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Pela primeira vez história da Unicamp, será realizada uma recepção geral para os alunos da pós-graduação.Tal evento está sendo realizado pelo Pró-Pós, um movimento que reune associações de pós-graduandos, centros acadêmicos que representam a pós e representantes discentes em mais diversos níveis, além de alunos sem cargo mas que se interessam em ajudar a melhorar a universidade.

     

 

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Essa recepção será feita no dia 23 de fevereiro no ginásio da Faculdade de Educação Física, de acordo com o seguinte cronograma:

 

9h30: Recepção aos alunos estrangeiros

10h30: Abertura do evento e apresentação do Pró-Pós

10h40: Aula magna

Preletores: Prof. Dr. Fernando Ferreira Costa (Reitor) e Prof. Dr. Euclides de
Mesquita Neto (Pró-Reitor de Pós-Graduação).

Tema: Unicamp – Passado, presente e futuro.

12h: Intervalo para o almoço

14h: Visita guiada pelo campus e por Campinas, realizado em parceria com o
projeto Unicampinas.

17h: Coffee-break e atividades culturais

19h: Encerramento

Apesar de dia 23 ser uma quarta-feira, a PRPG está pedindo a todas as coordenações
de programas para dispensarem seus alunos de atividades no dia em questão.
 

Da redação, com informações da APOGEEU da Unicamp e Marcelo Fabiano, diretor de Instituições Estaduais da ANPG

 Em uma parceria entre a Universidade de Caxias do Sul (UCS), a Universidade Federal Fluminense (UFF) e a Universidade de Fortaleza (UNIFOR), será realizado o 1º Congresso Internacional de Direito e Marxismo nos dias 27, 28 e 29 de março de 2011 (domingo, segunda e terça-feira), em Caxias do Sul (RS). 

 
O congresso será dividido em cinco eixos temáticos, estabelecidos a partir dos critérios de aderência com as linhas de pesquisa dos cursos de graduação e dos programas de pós-graduação das instituições realizadoras e da afinidade com o projeto teórico e político desenvolvido por Karl Marx, adotando-se os seguintes títulos:  Direito e Economia, Direito e Democracia, Teoria da Constituição, Teoria da Justiça e Meio Ambiente.
 
O evento, com inscrições gratuitas, visa a proporcionar a difusão – entre alunos da graduação e pós-graduação, professores, pesquisadores, advogados e profissionais jurídicos em geral – da obra de Karl Marx e da tradição teórica e política que se formou em sua esteira, com a promoção de palestras, oficinas e produções bibliográficas no campo do marxismo, voltadas à temática do Direito Constitucional contemporâneo.
 
Objetivos:
  •  Divulgar a teoria marxiana entre os estudantes, professores e profissionais do Direito em geral. 
  •  Reunir pesquisadores nacionais e estrangeiros, preocupados com a conexão entre Direito e Marxismo. 
  •  Proporcionar canais de diálogo entre profissionais atuantes em diferentes áreas do Direito. 
  •  Promover a difusão de trabalhos científicos acerca dos eixos temáticos adotados. 
  •  Fomentar o debate de soluções alternativas para a problemática da falta de efetividade da Constituição.
Local :
Universidade de Caxias do Sul – Cidade Universitária – Caxias do Sul – RS
Fonte: UCS
Para estimular a cooperação internacional entre Brasil e Suíça, o Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico Tecnológico (CNPq) lança seu primeiro edital de 2011. Serão investidos cerca de R$ 3 milhões para apoiar propostas para a execução de projetos conjuntos de Pesquisa, Desenvolvimento e Inovação (P&D&I), entre o CNPq e a Secretaria de Estado para Educação e Pesquisa da Suíça (SER), com a Escola Politécnica Federal de Lausanne (EPFL), como executora
 
A oportunidade é parte do Plano de Ação Brasil-Suíça 2009-2011, assinado entre os ministros de C&T dos dois países em outubro de 2009.
 
