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Mais de 250 cientistas dos Estados Unidos defenderam os estudos sobre o aquecimento global dos "ataques políticos" e advertiram que qualquer atraso no enfrentamento da questão eleva o risco de catástrofes de proporções globais.

Os pesquisadores, todos membros da Academia Nacional de Ciências dos EUA, têm como alvo críticos que pedem o adiamento de qualquer ação contra a mudança climática por causa de supostos problemas com as pesquisas, que teriam aparecido em e-mails obtidos por hackers no caso apelidado de" Climategate".

"Quando alguém diz que a sociedade deve esperar até que os cientistas estejam absolutamente certos antes de agir, é o mesmo que dizer que a sociedade não deve agir nunca", escreveram os 255 pesquisadores em carta aberta publicada na revista Science.

"Para um problema potencialmente tão catastrófico quanto a mudança climática, não agir representa um risco perigoso para o nosso planeta", escreveram. Eles se declaram perturbados pela "recente escalada de ataques políticos contra cientistas em geral e cientistas do clima em particular".

Cientistas fizeram um alerta semelhante perante o comitê da Câmara de Representantes do Congresso americano que trata de independência energética e mudança climática. "A realidade da mudança climática causada pelo homem não comporta mais debate em termos científicos", disse James Hurrell, do Centro Nacional de Pesquisas Atmosféricas.

Milhares de e-mails trocados por cientistas climáticos foram roubados e publicados pouco antes da reunião da ONU sobre mudança climática realizada em dezembro de 2009 em Copenhague.

Os que duvidam da existência da mudança climática de causa humana argumentam que essas mensagens mostram que a pesquisa feita na unidade de clima da Universidade de East Anglia, no Reino Unido, foi fruto de uma conspiração para distorcer e exagerar resultados. Uma investigação inocentou os cientistas britânicos.

 

Fonte: Agência Reuters

A frase é de Mario Neto Borges,atual presidente do Conselho Nacional das Fundações Estaduais de Amparo à Pesquisa (Confap),que nessa entrevista falou sobre a atuação das Fundações no apoio às pesquisas, sobre como elas funcionam e sobre a importância da articulação alcançada por meio do Confap.

Chegando ao quarto ano de atuação, o Confap congrega Fundações de Amparo à Pesquisa de vinte e dois estados mais o Distrito Federal. Os orçamentos vêm dos estados e as Fundações se encarregam de fomentar a pesquisa. Articuladas no Confap, elas tem conseguido avanços e resultados expressivos no incentivo à política de ciência, tecnologia e inovação, que incidem sobre o desenvolvimento das pesquisas brasileiras.

 

 

Andifes – Qual é o papel das Fundações Estaduais de Amparo à Pesquisa?
Mario Neto Borges – Basicamente, as Fundações têm a missão de fomentar a ciência, a tecnologia e a inovação em seus estados de origem. São órgãos ligados ao governo estadual, com orçamento definido em constituição. Em 2008, a soma desses orçamentos resultou em um valor maior que o orçamento do Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq) para o mesmo período. Isso demonstra a força e a importância destas Fundações para o setor científico brasileiro.

Andifes – Qual é a importância da atuação das Fundações para o desenvolvimento dos estados e para o desenvolvimento do país?
Mario Neto Borges –
Ao realizar investimentos em ciência, tecnologia e inovação, as Fundações contribuem para a diminuição da dependência tecnológica, o fortalecimento da economia e a melhoria da qualidade de vida da população. Com isso, promove o desenvolvimento dos estados e do País. Os investimentos maciços e perenes em educação, ciência, tecnologia e inovação são capazes de gerar riqueza e oportunidades para as nações. Assim, é importante que a sociedade, os dirigentes e os políticos valorizem cada vez mais o trabalho que as FAPs têm a cumprir neste contexto. 

Andifes – Como funcionam as Fundações Estaduais de Amparo à Pesquisa e que políticas e programas elas têm desenvolvido para estimular as pesquisas?
Mario Neto Borges –
As modalidades de apoio variam de estado para estado, mas podemos dizer que as Fundações atuam em quatro eixos principais. O primeiro é a pesquisa, ou seja, o financiamento de projetos em todas as áreas do conhecimento. O segundo é a formação de pesquisadores, que é feita por meio da concessão de bolsas em todos os níveis de formação. O terceiro é a inovação, que vem sendo incentivada por meio de programas e editais que associam pesquisadores e empresas. O quarto é a divulgação, que significa levar para a sociedade em geral os resultados alcançados por esses trabalhos. Em outras palavras as FAPs desempenham em cada estado um papel triplo equivalente ao da Capes, do CNPq e da Finep juntos.

