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A sede das entidades estudantis, ANPG, Ubes, UNE, UEE, Upes e UMES, amanheceu pichada neste dia 12 de março de 2016, sábado, com ofensas graves às entidades estudantis.
A ANPG e as duas outras entidades estudantis nacionais, Ubes e UNE, divulgaram nota conjunta em que lamentam o episódio e lembram que quando um fato semelhante aconteceu, em abril de 1964, o ocorrido serviu para corroborar o autoritarismo e o golpismo na democracia.
Veja a seguir a nota na íntegra:
A HISTÓRIA NÃO SE REPETIRÁ!
“Podem nos prender, podem nos matar, mas um dia voltaremos, e seremos milhões”. Honestino Guimarães

Nessa manhã do dia 12 de março de 2016, a sede das entidades estudantis – UNE, UBES, ANPG, UEE-SP e UPES – foi atacada com pichações agressivas, carregadas de ódio e intolerância.
A última vez que isso aconteceu foi as vésperas do golpe militar, quando a casa do poder jovem, como era chamada a sede das entidades estudantis, na Praia do Flamengo – 132 – RJ, foi incendiada, sendo a primeira ação da ditadura militar, em 1964. Escolheram a sede das Entidades, pois representava a trincheira da resistência, esperança e liberdade.
A democracia é uma conquista inegociável para os estudantes, que resistiram a ditadura militar, foram perseguidos, colocados na clandestinidade, muitos assassinados e desaparecidos. Porém a repressão não impediu que lutassem e conquistassem a democracia, junto com o povo Brasileiro.
Repudiamos toda a ação violenta e qualquer tentativa que ameace a democracia e liberdade. Não nos curvaremos a mais esse ataque, seguiremos firmes na luta, junto com o povo, ocupando as ruas e avenidas por mais direitos.
Somos milhares de Honestinos e Heleniras, venceremos!
 
Associação Nacional de Pós-graduandos
União Nacional dos Estudantes
União Brasileira de Estudantes Secundaristas 
Presidente da APG-UNB, Richard Santos durante ato pró-democracia
Presidente da APG-UNB, Richard Santos durante ato pró-democracia

Na tarde de onte, (10), a APG-UnB participou de ato pró-democracia convocado pelo Sindicato dos Docentes da Universidade de Brasília.

Com ampla participação de funcionários e alunos(as) graduandos(as) e pós-graduandos(as), a ação teve por objetivo levar para dentro da universidade o debate sobre a crise política brasileira, seus fomentadores e possíveis consequências.

Representantes de associações educacionais, coordenadores de departamentos e estudantes pontuaram em suas falas o caráter midiático da crise, o interesse em desestabilizar, e retroceder nas conquistas populares e democráticas dos governos Lula e Dilma pela burguesia internacionalista associada aos interesses hegemônicos. Apontaram ainda a equivalência de momentos e ações semelhantes aos que antecederam o golpe civil-militar de 1964.

Vice-presidenta da UNE no Distrito Federal, a estudante Luiza Calvette, convocou os universitários a estarem atentos para o desenrolar do processo político nos próximos dias, e fez chamada para a mobilização pró-democracia do dia 31 de março na Capital Federal. Concluiu sua fala indicando os avanços e inclusões sociais promovidas pelos governos Lula- Dilma como motivadores da revolta e maquinação burguesa.

Presidente da Associação dos Pós-graduandos da Universidade de Brasília, APG-UNB, Richard Santos apontou o caráter regional da crise política e denunciou o conluio de grupos de mídia, mercado e políticos conservadores latino-americanos na construção do retrocesso político e social dos países da região, e negação dos direitos adquiridos pelas maiorias minorizadas nos últimos anos.

O ato também contou com a participação de Rogério Reis, Secretário geral da APG-UNB e foi finalizado com os docentes e discentes da Universidade de Brasília se comprometendo a apoiar presencialmente as manifestações de 31 de março.

No dia 31 de março, movimentos de esquerda programam ato de defesa de Dilma e Lula em Brasília. A Frente Brasil Popular e a Frente Povo Sem Medo são as organizadoras da manifestação, que deve contar com apoio do MST, da Central Única dos Trabalhadores (CUT), União Nacional de Estudantes (UNE) e da Associação Nacional de Pós-graduandos (ANPG).

