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Inscrições até 20 de janeiro.

Os institutos nacionais de Ciência e Tecnologia em Biodiversidade e Uso da Terra na Amazônia e Cenários Para a Amazônia, coordenados pelo Museu Paraense Emílio Goeldi (MPEG/MCT), em Belém (PA), está com inscrição de bolsas para apoiar pesquisas em três linhas.

 

O primeiro INCT busca candidatos para bolsa DTI 3 para linha de pesquisa em Perda de Biodiversidade em Drosofilídeos. O Cenários Para a Amazônia – Biodiversidade e Clima tem bolsa DTI 2 para linha de pesquisa em Estrutura da Vegetação e Fenologia e bolsa DTI 3 para linha de pesquisa em Estratificação Vertical de Insetos Hematófagos.

 

Os interessados devem enviar e-mail até o próximo dia 20 de janeiro para [email protected]

 

Será necessário informar o link do curriculum atualizado no sistema Lattes, telefone de contato e e-mail. Os candidatos também devem explicar brevemente a razão do seu interesse pelo projeto e suas aptidões. Não será aceita inscrição de pesquisadores com vinculo empregatício de qualquer natureza.




Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado da Bahia (Fapesb) lançou o edital Bolsas Pesquisador Projeto Estruturante.

O objetivo é fomentar o desenvolvimento de pesquisas científicas, tecnológicas ou de inovação nas áreas de engenharia e computação. Ao todo serão concedidas 15 bolsas, no valor mensal de R$ 4,5 mil. Para isso, foram alocados pouco mais de R$ 2 milhões na Programação Orçamentária e Financeira de 2010 e anos subseqüentes.

 

Os formulários para o preenchimento on-line das propostas estão disponíveis desde segunda-feira, dia 4. O encerramento das inscrições on-line será em 15 de janeiro, às 17h30.

 

Os resultados serão divulgados em 4 de março e a assinatura do termo de outorga ocorrerá no dia 19 do mesmo mês. Já as bolsas serão implementadas em 1º de abril.

 

O edital está disponível em http://www.fapesb.ba.gov.br/apoio/bahia-inovacao/edital-027-2009

 

Mais informações, [email protected]

Fonte: Jornal da Ciência e Assessoria de Comunicação da Fapesb




Inscrições até 22 de fevereiro

O curso de pós-graduação lato sensu em Divulgação da Ciência, da Tecnologia e da Saúde, é voltado a profissionais de diversas áreas envolvidos na divulgação científica, como museólogos, comunicadores, jornalistas, cientistas, educadores, sociólogos, cenógrafos, produtores culturais, professores de ciências e outros.

 

O curso, com duração de aproximadamente um ano, tem como objetivo oferecer formação profissional e acadêmica para o desenvolvimento da divulgação da ciência, da tecnologia e da saúde. As aulas, em sua maioria, acontecem no campus da Fundação Oswaldo Cruz, em Manguinhos. O preço da inscrição é de R$ 50, mas o curso é gratuito.

 

Esta é a segunda turma do curso, iniciado em 2009 como resultado da colaboração entre Museu da Vida/Casa de Oswaldo Cruz/Fiocruz, Casa da Ciência/Universidade Federal do Rio de Janeiro, Fundação Cecierj e Museu de Astronomia e Ciências Afins, com apoio da Rede de Popularização da Ciência e da Tecnologia da América Latina e do Caribe (Red-Pop), da Associação Brasileira de Centros e Museus de Ciência e do Departamento de Popularização e Difusão da Ciência e Tecnologia/Secretaria de Ciência e Tecnologia para a Inclusão Social/Ministério da Ciência e Tecnologia.

 

Mais informações pelo fone (21) 3865-2234 ou site www.museudavida.fiocruz.br/lato

Alunos da Universidade Estadual de Montes Claros, Minas Gerais, procuraram a Associação Nacional de Pós-Graduandos e escreveram uma matéria sobre os processos seletivos da instituição. Leia abaixo:

 

A Universidade Estadual de Montes Claros – Unimontes, localizada no norte de Minas Gerais se destaca em relação ao número de profissionais graduados em diversos cursos, estes referentes às seguintes áreas: biológicas, humanas, sociais, e tecnológicas.

Contudo, observa-se que os alunos recém graduados pela Unimontes enfrentam dificuldades em ingressar numa pós-graduação lato sensu, ou mesmo em um Mestrado.

Com isto, salienta-se aqui a dificuldade que formandos encontram para concorrer a uma vaga de uma especialização gratuita, que oferecida pela Unimontes. Nota-se que os critérios de seleção priorizam profissionais que estão inseridos no mercado de trabalho, assim excluindo-se aqueles que também buscam a formação continuada e que se graduaram recentemente, uma vez que para ser selecionado deve-se estar atuando em alguma instituição.

