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O Prêmio Marta Rossetti Batista destina-se a premiar a melhor monografia inédita de História da Arte e Arquitetura, escrita em português, sobre o modernismo no Brasil, um dos temas que foram objeto das pesquisas de Marta Rossetti Batista, ex-diretora e ex-professora do Instituto de Estudos Brasileiros (IEB) da USP.

O prazo de inscrição será de 06 de fevereiro a 13 de março de 2012 e os interessados devem preencher a Ficha de Inscrição no sítio do prêmio.


De acordo com o edital, o vencedor receberá o valor bruto de R$ 40.000,00 (quarenta mil reais).

A divulgação da obra vencedora, seu(s) autor(es) e editor(es) ocorrerá até 1° de junho de 2012 no sítio www.ieb.usp.br/premio.

Maiores informações sobre o Prêmio Marta Rossetti Batista de História da Arte e Arquitetura poderão ser obtidas pelo site www.ieb.usp.br/premio, telefone 3091-1149 ou e-mail [email protected]

Fonte: USPonline

Rodrigo Cavalcanti, secretário-geral, Elisangela Lizardo, presidenta e Carolina Pinho, vice-presidenta da ANPG durante a reunião da diretoria plena da entidade.

Na tarde do último domingo (4), diretores da ANPG e pós-graduandos de todo o país reuniram-se na sede da entidade, em São Paulo. O objetivo da atividade foi debater, entre outros assuntos, a convocação e os detalhes da realização do 23° Congresso Nacional de Pós-Graduandos (CNPG) e a Campanha de Bolsas.

O encontro também foi importante para estabelecer metas precisas em relação ao calendário da ANPG até o CNPG, bem como coletivizar as recentes ações, como a participação da ANPG no Fórum Social Mundial Temático e na reunião do secretariado da OCLAE.

Foi aprovada uma moção de repúdio à repressão das atividades do movimento estudantil na Unicamp e na USP. E também uma nota contra cortes no orçamento. Vale ressaltar que a ANPG já havia se manifestado, na ocasião dos cortes, e a nota vem no sentido de reforçar a opinião da entidade.

 

Acúmulo de Bolsas com vínculo empregatício

Os pós-graduandos presentes puderam colaborar com sugestões e reflexões acerca do acúmulo de bolsas com vínculo empregatício (leia mais aqui).

A posição da ANPG é forte no sentido de que não serão admitidos cortes de bolsas e que, se for editada uma nova portaria (com novas regras) que elas valham apenas para novas bolsas.

Foi adiada, para o próximo dia 20 de março, a 2ª reunião da comissão para estudar os casos de acúmulo de bolsas com vínculo empregatício.

Composta pela Associação Nacional de Dirigentes de Instituições Federais de Ensino Superior (Andifes), Fórum de Pró-Reitores de Pós-Graduação e Pesquisa (Foprop), Capes, CNPq e ANPG, a comissão tem caráter consultivo.

Todas as sugestões e reflexões colhidas pela presidenta da ANPG na reunião serão levadas ao encontro do dia 20. Aqueles que quiserem contribuir podem enviar email para [email protected]

 

23º CNPG

O Edital de Convocação do 23º Congresso publiciza o local e a data do fórum.

O 23° Congresso Nacional de Pós-Graduandos foi oficialmente convocado para os dias 3 a 6 de maio, em São Paulo, na UNIFESP. Veja o edital.

São esperados cerca de 1000 participantes de todo Brasil. A programação, ainda em construção, já conta com a confirmação do Ministro de C,T &I, Marco Antônio Raupp, do membro da comissão de elaboração do PNPG e membro do Conselho Nacional de Educação (CNE) José Fernandes Lima e do secretário Executivo da Secretaria de Políticas de Promoção da Igualdade Racial da Presidência da República (SEPPIR), Mário Theodoro.

Ainda aguardam confirmação nomes como o da filósofa da USP, Marilena Chauí e do neurocientista Miguel Nicolelis.

Esta edição do Congresso apresenta duas inovações: a primeira é a publicação de um documento-base, em fase de elaboração, que norteará todos os debates do fórum.

A segunda inovação diz respeito aos grupos organizados e pessoas que queiram manifestar suas opiniões acerca do Movimento Nacional de Pós-Graduandos. Para tanto, deverão ser elaboradas teses prévias ao Congresso. As teses são condição para os que desejam inscrever ou compor chapas candidatas à diretoria da ANPG.

