
A pós-graduando brasileira, Thais Rodrigues, recebeu da Sociedade Australiana de Estatística (SSAI) o prestigiado prêmio J.B. Douglas awards, em um evento realizado na Universidade de Tecnologia de Sydney/Austrália.
Este prêmio é concedido anualmente e é entregue ao doutorando (ou recém-doutor) cujo trabalho de pós-graduação, na avaliação da comissão de jurados, seja de maior excelência, dentre os alunos do estado New South Wales, do qual Sydney é a capital.
Thais já havia ganhado em 2015 o prêmio de melhor apresentação em Estatística na conferência de pós-graduação do departamento de Matemática e Estatística da UNSW, onde faz seu doutorado. Sua pesquisa, em Regressão quantifica não-paramétrica, está sendo financiada pela CAPES, pelo programa Ciência sem fronteiras.

A ANPG se solidariza ao Movimento de Valorização da Residência Médica no Estado de São Paulo. O Movimento Nacional de Residentes conquistou em março de 2016 a Portaria Interministerial n° 3, que determinou o aumento de 11,9% a partir do mês de março em todas as bolsas de residência do país. Desde então os residentes (médicos e em área saúde) cujas bolsas são pagas pelo Ministério da Educação e Ministério da Saúde estão recebendo os valores corrigidos. Contudo, em São Paulo, a Secretaria Estadual de Saúde não reajustou o valor das bolsas de residência.
Desta forma os médicos residentes de São Paulo deliberaram em manifestação no dia 03 de novembro na Avenida Paulista, em frente ao MASP, pela paralisação das atividades caso não houvesse o reajuste da bolsa, que deveria ter ocorrido a partir de março, conforme definido em Portaria.
O Governo do Estado de São Paulo foi o único no Brasil a não conceder o
reajuste das bolsas. Os médicos residentes que recebem a bolsa pelo município de São Paulo tiveram o seu reajuste pela Portaria Municipal 1904/2016-SSM publicada dia 20/10/16. O retroativo a ser pago em 2017. A ANPG tem compromisso com todos os residentes do país e parabeniza a todos que estão na luta pelos seus direitos.
Sabemos do esforço e a importância dos residentes para o adequado funcionamento do Sistema Único de Saúde, e temos certeza de que esta atitude extrema é um sinal de consciência da necessidade de reivindicar o que se é devido, de forma coletiva. De tal forma, damos total apoio a paralisação dos médicos residentes do estado de São Paulo.

Como resultado das negociações da ANPG com o Capes, ontem, 28 de novembro de 2016, as pró-reitoras de pesquisa e as pós- graduações receberam um ofício circular sobre a prorrogação de prazo. Nele a Capes concede um maior tempo para reconsideração nos casos de acúmulo de bolsas e para o pagamento do mesmo. A ANPG está atenta desde o primeiro comunicado referindo-se à auditoria interna da CGU, inclusive com exigência de resposta individual as alegações dos pós-graduandos, caso a caso.
Embora a possibilidade de devolução da bolsa de menor valor, a não inclusão de pós-graduandos notificados no CADIN, a não suspensão de bolsas ativas no momento e dilatação dos prazos concedidos sem multas e encargos gerados no bojo das negociações, a entidade continua vigilante. “Estamos acompanhando e agindo para uma resolução satisfatória para o conjunto dos pós-graduandos notificados. Projetos de vida ficam em suspensão”, afirma a presidente Tamara Naiz.
A relatoria do grupo de trabalho instituído na Portaria n. 34 de 2016, que tem como objetivo elaborar a gestão, acompanhar os auxílios concedidos e regras de bolsas que tocam diretamente os pós-graduandos brasileiros, também tem sido objeto de atenção da ANPG. A formulação precisa responder ao não cruzamento dos sistemas, a lacunas e diversas interpretações permitidas em resoluções, assim como o acompanhamento permanente dos bolsistas.
É importante lembrar que o primeiro prazo estipulado era 18 de novembro e agora ele passa para 12 de fevereiro de 2017. De acordo com o Capes, as reconsiderações devem ser enviadas para o e-mail [email protected] e todas serão analisadas e respondidas. O direito ao contraditório é caro para a ANPG.
Além disso, no ofício fica claro que no caso das apelações que forem indeferidas o prazo para começar o pagamento fica para o dia 13 de março de 2017.
Leia o ofício: oficio-circular-_novembro-2016