Como entender estes critérios quando percebemos que pessoas que não estão atuando em instituição são escolhidas para a segunda etapa de avaliação (entrevista)? Como compreender que uma especialização gratuita insere os próprios docentes da Universidade, os parentes da das pessoas responsáveis pela coordenação da pós-graduação?

Por se tratar de um curso gratuito considera-se que os critérios de seleção alcancem aqueles que não encontraram a oportunidade de trabalhar, espera-se que estes sejam democráticos. Logo, sugerimos que as vagas sejam divididas em porcentagem: aos profissionais educadores que atuam em alguma instituição, e a demanda social (aos demais interessados) como acontece em várias Universidades. Dessa, forma não se escolhe certa classe de profissionais, e se democratiza o que é de todos: o direito de se formar e atualizar os conhecimentos.

"Venho armado de amor
para trabalhar cantando
na construção da manhã.
Amor dá tudo o que tem.
Reparto a minha esperança
e planto a clara certeza
da vida nova que vem."
Thiago de Mello

 

A ANPG encerra mais um ano de grandes realizações.

 

Todos os sucessos da Caravana pelo PL dos Pós-graduandos, do I Salão Nacional de Divulgação Científica ANPG, do 37o Conselho Nacional de APGs e do Encontro de Jovens Cientistas na SBPC só foram possiveis a partir do empenho de parceiros, das entidades amigas e principalmente dos pós-graduandos brasileiros.

 

Agrdecemos  por isso, a todos(as) e aproveitamos para desejar um feliz natal e um ano de 2010 ainda com mais conquistas e vitórias!!!

 

O encontro de diferentes grupos da sociedade para discutir a comunicação no Brasil foi um momento histórico de nossa democracia. A 1ª Conferência Nacional de Comunicação, realizada em Brasília, entre 14 e 17 de dezembro, reuniu mais de 1500 participantes: da sociedade civil, poder público e empresariado. Como não poderia deixar de ser, articulações políticas, discussões, disputas,  polêmicas, construção de consensos e unidade fizeram parte da 1ª CONFECOM.

 

 “A Confecom colocou a sociedade brasileira em discussão. Foi extremamente positivo porque formulou as diretrizes que vão reger ou criar uma nova legislação, pois a nossa é muito antiga”, declarou João Bosco Callais Filho, representante da Secretaria geral da Presidência da República, defendendo que o resultado da Conferência pode render um novo marco regulatório na comunicação.

 

Para Luisa Barbosa, diretora de Comunicação da ANPG,  a iniciativa da conferência foi fundamental para a ampliação e o fortalecimento das mídias alternativas. "Atualmente é o mercado e interesses de grandes grupos economicos que ditam o que a população deve ou não saber. A ampliação das mídias alternativas, principalmente as produzidas pelo movimento social, é fundamental para romper com essa hegemonia imposta."

 

Para a UNE, a 1ª CONFECOM representa uma vitória histórica dos movimentos sociais, que lutam contra o monopólio da mídia que se instalou no país. “O enfrentamento à despótica posição da mídia brasileira é um dos grandes desafios que o país terá que enfrentar na consolidação da democracia”, afirmou Augusto Chagas, presidente da entidade.

 

Debates e avanços

No último dia da Conferência foi pedida a criação de um conselho para monitorar o "desrespeito aos direitos do cidadão" nos diferentes meios de comunicação, com ênfase no racismo, diversidade sexual, deficientes, crianças, adolescentes, idosos, movimentos sociais e comunidades tradicionais, como as indígenas e quilombolas.

 

Outra proposta aprovada é a criação de mecanismos de controle social e participação popular em todos os processos de financiamento, obrigações fiscais e trabalhistas das emissoras de rádio e TV, além do conteúdo da programação.

O governo vai analisar o relatório da Confecom para ver se será necessário editar algum decreto com propostas sugeridas, apresentar projeto de lei ao Congresso e o que deve deixar como está.

O anúncio do tema central da SNCT 2010 – "Ciência para o Desenvolvimento Sustentável" – foi feito nesta terça-feira, dia 8, pelo ministro da Ciência e Tecnologia, Sergio Rezende, na reunião do Conselho Nacional de Ciência e Tecnologia (CCT), em Brasília.
 
A escolha do tema foi feita pela coordenação nacional da Semana, a cargo do Ministério da Ciência e Tecnologia (MCT), após receber sugestões e ter feito consultas a instituições e entidades parceiras na organização do evento.
 
O ministro Rezende disse que "além de promover atividades as mais diversas de divulgação científica, estimularemos na Semana em 2010 a difusão dos conhecimentos e o debate sobre as estratégias e maneiras de se utilizar os recursos naturais brasileiros e sua rica biodiversidade com sustentabilidade, sempre de forma conjugada com a melhoria das condições sócio-econômicas de sua população".
 