Em breve, todo o detalhamento acerca da publicação das teses será publicado aqui no sítio da ANPG.

O regimento e a ata padrão para eleição dos delegados serão divulgados na próxima segunda-feira (12).

 

Campanha de Bolsas

Compondo as atividades da Jornada de Lutas das entidades estudantis, cujas reivindicações principais são: a destinação de 10% do PIB e de 50% do Fundo Social do Pré-sal para educação, ciência e tecnologia, a ANPG convocou todas as APG’s e pós-graduandos para atividades pelo Brasil em torno dessas bandeiras e do Reajuste Imediato das Bolsas de Mestrado e Doutorado.

Aulas públicas, debates, atos políticos e twittaço são algumas das atividades sugeridas para serem realizadas nas universidades entre os dias 26 e 30 de março.

As atividades devem ser comunicadas à ANPG através dos e-mails ou perfis nas redes sociais para que sejam divulgadas e posteriormente documentadas.

Fechando a semana de atividades, a ANPG pretende organizar uma audiência pública convocada pelas comissões que tratam de Educação e de Ciência e Tecnologia na Câmara dos Deputados (CEC e CCTCI) para pautar a questão.

Saiba mais sobre a Campanha de Bolsas

 

Da Redação. 

  Edital de Convocação

 

A Associação Nacional de Pós-Graduandos (ANPG), entidade de representação dos Pós-Graduandos no Brasil, em atenção aos termos estatutários, especialmente os artigos 10° a 17°, CONVOCA todos os seus membros a participarem do 23º Congresso Nacional de Pós-Graduandos (23º CNPG), que realizar-se-á nos dias 03 a 06 de maio, na Universidade Federal de São Paulo – (UNIFESP), Campus São Paulo, com a seguinte pauta:

 

a) Debate e deliberação sobre teses, moções, recomendações e propostas relacionados com Análise de Conjuntura; Política Educacional; de Ciência e Tecnologia e Movimento Nacional de Pós-Graduandos;

b) Ações a serem desenvolvidas pela ANPG no próximo período;

c) Eleição de Diretoria para o próximo período;

d) Demais assuntos de interesse geral. O 23° CNPG regular-se-á por Regimento própio e Regimento Interno complementar, aprovados pela Comissão Organizadora, eleita no 38° CONAP, também em atenção aos termos estatutários.

 

No aguardo do comparecimento de V.Sas.

 

São Paulo, 4 de março de 2012.

 

Elisangela Lizardo

Presidenta da ANPG

 

 Baixe a versão em pdf.

A ANPG convoca seus diretores e convida as APGs e pós-graduandos em geral para sua reunião da diretoria plena, a ser realizada no próximo domingo (dia 4 de março), a partir das 10h na sede da entidade, localizada á Rua Vergueiro, 2485, bairro Vila Mariana, São Paulo (SP).
 
A reunião, com início marcado para as 10h, seguirá até por volta das 18h tendo como pautas:
 
1 – 23º CONGRESSO NACIONAL DE PÓS-GRADUANDOS
– Convocação do 23º Congresso Nacional de Pós-Graduandos (CNPG) para 3 a 6 de maio de 2012 (serão aprovados edital de convocação e regimento geral e será apresentado o informe do andamento da estrutura);
– Programação do Congresso;
– Documento-base para o Congresso
(Será distribuído o primeiro material de convocação do congresso)
 
2 – CAMPANHA DE BOLSAS
– Acúmulo de bolsas com vínculo empregatício (informe da comissão e debate)
– Agenda do movimento pelo reajuste das bolsas
 
3 – Outros informes e agendas
– Eleições do CONJUVE
– Participação da ANPG no Fórum Social Mundial Temático e na reunião do secretariado da OCLAE
– Outros informes
 
 
Participe!
 
ANPG
(11) 4117-911

Ivan Domingues é professor do Departamento de Filosofia da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG). Artigo publicado na edição 289 da revista Ciência Hoje.

 

*As opiniões aqui reproduzidas são de responsabilidade de seus autores e não representam, necessariamente, a opinião da entidade. Artigos podem ser enviados para [email protected] 

 

A ocorrência, nos meios científicos, de plágio, fraude e outras práticas ilícitas preocupa a comunidade acadêmica brasileira e as entidades de apoio à pesquisa no país. Essa preocupação vai além do plágio e da fraude, ações graves, mas bem diferentes, envolvendo ainda expedientes como o fracionamento da produção (conhecido como técnica do salame), o requentamento dos artigos, a falsa coautoria e a combinação de citações, entre outros.

