprovado pelos movimentos sociais na Constituição Brasileira. Foi a 8.ª CNS que aprovou as diretrizes do SUS e a proposta do Sistema Único de Saúde em sua essência. Desta forma, em 1988, o SUS passa a ter base legal. No Brasil, a partir de então, a saúde passa ser direito de todos e dever do Estado.


Da Redação.

Projetos de pesquisa nas áreas de matemática e de ciências e tecnologias da informação e da comunicação podem se inscrever,  até 22 de junho, para a seleção de pesquisas conjuntas de programas vinculados à Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (Capes).

Os programas MATH-AmSud e STIC-AmSud são iniciativas da cooperação internacional francesa com Argentina, Brasil, Chile, Peru e Uruguai e têm como objetivo fortalecer a colaboração e a criação de redes de pesquisa.

O financiamento compreenderá a realização de missões de pesquisa, trabalho e estudo, entre os grupos participantes, incluindo a realização de oficinas e cursos de curta duração que permitam a participação de professores e estudantes.

Os programas buscam apoiar projetos de pesquisa básica e aplicada com potencial de transferência e de inovação tecnológica, entre a França e ao menos dois países sul-americanos.

Podem se candidatar unidades e laboratórios de pesquisa, públicos ou privados, vinculados a instituições de ensino superior, organismos de pesquisa ou empresas, e cada projeto deverá planejar suas atividades considerando a duração máxima de dois anos. De acordo com os editais, a seleção acontecerá em quatro fases de caráter eliminatório: análise documental, análise de mérito, avaliação pelo comitê científico e avaliação pelo comitê de direção.

As inscrições vão até 22 de junho e a divulgação dos resultados está prevista para novembro deste ano. Poderão ser aprovados até dez projetos de cada edital, que terão início em 2012. Mais informações por mensagemEste endereço de e-mail está protegido contra spambots. Você deve habilitar o JavaScript para visualizá-lo. eletrônica ou na página da Capes.

Confira o cronograma

Período 

 Atividade prevista

De 9 de maio a 22 de junho de 2011

Inscrição das propostas

Novembro de 2011

Publicação dos resultados

Janeiro de 2012

Início dos projetos

15 de outubro 2012

Envio do relatório parcial

 

Fonte: Diego Rocha, Portal MEC

Estarão abertas de 16 de maio a 20 de junho as inscrições para o Programa de Pós-Graduação do Instituto de Macromoléculas Professora Eloisa Mano (IMA) da UFRJ.

 

Para os que desejam ingressar nos Cursos de Mestrado e Doutorado em Ciência e Tecnologia de Polímeros é necessário, antes, ser aprovado no curso de Nivelamento do Instituto, que será realizado no período de 27 de Junho a 29 de Julho de 2011, de segunda a sexta-feira, no horário de 09:00 às 11:00 horas.

Para se inscrever, é preciso apresentar a documentação completa exigida e a Ficha de Inscrição preenchida (mais informações em Downloads) na Secretaria de Pós-Graduação do IMA/UFRJ. 

Cronograma:

– Curso de Nivelamento – de 27/06 a 29/07/2011 das 09:00 às 11:00 horas
– Prova de Seleção para o Doutorado (escrita) – 01/08/2011 às 13:00 horas
– Apresentação do Memorial – Mestrado – 01/08/2011 a partir das 13:00 horas
– Apresentação do Pré-Projeto – Doutorado – 04/08/2011 a partir das 09:00 horas
– Prova de Inglês (obrigatória para ambos os cursos) – 05/08/2011 às 13:00 horas (não é eliminatória)
– Resultado do Processo de Seleção – 05/08/2011 às 10:00 horas

 

Para outras informações, entre em contato com a Secretaria de Pós-Graduação no e-mail [email protected] ou pelo telefone 21 2562-7202.


Fonte: UFRJ

Universidade Federal da Paraíba (UFPB)

O Programa de Pós-Graduação em Engenharia Elétrica do Centro de Tecnologia da Universidade Federal da Paraíba (PPGEE/CT-UFPB), abre inscrições, a partir do dia 23 de maio, para o processo seletivo de preenchimento de 10 vagas do Curso de Mestrado.