Andifes -Como as Fundações estão articuladas entre si e qual é a função do Confap?
Mario Neto Borges –
Elas se reúnem no Conselho Nacional das Fundações Estaduais de Amparo à Pesquisa (Confap). O Confap é um conselho novo, com apenas quatro anos de existência. Mesmo assim, avançou em muitos aspectos, entre os quais uma articulação forte entre as 23 FAPs hoje existentes no país e a inserção do Conselho nos órgãos e entidades de CT&I nacionais. De forma especial, deve ser mencionada a relação com o Ministério da Ciência e Tecnologia (MCT) e suas agências, nas quais o Confap tem assento nas instâncias de decisão. O Confap abriu portas para parcerias entre as FAPs – o melhor exemplo disso são as redes nacionais de pesquisa. Em 2009, foram lançados, em parceria com o CNPq e o Ministério da Saúde, editais para duas redes de pesquisa, uma sobre malária e outra sobre dengue, com a adesão de sete e quinze Fundações, respectivamente. Também lançamos um edital em conjunto com o MCT, para o apoio a museus de ciência, que foi discutido e elaborado em conjunto por todas as FAPs durante os encontros do Conselho. Vale também ressaltar a recente aliança com a Capes para apoio conjunto às atividades de pós-graduação no País.

Andifes – Que áreas as Fundações e o Confap consideram estratégicas para o desenvolvimento de pesquisas neste ano?
Mario Neto Borges –
São várias as áreas bastante estratégicas para o País na quais as FAPs, em particular, e o Confap, no geral, têm investido. Podemos destacar algumas cujas pesquisas têm apresentado uma expressiva produção científica nacional e internacional e que têm se transformado em avanços do setor empresarial, como energias renováveis, biotecnologia, saúde e engenharias, especialmente aquelas relacionadas com o potencial dos recursos naturais do Brasil.

Andifes – Qual é a pauta do Confap para 2010?
Mario Neto Borges –
Basicamente o Conselho se dedicará a três aspectos importantes ao longo deste ano. O primeiro é a consolidação do Sistema Nacional de C,T&I, aperfeiçoando e fortalecendo as relações entre as diversas FAPs e entre estas e as agências federais de ciência, tecnologia e inovação. Segundo, aproveitando o ano da 4ª Conferência Nacional de C,T&I, que é também ano eleitoral para escolha de presidente e governadores, estabelecer uma proposta de política que considere este trinômio C,T&I como uma política de estado. Dessa forma, e como terceiro aspecto, assegurar mais recursos e um arcabouço legal e de controle moderno e adequado à estas atividades que são essenciais para assegurar o desenvolvimento sustentado e a competitividade do País no cenário mundial.
 
Andifes – Como o Confap vê a questão da Inovação Tecnológica no país? O que é preciso fazer para impulsionar esta área? Qual é a importância das universidades neste contexto?
Mario Neto Borges –
De forma geral, podemos dizer que o Brasil vai bem na produção de conhecimento científico, mas ainda engatinha na área da inovação tecnológica. É preciso mudar esse quadro, e isso depende de mais investimentos e de um arcabouço legal favorável. Estes dois temas, inclusive, serão levados pelo Confap para discussão durante a 4ª Conferência Nacional de Ciência e Tecnologia, marcada para maio de 2010. Uma iniciativa que já vem sendo feita e que procura impulsionar a área é o estímulo à interação entre as universidades, responsáveis por gerar o conhecimento, e as empresas, que lidam com o desenvolvimento tecnológico e da inovação. O sucesso de um estado ou país só acontece plenamente quando estas forças atuam em conjunto. Este modelo é hoje conhecido como hélice tríplice (academia-empresa-governo). Dessa forma, os investimentos realizados com recursos públicos retornam para a sociedade na forma de novos produtos, empregos, alternativas de renda, geração de riqueza e melhoria da qualidade de vida.

Andifes – Como as Fundações Estaduais de Amparo à Pesquisa se relacionam com as universidades?
Mario Neto Borges – As universidades abrigam a maior parte dos pesquisadores brasileiros, que são os principais clientes das Fundações de Amparo à Pesquisa. De maneira especial, as Federais, hoje, tem papel fundamental nesse novo contexto de inovação e relação com o setor empresarial, já que detêm o maior acervo de pesquisadores do País e por isso têm demandado cada vez mais das FAPs.