As instituições do setor precisam definir diretrizes e sanções para o controle do problema, mas estas devem ser adequadas às características das diferentes áreas, em especial no caso das humanidades.

Nos últimos tempos, a Ordem dos Advogados do Brasil (OAB), a Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (Capes) e o Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq) vêm se ocupando do plágio e da fraude nas ciências, e certamente a comunidade acadêmica está preocupada com o tema, justificando seu reexame. Os dois ilícitos são diferentes, embora compartilhem mais de um ponto em comum, e sua adequada abordagem conceitual deve estar atenta aos contextos, bem como às especificidades das áreas.

Vou abordá-los na perspectiva das humanidades – à exceção, porém, das artes, por sua especificidade. Para dar uma base de comparação, situarei alguns casos emblemáticos ocorridos nas ciências naturais. No fim, tratarei de outras distorções preocupantes, como repetição de artigos e ‘fatiamento’ da produção.

Deixarei de lado, por falta de espaço e por suas naturezas diferentes, a questão do conflito de interesses, bem como a prática de esconder os resultados negativos da pesquisa ou a falta de transparência, comum na área médica e com incidência nas ciências humanas e sociais.

Embora em princípio possa ser estendida aos tempos antigos e dar lugar a verificações e a questionamentos, a questão do plágio e da fraude em ciência, além da carga moral que sempre a acompanhou, só passou a ser tratada como questão legal ou jurídica na era moderna, em especial a partir do século 19, quando deu livre curso a um conjunto de implicações policiais e sanções econômicas. A peça jurídica que a circunscreve e disciplina as sanções é o direito de propriedade intelectual, surgido na época da Revolução Francesa.

Segundo historiadores das ciências, a fraude mais famosa de todos os tempos, desmascarada nos anos 1950, foi o ‘homem de Piltdown’, suposta descoberta do ‘elo perdido’ da evolução humana feita por Charles Dawson (1864-1916) em 1912, perto de Piltdown, no sul da Inglaterra. A ossada apresentada por ele (batizada como Eoanthropus dawsonii) parecia dar a chave da família dos hominídeos: tinha o crânio do homem moderno, a mandíbula de um macaco e dentes atípicos.

Parecia um achado extraordinário, e ganhou credibilidade na época, mas tudo era falso. A ossada não passava de uma montagem, e o autor um mero falsário – o que foi evidenciado 40 anos depois. A essa altura Dawson estava morto: apenas sua reputação foi atingida e seus retratos desapareceram dos museus de história natural.

Outra fraude famosa, esta no campo da física, foi a do alemão Jan Hendrik Schön, pesquisador do Laboratório da Bell e conhecido por ter publicado, em 2001, na revista científica Nature, um artigo revolucionário sobre um transístor feito de moléculas orgânicas, com aplicações extraordinárias em microeletrônica e medicina.

Mais tarde descobriu-se que os dados tinham sido forjados e que tudo que ele tinha publicado antes era falso. O autor foi demitido da Bell em 2002 e seu título de doutorado cassado pela Universidade de Konstanz (Alemanha) em 2004.

Esses tipos de fraude são considerados sumamente graves e todos concordam que o falsário deve ser duramente punido. Além das fraudes, há outros tipos de ilícitos, como o plágio, que por sua vez também varia, e cujos exemplos notórios serão fornecidos mais adiante e neste texto. Por ora, basta mencionar a cópia de artigos, teses e dissertações.

A palavra fraude vem dos termos latinos fraus ou fraudis, que significam dano feito a alguém, envolvendo astúcia ou trapaça, de que resulta algum proveito para quem o pratica e engano e prejuízo em quem é objeto ou dele é vítima. Já os romanos cunharam os termos plagiato e plagiarum – no sentido original, aquele que rouba escravos ou vende uma pessoa livre como escrava –, que deram origem ao plágio, ou seja, roubo literário ou científico, aproximando-se de compilare, que significa alguém ‘pilhar’ alguma coisa e se apresentar como autor de obra alheia.

Plágio e fraude são, portanto, ações diferentes, tendo em comum a intenção de enganar alguém ou a má-fé, junto com o objetivo de tirar algum proveito pessoal.

Diferentes fraudes

Há mais de um tipo de fraude. Um deles, como no caso de Dawson e seu ‘elo perdido’, é a fabricação de uma peça para comprovar um achado. Outro está na fabricação ou na maquiagem de dados, mais comuns em vários campos do conhecimento e da ação humana.