Os candidatos classificados como alunos regulares em tempo integral e dedicação exclusiva poderão receber bolsas de estudos de acordo com sua classificação final, desde que satisfaçam os critérios de concessão do órgão financiador.

 

Inscrições

As inscrições serão feitas na Secretaria Executiva do PPGEE, nos horários de 9 às 12h e de 14 às 17 horas, de 23 de maio a 01 de julho de 2011 e poderão ser realizadas presencialmente pelo interessado ou por procurador devidamente constituído.

Também serão aceitos pedidos de inscrição enviados por via postal, remetidas até 01 de julho de 2011, para o seguinte endereço: Secretaria Geral do Centro de Tecnologia –CT, Campus I, Cidade Universitária – João Pessoa – PB – Brasil – CEP: 58059-900. No envelope deverá estar explícito “Inscrição PPGEE – Edital n° -1/2011.”

Podem inscrever-se portadores de diploma de graduação, reconhecidos pelo MEC, em Engenharia Elétrica ou de cursos de bacharelados ou tecnológicos de áreas afins, assim definidas conforme critérios do MEC, CAPES e CNPq.

 

Datas importantes

A divulgação dos resultados sairá no dia 11 de julho de 2011, com período de matrícula entre 25 a 28 de julho, e aula inaugural dia 29 de julho de 2011.

O período letivo será de 08 de agosto a 14 dezembro de 2011.

 

Mais informações podem ser obtidas no endereço eletrônico http://www.ct.ufpb.br/pos/ppgee

 

Da Redação.

Isaac Roitman. Foto: ABC 

Indicamos a leitura do artigo do pesquisador Isaac Roitman, professor aposentado da Universidade de Brasília, ex-reitor da Universidade de Mogi das Cruzes, coordenador do Grupo de Trabalho de Educação da Sociedade Brasileira para o Progresso da Ciência (SBPC) e membro titular da Academia Brasileira de Ciências no qual ele aborda o papel da divulgação científica no processo educativo e a necessidade fundamental de melhora do ensino básico brasileiro. 

 O artigo foi originalmente publicado na Revista da Fundação Nacional de Desenvolvimento do Ensino Superior Particular (FUNADESP).

Isaac também é autor do artigo Educação Científica: Quanto mais cedo melhor, publicado em 2007 pela RITLA (Rede de Informação Tecnológica Latino – Americana).

Clique aqui e baixe a versão completa.

Folha de São Paulo – 03/05/2011


SABINE RIGHETTI

ENVIADA ESPECIAL AO RIO


O Brasil deve inaugurar em novembro seu primeiro centro de prevenção de desastres naturais, diz o climatologista Carlos Nobre, que coordena a iniciativa pelo Ministério da Ciência e Tecnologia.

O plano virou prioridade após o desastre na região serrana do Rio, neste ano, quando mais de 800 morreram. "A presidente Dilma quer o centro funcionando antes das chuvas de verão", disse ele.

De acordo com Nobre, mais de R$ 200 milhões devem ser injetados no projeto nos próximos quatro anos. Hoje, estima-se que menos de 10% das áreas de risco do país, que podem, por exemplo, sofrer deslizamentos com chuvas, estejam registradas.

A ideia é avançar nesse levantamento e cruzar tais dados com informações meteorológicas, obtidas por radares que já existem no país.

Apesar de não ter desastres como terremotos e furacões, o Brasil está no alto da lista em mortes per capita por desastres naturais: ocupa a sexta posição no mundo. Mais de 2.000 pessoas morreram no país desde 2008 por causa de eventos como inundações e deslizamentos de terra.

Nunca conseguiremos retirar todas as pessoas das áreas de risco. Mas precisamos de um sistema de alerta", defendeu Nobre durante sua palestra, que abriu a reunião anual da prestigiosa ABC (Academia Brasileira de Ciências).

"A sociedade acredita que o Brasil está livre de desastres naturais. Justamente por isso, o governo não investia muito em prevenção."

De acordo com o climatologista, um sistema de alerta eficiente, somado à mobilização efetiva da população (o que deve ser feito pela Defesa Civil em caso de risco iminente) pode reduzir o número de mortos nos desastres em pelo menos 50%.