Andifes – Como o Confap vê o crescimento e expansão do sistema federal de Educação Superior e a atuação das universidades federais na pesquisa?
Mario Neto Borges –
Vemos com muitos bons olhos! A necessidade de expansão da Educação superior com qualidade tem sido desejada por muitos anos. Se compararmos o percentual de jovens, com idade adequada, que entram nas universidades brasileiras com o de outros países a nossa posição é ainda vergonhosa para quem que se tornar um país plenamente desenvolvido. As federais já por muitos anos e nas várias formas de avaliação têm demonstrado qualidade e capilaridade que são essenciais para democratizar o acesso ao ensino superior. Não é diferente no caso da pesquisa onde, nos diversos estados, as universidades federais detêm as maiores carteiras de fomento das respectivas FAPs.

 

Mario Neto Borges é graduado em Engenharia Elétrica pela Pontifícia Universidade Católica de Minas Gerais (PUC Minas), mestre em Engenharia Elétrica pela Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG) e doutor em Inteligência Artificial Aplicada à Educação, pela Universidade de Huddersfield (Inglaterra). Foi reitor da Universidade Federal de São João Del Rei (UFSJ) até 2004 e assumiu a presidência do Confap em março de 2009.


Fonte: Portal Andifes

Prazo para submissão de propostas vai até 14 de maio

O edital do Programa Popciências 2010 tem como objetivo o apoio a financiamento de projetos de organização e execução de eventos científicos e/ou tecnológicos com foco na popularização da ciência e tecnologia, a serem realizados no estado.

 

Para concorrer, os projetos devem ter vínculo com o tema Ciência para o Desenvolvimento Sustentável, da Semana Nacional de Ciência e Tecnologia (SNCT), que será realizada de 18 a 24 de outubro.

 

De forma conjugada com a SNCT 2010, o Programa de Popularização da Ciência da Fapesb visa promover atividades de divulgação científica, além de estimular a difusão dos conhecimentos nas diversas áreas e o debate sobre estratégias de utilização dos recursos naturais.

 

As inscrições para o Popciências 2010 podem ser feitas até 14 de maio. O edital está disponível em:

 

http://www.fapesb.ba.gov.br/apoio/projetos-estrategicos/pop-ciencias/edital-fapesb-popciencias_2010.pdf

Fonte: Jornal da Ciência

Já está aberta a solicitação de inscrição para a 4ª  Conferência Nacional de Ciência, Tecnologia e Inovação (CNCTI), a se realizar de 26 a 28 de maio, em Brasília. Para fazer a inscrição gratuita é preciso se cadastrar no site oficial da Conferência

A construção da cultura científica, as responsabilidades e ações sociais de organismos públicos e privados, cidadania, sustentabilidade e educação são alguns dos assuntos a serem discutidos na 4ª CNCTI.

De acordo com o coordenador da Conferência Nacional, Luiz Davidovich, o evento pode contribuir identificando questões estratégicas para o desenvolvimento sustentável do país e construindo um consenso em relação a como enfrentar essas questões nos próximos governos. “Para isso, é importante que ela seja de fato uma conferência da sociedade, uma oportunidade para que os diversos setores que se relacionam à CT&I possam contribuir com a formulação de um plano estratégico para os próximos anos”, disse. 

A participação no evento será confirmada posteriormente por meio do endereço de e-mail utilizado no cadastro. A solicitação não confirma a participação na conferência. 

Da redação, com informações do Ministério da Ciência e Tecnologia

 "O projeto de reforma da lei de direitos autorais, apesar de modernizador, fica a dever ao onerar a cópia de livros nas universidades"

Artigo de Guilherme Carboni*, Pablo Ortellado** e Carolina Rossini***

 

O Ministério da Cultura vem, ao longo dos últimos quatro anos, promovendo com a sociedade amplo debate sobre a reforma da lei de direitos autorais (lei nº 9.610/ 98).

Esse debate, que incluiu a realização de seminários temáticos, reuniões setoriais e que, em breve, passará por ampla consulta pública, deve ser saudado como a mais participativa reforma de uma lei de direito autoral de que se tem notícia.

As propostas de alteração da atual lei são muitas, mas aqui destacamos as que visam um melhor balanceamento entre o interesse privado dos titulares de direitos autorais e o interesse público pelo livre acesso ao conhecimento.