O apoio, dado exclusivamente a projetos de pesquisa científica, tecnológica e inovação, busca dar maior mobilidade aos cientistas e pesquisadores vinculados a redes temáticas de pesquisa, selecionando projetos de alta relevância estratégica para ambos os países, os quais, preferencialmente, devem apresentar contrapartida financeira de fontes nacionais ou internacionais.
 
Segundo o gestor do edital, Flávio Velame, a Suíça tem um grande número de grupos de pesquisa de excelência e há um forte e mútuo interesse em reforçar a cooperação científica e tecnológica. "Recebemos no CNPq uma delegação suíça de alto nível em agosto de 2010, quando discutimos nossas prioridades e especificamos os temas que seriam contemplados no presente edital. Será uma oportunidade de apoiar projetos conjuntos de forma bastante consistente, inclusive com bolsas no exterior inseridas em projetos, algo recente no CNPq", afirmou.
 
Para estimular a cooperação internacional entre Brasil e Suíça, o Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico Tecnológico (CNPq) lança seu primeiro edital de 2011. Serão investidos cerca de R$ 3 milhões para apoiar propostas para a execução de projetos conjuntos de Pesquisa, Desenvolvimento e Inovação (P&D&I), entre o CNPq e a Secretaria de Estado para Educação e Pesquisa da Suíça (SER), com a Escola Politécnica Federal de Lausanne (EPFL), como executora
 
Energia e meio ambiente
 
Os projetos devem abranger aos seguintes temas de interesse: Energia e Meio ambiente, com foco em "energias renováveis"; Saúde e Meio ambiente, com foco em "doenças negligenciadas" e "alimentação e nutrição funcional". Cada proposta pode solicitar o valor máximo de R$ 350 mil para o financiamento da mobilidade internacional, bolsas de pós-doutorado e doutorado-sanduíche e outros custeios, com prazo de vigência do projeto em até 24 meses.
 
O pesquisador interessado em participar do edital deve ter título de doutor, currículo cadastrado na Plataforma Lattes, experiência em projetos de cooperação internacional e qualificação equivalente à de pesquisador Categoria 1 do CNPq, ser brasileiro ou estrangeiro com visto permanente, residente no Brasil e ainda ter vínculo formal com a instituição de execução do projeto.
 
As propostas devem ser encaminhadas ao CNPq exclusivamente via Internet, por intermédio do Formulário de Propostas Online, disponível na Plataforma Carlos Chagas (http://carloschagas.cnpq.br/), até 15 abril. A contratação das propostas aprovadas será feita partir de 1º de agosto próximo.
 
Confira na íntegra o Edital: http://www.cnpq.br/editais/ct/2011/001.htm
Fonte: Jornal da Ciência
A Universidade Federal de Roraima (UFRR) lançou edital de concurso público para provimento de 17 vagas ao cargo de professor do magistério de 3º grau. A inscrição começa quinta-feira (17) e vai até 11 de março e deve ser efetivada na Diretoria de Recursos Humanos (DRH), na sala 409, do Bloco IV da instituição, das 8h30 às 11h30 e das 14h30 às 17h30, em dias úteis. O valor da inscrição varia entre R$ 60 e R$ 80.
 
Há vagas para as áreas de Zootecnia, Medicina Veterinária, Agronomia, Engenharia Agrícola, Ciências Sociais, História, Geografia, Economia, Antropologia, Arquitetura e Urbanismo, Engenharia Civil, Engenharia Elétrica, Engenharia da Computação, Física, Administração, Direito, Ciências Biológicas e outras.
 
O concurso terá três modalidades de avaliação, que consistirão em prova escrita, prova de títulos e prova didática. O valor bruto do salário varia entre R$ 7.638,30 e R$ 3.066,36. A confirmação do local, data e horário das provas deve ser acompanhada pelo candidato na página www.ufrr.br.
 