 

A ANPG está em campanha permanente pelo reajuste do valor das bolsas de mestrado e doutorado. Ações pelo Brasil durante a Jornada de Lutas no mês passado, audiências com a presidenta Dilma Rousseff e o Ministro da Educação, Fernando Haddad e o abaixo-assinado são iniciativas concretas da entidade para que a pauta seja atendida.

Leia mais: 

5 mil estudantes lotam a Esplanada dos Ministérios e lideranças são recebidas pela Presidenta Dilma

Pós-Graduandos marcam presença na Jornada de Lutas “Educação tem que ser 10!”

Campanha de Bolsas: batalha estratégica para a ANPG

A Campanha de Bolsas da ANPG já mobilizou mais de 40 mil assinaturas através do abaixo-assinado online e a intenção é entregá-lo aos presidentes da Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (CAPES) e do Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq), duas maiores agências de fomento na área e responsáveis por conceder, juntas, mais de 110 mil bolsas de mestrado, doutorado e pós-doutorado no ano de 2009. E também apresentá-lo ao Ministério da Educação (MEC), Ministério da Ciência e Tecnologia (MCT) e à Presidência da República em audiências específicas sobre o assunto já solicitadas a esses órgãos.

Para mostrar que vida de bolsista não é fácil, entrevistamos 3 pós-graduandos pra saber como é ser bolsista e pesquisador no Brasil. Publicamos agora a 2ª entrevista da série "Vida de pós-graduando bolsista " (confira a 1ª entrevista com o doutorando da USP, Wilson Sparvoli). 

Alan, à esquerda, de camiseta branca, em seu laboratório na Unicamp. Foto: Arquivo pessoal

O relato é de Alan Godoy Souza Mello, 26 anos, doutorando em engenharia elétrica (área de concentração: engenharia de computação) na Universidade Estadual de Campinas (Unicamp) e é bolsista do CNPq:

ANPG: A sua única fonte de renda é a bolsa?
Alan:
Sim, exceto nos semestres que eu faço estágio docente, nos quais eu tenho uma bolsa adicional (de cerca de R$600), mas é mais raro fazer esse tipo de estágio.

ANPG: E o valor da bolsa é suficiente pra viver? Não apenas estudar, mas sair, se alimentar, cobrir os gastos com transporte?
Alan:
Mais ou menos. Gastos com moradia consomem cerca de 1/3 do valor da minha bolsa, mensalmente eu gasto o valor completo da bolsa, de modo que não dá para guardar dinheiro para eventualidades. Eu tenho de planejar bem compras de roupa, por exemplo, para conseguir ter dinheiro.

Alimentação acaba sendo um problema menor, pois a Unicamp tem o bandejão (o custo da refeição é de R$2,00), mas se não fosse isso seria difícil me manter almoçando em restaurantes (já que seria impraticável fazer comida em casa).

ANPG: E você cogita a possibilidade de trabalhar ou isso atrapalharia seus estudos?
Alan: Pensei em dar aulas de noite, mas prepará-las decentemente tomaria muito tempo e atrapalharia bastante o meu doutorado. Como pretendo ser docente no futuro, minha prioridade no momento é o doutorado (obrigatório para ingressar nas universidades públicas paulistas). Pretendo ainda fazer alguma outra vez um estágio docente, mas deve ser só no ano que vem, pois quero também fazer um ano de doutorado – sanduíche.

ANPG: Quer fazer o sanduíche por conta da experiência ou o fator financeiro também está contando nessa decisão?

Alan: Pela experiência, mesmo. Até por que, dependendo de onde você for, o valor da bolsa da CAPES é bem baixo para cobrir o custo de vida no local

ANPG: O único auxílio direto da Unicamp aos pós-graduandos é o bandejão?

Alan:  Direto, sim. Alunos que tenham renda familiar baixa (inferior a R$1000,00) per capita podem se candidatar a outros programas de auxílio (como moradia, auxílio transporte e auxílio refeição), mas esses programas não são acessíveis à maioria dos bolsistas (exceto se eles sustentarem outras pessoas com o valor da bolsa).

A Unicamp também oferece recursos para viagens a congressos e atividades afins. Se não fosse por isso, seria impossível um bolsista da CAPES ir a muitos congressos, dados os preços de transporte, estadia e inscrição no evento. Mesmo bolsistas do CNPq, como eu, poderiam ir a muito menos eventos do que seria adequado em um doutorado.