O projeto de reforma da lei, divulgado parcialmente em um dos debates promovidos pelo Ministério da Cultura, diz claramente que "a proteção dos direitos autorais deve ser aplicada em harmonia com os princípios e normas relativos à livre iniciativa, à defesa da concorrência e à defesa do consumidor".

Além disso, regula expressamente a sua função social, ao dizer que a lei terá que atender "às finalidades de estimular a criação artística e a diversidade cultural e garantir a liberdade de expressão e o acesso à cultura, à educação, à informação e ao conhecimento, harmonizando-se os interesses dos titulares de direitos autorais e os da sociedade".

O objetivo visto acima pressupõe alargamento das atuais limitações e exceções aos direitos autorais – hipóteses em que as obras protegidas podem ser livremente usadas, sem necessidade de autorização prévia ou pagamento aos titulares de direitos.

Na atual lei, essas hipóteses são restritivas, com a proibição, por exemplo, da "cópia privada", da mudança de suporte e da cópia feita para fins de preservação do patrimônio cultural.

A cópia privada é aquela feita em um único exemplar, sem fins lucrativos, para uso do próprio copista, e é um recurso que permite, por exemplo, que alguém copie um CD legitimamente adquirido para escutar no carro, sem risco de estragar o original.

Além de autorizar a cópia privada, o projeto de lei autoriza também a livre cópia quando há mudança de suporte – ou seja, quando o dono do CD copia suas músicas para um iPod. Por fim, o projeto permite ainda que qualquer obra possa ser copiada para fins de preservação do patrimônio cultural.

Embora todas essas possibilidades sejam de bom senso, hoje não são permitidas pela lei atual. Por esse motivo, em recente comparação entre 16 países, a lei brasileira foi considerada a quarta pior no que diz respeito ao acesso ao conhecimento.

Apesar de o projeto modernizar a nossa lei, buscando torná-la compatível com o mundo digital, ele fica a dever em pelo menos dois pontos: ao onerar a fotocópia de livros nas universidades e ao não reduzir o prazo de proteção dos direitos autorais.

Embora no projeto de lei a cópia feita pelo copista sem fins lucrativos seja livre e sem ônus financeiro, a cópia de livros passa a ser onerada.

Isso não apenas cria distorção injustificada entre a cópia de livros e a cópia de CDs ou fotos como onera desnecessariamente o estudante brasileiro que faz uso de fotocópias simplesmente porque não tem os meios econômicos para adquirir livros ou então porque alguns livros estão esgotados no mercado.

O projeto também não reduz o prazo de proteção dos direitos autorais. A reprodução das obras permanece, assim, monopólio dos detentores de direitos por 70 anos após a morte do autor (embora o direito internacional só obrigue a 50 anos após a morte).

Estamos vivendo uma oportunidade única para reverter essa situação da atual legislação de direitos autorais, que cria barreiras ao acesso ao conhecimento e ao desenvolvimento nacional.

*Guilherme Carboni é advogado e professor universitário

**Pablo Ortellado é professor da Escola de Artes, Ciências e Humanidades da USP, onde coordena o Grupo de Pesquisa em Políticas Públicas para o Acesso à Informação

***Carolina Rossini é "fellow" no Berkman Center for Internet and Society (centro Berkman para internet e sociedade) da Universidade Harvard e coordenadora do projeto Recursos Educacionais no Brasil: Desafios e Perspectivas

Fonte: Artigo publicado na "Folha de SP":

 

 

Evento, que será realizado durante a 62ª Reunião Anual da SBPC, de 25 a 30 de julho, em Natal (RN), tem sua programação voltada para estudantes do ensino básico e técnico

 

As inscrições para participar da SBPC Jovem são gratuitas e destinadas aos estudantes que pretendem apresentar pôsteres e professores que desejam ministrar minicursos. Algumas atividades serão abertas ao público em geral.

 

Entre as atividades previstas para a SBPC Jovem, estão:

 

Desmistificando a Ciência

 

Essa atividade inclui a palestra de abertura da programação da SBPC Jovem, com o filósofo francês Edgar Morin, visitas programadas à EXPOT&C e conversas com cientistas.