O PL do reajuste de bolsas (PL 4559/2016 de autoria de Lobbe Neto PSDB-SP) já foi aprovada pela Comissão de Ciências e Tecnologia (CCI) e segue para a aprovação da Comissão de Finanças e Tributações. Agora é um momento de extrema importância e a ANPG convoca todas e todos pós-graduandos a ajudarem a pressionar os deputados desta comissão.
Para isso, pedimos que todas e todos mandem e-mails (sugestão para e-mail abaixo) para os deputados (lista abaixo) pedindo a aprovação desta importante lei.
Comissão de Finanças e Tributação
Presidente: Simone Morgado (PMDB/PA) – [email protected]
1º Vice-Presidente: Hildo Rocha (PMDB/MA) – [email protected]
2º Vice-Presidente: João Gualberto (PSDB/BA) – [email protected]
E aqui você consegue acessar todos os membros da comissão:
http://www2.camara.leg.br/atividade-legislativa/comissoes/comissoes-permanentes/cft/por-dentro-da-cft/membros
Telefones da Comissão:
Telefones: (61) 3216-6651 / -6653 / -6655 / -6657 / -6658 / -6659
Também participe da petição neste link: http://migre.me/vC4OO
Entenda mais sobre a Proposta
A proposta de lei está na Câmera desde março deste ano e já tinha sido aprovada pela Comissão de Educação. Agora, com a aprovação do CCI, o relatório segue para a Comissão de Finanças e Tributações e, por último, para a Constituição. O relator do PL 4559, o Deputado Marcos Soares (DEM-RJ), conversou com a diretoria da ANPG, semana passada, é reconheceu a importância desta PL: “O treinamento, capacitação e formação de mão de obra especializada e de alta qualificação é parte central de qualquer política de desenvolvimento científico tecnológico, sendo, portanto de vista educacional, a existência do programa de bolsas, especialmente aqueles promovidos pela Capes e pelo CNPq, tem sido basilar dentro da consecução das atividades de fomento nesse setor”.
O projeto propõe que os valores das bolsas concedidas pelos órgãos sejam reajustados no dia 1º de cada ano, adotando a variação do INPC (Índice Nacional de Preços ao Consumidor), calculado e divulgado pelo IBGE.
Esta é uma das pautas histórias da ANPG e que compõe as bandeiras de luta da Campanha por Mais Direitos. O estabelecimento de um mecanismo de reajuste anual das bolsas consta na nova versão do Documento de Direitos e Deveres das(os) Pós-graduandas(os).
Sugestão de e-mail para os senhores deputados
Excelentíssimo Deputado,
O PL 4559/2016 de autoria do Deputado Lobbe Neto (PSDB-SP) recentemente foi aprovado pela Comissão de Ciências e Tecnologia (CCI) da Câmara dos Deputados e agora segue para a aprovação da Comissão de Finanças e Tributações da mesma casa.
Entro em contato para solicitar seu apoio à pauta tratada no PL. Com o intuito de estabelecer um mecanismo de reajuste anual de bolsas no país, o PL trata da possibilidade de uniformizar o reajuste das bolsas de estudo, pesquisa e pós-graduação concedidas a pós-graduandos e pesquisadores no país de modo a garantir que não haja defasagem e perda de valor da bolsa na vida ativa do pós-graduando.
O último reajuste de bolsas no país aconteceu em 2012 e de lá para cá lutamos por reajuste nas bolsas de estudo, sem sucesso. No entanto, a proposta não trata do reajuste em si, mas de um mecanismo que defina como se dará esse reajuste, tomando-se como base a variação do Índice Nacional de Preços ao Consumidor (INPC).
Grato pela vossa compreensão, protestamos nosso mais profundo respeito à Câmara dos Deputados.