ANPG: Você mora com quantas pessoas? É confortável, dá pra ter privacidade e estudar?

Alan:  Atualmente moro com mais 2 pessoas, finalmente com um quarto só para mim. Até ano passado morava em 5 pessoas e tinha de dividir quarto, o que, apesar do meu colega de quarto ser boa gente, acabava atrapalhando um pouco na hora de estudar (em certos casos eu preferia ficar no laboratório até a madrugada para evitar distrações). Mudar para essa nova casa teve alguns poréns, já que acabei tendo de ir para um bocado mais longe da faculdade (preciso agora pegar no mínimo 2 ônibus para chegar lá), mas foi melhor.

Durante o meu mestrado, no entanto, eu tinha de dividir uma casa com 10 pessoas, principalmente pessoal da graduação (senão não dava para pagar) e nessa época era quase impossível estudar em casa.

ANPG: O que você gostaria (ou precisaria) fazer mas não consegue por conta do valor da bolsa?

Alan:  Muitas coisas: fazer uma reserva para emergências, comprar uma moto ou outro meio de transporte (infelizmente o sistema de transporte de Campinas é bem deficiente), fazer um plano de saúde, entre outras coisas. De acordo com uma pesquisa feita pelo Centro Acadêmico da Computação daqui da Unicamp, uma pessoa formada há cinco anos no curso (meu caso) ganha de 5 a 8 mil reais mensais, então acaba que a disparidade do que eu ganho fazendo pesquisa (a bolsa de doutorado do CNPq hoje é de R$1800,00 ) para o que meus amigos ganham no mercado de trabalho é muito grande.


ANPG:  E mesmo assim você acha que compensa? Afinal, o salário dos professores também não é alto no Brasil.

Alan:  Financeiramente ou pelo próprio sentimento de valorização por parte dos órgãos governamentais não valeria nunca. Receber sem dia fixo, como ocorre na CAPES, é um sentimento de falta de respeito terrível. Mas eu gosto muito de dar aula e de pesquisar (além do ambiente acadêmico) e acho que é o jeito que eu posso melhor contribuir.

Pelo menos, depois de docente, a disparidade reduz um pouco


ANPG: E você nunca pensou em ir estudar (e ficar) fora do Brasil?

Alan:  Não é muito meu perfil. Mesmo viajando ao exterior por poucos dias para um congresso eu já sentia saudades do Brasil. Prefiro participar da mudança da valorização dos docentes e pesquisadores aqui e ver meu país evoluindo através do meu trabalho. Saber que os brasileiros vivem melhor e que eu tive uma parcela de responsabilidade (mesmo que pequena) acaba, em minha opinião, fazendo valer mais a pena ficar por aqui.

Particularmente, se eu puder atuar na Unicamp, que é onde me graduei, fiz meu mestrado e agora faço meu doutorado, eu ficaria mais feliz ainda.


Da Redação.

 

Serão aplicados R$ 17 milhões, sendo a maior parte do recurso disponibilizada pela FINEP.

Com a intenção de fomentar a inovação tecnológica nas micro e pequenas empresas goianas, a Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de Goiás (Fapeg) lança edital, no fim do mês, pelo programa Pappe Integração, no valor de R$ 17 milhões. A afirmação é de Albenones José de Mesquita, diretor científico da entidade. A maior parte do recurso, R$ 11 milhões, é da FINEP (Financiadora de Estudos e Projetos). A Fundação aplica R$ 5 milhões no programa.

As informações de Mesquita foram adiantas em mesa redonda na sexta-feira (6) no último dia da Reunião Regional da Sociedade Brasileira para o Progresso da Ciência (SBPC) em Catalão (GO). O tema foi o fomento à pesquisa e extensão no estado de Goiás: o desafio da interiorização da pesquisa. A mesa teve ainda a participação de Manoel Rodrigues Chaves, diretor da Universidade Federal de Goiás no campus de Catalão, e Marcelo Vilela Galo, gerente de desenvolvimento sustentável da Anglo American, uma das mineradoras instaladas na cidade.