Os exemplos na área das ciências biológicas e da saúde incluem desde a alteração de resultados de pesquisa para favorecer o fabricante de um produto sob suspeita (medicamento, por exemplo), até a invenção de dados ou evidências para salvar a carreira de alguém ou confirmar uma tese e endossar uma linha argumentativa.

Exemplo excelente é o caso de Marc Hauser, famoso biólogo de Harvard, que hoje se encontra em quarentena, aguardando os resultados da investigação de um comitê, após ter sido acusado de forjar dados sobre o comportamento dos primatas. No campo das relações humanas, a maquiagem de dados de economia é utilizada por governos e especuladores visando obter algum proveito. Na área do direito e em outras, há casos e mais casos envolvendo adulteração de documentos.

Como em outros campos, certamente haverá maquiagem de documentos e invenção de dados em diferentes áreas das humanidades. No entanto, é mais difícil encontrar exemplos espetaculares, como os da física, da medicina e da biologia. As ciências humanas e sociais são, antes de tudo, ciências interpretativas e dificilmente o dado bruto, forjado ou não, vem à tona.

Resultado: nessas ciências, não é a fraude de dados que escandaliza, embora ocorra e seja condenada, mas os plágios e outras práticas, como a impostura, como bem mostrou o físico Alan Sokal, ao conseguir publicar, em 1996, um artigo deliberadamente fraudado na revista acadêmica Social Text, que não tinha revisão por especialistas. O caso ficou conhecido como Sokal Hoax – algo como o ‘embuste’, ‘paródia’ ou ‘conto do vigário’ de Sokal.

 

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Submissões para o ano de 2012 começaram em 6 de fevereiro. Sessões de Análise Comparativa para seleção de propostas serão realizadas mensalmente (foto:FAPESP)
A partir de 6 de fevereiro de 2012, as solicitações de Bolsas de Mestrado da FAPESP poderão ser submetidas em fluxo contínuo.

As sessões de Análise Comparativa para seleção de propostas de Bolsas de Mestrado serão realizadas mensalmente – exceto no mês de janeiro em virtude às férias coletivas da FAPESP –, em vez de serem realizadas duas vezes por ano como ocorria até 2011.

Com isso, a FAPESP espera uma maior agilidade na tramitação dessas solicitações, ao mesmo tempo em que se mantém a possibilidade da comparação com qualidade entre as solicitações em cada lote de análise.

A análise continuará usando pareceres de assessoria, analisados em sessões (agora mensais) de Análise Comparativa nas Coordenações de Área e Coordenação Adjunta.

Quando o sistema entrar em regime estacionário, espera-se que o prazo para análise seja similar àquele praticado para o caso das solicitações de doutorado, que foi de 74 dias em 2011 – este é um prazo médio, não devendo ser usado como prazo máximo, e não deve ser entendido como significando que a solicitação deve ser feita 74 dias antes da data em que se deseja a bolsa.

Como já vem sendo feito desde 2009, as solicitações deverão ser realizadas exclusivamente por meio do Sistema de Apoio a Gestão (SAGe).

As instruções completas para a apresentação de propostas de Bolsas de Mestrado estão disponíveis em www.fapesp.br/bolsas/ms.

Para o preenchimento dos formulários eletrônicos recomenda-se consultar o Manual SAGe para Submissão de Propostas de Mestrado: www.fapesp.br/bolsas/mestrado/manualsage_ms.pdf.

Fonte: Agência FAPESP 

Estão abertas, de 27 de fevereiro a 09 de março, as inscrições para do Processo de Seleção para Ingresso no Mestrado Acadêmico em Ciência e Tecnologia da Sustentabilidade da UNIFESP.

O exame de é composto de três etapas (prova escrita, entrevista e análise curricular). Todas elas são eliminatórias e serão conduzidas pela Coordenação do Programa.

As matrículas dos candidatos aprovados e com orientador estabelecido deverão ser efetuadas nos dias 26 e 28 de março. O início das aulas está previsto para 02 de abril.

De acordo com as informações da coordenação, o programa de mestrado contribuirá para (1) para o fortalecimento de uma consciência e abordagem correta e moderna do que se entende por desenvolvimento sustentável no país, tanto ao nível acadêmico quanto popular, (2) para a elevação dos índices de desenvolvimento humano do país e suas comunidades e (3) para a formação de recursos humanos especializados e competentes no atendimento das demandas sociais, econômicas e ambientais da academia, indústria e órgãos reguladores e certificadores.