Acompanhe clicando AQUI a transmissão ao vivo das atividades direto de Brasília
As entidades estudantis, ANPG, UNE e UBEs, estão organizando uma caravana que chega a Brasília amanhã, dia 29 de novembro. Os estudantes vão pressionar senadores para que não aprovem a mudança na constituição que, além de desvincular recursos para Saúde e Educação, vai congelar os investimentos nas áreas durante 20 anos.
De acordo com a UNE já são quase 2 mil pessoas inscritas. E a ANPG confirma dezenas de Apgs a caminho da capital brasileira.
Ontem, dia 27, em São Paulo na Avenida Paulista, ocorreu mais uma grande manifestação de movimentos sociais, estudantes e trabalhadores reunidos nas frentes Brasil Popular e Povo Sem Medo. “Este é o momento que precisamos estar atentos e unidos para pressionar o senado a não aprovar a PEC55, que irá desmantelar a educação e enfraquecer a ciência brasileira”, disse Tamara Naiz, presidenta da ANPG.
Manifestação em Brasília, 29 de novembro
Ainda dá tempo de participar da arrecadação de doações de recursos financeiros para as Caravanas do dia 29. O dinheiro será utilizado para combustível, locação de ônibus, pagamento de motoristas, alimentação, aluguel de tendas e barracas e banheiros químicos.
Para participar:
Confirme presença no evento:
https://www.facebook.com/events/996282440515947/
🔴 Quer ir na caravana? Inscreva-se!
https://docs.google.com/forms/d/e/1FAIpQLScWisviC2FHPphb0B4A4KurWaCKxbDZZZqW1Tncu3t0yBX3RQ/viewform
🔴 Quer ajudar financeiramente?
http://imgur.com/Si46uzJ
OU deposite na conta:
Banco do Brasil
Agência: 7067-X
Conta Corrente: 6635-4
União Nacional dos Estudantes
CNPJ: 29.258.597/0001-

Na noite desta quarta-feira, 23, foi realizada, em Manaus (AM), a abertura do XXXII Encontro Nacional de Pró-reitores de Pesquisa e Pós-graduação. A ANPG estava presente, representada pela presidenta Tamara Naiz, para fortalecer ainda mais a parceria da entidade com o FOPROP (Fórum Nacional dos Mestrados Profissionais), representada pelo seu presidente Isac Almeida de Medeiros.
No evento de abertura do encontro o presidente da Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (Capes), Abilio A. Baeta Neves, falou sobre temas essenciais de interesse de todo o Sistema Nacional de Pós-Graduação (SNPG).
Baeta Neves disse haver uma expectativa legítima da ampliação e recuperação de parte da concessão de bolsas e de auxílios que têm sido mantidos em um patamar muito contido, ressaltando a necessidade de recuperar paulatinamente recursos e sinalizar para o Sistema que a Capes tem fôlego para continuar como uma parceira muito positiva. Sobre o orçamento da agência em 2017, disse que deverá ser relativamente maior que os últimos anos, cerca de R$ 5 bi, pelo fato do programa Ciência sem Fronteiras manter poucos bolsistas que ainda estão no exterior, das últimas chamadas de 2014, o que permitirá uma compensação dos valores para as demais ações da agência. “O programa teve um enorme impacto, sobretudo internacional, jogou o Brasil definitivamente no cenário global de preocupação com a mobilidade estudantil e de pesquisadores, mas gerou uma espécie de desconforto na maior parte das nossas universidades, sobretudo com relação aos estudantes de graduação. Podemos dizer que houve impacto grande em várias instâncias, vários planos, mas houve também um certo distanciamento das universidades com relação ao modo de implementação do programa.”
Internacionalização
“Comprometemo-nos com a Andifes, e me comprometo aqui com o fórum [Foprop], com o desenho de um novo programa de fortalecimento de internacionalização das universidades com vistas à construção de um projeto sustentável e de excelência”, afirmou Baeta Neves. Segundo ele, o projeto precisa considerar os graus distintos de desenvolvimento e as preocupações das universidades e, sobretudo, considerar as vocações e o que as instituições definem como suas próprias estratégias de desenvolvimento e de internacionalização. “Não é a Capes que vai internacionalizar as universidades, elas poderão ter da Capes o apoio para seus planos de internacionalização e, para isso, precisam ser capazes de definir o que querem fazer, em que direção querem avançar e como pretendem construir essa nova imagem, o seu novo projeto institucional. Esse é um componente fundamental da ideia que queremos desenvolver.”
A primeira premissa desse programa é que a Capes apoiará projetos institucionais das universidades e, a partir disso, serão definidas estratégias para uma conversão de alguns programas de apoio à internacionalização existente em diálogo permanente com as instituições de ensino superior.
Apoio à Pesquisa
“O problema que se apresenta atualmente, e que vocês reconhecem, é que há um claro desequilíbrio entre o fomento à formação de recursos humanos e o fomento à pesquisa no país. Assim como a Capes consegue se segurar em um patamar razoavelmente alto de investimentos na formação de pessoal, não podemos dizer o mesmo do sistema de agências do sistema do Ministério da Ciência, Tecnologia, Inovação e Comunicação (MCTIC).” Para o presidente, o desequilíbrio de orçamentos dos últimos anos do Fundo Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (FNDCT), da Financiadora de Estudos e Projetos (Finep) e do Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq) é prejudicial, inclusive ao próprio trabalho da Capes e ao apoio aos programas de pós-graduação. “Não é só bolsa que assegura a produção de conhecimento. Os recursos para pesquisa precisam estar disponíveis, senão comprometemos inclusive a qualidade de formação dos recursos humanos. Esta é uma tarefa que deve unir a todos: trabalhar pela recuperação de recursos orçamentários do sistema do FNDCT e do próprio CNPq. Sem isso, vamos avançar de modo meio manco na política de formação e de fomento e de apoio ao SNPG.”
PNPG
Sobre a Comissão Nacional de Acompanhamento do Plano Nacional de Pós-Graduação (PNPG 2011-2020), Abilio Baeta Neves informou que ela foi recomposta recentemente e com uma tarefa muito clara: fazer um balanço do que aconteceu nos primeiros cinco anos de abrangência do plano e assinalar para os próximos cinco as correções de rumo e as recomendações importantes para a Capes. “Neste momento é importante considerar as contribuições das diversas comissões, que trabalharam nos temas mais variados e de importância para diferentes planos de atividades da agência. Os trabalhos desses grupos serão encaminhados à comissão do PNPG e esperamos que possamos ter, no começo do ano, um balanço que possa ser discutido oportunamente com os pró-reitores para atuarmos em conjunto, com um diálogo permanente para a correção necessária de rumos e apuração de sugestões mais concretas”, concluiu.
FONTE: CAPES – Reportagem de Fabiana Santos)