Segundo Mesquita, também pesquisador do CNPq, empresas podem usar os recursos para criar produtos ou para aprimorar os já existentes. Cada empresa pode ser beneficiada com até R$ 400 mil subsidiados. São considerados projetos de setores "prioritários" para a ampliação do desenvolvimento tecnológico do estado, dentre os quais, a área de energia renovável.

Embora Goiás tenha investido bastante no desenvolvimento tecnológico nos últimos anos, alguns municípios ainda são carentes de ciência e tecnologia, principalmente aqueles carentes de infraestrutura física para produção de conhecimento de informações de C&T e de empresas com base tecnológica. Mesquita afirmou que as redes de C&T de Goiás estão concentradas no centro sul do estado.

Edital para ensinos médio e fundamental

Com recursos do CNPq, a Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de Goiás (Fapeg) lança ainda neste semestre edital pelo Programa Iniciação Científica Júnior. O programa prevê a oferta de 160 bolsas para estudantes do ensino médio e fundamental.

Essa é a primeira vez que a entidade tem edital diretamente para esse público no estado, disse Albenones José de Mesquita, diretor científico da Fundação. Até então, as bolsas eram divulgadas diretamente pelo CNPq. A previsão é de divulgar o edital em junho ou julho, segundo informou o dirigente. 

A mudança visa a facilitar a liberação de recursos e despertar, o mais cedo possível, o interesse de estudantes para a iniciação científica, disse Mesquita. Além do Programa Iniciação Científica Júnior, a Fapeg lançará também editais para o programa Pronex e outros. O edital que promover o conhecimento sobre a diversidade nacional da fauna de peixes de água doce e marinhos.

Fonte: (Viviane Monteiro – Jornal da Ciência)

 

Entre os dias 18 e 21 de agosto as cidades de Recife e Olinda receberão os pós-graduandos brasileiros para a realização do 38º Conselho Nacional de APGs (CONAP) da ANPG.

 

O CONAP é constituído pelas diretorias da ANPG e de APGs, Pró-APGs, Federações de Cursos e Associações de Médicos Residentes cadastradas de cada Instituição de Ensino Superior ou Pesquisa que mantenham programa de pós-graduação, tendo cada diretoria o direito a um voto.

Este fórum da entidade terá como tema central o Plano Nacional de Pós-Graduação (PNPG). Discutir seus avanços e limitações, e possíveis ações frente a isso são algumas das expectativas pra o encontro. O CONAP terá, ainda, a importante tarefa de convocar o maior e mais importante fórum da ANPG: o XXIII Congresso Nacional de Pós-Graduandos, previsto para acontecer em 2012.

Avaliar os resultados da  Campanha de Bolsas da ANPG e um Seminário sobre as Organizações Sociais também estão previstos.

Em breve serão divulgados o Regimento Interno do CONAP e a Programação.

Recife e Olinda

O estado de Pernambuco é conhecido não só pelas suas belezas naturais mas também pelo imponente Carnaval que realiza.

Conta com 8,8 milhões de habitantes e detém o segundo maior PIB (Produto Interno Bruto) do Nordeste.

 

Conhecido por sua ativa e rica cultura popular, Pernambuco é berço de várias manifestações tradicionais, como o frevo, o maracatu e os pastoris, bem como detentor de um vasto patrimônio histórico, artístico e arquitetônico, sobretudo no que se refere ao período colonial. O estado também deu origem a grandes romancistas e poetas brasileiros, como Manuel Bandeira e João Cabral de Melo Neto, e participou do movimento de renovação e internacionalização das artes visuais brasileiras, com  Cícero Dias e Vicente do rego Monteiro. Na década de 1990,surgiu em Pernambuco o mangue beat, amálgama do rock, do pop, do rap e do funk com os ritmos locais.

 

O município do Recife é uma das três maiores aglomerações urbanas da Região Nordeste. Ocupa uma posição central, a uma distancia em torno de 800 km das outras metrópoles, Salvador e Fortaleza, disputando com elas o espaço estratégico de influência na Região.A Universidade Federal de Pernambuco sediará atividades do encontro de pós-graduandos do Brasil todo.

 

 

 

O título de Patrimônio da Humanidade foi concedido pela UNESCO em 1982 a Olinda, depois de uma luta iniciada pela Prefeitura em 1978, com o apoio de personalidades como o embaixador olindense Holanda Cavalcanti, o então ministro Eduardo Portela, além de Aloísio Magalhães.