Fonte: Jornal da Ciência
Equipes de pesquisa interessadas em realizar intercâmbio científico entre instituições de ensino superior brasileiras e holandesas têm até 12 de abril para inscrever projetos na nova edição do edital Capes/Nuffic, parceria da Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (Capes) com a Netherlands Organisation for International Cooperation in Higher Education (Nuffic).
 
A iniciativa seleciona projetos conjuntos de pesquisa em todas as áreas do conhecimento, com foco nas áreas de Ciências Sociais Aplicadas, Humanas, Biológicas, médicas (Ciências da Saúde), agrícolas, além de Engenharias e Artes. Os projetos conjuntos de pesquisa selecionados devem iniciar as atividades este ano.
 
Para participar, as propostas devem estar vinculadas a programa de pós-graduação avaliado pela Capes, preferencialmente com conceito 5 a 7. Outro requisito é que o projeto contemple a formação de pós-graduandos e o aperfeiçoamento de docentes e pesquisadores vinculados aos referidos programas. Também é importante apresentar um caráter inovador, que leve em conta o desenvolvimento da área no contexto nacional e internacional, de maneira que as vantagens de uma parceria internacional fiquem explícitas.
 
Cada proposta deve planejar as atividades considerando que a duração máxima de financiamento dos projetos será de quatro anos, sendo a concessão inicial de financiamento de um ano. As prorrogações são condicionadas à aprovação dos relatórios de atividade, prestação de contas e justificativas.
 
Apoio
 
As equipes terão direito a duas missões de trabalho por ano por projeto. Elas consistem no financiamento de viagens para docentes doutores da equipe, com duração máxima de 60 dias. Além da passagem aérea de ida e volta. Está prevista ainda a concessão anual de R$ 10 mil à equipe brasileira, como recursos de material de consumo para a execução do projeto, que serão geridos pelo coordenador da equipe.
 
Os grupos também podem realizar duas missões de estudo por ano por projeto. Trata-se de concessão de bolsas de estudo no exterior aos estudantes participantes dos projetos, nas modalidades doutorado sanduíche e pós-doutorado. Missões de estudo também contam com seguro saúde, auxílio instalação e passagem aérea de ida e volta.
 
Mais informações podem ser obtidas pelo telefone (61) 2022-6658 e pelos endereços [email protected] e [email protected]
 
Fonte: Jornal da Ciência

A Rede Nacional de Pesquisa (RNP) e o Conselho Nacional de Secretários Estaduais para Assuntos de CT&I (Consecti) implementarão uma rede de gestão de ciência, tecnologia e inovação (CT&I). O objetivo é integrar os institutos do programa nacional de ensino e pesquisa às iniciativas das redes estaduais, com o intuito de ampliar e capilarizar a rede acadêmica nacional.

 
 
"A iniciativa irá não só fortalecer as redes existentes, como também estimular a criação de novas", disse José Luiz Ribeiro Filho, coordenador da RNP, na reunião nacional do Consecti em Brasília (DF), na quinta-feira (10).
 
Ainda de acordo com ele, o projeto permitirá a implementação de uma rede de vídeo conferência para as secretarias de C&T, que resultará numa maior integração de todo o território nacional. "Essa conexão otimizará o trabalho dos secretários", completou. Pela parceria, caberá à RNP realizar o planejamento técnico e qualificar os gestores. Já o Consecti fará os investimentos nos equipamentos e terminais e implantará as salas em cada Estado.
 
Brasil conectado
 
A RNP interliga todas as sedes das universidades e os laboratórios e institutos de pesquisa públicos, com velocidade que chega a 10 gigabits (Gbps). A iniciativa permite, por exemplo, a realização de videoconferência entre os mais de 57 hospitais universitários e comunicação de voz pela internet, o que confere à rede o posto de primeiro lugar em telemedicina da América Latina. Hoje, mais de 600 instituições de ensino e pesquisa do País estão interligadas.
 
Segundo Ribeiro Filho, a meta para este ano é ampliar a quantidade de instituições federais de ensino atendidas. Hoje são 288 entidades conectadas e a meta é alcançar 323. "É claro que sabemos que em um ano será muito difícil, já que dependemos de infraestrutura das operadoras", reconheceu.
 