Com sua agenda de esvaziamento dos canais institucionais de politicas públicas para a população brasileira, o governo de Temer está cada vez mais inviabilizando o funcionamento do Conselho Nacional de Juventude (Conjuve). Para se ter uma ideia das ações contra a entidade, foi ofertado ao órgão um orçamento de apenas R$ 4.386,00 anuais para as passagens. “Não conseguimos uma resposta, do Secretária Nacional de Juventude, Bruno Moreira Santos (PMDB), sobre o orçamento e o funcionamento do conselho”, explica Daniel Souza, presidente do Conjuve.
A primeira denúncia sobre a sabotagem do Governo Temer ao Conjuve foi feita no dia 23 de novembro, terça passada, pelo Portal Vermelho (leia). Na reportagem Daniel detalha as ações do governo para inviabilizar o funcionamento da entidade. “A Secretaria Nacional de Juventude do Governo Temer tenta limitar – pelo controle do orçamento – a atuação do Conjuve. Além de descumprir a lei que garante a realização de quatro reuniões ordinárias e de duas reuniões extraordinárias do pleno durante o ano, a atual gestão rompe com um princípio fundamental de uma democracia estabelecida: a participação social”, denuncia.
Após a publicação a entidade sofreu nova retaliação. “No dia seguinte a publicação descobrimos que não éramos mais administradores das mídias sociais. Percebemos isso apenas quando tentávamos postar, não recebemos nenhuma notificação”, explicou Souza. O presidente conta que, por contato telefônico, foi avisado que apenas servidores públicos poderão administrar as páginas e todas as notícias que o Conjuve enviar para os canais de comunicação precisam ser aprovadas por Bruno Moreira Santos.
Daniel explica que a primeira ação tomada pela entidade em relação foi o envio da carta (veja abaixo) ao presidente da Secretaria Nacional de Juventude pedindo respostas. “Ainda não tivemos nenhum posicionamento oficial. No começo de dezembro vamos entrar com uma ação no Ministério Público para garantir que a lei se cumpra, principalmente em relação as quatro reuniões ordinárias durante o ano”, explicou.
O Conjuve, criado em 2005, tem um papel importante na formulação, no acompanhamento e na avaliação das políticas públicas de juventude. A atuação da sociedade civil ganhou importância no último período, tempo que a entidade organizou, entre outras atividades, três conferências nacionais de juventude, sendo a última em dezembro de 2015 e que foi concluída com subsídios para o Plano Nacional de Juventude.
Carta Conjuve ao presidente da Secretaria Nacional de Juventude: bruno-moreira