Com esse título, Olinda inscreveu-se na lista de monumentos mundiais e figura ao lado de bens da humanidade como a Catedral de Notre-Dame, em Paris, o sítio arqueológico de Nemrut Dag, na Turquia, o Parque Nacional do Serengeti, na África, e a Cidade do Vaticano, entre outros 400 monumentos em todo o mundo.

As cidades de Recife e Olinda receberão, conjuntamente, as atividades políticas e culturais do CONAP.

Mobilize a sua APG e faça parte deste capítulo da história dos pós-graduandos!

 

 Da Redação. 

*fotos: Wikipédia

 

 

O Pró-Pós (Movimento de Pós-Graduação da Unicamp) irá realizar no dia 10 de maio o evento "Pós em Debate". Tal evento buscará discutir a pós-graduação no país, qual seu papel esperado e se o formato e a importância dada a mestrados e doutorados brasileiros são compatíveis com um projeto eficaz de desenvolvimento nacional. Dilemas como focar a ciência pela ciência, desenvolver "tecnologias sociais" ou voltar-se
para as tendências e demandas do mercado, assim como quais as oportunidades que mestrandos e doutorandos têm para aprimorar-se, deverão ser discutidas no evento.

A ANPG participará da atividade visando contribuir com o debate e aproveitará a

clique na imagem para ampliar

oportunidade para mais uma vez divulgar a Campanha de Bolsas da entidade e mobilizar os Pós – Graduandos para o 38º CONAP (Conselho Nacional de APGs) que acontecerá de 18 a 21 de agosto em Pernambuco e terá como tema central o Plano Nacional de Pós – Graduação (PNPG).

 

Leia mais: ANPG presente nas universidades paulistas 

Leia Mais:Campanha de bolsas: batalha estratégica para a ANPG 

Programação

Data: Terça-feira, 10 de maio de 2011
Local: Auditório 3 – Centro de Convenções da Unicamp

9h30: Abertura do evento

9h45: Café da manhã

10h-12h: Mesa – O Papel Estratégico da Pós-Graduação no Brasil

Discussão sobre qual o papel que a pós-graduação exerce (ou deveria
exercer) para o desenvolvimento da sociedade. Buscar-se-á responder a
perguntas como: Por que na última grande crise mundial muitos países
viram a Ciência e a Tecnologia como um foco para investimento, ao
passo que o Brasil reduziu consideravelmente os recursos do setor?
Como essa visão nos afeta? Por que investir em pós-graduação, quais os
objetivos e qual o cenário dela no país?

Debatedores:
– Elisângela Lizardo – Presidente da Associação Nacional de Pós-Graduação (ANPG)
– Manuel Marcos Maciel Formiga – Assessor da Diretoria da Confederação
Nacional das Indústrias (CNI)
– Prof. Dr. José Fernandes de Lima – Ex-Secretário Estadual de
Educação do Sergipe, membro do Conselho Nacional de Educação e do
comitê que elaborou o Plano Nacional de Pós-Graduação 2011-2020 (PNPG)
– Provocador: Prof. Dr. Renato Dagnino (DPCT – IG – Unicamp)

14h-16h: Mesa – A Internacionalização e a Formação de Pessoal em Pós-Graduação

Atualmente uma grande preocupação na pós-graduação na Unicamp é
ampliar seu nível de internacionalização. Por quê? Quais oportunidades
a Unicamp e as agências brasileiras proporcionam? Quais os benefícios
possíveis de ter uma experiência no exterior? Como se preparar e se
informar sobre tais oportunidades?

Debatedores:
– Prof. Dr. Carlos Henrique de Brito Cruz – Diretor Científico da FAPESP
– Prof. Dr. Euclides de Mesquita Neto – Pró-Reitor de Pós-Graduação da Unicamp
– Profa. Dra. Nancy Lopes Garcia – Coordenadora da Área de Matemática/Probabilidade e Estatística da CAPES

– Provocador: Prof. Dr. Renato Dagnino (DPCT – IG – Unicamp)

 

Mais informações podem ser obtidas através do email [email protected] e do perfil no twitter @propos_unicamp

Da Redação.