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Leia também sobre esse evento: Seminário na UFSC discute temas relevantes sobre ensino, pesquisa e extensão

Nos dias 4 e 5 de novembro ocorreu o V Seminário de Avaliação do Ensino e da Pesquisa em Estudos Urbanos e Regionais, organizado pela ANPUR (Associação Nacional de Pós-Graduação em Planejamento Urbano e Regional), no auditório da Reitoria da Universidade Federal de Santa Catarina, em Florianópolis.

A ANPG foi representada no evento pelo pós-graduando em Geografia na Universidade Federal do Rio Grande do Sul, Mauricio Scherer, que também é diretor da Associação de Pós-Graduandos (APG) desta Universidade. O acompanhamento das mesas de debates permitiu o entendimento da situação atual da pesquisa em estudos urbanos e regionais.

A confêrencia de abertura contou com a presença de Wrana Panizzi, vice-presidente do CNPq e ex-presidente da ANPUR, e teve como tema “Desafios da política de pesquisa no Brasil: o campo dos estudos urbanos e regionais”.

Ocorreram quatro mesas-redondas: Configurações atuais da pesquisa e do ensino de pós-graduação no campo dos estudos urbanos e regionais; O papel das Universidades frente à fragilização de paradigmas; Atualização do pensamento sobre a cidade, a região e o território; Condições do trabalho universitário no campo dos estudos urbanos e regionais: inserção institucional e desafios didáticos.

Além das mesas, Grupos de Trabalhos (GTs) reuniram-se também para discutir assuntos mais específicos.
Tanto as mesas quanto os GTs contribuíram para formular a opinião e avaliação da ANPUR sobre Ensino e da Pesquisa nos Estudos Urbanos e Regionais.

Nos debates ficou clara a busca por ampliar a consolidação da entidade no cenário científico e político, inclusive problematizado no GT intitulado “O papel político da ANPUR e perspectivas de ações interassociativas nacionais e internacionais”. Nesta ocasião Mauricio Scherer apresentou a ANPG, reforçando a história do movimento de pós-graduandos e a crescente ampliação da mobilização pelos direitos e opinião sobre o rumo da Ciência e Tecnologia no Brasil. Scherer destacou também a presença de Representação da ANPG em diversos conselhos, como da Capes e CNPq.

Scherer também visitou a APG-UFSC, reunindo-se com os diretores Hélio, Mara, Artur e Fábio. Foram discutidos o contexto organizativo local, as repercussões da Portaria que permite concomitantemente bolsa e trabalho e o evento que está sendo projetado para debater a pós-graduação na universidade.

De Maurício Scherer, pós-graduando em Geografia e diretor da APG-UFRGS, com redação.

Reúne-se hoje, em Brasília, a Comissão de Elaboração do Plano Nacional de Pós-Graduação, que direcionará a pós-graduação entre 2011 e 2020. O Plano é a referência para a implementação das políticas públicas relacionadas à pós-graduação brasileira, em termos de diretrizes e metas, e está sendo elaborado pela Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (CAPES). Depois de fechado, o documento resultante da reunião irá a debate público.

A ANPG, representada no evento por seu ex-presidente Hugo Valadares, apresentará à comissão as colaborações enviadas por Associações de Pós-Graduandos (APGs), estudantes e parceiros por meio do Blog do PNPG, assim dando voz ao segmento discente.

Após essa reunião, o debate do Plano passa à outra etapa de discussão, que poderá ser acompanhada no Blog do PNPG para que os pós-graduandos, de forma especial as APGs, possam acompanhar e contribuir com o debate.