Rezende lembrou que "existe hoje, no mundo inteiro, uma crescente preocupação em associar crescimento econômico à proteção do meio-ambiente, à preservação da vida no planeta e à melhoria da qualidade de vida das pessoas. ‘Ciência para o Desenvolvimento Sustentável’ significa fazer com que a ciência e a tecnologia sejam fatores essenciais para um desenvolvimento com qualidade, que conjugue suas vertentes social, econômica e ambiental".
 
Além da importância do tema, outras razões justificam a escolha. A 4ª Conferência Nacional de Ciência, Tecnologia e Inovação (CNCTI), de 26 a 28 de maio próximo, tem como objetivo contribuir para o estabelecimento de uma política de estado para ciência, tecnologia e inovação com vista ao desenvolvimento sustentável. Com isto, a SNCT possibilitará, com suas ações de popularização da ciência, a criação de uma interface importante da conferência e de seus resultados com a sociedade.
 
Por outro lado, recordou Rezende, a Assembléia Geral das Nações Unidas (ONU) declarou 2010 como o Ano Internacional da Biodiversidade. Ela está estimulando todos os países a buscarem o aumento da consciência coletiva sobre a importância da biodiversidade, por meio de ações em níveis local, regional e internacional; todos os países foram também chamados a apoiar ações nos países em desenvolvimento.
 
É importante registrar que as atividades da SNCT não se restringem ao tema principal, abarcando todos os outros, embora se estimule fortemente a realização de atividades, em cada canto do País, em torno do tema proposto.
 
O ministro convidou as instituições de pesquisa e ensino, universidades, escolas de todos os níveis, secretarias estaduais e municipais de C&T e de educação, fundações de apoio a pesquisa, órgãos governamentais, espaços científico-culturais, entidades científicas e tecnológicas e da sociedade civil, organizações não governamentais, empresas, cientistas, professores, pesquisadores, técnicos, estudantes, comunicadores da ciência e todos os interessados a colocarem a data da SNCT 2010 em suas agendas e a iniciarem o processo de sua preparação.
 
O evento ocorre no Brasil desde 2004. A intenção é mobilizar a população, em especial crianças e jovens, em torno de temas e atividades de C&T, valorizando a criatividade, a atitude científica e a inovação. Ela pretende contribuir também para que a população conheça e discuta os resultados, a relevância e o impacto das pesquisas científicas.
 
O balanço da SNCT deste ano, promovida de 19 a 25 de outubro, mostra que foram realizadas em todo o País 24.972 atividades, desenvolvidas por 718 instituições em 472 municípios. Só pelo Pavilhão da Ciência, instalado pelo MCT na Esplanada dos Ministérios, em Brasília, passaram cerca de 100 mil pessoas.

(Com informações da Assessoria de Comunicação do MCT)

Cerca de 2.300 estudantes de todas as regiões do país participam do 38o. Congresso da União Brasileira dos Estudantes Secundaristas (UBES), desde a quinta-feira (10), em Belo Horizonte, na UFMG – campus Pampulha. Eles foram escolhidos em etapas estaduais para representar as escolas brasileiras na eleição da diretoria que representará os secundaristas no próximo período.

 
Debates e atos foram realizados no início do evento, que contou com a presença maciça do movimento estudantil, além de autoridades políticas do Estado e do país. Domingo foi realizada a plenária final que vai encerrou o congresso e elegeu como presidente o estudante do Estado do Amazonas, Yann.   
 
Estudantes defendem uso de 50% do fundo do pré-sal para a educação
Ato político, com a presença do prefeito de BH e do presidente da ANP, vai ratificar a proposta, durante 38º Congresso da UBES
 
Na manhã de sábado, 12, aconteceu no Mineirinho, em Belo Horizonte, um ato político Em defesa de 50% do Fundo Social do Pré-sal para Educação, como parte das atividades do 38º Congresso da UBES (União Brasileira dos Estudantes Secundaristas).
 
No ato o prefeito de Belo Horizonte, Marcio Lacerda (que não pôde comparecer na abertura do Congresso); Patrus Ananias, ministro do Desenvolvimento Social; Haroldo Lima, presidente da Agência Nacional do Petróleo; Beto Cury, secretário Nacional de Juventude; Jô Moraes, deputada federal (PC do B-MG), além de outros nomes importantes do cenário nacional.  Em seguida, houve também um ato em defesa da Meia-Entrada.
 
 
 
UBES lança livro sobre sua história
 
A abertura do Congresso, na noite da quinta-feira (10), foi marcada pelo lançamento do livro UBES, uma rebeldia consequente, resultado de dois anos de pesquisa e entrevistas com os ex-dirigentes que ajudaram a construir a União Brasileira dos Estudantes Secundaristas.
 
