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Jornalista ANPG

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Temáticas científicas inspiraram incontáveis filmes ao longo do século passado. Há décadas o público lota salas de cinema para assistir a produções do gênero. Mas apesar do interesse geral, um tipo específico de história tem sido bem menos explorado pelos produtores: são aquelas cujo foco é a própria vida de cientistas renomados. Além de terem contribuído significativamente para o avanço de nosso conhecimento sobre a realidade (o que por si só já é um feito heroico), algumas dessas pessoas viveram belíssimas histórias pessoais. Elas são cheias de momentos de superação, coragem, brilhantismo – qualidades dignas de compor as melhores narrativas cinematográficas. Prova disso são os excelentes dramas biográficos lançados no fim do ano passado sobre a vida do cosmólogo Stephen Hawking e do matemático Alan Turing.

Cientistas e Pesquisadores – Pós-Graduandos

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O jogo da imitação (2014)

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A teoria de tudo (2014)

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A ANPG e os pós-graduandos foram surpreendidos com a notícia de que as bolsas CAPES previstas para os estudantes que ingressaram recentemente nos programas de pós-graduação não seriam disponibilizadas.

Diante disso, a ANPG convocou mobilizações por todo o país e um tuitaço para esta quarta-feira (06). Das 15h às 17h pós-graduandos e pós-graduandas publicaram suas indignações no Twitter e no Facebook e se mobilizaram em diversos Estados. Veja os tweets de quem participou!

Em manifesto divulgado hoje, direções de várias faculdades da Universidade Federal de Grande Dourados- MS, se manifestaram em defesa da democracia.
Leia a nota na íntegra:
MANIFESTO PELA DEMOCRACIA
Nós, direções das Faculdades de Ciências Humanas (FCH), de Educação (FAED), de Comunicação, Artes e Letras (FACALE), Intercultural Indígena (FAIND), de Direito e Relações Internacionais (FADIR) e de Engenharia (FAEN), da Universidade Federal da Grande Dourados (UFGD), irmanadas às manifestações pela democracias em todo Brasil, como do Tuca (PUC-SP) e da Faculdade de Direito da USP, manifestamos apoio irrestrito no respeito ao Estado Democrático de Direito e posição contrária à toda tentativa de golpe, impetrada pela grande mídia e por parte do poder judiciário em consonância com os interesses do Capital e das classes ricas e conservadoras.
A retórica da grande mídia, desde jornais locais à posição hegemônica, sobretudo, da Rede Globo, afronta a democracia ao impor-se como poder “midiocrático”, parcial e golpista. É mais que momento, portanto, de uma discussão madura e profunda sobre a necessária democratização não apenas da informação, mas das possibilidades de comunicação efetivas e populares que abarquem a diversidade de opiniões e, por extensão, todo diverso e toda diferença – suas opiniões, ideias, práticas e experiências.
O Estado Democrático de Direito e os Direitos Fundamentais, como conquistas da Constituição da República de 1988 (após 21 anos de ditadura civil-militar), devem ser garantidos e não tolhidos em nome do “combate à corrupção”. Somos todos, definitivamente, contra qualquer corrupção – e isso nos aproxima ainda mais. Nossa preocupação, no entanto, é a parcialidade e a seletividade dos processos investigativos da operação “Lava Jato”, gerando, a partir de práticas “judicialescas”, o espetáculo midiático em vazamentos, mandados, conduções coercitivas e prisões seletivas (os fins da “justiça” não podem se firmar sobre meios ilegais e no desrespeito de direitos).
E como membros de uma Instituição de Educação Pública brasileira, ressaltamos que a defesa do Estado Democrático de Direito (contra qualquer golpe) é consoante à necessária luta pela Educação, Saúde, Emprego, Renda, Saneamento, Moradia e Terra para todas e todos. Independente de governos e de poderes, essa é a luta que se desdobra de nossa condição simultânea de omnilateralidade (somos parte de todos) e universalidade (somos parte de tudo), na defesa irrevogável da Justiça Social, Democracia, Liberdade e Igualdade.
Dourados – MS, 22 de março de 2016.
Direção da FACULDADE DE CIÊNCIAS HUMANAS (FCH-UFGD)
Direção da FACULDADE DE EDUCAÇÃO (FAED-UFGD)
Direção da FACULDADE DE COMUNICAÇÃO, ARTES E LETRAS (FACALE-UFGD)
Direção da FACULDADE INTERCULTURAL INDÍGENA (FAIND-UFGD)
Direção da FACULDADE DE DIREITO E RELAÇÕES INTERNACIONAIS (FADIR-UFGD)
Direção da FACULDADE DE ENGENHARIA (FAEN-UFGD)

A diretoria plena da Associação Nacional de Pós-graduandos acaba de aprovar calendário e local do 25º Congresso Nacional de Pós-graduandos, durante reunião da diretoria plena na manhã e tarde deste domingo, 20 de março de 2015, em São Paulo.
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As decisões ainda passam pela diretoria executiva da entidade, mas o local de realização do congresso foi aprovado durante a reunião.
O 25º Congresso Nacional de Pós-graduandos (CNPG) será realizado em Belo Horizonte, com o tema “Pós-graduandos em defesa da democracia para superar a crise e conquistar mais direitos”.
O 25º CNPG acontece no ano em que a entidade completa 30 anos, bem como a abertura política no Brasil. “A proposta aprovada pela diretoria dialoga com os 30 anos de abertura política, momento que permitiu que a ANPG pudesse existir, pois antes da abertura política não havia essa possibilidade”, completa Tamara Naiz, presidenta da ANPG.
Mais informações, prazos e formas de inscrição serão divulgados em breve.
Da redação

12642468_1052899801438769_6287412993990132378_nEm reunião da diretoria plena da ANPG, neste domingo, 20 de março de 2016, onde vários pontos de pauta estão em discussão, Tamara Naiz, presidenta da ANPG, debateu com diretores da ANPG, diretores e presidentes de APGs e pós-graduandos a conjuntura nacional.
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Durante reunião, a presidenta da ANPG afirmou que é preciso que o Brasil volte a crescer para que a pós-graduação volte a crescer.
“A crise política é muito ruim para o país e para os pós-graduandos brasileiros. Ameaça de golpe, crise econômica, tudo isso atrapalha a expansão da pós-graduação, das bolsas de estudo e também a possibilidade que essas bolsas de estudo sejam reajustadas”, diz Tamara.
A reunião da diretoria plena acontece neste domingo, 20 de março, em São Paulo

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Acaba de começar a reunião da diretoria plena da ANPG na Universidade Paulista no bairro Vergueiro, em São Paulo.
A reunião tem uma pauta bastante densa envolvendo planejamento, mas também atuação da entidade em relação à conjuntura nacional.
Diretores da entidade presentes avaliam a necessidade da entidade se posicionar. Para Hercília Melo, diretora da ANPG, “a discussão sobre conjuntura deve ser a pauta mais estratégica para que retrocessos não retornem no Brasil”.
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“A questão agora é defender a democracia”, pontua o vice-presidente da ANPG (foto acima), Cristiano Junta.
“A proposta da entidade em discussão é a construção de comitês contra o golpe nas universidades brasileiras com o apoio de pós-graduandos e dos demais setores da universidade”, aponta Tamara Naiz, presidenta da ANPG.
A reunião dura o resto do dia de hoje, 20 de março.
Da redação