Além de Valadares, pertencem à comissão Francisco César de Sá Barreto, que a preside; Álvaro Toubes Prata, da Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC); Abílio Afonso Baeta Neves Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS); Adalberto Luis Val, do Instituto Nacional de Pesquisas da Amazônia (Inpa); Adalberto Ramon Vieyra da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ); Celso Pinto de Melo Universidade Federal de Pernambuco (UFPE); José Fernandes de Lima, da Secretaria de Estado da Educação de Sergipe; Ricardo Gattass, da UFRJ; Anísio Brasileiro de Freitas Dourado, do Fórum de Pró-Reitores de Pesquisa e Pós-Graduação (Foprop); Luis Alfredo Salomão, Secretaria de Assuntos Estratégicos do Paraná (SAE/PR); Cel. Celso Bueno da Fonseca, do Ministério da Defesa; Hugo Valadares Siqueira, da Associação Nacional dos Pós-Graduandos (ANPG); Ronaldo Mota, do Ministério da Ciência e Tecnologia (MCT); Carlos Alberto Aragão Carvalho Filho; Marilza Vieira Cunha Rudge, da Universidade Estadual Paulista (Unesp); Vahan Agopyan, da Universidade de São Paulo (USP); e Euclides de Mesquita Neto, da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp).

Da redação, com Portal CAPES
 

A FAPESP e o Consejo Nacional de Investigaciones Científicas y Técnicas de La República Argentina (Conicet), da Argentina, lançam seleção pública de propostas para intercâmbio de pesquisadores no âmbito do acordo de colaboração científica e tecnológica entre as instituições.

Podem participar pesquisadores vinculados a instituições de ensino superior ou pesquisa, públicas ou privadas, no Estado de São Paulo, responsáveis por Auxílios à Pesquisa vigentes apoiados pela FAPESP, nas modalidades Auxílio à Pesquisa – Regular, Auxílio à Pesquisa – Projeto Temático ou nos programas Apoio a Jovens Pesquisadores em Centros Emergentes (JP) e Centros de Pesquisa Inovação e Difusão (Cepids) e que tenham projetos de pesquisa conjuntos com pesquisadores de universidades ou centros de pesquisa da Argentina.

Em cada proposta, podem se candidatar para o intercâmbio o próprio pesquisador responsável, pesquisadores doutores e bolsistas de pós-doutoramento da FAPESP associados ao projeto vigente. Cada candidato poderá se beneficiar do programa de intercâmbio uma única vez durante a execução do projeto.

As solicitações deverão ser apresentadas simultaneamente pelos pesquisadores em seus respectivos países, de acordo com os requisitos e prazos acordados pelas instituições. Apenas propostas aprovadas por ambas as partes serão financiadas.

A chamada de propostas está aberta a todas as áreas de conhecimento científico e tecnológico. A chamada é simultânea à emitida pelo Conicet para pesquisadores argentinos, que pode ser consultada em www.conicet.gov.ar/coop/convocatoria/index.php.

As propostas serão recebidas até o dia 30 de novembro. Cada projeto deverá ter duração de até 24 meses.

Mais informações: www.fapesp.br/acordos/conicet

Fonte: Agência Fapesp, 4/11

Teve início nesta quinta-feira (4/11) a consulta pública sobre o Livro Azul, que sintetiza os principais temas e ideias da 4ª Conferência Nacional de Ciência, Tecnologia e Inovação (4ª CNCTI), realizada de 26 a 28 de maio, em Brasília.

 Está também submetido para consulta um documento que consolida o conjunto de recomendações da Conferência Nacional, das Conferências Regionais e Estaduais e do Fórum Municipal de Ciência, Tecnologia e Inovação.

 O coordenador-geral da 4ª CNCTI, Luiz Davidovich, ressaltou que a consulta tem por objetivo verificar se os documentos preparados pela comissão de redação refletem o que foi debatido durante a conferência e nos eventos anteriores.

 "Em nossa avaliação, os documentos, na forma atual, reúnem o conjunto de temas e ideias discutidos na conferência. Queremos agora verificar se realmente captamos o entendimento daqueles que participaram dos debates", disse Davidovich.

As recomendações do Livro Azul estão reunidas em torno de grandes temas, que revelam o amplo espectro da agência de C&T na sociedade brasileira: a inovação nas empresas e na sociedade; a utilização sustentável dos grandes biomas nacionais, com ênfase especial na Amazônia e no mar; a redução dos desequilíbrios regionais e da desigualdade social; o desenvolvimento de tecnologias estratégicas; a consolidação do Sistema Nacional de Ciência e Tecnologia; o fortalecimento da ciência básica e da educação em todos os níveis.