A RNP está conectada às redes acadêmicas latino-americana (RedClara), europeia (Géant) e norte-americana (Internet2), além de ter conexão própria com a internet mundial. Ainda de acordo com o coordenador, hoje a rede discute com a União Europeia um projeto de avaliação técnica e econômica para estabelecer uma conexão entre o Brasil e a África. Para saber mais sobre a RNP acesse o site www.rnp.br. 
 
Fonte: Jornal da Ciência
 
 
 
 
O exame das diretrizes, metas e estratégias do Plano Nacional de Educação (PNE) para o período 2011-2020 começa este mês na Comissão de Educação e Cultura da Câmara dos Deputados. Durante cinco sessões ordinárias, os parlamentares podem apresentar emendas ao Projeto de Lei nº 8.035/2010, enviado ao Congresso Nacional em 15 de dezembro do ano passado pelo então presidente da República Luiz Inácio Lula da Silva.
 
Pelas regras do Parlamento, depois de examinado na comissão da Câmara, o projeto segue para análise da Comissão de Constituição e Justiça. Se aprovado nas duas instâncias legislativas, é enviado às comissões correspondentes do Senado Federal.
 
O PNE 2011-2020 tem dez diretrizes, que preveem, entre outras iniciativas, a erradicação do analfabetismo, a melhoria da qualidade do ensino, a valorização dos profissionais da educação, a gestão democrática da educação e a difusão dos princípios de equidade e do respeito à diversidade. O plano define metas e prazos para que elas sejam alcançadas. A meta número um é a universalização do atendimento escolar – até 2016, de crianças de quatro e cinco anos de idade e de adolescentes de 15 a 17 anos; até 2020, de crianças de até três anos (ampliação do atendimento em 50%). O aumento da oferta de educação integral pública também está previsto e deve atingir 50% das escolas até 2020.
 
O Distrito Federal, os 26 estados e os 5.564 municípios têm uma série de tarefas a cumprir a partir da aprovação do PNE no Congresso Nacional. Eles devem, por exemplo, criar leis específicas, no prazo de um ano, para disciplinar a gestão democrática da educação nas redes de ensino, além de atualizar ou elaborar planos estaduais e municipais de educação.
 
Avaliação
 
O plano estabelece que o índice de desenvolvimento da educação básica (Ideb), calculado pelo Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais (Inep), será usado para avaliar a qualidade do ensino. O Ideb foi criado em 2007 para aferir o desempenho de escolas e redes de ensino e determina metas a serem atingidas até 2021.
 
Quanto aos recursos, o projeto de lei prevê a ampliação progressiva do investimento público até que seja atingido o mínimo de 7% do produto interno bruto (PIB) do país. Esse percentual será revisto em 2015.
 
Fonte: Jornal da Ciência, por Ionice Lorenzoni, da Assessoria de Comunicação do MEC
Já estão abertas, no site www.sbpcnet.org.br/goiania, as inscrições para a 63ª Reunião Anual da SBPC, que será realizada de 10 a 15 de julho, nas dependências da Universidade Federal de Goiás (UFG), em Goiânia (GO). Trata-se do maior evento científico do país, que é realizado anualmente pela Sociedade Brasileira para o Progresso da Ciência (SBPC). A Reunião é aberta ao público e voltada para estudantes, pesquisadores, técnicos, gestores públicos e privados, entre outros profissionais. Durante a reunião, a ANPG organiza o 3º Salão Nacional de Divulgação Científica.
 
Serão realizadas centenas de atividades, tais como conferências, simpósios e mesas-redondas, com a participação de cientistas renomados de todas as regiões do país. Entre elas, o 3º Salão Nacional de Divulgação Cintífica, organizado pela ANPG em conjunto com as entidades de representação dos estudantes, e que conta com mostra cine´tifica, atividades culturais, oficinas e debates.
 