Bolsas

O Programa de Pós-Graduação em Ciência e Tecnologia da Sustentabilidade dispõe de uma cota de Bolsas de Estudo da CAPES (REUNI e Demanda Social (DS)) para o curso de Mestrado. O critério utilizado para a distribuição destas bolsas é a classificação obtida pelo (a) aluno (a) com relação à nota final obtida no Exame de Seleção para Ingresso no Programa (esta nota só terá validade até que outro processo seletivo seja realizado).

O Edital completo encontra-se na aba Ingresso no Programa (https://sites.google.com/site/ctdasustentabilidade/ingresso)

Fonte: UNIFESP

Estão abertas, de 27 de fevereiro a 09 de março, as inscrições para do Processo de Seleção para Ingresso no Mestrado Acadêmico em Ciência e Tecnologia da Sustentabilidade da UNIFESP.

O exame de é composto de três etapas (prova escrita, entrevista e análise curricular). Todas elas são eliminatórias e serão conduzidas pela Coordenação do Programa.

As matrículas dos candidatos aprovados e com orientador estabelecido deverão ser efetuadas nos dias 26 e 28 de março. O início das aulas está previsto para 02 de abril.

De acordo com as informações da coordenação, o programa de mestrado contribuirá para (1) para o fortalecimento de uma consciência e abordagem correta e moderna do que se entende por desenvolvimento sustentável no país, tanto ao nível acadêmico quanto popular, (2) para a elevação dos índices de desenvolvimento humano do país e suas comunidades e (3) para a formação de recursos humanos especializados e competentes no atendimento das demandas sociais, econômicas e ambientais da academia, indústria e órgãos reguladores e certificadores.

Bolsas

O Programa de Pós-Graduação em Ciência e Tecnologia da Sustentabilidade dispõe de uma cota de Bolsas de Estudo da CAPES (REUNI e Demanda Social (DS)) para o curso de Mestrado. O critério utilizado para a distribuição destas bolsas é a classificação obtida pelo (a) aluno (a) com relação à nota final obtida no Exame de Seleção para Ingresso no Programa (esta nota só terá validade até que outro processo seletivo seja realizado).

O Edital completo encontra-se na aba Ingresso no Programa (https://sites.google.com/site/ctdasustentabilidade/ingresso)

Fonte: UNIFESP 

Vista aérea da Praça do Relógio, na Cidade Universitária, campus da USP em São Paulo. Foto: Agência Estado

A Universidade de São Paulo (USP) é a universidade que mais forma doutores mundialmente. A constatação é do Ranking Acadêmico de Universidades do Mundo (ARWU, na sigla em inglês) por indicadores, elaborado pelo Centro de Universidades de Classe Mundial (CWCU) e pelo Instituto de Educação Superior da Universidade Jiao Tong, em Xangai, na China, que aponta a universidade paulista como a primeira colocada em número de doutorados defendidos entre 682 instituições globais.

O ranking também indica a USP como a terceira colocada em verba anual para pesquisa, entre 637 universidades, além de a quinta em número de artigos científicos publicados, entre 1.181 instituições em todo o mundo, e a 21ª em porcentagem de professores com doutorado em um universo de 286 universidades.

Na avaliação de Vahan Agopyan, pró-reitor de Pós-Graduação da USP e membro do Conselho Superior da FAPESP, a liderança mundial na formação de doutores, apontada pelo levantamento global, deve-se à tradição da pós-graduação da USP no Brasil.

Em 1965, quando foram definidas as novas diretrizes da pós-graduação no país, baseadas no trabalho de Newton Sucupira (1920-2007) – responsável pela criação do Conselho Federal de Educação, atualmente Conselho Nacional de Educação – a USP já possuía um número muito expressivo de docentes com doutorado, e se destacou como a universidade que viria a suprir a demanda do país por mestres e doutores.

“Nas décadas de 1970 e 1980, praticamente metade dos doutorados no Brasil eram realizados na USP, e hoje mais de 20% dos pós-graduandos no país também obtém o título de doutor aqui. Isso permitiu que a universidade se tornasse um grande centro mundial de pós-graduação, agora confirmado por esse ranking internacional”, disse Agopyan à Agência FAPESP.