Após a consulta pública, que termina no dia 22 de novembro, a comissão de redação vai se reunir para analisar os comentários e fazer as modificações necessárias. A intenção é lançar a versão final dos documentos até meados de dezembro.

Além do Livro Azul e das recomendações das conferências, será publicada uma edição especial da revista Parcerias Estratégicas, editada pelo CGEE, contendo artigos de palestrantes da Conferência Nacional e dos seis seminários preparatórios realizados nos meses anteriores ao evento.

Consulta

A consulta pública está sendo realizada, até o dia 22 de novembro, por meio dos portais www.cgee.org.br e www.mct.gov.br

 O link específico da consulta é http://www.cgee.org.br/prospeccao/exercicio/delphi/cadastre_livroazul.php .

 

Fonte: Daniela Oliveira, do Jornal da Ciência

Termina no dia 15 de novembro o prazo para envio de propostas de trabalho para a 12ª Reunião Bienal da Rede de Popularização da Ciência e da Tecnologia da América Latina e do Caribe (Red-POP), que acontecerá no Brasil de 29 de maio a 2 de junho de 2011.

Organizado pelo Museu Exploratório de Ciências (MC), da Universidade Estadual de Campinas, o encontro tem como tema "A profissionalização do trabalho de divulgação científica", recebendo tanto trabalhos de pesquisa, de caráter acadêmico, quanto de profissionais da área, interessados em relatar suas experiências.

Cinco eixos temáticos vão nortear a 12ª Reunião: Educação não-formal em ciências; Jornalismo científico; Programas e materiais para museus de ciências: materiais e práticas concretas; Museografia e museologia científica; Público, impacto e avaliação dos programas. Dentro dos eixos temáticos, os interessados deverão adequar os trabalhos às modalidades: Comunicação Oral (15 minutos); Pôster Digital (4 minutos), Oficinas práticas (2 horas) e Minicursos (3 horas).

 Durante a 12ª Reunião haverá conferências plenárias, mini-cursos, oficinas, sessões orais e visitas técnicas a centros e museus de ciências, em São Paulo. Na ocasião, os participantes receberão o Caderno de Resumos dos trabalhos selecionados e um livro eletrônico com os Anais do Congresso. Além disso, o Museu Exploratório premiará os vencedores do Concurso Latino Americano e Caribenho de Vídeo Minuto Científico, cujas produções, no âmbito da divulgação científica, irão falar de transformação.

Mais informações: http://www.mc.unicamp.br/redpop2011/

(Assessoria de Imprensa do Museu Exploratório de Ciências)

Com o objetivo de discutir a relação entre ensino, pesquisa e extensão nas diversas instituições que compõem a pós-graduação no Brasil, desde ontem (04/11) vem sendo realizado no Campus da Universidade Federal de Santa Catarina o 5° Seminário de Avaliação do Ensino e da Pesquisa em Estudos Urbanos e Regionais. O evento, que acontece a cada biênio, teve como proposta nesta edição as dificuldades enfrentadas pelos programas de Pós-graduação nas áreas de Planejamento Urbano e Regional, Arquitetura e Urbanismo, Geografia, Economia Sociologia, entre outras.

Na abertura do Seminário a vice-presidente do CNPq, Wrana Panizzi, que foi presidente ANPUR entre 1993 e 1995, proferiu a conferência intitulada Desafios da política de pesquisa no Brasil: o campo dos estudos urbanos e regionais. Entre outros temas, estão sendo discutidos também no Seminário questões como “Configurações atuais da pesquisa e do ensino de pós-graduação no campo dos estudos urbanos e regionais”, “O papel das universidades frente à fragilização de paradigmas”, “Atualização do pensamento sobre a cidade, a região e o território” e “Configurações atuais da pesquisa e do ensino de pós-graduação no campo dos estudos urbanos e regionais”.

De acordo com a Presidente da ANPUR, Leila Christina Dias, nesta edição, as atividades do Seminário estão organizadas na forma de Conferência, Mesas Redondas, Grupos de Trabalho, e Sessão Final. “No seminário vem sendo discutidos temas relevantes e problemáticas que mobilizam na atualidade pesquisadores e estudantes em nosso campo de conhecimento”, afirmou Leila Dias. “Com base nos relatos dos debates ocorridos durante o Encontro, iremos formular uma agenda de pesquisa e ensino na Sessão Final, que deverá ser levada para o XIV Encontro Nacional da ANPUR, realizada em maio de 2011”, pontuou.