O objetivo dessas atividades é discutir políticas públicas de educação, ciência, tecnologia, meio ambiente e saúde, além de mostrar os avanços da ciência nas mais diversas áreas do conhecimento. Boa parte dessas discussões versará sobre o tema central do evento: "Cerrado: água, alimento e energia".
 
Além dessas atividades, serão oferecidos diversos minicursos cujos temas serão de interesse tanto de universitários e pesquisadores como de professores da rede pública de ensino básico e técnico. O evento contará ainda com três programações paralelas: a SBPC Jovem, voltada para estudantes do ensino básico e técnico; a ExpoT&C, exposição de ciência e tecnologia; e a SBPC Cultural, mostra da cultura regional.
 
Como participar
 
O evento é aberto ao público, que pode participar gratuitamente e sem inscrição prévia da maioria das atividades. A inscrição é necessária apenas para aqueles que pretendem apresentar trabalhos científicos, que queiram participar de um dos minicursos ou receber a programação impressa.
 
Até 25 de fevereiro, a taxa de inscrição terá desconto maior. Sócios da SBPC, nas categorias de estudantes de ensino superior e/ou professores da educação básica ou técnica e/ou sócios de sociedade associada, pagam R$ 20,00; professores de ensino superior e outros profissionais pagam R$ 50,00. Não sócios da SBPC pagam R$ 40,00 ou R$ 100,00, nas respectivas categorias.
 
Já quem se associar à SBPC até essa data terá isenção na taxa de inscrição. Paga apenas pela anuidade: R$ 60,00 (estudantes, professores da educação básica ou técnica e/ou sócios de sociedade associada) ou R$ 110,00 (professores de educação superior e demais categorias), e tem ainda a vantagem de receber gratuitamente assinaturas da revista Ciência e Cultura e do Jornal da Ciência.
 
Mais informações no site http://www.sbpcnet.org.br/goiania, onde constam todas as normas de inscrição e participação das sessões de posteres para apresentação de trabalho de pesquisa científica e dos minicursos.
 
Da redação, com Jornal da Ciência

 

Programa pode ser visto, a partir deste sábado e ao longo da semana, pela TV e pela internet.
 
A cada dia que passa a conquista espacial se afasta mais daquela forte noção antiga de guerra fria e disputa entre Estados Unidos e União Soviética. Hoje é bem mais difundida a importância dos satélites na vida cotidiana, das transmissões de TV ao uso dos GPSs – aqueles aparelhinhos que orientam os motoristas pelos desconhecidos caminhos do trânsito. Já se sabe também da importância do rastreamento de imagens para a previsão de tempo, controle de desmatamento, mapeamento e segurança.
 
Mas o que talvez poucos saibam é que o Brasil é um dos sete países do mundo com programa espacial completo, ou seja, sítios de lançamento, foguetes e satélites, razão pela qual foram reunidos neste programa especialistas capazes de possibilitar mais uma viagem pelos caminhos do conhecimento.
 
Participantes:
 
– Carlos Ganem, presidente da Agência Espacial Brasileira, é economista, advogado e administrador de empresas, com MBA pela Universidade Federal do Rio de Janeiro e vasta experiência em funções executivas em empresas públicas e privadas, no Brasil e no exterior.
 
– Petrônio Noronha de Souza, engenheiro mecânico, mestre em ciência espacial e doutor e engenharia, chefia o Laboratório de Integração e Testes do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (INPE) e foi um dos fundadores da Associação Aeroespacial Brasileira (AAB), que presidiu por dois períodos.
 
– José Monserrat Filho, chefe da Assessoria de Cooperação Internacional do Ministério da Ciência e Tecnologia, além da formação completa em direito internacional é graduado pela Universidade Internacional do Espaço, vice-presidente da Associação Brasileira de Direito Aeronáutico e Espacial e diretor do Instituto Internacional de Direito Espacial, que tem sede em Amsterdam.
 