Estão abertas, até o dia 18 de dezembro, as inscrições para o segundo intercâmbio Austrália-Brasil de PhDs, organizado pelo Department of Education com apoio da Australian Academy of Science.
O projeto visa levar para a Austrália cinco pesquisadores brasileiros para período de pesquisa de dois meses (entre junho e agosto de 2017) em universidades australianas, em áreas consideradas prioritárias para o país. Os pesquisadores selecionados receberão passagem aérea e acomodação na Austrália.
Em 2017, o programa deve ocorrer em paralelo com atividade similar com PhDs dos Estados Unidos e do México, aumentando o potencial da rede de contatos internacionais dos pesquisadores.
As regras para inscrição no programa estão disponíveis no website http://brazil.embassy.gov.au/. Os resultados estão previstos para fevereiro de 2017. A primeira edição do programa, realizada em 2016, teve mais de 400 inscritos e seis pesquisadores selecionados.
Um vídeo com informações sobre os doutorandos e os projetos realizados em 2016 pode ser visualizado em https://www.youtube.com/playlist?list=PL9DfJTxCPaXJ6crfa6JaQwJuZH7QZa0ab

O Museu Goeldi está com inscrições abertas até 11 de dezembro para a seleção de bolsistas de longa duração na modalidade PCI-D. A instituição busca profissionais de nível superior, graduação e pós-graduação (títulos de mestre ou doutor), com o objetivo de elevar o potencial da pesquisa científica, tecnológica e de inovação e também capacitar pessoas para atuar na região amazônica, em áreas estratégicas do museu.
Os candidatos podem concorrer a vagas em um dos seguintes temas: “Biodiversidade e Evolução”; “Sistemas naturais e antropizados”; “Diversidade social e cultural”; “Comunicação e Educação de ciência na Amazônia” e “Biotecnologia e Inovação e Tecnologias de Informação”.
As bolsas terão duração de até 9 meses, com possibilidade de renovação dependendo da avaliação dos resultados – e sujeita à renovação do Programa PCI, no âmbito do MCTIC. O prazo máximo de permanência no programa PCI é de 3 anos.
Mais informações: http://www.museu-goeldi.br/portal/content/museu-goeldi-abre-chamada-para-bolsas-de-pesquisa-de-n-vel-superior
Fonte: MCTI

A exposição Mundo MCTIC – Pesquisa e Desenvolvimento de Ponta no Brasil estará no Pavilhão de Exposições do Parque da Cidade, em Brasília (DF), de segunda (28) a sexta-feira (4), das 9h às 18h.
A mostra, organizada pelo Ministério da Ciência, Tecnologia, Inovações e Comunicações, possui 25 estandes de agências, empresas estatais, organizações sociais e unidades de pesquisa com atividades lúdicas, experimentos científicos, exibições de vídeos em terceira dimensão (3D), exposições tecnológicas e visitas virtuais.
Na quinta (1º) e sexta-feira (2), essa grande exposição científica ficará ainda mais interessante com o 4º Circuito de Ciências das escolas da rede pública, que a Secretaria de Educação do Distrito Federal promove das 9h às 17h. Serão apresentados 197 trabalhos de alunos das escolas públicas do DF.
Saiba mais: http://www.mcti.gov.br/pagina-noticia/-/asset_publisher/IqV53KMvD5rY/content/mundo-mctic-leva-pesquisas-e-atividades-cientificas-ao-parque-da-cidade-em-brasilia?p_p_auth=CLAk1pxj&_101_INSTANCE_IqV53KMvD5rY_redirect=%2F
Fonte: MCTI