Os quatro Grupos de Trabalho que integram o 5° Seminário debatem temas como “O processo de avaliação da pós-graduação e a política governamental de ensino”, “A orientação de teses e dissertações no contexto dos grupos de pesquisa em estudos urbanos e regionais”, “Os campos da formação e do trabalho: entendimento de processos e capacitação para atuação de forma propositiva?” e “O papel político da ANPUR e perspectivas de ações interassociativas nacionais e internacionais”. A sessão final acontece hoje, dia 5, às 16h30.

Os Seminários Nacionais de Avaliação do Ensino e da Pesquisa em Estudos Urbanos e Regionais vêm sendo organizados regularmente desde 2002, pela ANPUR. O evento conta com a presença de coordenadores e representantes de centros de pesquisa filiados à Associação Nacional de Pós-graduação e Pesquisa em Planejamento Urbano e Regional. Participam do Seminário também pesquisadores e professores universitários, e estudantes de pós-graduação.

Encontro Nacional da ANPUR

O XIV Encontro Nacional da ANPUR (Associação Nacional de Pós-Graduação e Pesquisa em Planejamento Urbano e Regional), com o título “Quem planeja o território? Atores, arenas e estratégias”, será realizado, no Rio de Janeiro, no período 23 a 27 de maio de 2011. O tema geral do XIV ENAnpur indica o compromisso dos programas de pós-graduação filiados à associação com a produção e a difusão de estudos interdisciplinares que apóiem a compreensão das relações sociedade – espaço e, em conseqüência, dos desafios enfrentados pelo planejamento territorial no contexto da globalização da economia

A proposta geral do XIV ENAnpur, aberto à participação de professores, pesquisadores, técnicos e estudantes, parte do reconhecimento da crescente relevância da esfera mundial na determinação de projetos para o futuro do País. Baseia-se, ainda, na necessidade de identificar e refletir sobre os agentes econômicos e os atores políticos que hoje redesenham o território brasileiro, transformando as arenas em que tem sido definido o acesso a recursos materiais e imateriais essenciais à vida coletiva.

As metas escolhidas para o XIV ENAnpur são o aprofundamento da democracia e o alcance de uma sociedade mais justa e solidária, como indicam os eixos temáticos do evento.  

Eixos temáticos: 

    (1) – Estado, planejamento e justiça territorial

    (2) – Modelos, utopias e direitos sociais

    (3) – Passado e presente: identidade, cultura e espaço

    (4) – Novas escalas do poder: economia política e território

O Encontro incluirá também a outorga do Prêmio Brasileiro Política e Planejamento Urbano e Regional e do Prêmio Milton Santos. Dia 30 de dezembro de 2010 é a data limite para o encaminhamento online dos trabalhos completos e dos pôsteres para as sessões temáticas. Mais informações pelo site:

http://www.anpur.org.br/index.php?p=informe39

Fonte: Assessoria de Comunicação Social do CNPq

O CNPq anunciou hoje (29) em Brasília o resultado do Edital, que foi lançado em 21 de maio e teve uma demanda bruta de 13.536 propostas.Em 2009, o edital aprovou 2.715 projetos e contou com recursos da ordem de R$ 100 milhões.

O Edital Universal é uma das maiores ações de fomento da agência para atividades de pesquisa científica, tecnológica e de inovação em todas as áreas do conhecimento. Os recursos, no total de R$ 120 milhões, são oriundos do CNPq e dos Fundos Setoriais, e serão distribuídos em três faixas de financiamento: Na Faixa A, projetos de até R$ 20 mil; Faixa B, para propostas acima de R$ 20 mil e abaixo de R$ 50 mil; e Faixa C, para projetos de R$ 50 mil a R$ 150 mil. A criação de faixas para financiamento das propostas ocorre desde 2007.