– José Bezerra Pessoa Filho, mestre e doutor em engenharia mecânica, é do Instituto de Aeronáutica e Espaço, do Departamento de Ciência e Tecnologia Aeroespacial do Ministério da Defesa e, além de realizar pesquisas envolvendo aquecimento aerodinâmico e radiativo em veículos espaciais, trabalha diretamente em projetos de foguetes.       
 
Confira os canais que transmitem o "Tome Ciência":
 
– Rio TV, canal legislativo da Câmara Municipal do Rio de Janeiro (canal 12 da Net Rio), às 24h de sábado e 8h30 de domingo
 
– TV Alerj, da Assembleia Legislativa do Estado do Rio de Janeiro, às 19h de domingo, com reprises às 20h30 de quinta, por satélite (Satélite Brasilsat – B4 at 84° W), pela internet (www.tvalerj.tv) e pelos sistemas a cabo das seguintes cidades do estado: Angra dos Reis (14), Barra Mansa (96), Cabo Frio (96), Campos dos Goytacazes (15), Itaperuna (61), Macaé (15), Niterói (12), Nova Friburgo (97), Petrópolis (95), Resende (96), Rio de Janeiro (12), São Gonçalo (12), Teresópolis (39), Três Rios (96) e Volta Redonda (13)
 
– TV Ufam, da Universidade Federal do Amazonas (canal 7 e 27 da Net), às 23h de domingo, com reprises às 19h de segunda e quinta e às 15h de sexta-feira
 
– TV Assembleia, da Assembleia Legislativa de Mato Grosso do Sul (em Campo Grande pelo canal 9, em Dourados pelo canal 11, em Naviraí pelo canal 44 e internet – www.al.ms.gov.br/tvassembleia, às 20h de sábado, com reprises durante a programação
 
– TV Câmara, da Câmara Municipal de Angra dos Reis (canal 14 da Net e internet), às 19h de quarta-feira, com reprises durante a programação
 
– TV Câmara da Câmara Municipal de Bagé (canal 16 da Net), durante a programação e no horário de 20 h de sexta-feira
 
– TV Ales, da Assembleia Legislativa do Estado do Espírito Santo (canal 12 da Net), às 9h e 22h de quinta-feira
 
– TV UFSC, da Universidade Federal de Santa Catarina (canal 15 da Net), às 21h de quinta-feira, com reprises durante a programação
 
– TV Unicamp (canal 12), às 21h de quarta-feira, 19h de sexta-feira e 13h de sábado.
 
– TV Câmara Caxias do Sul, às 12h de sábado, com reprises às 12h de domingo, 16h de segunda a quinta e 20h15 de sexta-feira.
 
Além disso, o programa pode ser visto a qualquer hora no site http://www.tomeciencia.com.br
 
O programa, apresentado pelo jornalista André Motta Lima, conta com o apoio de pauta das sociedades vinculadas à SBPC, além de um Conselho Editorial de cientistas.
 
Fonte: Jornal da Ciência
 

 

Desmatamento atribuído à demanda de recursos naturais por grandes consumidores, como China e Estados Unidos, é tema de projeto de intercâmbio selecionado em chamada de propostas conjunta entre Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo (Fapesp) e Instituto de Tecnologia de Massachusetts (MIT).

 

 
O desmatamento na Floresta Amazônica está quase sempre associado ao desenvolvimento local e, para a comunidade internacional, trata-se de um problema causado por questões nacionais, como a ocupação do solo para fins diversos.
 
"Mas a Amazônia também se encontra na fronteira agrícola e parte da responsabilidade pelo desmatamento pode ser atribuída à crescente demanda da comunidade internacional por recursos naturais", disse Joaquim José Martins Guilhoto, professor titular da Faculdade de Economia, Administração e Contabilidade da Universidade de São Paulo (FEA-USP), à Agência Fapesp.
 