 

O Universo das Linguagens

 

Questões do mundo da linguagem serão discutidas nesse ciclo de palestras, tendo como meta de expressão o lúdico e uma adaptação do conteúdo ao público alvo. Serão convidados poetas, músicos, artistas, cientistas, escritores, produtores de televisão e vídeo ou cinema, fotógrafos e professores, formando assim um coro de múltiplas vozes, porém priorizando a construção de conhecimentos que não dissociam indivíduo, sociedade e cosmo.

 

Exposição "50 Anos da UFRN"

 

A mostra, criada e exibida em comemoração aos 50 anos da UFRN, em 2008, será reeditada e atualizada, ocupando um espaço de 200 metros quadrados.

 

Expedição Fotográfica

 

Essa atividade será coordenada por um professor convidado, com experiência na área de fotografia e de imagens. As expedições serão planejadas por assunto e locais. Quem pode participar: alunos do ensino básico, técnico e todo o público interessado. Será necessário apenas que o aluno interessado possua uma máquina fotográfica, seja amador, curioso ou profissional. Haverá uma curadoria para selecionar as fotos. O material será exibido em telão dentro da programação da SBPC Cultural, na praça cívica do Campus da UFRN.

 

Minicursos e oficinas:

 

As atividades são temáticas, científicas ou culturais, de conteúdo teórico ou prático de curta duração, variando de duas a três horas-aula. Poderão ministrar oficinas e minicursos professores universitários ou de ensino básico ou técnico, como também alunos de graduação que estejam a partir do quarto período e da pós-graduação.

 

Projeção virtual de pôsteres

 

Estudante do ensino básico ou técnico poderá inscrever a apresentação de sua pesquisa (na área científica, social ou cultural). Os trabalhos selecionados terão 10 minutos para apresentação através da exposição de sua imagem projetada pelo kit multimídia.

 

Circo da Ciência

 

Exposição interativa realizada pela Associação Brasileira de Centros e Museus de Ciência (ABCMC).

 

Diretores ou professores de escolas do ensino básico ou técnico interessados em agendar grupos de alunos para visitação e/ou participação em minicursos ou oficinas devem fazer contato com a organização do evento.

 

Para inscrições na SBPC Jovem e outras informações, acesse:

www.sbpcnet.org.br/natal

Fonte: Jornal da Ciência

 

Após exame, estudantes terão um ano para ingressar em mestrado ou doutorado

 

Os estudantes que obtiveram em 2007 e 2008 as melhores notas no Exame Nacional de Desempenho dos Estudantes (Enade) poderão conseguir bolsas de estudos em cursos de pós-graduação stricto sensu – mestrados e doutorados. A portaria foi publicada no Diário Oficial da União desta terça-feira (27/4).

 

A iniciativa possibilita ao aluno se beneficiar do resultado do exame. Como o desempenho no Enade não consta no histórico escolar, muitos universitários entregavam a prova em branco.

 

O Enade (antigo provão) é usado no sistema de avaliação de qualidade das instituições de ensino superior do Ministério da Educação.

 

Os estudantes têm o prazo de um ano para ingressar em programas de pós reconhecidos pela Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (Capes). O aluno deve participar de processo seletivo nas instituições de educação superior e, se aprovado, apresentar cópia do boletim de desempenho, emitido pelo Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais (Inep). Também deve respeitar os critérios da Capes, como o não-acúmulo de bolsas.

 

A decisão abrange também estudantes já matriculados. As bolsas têm duração máxima de 24 meses para o mestrado e de 48 meses para o de doutorado. Este ano o Enade vai avaliar 450 mil estudantes. O exame ocorre no dia 7 de novembro.

 

Fonte: O Estado de SP, 28/4

 

 

Estão abertas as inscrições para apresentação de propostas ao novo Programa de Apoio à Pesquisa Jurídica, o CNJ Acadêmico. A iniciativa é uma parceria entre a Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (Capes) e o Conselho Nacional de Justiça (CNJ), por intermédio do Departamento de Pesquisas Judiciárias do Conselho. As propostas podem ser apresentadas até as 18h do dia 31 de maio.

 

O CNJ acadêmico apoiará propostas que visem promover e fomentar a realização e a divulgação de pesquisas científicas em áreas de interesse prioritário do Poder Judiciário nas universidades brasileiras. O objetivo é estimular a criação de linhas de pesquisas e redes de discussão nessas áreas.