Nos últimos dez anos tem diminuído o número de mestrandos e de doutorandos na USP. Em 2011, pela primeira vez o número de doutorandos na universidade, que celebrou em agosto a concessão de 100 mil títulos de pós-graduação, foi maior que o de mestrandos.

“É um reflexo do aumento no número de programas de mestrado oferecidos em todo o país. Em função disso, os pós-graduandos estão preferindo realizar mestrado em sua própria região e procuram a USP para fazer doutorado ou alguma outra atividade mais especial”, avaliou Agopyan.

Por outro lado, o número de estudantes de pós-graduação da USP tem se mantido estável nos últimos anos. Atualmente, a universidade conta com cerca de 23 mil alunos de pós-graduação stricto-sensu e titulou 2.192 doutores e 3.376 mestres em 2011 – números que oscilaram pouco nos últimos 15 anos.

“Nós já somos grandes e estamos trabalhando no máximo da nossa capacidade há vários anos. Cada um dos nossos docentes tem, em média, mais de cinco orientandos, que é um número elevadíssimo”, afirmou Agopyan.

Segundo o pró-reitor, esse fenômeno também é comum às principais universidades no mundo, como as norte-americanas, europeias e chinesas listadas no ranking, cujo número de pós-graduandos também está bastante estável e seus programas de pós-graduação operam no limite de suas capacidades.

Um dos fatores atribuídos por Agopyan para a USP continuar liderando a formação de doutores é a atuação da universidade em todas as áreas do conhecimento, sendo que as universidades no exterior normalmente têm algumas áreas de especialidade. “Somos uma instituição pluridisciplinar”, destacou.

Na avaliação de Agopyan, o desafio agora é ser não apenas a maior, mas a melhor em formação de doutores no mundo. Para isso, a USP tem buscado padrões internacionais de qualidade, por meio da promoção da mobilidade de seus docentes e alunos para outros países, da avaliação e do apoio aos seus programas de pós-graduação. “Não queremos apenas quantidade, mas sim qualidade”, afirmou.

A FAPESP desembolsou R$ 277,3 milhões em 2010 com Bolsas no país, dentro de seu Programa de Bolsas. Desse total, por vínculo institucional do pesquisador responsável pelo projeto ou do bolsista, a USP recebeu R$ 132,7 milhões (ou 47,87%).  Em 2010, a FAPESP concedeu 1.362 bolsas de Doutorado e Doutorado Direto. 

Destaques das universidades paulistas

Além da USP, o ranking elaborado pela CWCU apontou a Universidade Estadual de Campinas (Unicamp) como a 38ª colocada em número de doutorados defendidos, a 138ª em número de artigos publicados e a 62ª em percentual de professores com doutorado.

Por sua vez, a Universidade Estadual Paulista (Unesp) obteve a 55ª posição em doutorados concedidos, a 150ª colocação em número de artigos publicados e o 31º lugar em percentual de professores com título de doutor.

Um outro ranking divulgado em janeiro, o Web of the World Universities, conhecido como Webometrics, que mede a visibilidade das universidades nos principais mecanismos de busca da internet, apontou a USP como a 20ª colocada e a primeira da América Latina, seguida na região pela Universidade Nacional Autônoma do México, a Universidade Federal do Rio Grande do Sul e a Unesp. A Unicamp obteve a 9ª colocação entre as universidades latino-americanas.

Outras universidades brasileiras que figuram entre as dez mais bem colocadas no ranking latino americano são a Universidade Federal de Santa Catarina, a Universidade Federal do Rio de Janeiro, a Universidade de Brasília e a Universidade Federal do Paraná. 

Fonte: Agência FAPESP

 

Estão abertas as inscrições para o 6º Congresso Mundial de Juventude, que será realizado na cidade do Rio de Janeiro no período de 4 a 13 de junho de 2012. Os interessados têm até 31 de março para se inscrever pelo site www.wycrio2012.org


Esta edição do Congresso tem como tema o Desenvolvimento Sustentável e, segundo os organizadores, tende a ser um dos encontros mais importantes de toda a série de congressos mundiais.  O Congresso é um espaço autogestionado, onde o participante é quem dita as regras e define como e o que quer inserir na programação. 


Está prevista a realização de plenárias temáticas, workshops, mesas redondas, debates, eventos artísticos e projetos de ação, onde os jovens terão a oportunidade de vivenciar a realidade de diversas comunidades do Rio de Janeiro. 

O Congresso também terá a responsabilidade de rever as Metas do Milênio e traçar novas perspectivas pós 2015.

Da Redação.