O CNPq atualmente oferece um conjunto de modalidades de fomento à pesquisa, cobrindo deste o apoio a pesquisadores individuais e seus laboratórios através do Edital Universal, até núcleos emergentes de excelência (PRONEM e PRONEX), como também as Redes Nacionais (INCT).

Este ano do número de projetos aprovados no Edital Universal teve um aumento significativo, ou seja, 31% maior do que o de 2009.  Essa ampliação se deve a uma política de acompanhamento da expansão do Sistema Nacional de Ciência e Tecnologia, também expressa no aumento no número de bolsas de IC, mestrado, doutorado e produtividade em pesquisa (PQ), além do desenvolvimento tecnológico e extensão inovadora (DT), entre outros.

O Sistema Nacional de C&T incorporou, nos últimos oito anos, cerca de 14 mil novos pesquisadores doutores, fruto da expansão das Universidades Federais e Estaduais, Institutos Federais e também Institutos de Pesquisa. Estes novos pesquisadores estão agora buscando apoio a seus projetos de pesquisa e por esta razão o crescimento do apoio pelo Edital Universal reveste-se de suma importância.

Veja o resultado em: http://www.cnpq.br/resultados/2010/014.htm
 

Fonte: Assessoria de Comunicação Social do CNPq

O Conselho Nacional de Secretários Estaduais para Assuntos de CT&I (Consecti), o Conselho Nacional das Fundações Estaduais de Amparo à Pesquisa (Confap) e o Fórum Nacional dos Secretários e Dirigentes Municipais de CT&I realizam a última reunião conjunta em 2010 no dia 2 de dezembro, em Fortaleza (CE).
 
A ANPG foi convidada para a atividade de abertura do evento, cuja programação inclui conferência do secretário executivo do Ministério da Ciência e Tecnologia (MCT), Luís Antônio Elias, sobre o Plano Nacional de Ciência, Tecnologia e Inovação para o Desenvolvimento Sustentável.

 Serão realizados dois painéis. O primeiro será sobre "Perspectivas da Ciência, Tecnologia e Inovação e Educação Superior para os próximos 4 anos", e reunirá o presidente da Capes, Jorge Almeida Guimarães; o presidente do CNPq, Carlos Aragão; a secretária de Ensino Superior do Ministério da Educação, Maria Paula Dallari Bucci; o presidente da SBPC, Marco Antonio Raupp; e o presidente da Academia Brasileira de Ciência (ABC), Jacob Palis.
 
O segundo painel discutirá "Como a relação Governo x Empresa e Universidade poderá contribuir para Inovação Tecnológica", e reunirá Francelino Miranda Grando, secretário de Tecnologia Industrial do Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior; Naldo Dantas, diretor executivo da Anpei; Luis Manuel Fernandes, presidente da Finep; e Edward Madureira Brasil, presidente da Andifes.
 

Fonte: Jornal da Ciência

Primeira mulher eleita para presidir o Brasil, Dilma lançou, ao final de sua campanha, 13 pontos programáticos para a próxima gestão; um deles fala em "transformar o Brasil em potência científica e tecnológica"
 

A nova presidente do Brasil venceu o segundo turno das eleições, realizado no dia 31 de outubro, com 56% dos votos.

 A proposta para o programa de governo "Ciência, Tecnologia e Inovação", divulgada no site www.dilma13.com.br , detalha 13 compromissos de governo e aponta diretrizes e ações para alcançá-los.

 São eles:

 – Valorização da dimensão sustentável, por meio da integração efetiva entre o desenvolvimento científico e tecnológico e as questões sociais e ambientais;

 – Aprofundamento da dimensão científica, com apoio à pesquisa científica como eixo estruturante do Sistema Nacional de Ciência, Tecnologia e Inovação (SNCTI);

 – Promoção da inovação como peça central no desenvolvimento econômico;

 – Integração entre CT&I e a dimensão educacional, com educação de qualidade em todos os níveis;

 – Incremento da dimensão social na política de CT&I;

 – Novo olhar à dimensão territorial, tendo como paradigma a desconcentração e a descentralização do sistema de CT&I;

 – Financiamento robusto e com continuidade, visando atingir, até 2014, os 1,8% do PIB, para gastos com P&D;