 

O edital subdivide-se em áreas temáticas, com subtemas ilustrativos de assuntos considerados importantes. As áreas são as seguintes: O Sistema de Justiça Criminal no Brasil – seus problemas e desafios; Análise do desempenho dos órgãos do Poder Judiciário; Aprimoramento dos instrumentos para uma prestação jurisdicional mais eficiente; Atuação, competências e interfaces CNJ com os demais órgãos do Poder Judiciário e dos outros Poderes; Utilização da tecnologia da informação para o aprimoramento do Poder Judiciário – limites e desafios; e Principais problemas no processo de revisão das decisões nos Juizados Especiais Federais.

 

O CNJ Acadêmico dirige-se às instituições públicas e privadas brasileiras que possuam programas de pós-graduação stricto sensu, reconhecidos pela Capes, com área de concentração ou linha de pesquisa relacionada aos temas especificados no edital.

 

O edital está disponível no linkhttp://capes.gov.br/editais/abertos/3752-cnj-academico-programa-de-apoio-a-pesquisa-juridica-

 

Informações podem ser obtidas pelo telefone (61) 2022-6310 e pelo e-mail [email protected]

Fonte: Jornal da Ciência

 

 

A Fundação de Apoio à Pesquisa Científica e Tecnológica do Estado de Santa Catarina (Fapesc) lançou a chamada para o Prêmio Valorização da Biodiversidade de Santa Catarina, parte do projeto Acorde Plantas Nativas, instituído pelo governo catarinense em 2009.

 

O objetivo do prêmio é reconhecer alunos de pós-graduação, professores, pesquisadores e jornalistas estabelecidos em Santa Catarina que vêm dedicando esforços à produção de conhecimento científico e jornalístico para a valorização da biodiversidade vegetal do estado.

 

Serão aceitas publicações científicas publicadas nos últimos cinco anos, e reportagens produzidas nos anos de 2009 e 2010. Em qualquer uma das categorias, somente serão aceitos trabalhos sobre as plantas nativas do Estado de Santa Catarina.

 

O prêmio conta com três categorias:

 

I – Categoria Roberto Miguel Klein, para reportagens e publicações científicas de relevante interesse, que agreguem conhecimento nas áreas de sistemática, ecologia, etnobotânica, fitodiversidade, preservação e conservação "in situ" de plantas nativas do Estado de Santa Catarina;

 

II – Categoria Raulino Reitz, para reportagens e publicações científicas sobre recuperação e conservação de matas ciliares, incluindo vegetação protetora de nascentes e demais espécies vegetais com ocorrência associada a recursos hídricos, visando a integridade e qualidade dos corpos d´água;

 

III – Categoria Burle Marx, para reportagens e publicações científicas focadas exclusivamente na conservação da biodiversidade urbana e do paisagismo ecológico.

 

Cada categoria vai premiar um aluno de pós-graduação, um professor ou pesquisador e um jornalista, totalizando nove premiados. Os vencedores receberão R$ 10 mil; passagem aérea de ida e volta ao Rio de Janeiro, mais translado para Barra de Guaratiba e três diárias; medalha e certificado.

 

O prazo para envio dos trabalhos vai até 14 de julho. Mais informações pelo fone (48) 3215-1210, e-mail[email protected] ou no site da Fapeschttp://www.fapesc.sc.gov.br

Fonte: Jornal da Ciência

 

O Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq/MCT) seleciona projetos de pesquisa que visem contribuir significativamente para capacitação laboratorial e a formação de recursos humanos para a pesquisa, desenvolvimento e inovação na área de energias renováveis. Interessados tem até 3 de maio para submeter os projetos.

 

As propostas devem ser encaminhadas ao CNPq exclusivamente via Internet, por intermédio do Formulário de Propostas Online, disponível na Plataforma Carlos Chagas. O proponente deve possuir o título de doutor, ter seu currículo cadastrado na Plataforma Lattes, e vínculo formal com a instituição de execução do projeto. Será investido o valor global estimado em R$ 16 milhões, oriundos do Fundo Setorial de Energia (CT-Energ).

 

Cinco linhas de pesquisa serão apoiadas: Energia Eólica, que receberá R$ 4,5 milhões; Micro e Pequenas Centrais Hidroelétricas, financiada com R$ 1,5 milhões; Energias do Mar, com o valor de 2 R$ milhões; Energia Solar Fotovoltaica, com R$ 4 milhões; e a linha de Mudanças Climáticas, Climatologia e Meteorologia, que receberá R$ 4 milhões.

 

Para mais informações consulte o Edital:http://www.cnpq.br/editais/ct/2010/005.htm

 

Fonte: Jornal da Ciência