O pesquisador decidiu entender e mensurar o desmatamento devido à demanda global por produtos agrícolas brasileiros. O estudo se tornou tema de uma proposta aprovada em chamada realizada pela Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo (Fapesp) em conjunto com o Instituto de Tecnologia de Massachusetts (MIT), nos Estados Unidos, cujo resultado foi divulgado em dezembro.
 
O projeto será conduzido por Guilhoto e por Karen Polenske, professora do Departamento de Planejamento e Estudos Urbanos do MIT, economista especializada em recursos naturais e energéticos, sobretudo dos Estados Unidos e da China.
 
Guilhoto acaba de voltar ao Brasil após passar um ano como professor visitante no Departamento de Planejamento e Estudos Urbanos do MIT. "Durante esse período, desenvolvi com Karen e seu grupo estudos na área de economia regional, abordando questões ambientais no Brasil, Estados Unidos e China. Dessa interação surgiu a ideia de fazer um projeto para entender mais sobre o desmatamento na Amazônia", contou o coordenador do Projeto Temático "Mercados internacionais agrícolas, pobreza e desigualdade no Brasil", apoiado pela Fapesp e concluído em 2010.
 
A nova pesquisa está em fase inicial – na formação da base de dados -, e a partir do próximo semestre três alunos orientados por Guilhoto irão a Boston para estagiar no MIT por duas semanas. Em seguida, outros três estudantes de pós-doutorado orientados por Karen virão ao Brasil por outras duas semanas para a troca de experiências com colegas da USP.
 
Esse intercâmbio marcará a segunda fase do projeto, quando serão analisados os dados coletados. Na USP, as pesquisas serão conduzidas em dois grupos do Departamento de Economia da FEA: no Núcleo de Economia Regional e Urbana e no Núcleo de Economia Socioambiental.
 
"Nesses grupos, temos bancos com dados econômicos, sociais e ambientais do Brasil que possibilitam fazer estudos e análises regionais e ambientais da economia do país. E é essa experiência que estamos levando para a pesquisa", destacou Guilhoto.
 
Por outro lado, o professor ressalta que é necessário entender a dinâmica das economias de países mais desenvolvidos e também como esse fator externo afeta o desmatamento da Amazônia brasileira.
 
Demanda quantificada
 
Os estudos de Karen sobre ocupação do solo tiveram início em áreas urbanas na década de 1990. "Estudamos como se dão as relações de produção, demanda de energia e uso de recursos naturais em países como os Estados Unidos e a China, que são grandes consumidores", disse.
 
O grupo do MIT terá como missão fornecer um panorama do mercado internacional de recursos naturais, principalmente dos países que exercem pressão sobre recursos presentes na região amazônica.
 
"Pretendemos observar as mudanças da ocupação do solo em regiões rurais da Amazônia e, junto com estudantes de pós-doutorado do projeto, analisar as consequências energéticas, econômicas e ambientais desse processo", disse Karen.
 
Segundo Guilhoto, com a troca de informação e conhecimento entre os pesquisadores brasileiros e norte-americanos, a pesquisa poderá quantificar o potencial de demanda global por produtos agrícolas e minerais na região que compreende nove Estados: Acre, Amapá, Rondônia, Roraima, Amazonas, Pará, Maranhão, Mato Grosso e Tocantins.
 
Apenas no Pará o grupo incluirá na conta o minério de ferro. O estado, um dos grandes responsáveis pelo desmatamento na Amazônia Legal, exporta uma quantidade expressiva de ferro e outros minérios.
 
Tanto Guilhoto quanto Karen veem na parceria entre os pesquisadores da USP e do MIT, permitida pelo projeto aprovado na chamada, uma excelente oportunidade para o avanço do conhecimento na área.
 
"Até há alguns anos, a maior parte de nossas pesquisas estava direcionada apenas para a China, grande consumidor de combustível fóssil, principalmente carvão. Com o apoio de diversas fontes, estamos conseguindo atuar mais no Brasil, que também é um grande consumidor de energia, mas focado em fontes renováveis", disse a economista.
 
Fonte: Agência Fapesp