– Busca da autonomia com inovação tecnológica, de forma a garantir uma maior inserção do Brasil na sociedade do conhecimento, apoiada na formação de uma massa crítica de educadores e pesquisadores;

 – Reafirmação da soberania nacional, pelo desenvolvimento científico e tecnológico com independência nas atividades de pesquisa e com uma visão planetária, pacifista e criativa;

 – Ampliação da democratização e participação na sociedade brasileira e na gestão pública;

 – Constituição de uma nova ordem legal e redução da burocracia, levando a uma profunda revisão dos marcos legais;

 – Promoção do acesso amplo da população brasileira às tecnologias da informação e comunicação (TICs);

– Garantia de que C&T serão alicerces de políticas ambientais.
 

 

Fonte: Jornal da Ciência

A FAPERJ e a Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo (FAPESP) se unem com o objetivo comum de anunciar, simultaneamente, nesta quinta-feira, dia 28 de outubro, o lançamento de chamada inédita para receber projetos na área de Mudanças Climáticas Globais. Esta é a primeira iniciativa conjunta das duas agências de fomento. Com um investimento total de R$ 5 milhões, R$ 2,5 milhões de cada agência, a chamada Mudanças Climáticas Globais, elaborada a partir de convênio de cooperação científica entre a FAPESP e a FAPERJ, selecionará 30 projetos a serem desenvolvidos cooperativamente por grupos de pesquisadores vinculados a instituições de ensino e pesquisa sediadas nos estados de São Paulo e do Rio de Janeiro.

Os recursos financeiros serão destinados exclusivamente aos projetos de pesquisa colaborativa que forem selecionadas por ambas as agências e serão desembolsados de acordo com o cronograma de desembolso aprovado em cada proposta selecionada. Serão selecionados até 30 (trinta) projetos de pesquisa e, no total das concessões, 50% (cinquenta por cento) dos recursos serão aportados pela FAPESP e 50% (cinquenta por cento) pela FAPERJ.

As propostas selecionadas serão cofinanciadas pela FAPESP e pela FAPERJ. Para as propostas apresentadas por pesquisadores vinculados a instituições sediadas no

Estado de São Paulo, aplicam-se as normas da FAPESP; e para as propostas apresentadas por pesquisadores vinculados a instituições sediadas no Estado do Rio de Janeiro, as normas da FAPERJ.

Dentre os principais objetivos da parceria, estão a criação de conhecimento científico e a formação de competências e de alianças estratégicas na área, contribuindo para o desenvolvimento científico e tecnológico dos Estados de São Paulo e do Rio de Janeiro. Também se almeja que os projetos de pesquisa incentivem a difusão do conhecimento e a implementação de projetos inovadores de pesquisa científica ou tecnológica, envolvendo estudantes de nível superior, e que seus resultados gerem publicações de artigos científicos e propriedade intelectual.

Os temas de interesse incluem: consequências das mudanças climáticas globais no funcionamento dos ecossistemas, com ênfase em biodiversidade e nos ciclos de água, carbono e nitrogênio; balanço de radiação na atmosfera, aerossóis, gases-traço e mudanças dos usos da terra; mudanças climáticas globais e agricultura e pecuária; energia e gases de efeito estufa – emissões e mitigação; mudanças climáticas e efeitos na saúde humana; e dimensões humanas das mudanças climáticas globais: impactos, vulnerabilidades e respostas econômicas e sociais, incluindo adaptação às mudanças climáticas. Pesquisas com foco em mudanças climáticas globais, mas desenvolvidas em outras áreas relacionadas ao tema somente poderão ser submetidas se a sua conexão com o programa e seus objetivos forem devidamente justificadas.

São considerados pesquisadores elegíveis, no âmbito dessa Chamada: (a) para submissão de propostas à FAPESP: pesquisadores com grau de doutor ou equivalente, vinculados a Instituições de Ensino Superior ou Pesquisa, públicas ou privadas, sediadas no Estado de São Paulo e que preencham os demais requisitos para apresentação de Auxílios Regulares à Pesquisa; e (b) para submissão de propostas à FAPERJ: pesquisadores com grau de doutor ou equivalente, vinculados a Instituições de Ensino Superior ou Pesquisa, públicas ou privadas, sediadas no Estado do Rio de Janeiro.