De autoria de Raisa Marques e André Cintra, o livro faz um resgate dos 60 anos de uma história, "rica e apaixonante" da entidade, de acordo com Raisa. Bastante emocionada, a autora afirmou que o projeto é um passo importante para que os estudantes percebam que são protagonistas de uma luta fundamental para a construção de uma educação com mais qualidade.
 
Para o atual presidente da UBES, Ismael Cardoso, o livro é um reconhecimento à luta de todos aqueles fizeram e fazem parte da entidade. "A UBES é um desafio aconselhável a qualquer estudante secundarista", enfatizou.
 
Debates
 
Durante toda a sexta-feira, os estudantes que participam do Congresso acompanharam debates sobre temas como Esporte e juventude, desafios e oportunidades; Os desafios do projeto nacional de desenvolvimento sustentável, o pré-sal é nosso; Democracia e participação no ensino médio; O currículo do ensino médio ontem e hoje, entre outros.
 
Por Luisa Barbosa, da redação com estudantenet

A Baixada Fluminense terá um parque tecnológico voltado para o desenvolvimento de produtos e serviços que melhorem as condições de vida da população. O anúncio foi feito na última quarta-feira (9/12) pela Secretaria estadual de Ciência e Tecnologia do Rio de Janeiro.

 
O parque é resultado de uma parceria entre PUC-Rio, coordenadora do projeto, prefeitura de Belford Roxo, que cedeu o terreno para instalação do parque, e a fundação espanhola La Salle, que pretende criar outros polos parecidos em mais nove países da América Latina, nos moldes de um que já existe em Madri.
 
Segundo Alejandro Pérez-Ochoa, conselheiro delegado da Fundação La Salle, os demais parques tecnológicos estão mais centrados no desenvolvimento de tecnologia, enquanto este reúne universidade, governo e empresas em busca de soluções para o desenvolvimento regional. "Temos um parque em Madri. Agora o que se pretende é criar um modelo para a América Latina", afirmou.

A transferência de tecnologia e conhecimento ocorrerá nas áreas de Saúde, Educação, Habitação, Telecomunicações, Energia e Desenho Universal, especialidade voltada para o desenvolvimento de produtos que possam ser usados por pessoas portadoras de algum tipo de limitação. A realização do pré-projeto custará R$ 500 mil, que será dividido entre o governo do estado e o Instituto Madrilenho de Desenvolvimento (Imade).

Já o complexo está orçado em R$ 20 milhões – compartilhados entre governo estadual e Banco Interamericano de Desenvolvimento -, e contará com um Centro de Desenvolvimento em Pesquisa, uma Incubadora de Empresas e um Condomínio Empresarial para empresas de médio porte. O projeto, porém, também prevê a participação das grandes, que se instalarão em uma área cedida pela prefeitura de Belford Roxo.

(Com informações do "Convergência Digital", 9/12)

Nos últimos dias 4 e 5 de novembro foram realizadas 2 assembléias para a eleição da Associação de Pós-Graduandos da UFRJ. A ANPG participou de ambas as reuniões e destacou a importancia da APG-UFRJ no Movimento Nacional de Pós-Graduandos.

 

A primeira assembléia contou com cerca de 17 pós-graduandos, no Instituto de Química da UFRJ, e a segunda com cerca de 12 pessoas, na Faculdade de Educação, Praia Vermelha.

 

Na segunda assembléia a ex-coordenadora geral da APG-UFRJ e membro da comissão eleitoral Viviane Gonzalez, destacou o número de participantes da assembléia, bem superior que a da última eleição. A APG estava sem gestão desde 2008, mas uma comissão de alunos representantes discentes procuraram manter o trabalho da entidade.

 

A Associação de Pós-Graduandos da UFRJ é uma APG histórica, que contribuiu para a organização e fundação da Associação Nacional de Pós-Graduandos. Seu embrião surgiu em meados da década de 70 a partir de um conselho de representantes de alunos da Coppe e da Universidade, com uma série de protestos contra a dissolução do mestrado em planejamento urbano.

 

O conselho continuou existindo ao longo dos anos, tendo editado um boletim e conseguido uma sala que era utilizada em suas reuniões e também como ponto de encontro dos pós-graduandos.

 

Em 1980, ainda sem estarem organizados numa associação, alguns pós-graduandos da UFRJ participaram do 2o CNPG realizado na Bahia. Desta forma, a organização inicial da concretização da pró-Associação de Pós-Graduandos da UFRJ aconteceu em inícios da década de oitenta.

 

Essa eleição contou com duas chapas: “A.Pós.Taí”  e “Mais e Melhores Bolsas!”, sendo vitoriosa a primeira com 20 votos.