Cada proposta terá dois pesquisadores responsáveis: um pelo lado do Estado de São Paulo, que deverá ser vinculado a uma instituição de ensino superior e de pesquisa no Estado de São Paulo; e um pelo lado do Estado do Rio de Janeiro, que deverá ser vinculado a uma instituição de ensino superior e de pesquisa no Estado do Rio de Janeiro.

Por parte da FAPERJ, são financiáveis itens dos grupos de custeio e de capital, indispensáveis à realização do projeto, de acordo com o classificador de receita e despesa do Estado do Rio de Janeiro (disponível no site www.planejamento.rj.gov.br), compreendendo: aquisição de materiais permanentes e equipamentos; serviços de terceiros (pessoas físicas e jurídicas) com caráter eventual, para manutenção de equipamentos e de material permanente, e para a realização de pequenos reparos e adaptações de bens imóveis; diárias e passagens para missões de pesquisadores e estudantes, seminários, oficinas e visitas institucionais a outras instituições, especificamente nos dois Estados parceiros deste programa e no âmbito das propostas apresentadas (não serão permitidas diárias e passagens para participação em reuniões científicas fora do âmbito das propostas); material de consumo, componentes e/ou peças de reposição de equipamentos; despesas acessórias para importação (até o máximo de 18% do valor do bem importado). Todos os itens solicitados deverão ser plenamente justificados na proposta apresentada. As atividades de cada uma das partes, estados de São Paulo e do Rio de Janeiro, serão financiadas pela respectiva agência: em São Paulo, como Auxílio Regular à Pesquisa, à FAPESP; e no Rio de Janeiro, como propostas submetidas a este programa (FAPERJ-FAPESP "Mudanças Climáticas Globais – 2010". A duração das pesquisas deve ser de até 24 meses.

Quanto às despesas para mobilidade: a FAPERJ apoiará, nas solicitações selecionadas, passagens aéreas e diárias de pesquisadores e estudantes do Estado do Rio de Janeiro em missões ao Estado de São Paulo; a FAPESP apoiará, nas solicitações selecionadas, recursos para passagens aéreas e diárias de pesquisadores e estudantes do Estado de São Paulo em missões ao Estado do Rio de Janeiro. As despesas de intercâmbio estão limitadas à duração máxima de 60 dias a cada ano de pesquisa, divididos segundo a conveniência dos pesquisadores envolvidos, desde que previstas e devidamente justificadas no projeto apresentado.

As propostas poderão ser submetidas, às duas agências, até o dia 27 de janeiro de 2011. Para os pesquisadores vinculados a instituições sediadas no Estado do Rio de Janeiro, além da submissão on-line, uma cópia impressa dos documentos deverá ser apresentada no Setor de Protocolo da FAPERJ, até o dia 04 de fevereiro de 2011. Os resultados estão previstos para serem divulgados a partir de 28 de abril de 2011, nos web sites das duas fundações.

O diretor científico da FAPERJ, Jerson Lima, comemora a iniciativa: "há muito vimos trabalhando na perspectiva do lançamento de um edital conjunto das duas agências, o que se tornou possível após a assinatura desse Acordo de Cooperação Científica. A área escolhida diz, por si, da importância deste edital. Ambos os Estados têm pesquisadores de excelência na área e que, certamente, em um trabalho conjunto, contribuirão para o desenvolvimento científico e tecnológico, e também para a formação de recursos humanos qualificados". Para o diretor científico da FAPESP, Carlos Henrique de Brito Cruz, "o acordo FAPERJ-FAPESP cria mais uma oportunidade para que pesquisadores nos Estados de São Paulo e do Rio de Janeiro desenvolvam projetos de pesquisa conjuntamente. Desta forma esperamos criar sinergias e aumentar a capacidade nacional para a criação de conhecimento científico sobre Mudanças Climáticas Globais, levando a um aumento do impacto da ciência brasileira neste tema tão importante".

Confira a íntegra do edital FAPERJ-FAPESP de Apoio às Mudanças Climáticas Globais – 2010 

 

Informações: FAPERJ