Da redação

Matéria relacionada:

26/02/2016 – ANPG convoca para Dia Nacional de Mobilização


ANPG durante Fórum de Juventude do BRICS

A Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal do Nível Superior (Capes) e o Ministério da Educação (MEC) acabam de divulgar o resultado do Edital 03/2015, de cooperação internacional, em que foram selecionados projetos de programas de pós-graduação stricto sensu  em instituições de ensino superior brasileiras para a Universidade em Rede do BRICS, o grupo de países que reúne Brasil, Rússia, Índia, China e África do Sul.
Em divulgação, a Capes anuncia o acolhimento de 12 projetos de programas de pós-graduação nas áreas de áreas de Ciência da Computação e Segurança da Informação; Ecologia e Mudanças Climáticas; Economia; Energia; Estudos do BRICS; e Recursos Hídricos e Tratamento da Poluição.
A Universidade em Rede do BRICS teve como ponto de partida a defesa da presidenta da ANPG, Tamara Naiz, durante Fórum de Juventude do BRICS, em Ufa, na Rússia. Diversas perspectivas apresentadas pela ANPG foram incorporadas e estão em implantação, como demonstra a Universidade em Rede do BRICS.
Os programas de pós-graduação permitirão estreitar relações entre o Brasil e os países do BRICS de modo a desenvolver áreas estratégicas.
O resultado pode ser consultado no link http://www.capes.gov.br/component/content/article/36-salaimprensa/noticias/7826-edital-seleciona-12-projetos-para-universidade-em-rede-do-brics 

“Que nada nos defina, que nada nos sujeite.

Que a liberdade seja a nossa substância”.

BEAUVOIR, Simone.

 A declaração “é uma menina” ou “é um menino” estabelece, já no período de gestação, uma série de fronteiras que serão reforçadas ao longo da vida. São fronteiras que atribuem lugares e papéis sociais às mulheres e aos homens desdobrando as desigualdades de gênero. Em diferentes contextos e circunstâncias, no âmbito da família, da escola, do mundo do trabalho, dos espaços institucionais, da religião, da sexualidade, da saúde e das representações estas fronteiras serão reforçadas e meninas e meninos receberão tratamento diferenciado.

Uma mulher recebe, em média, um salário 30% menor que o colegahomem que exerce a mesma função. As mulheres estão em menores números nos cargos de comando. Encontram-se sub-representadas nos espaços de tomada de decisão. No ônibus, precisará se afastar do corpo do outro passageiro para não sofrer abusos. Será julgada pelas roupas que usa e pelos lugares que frequenta. Seu corpo é motivo de regulação e análise, através de um ideal de beleza. Se for negra, se verá sempre em representações negativas. As revistas apresentam os modelos de relacionamento e como as mulheres devem se portar para “fisgar” um homem.

Ao sentir desejo por outra mulher será julgada e estereotipada. Às mulheres trans restam a marginalidade e incompreensão. Se optar por ficar sozinha, será vista como mal amada e infeliz. Caso tenha vida sexual ativa será julgada. Encontrará dificuldades de acesso aos métodos contraceptivos e educação sexual. Se engravidar, poderá correr o risco de enfrentar essa fase da vida sozinha, assumindo a responsabilidade pela vida gerada.

Se optar por um aborto, e não tiver dinheiro, correrá sérios riscos de saúde e poderá até morrer em decorrência de um procedimento malfeito. No ambiente doméstico, gastará nove vezes mais tempo se dedicando aos afazeres do que seu parceiro que se gabará de “ajudar”. Nesse mesmo ambiente, essa mulher poderá sofrer violência emocional, física e/ou sexual. Se decidir se separar, corre o risco do ex-parceiro vir a agredi-la e até matá-la. E a nossa sociedade, se recusando muitas vezes a reconhecer que o machismo mata, justificará com argumentos do tipo “Ele amava demais”, “foi crime passional”, “ela que traiu”. Ela virará estatística.

Todas estas situações traduzem a necessidade de rompermos com o machismo e lutarmospela transformação da vida das mulheres e, em alguma medida, também dos homens. Para isso, precisamos desconstruir a falsa ideia de que machismo e feminismo são inversamente proporcionais. O machismo é essencialmente antimulher, mas o feminismo não é anti-homem. O feminismo não é o combate aos homens de carne e osso. Ao contrário, é o combate a uma estrutura de dominação que reproduz desigualdades entre mulheres e homens. O feminismo tem o desígnio de emancipar as mulheres!

Emancipar as mulheres: um dever de todas e todos!

O dia 08 de março, consagrado como o Dia Internacional da Mulher, foi instituído como uma data para lembrarmos as lutas travadas em busca de vencer as desigualdades de gênero e emancipar as mulheres. Apesar de muitas vezes se imprimir a marca das flores e das “lembrancinhas”, a data resiste e nos indica a necessidade de pensarmos nos desafios a serem enfrentados para uma sociedade mais justa e igualitária para mulheres e homens.

Felizmente o feminismo tem se popularizado, fazendo com que o debate chegue a mais pessoas. As mulheres, por sua vez, tem se envolvido cada vez mais e mais cedo na luta pela transformação. É preciso, entretanto, fazer ainda mais! O feminismo precisa ganhar mais adeptas e adeptos à luta pela superação da opressão feminina. É preciso cada vez mais diálogo. A transformação da vida das mulheres é dever de todos aqueles que acreditam na necessidade de um mundo melhor!

*Alecilda Oliveira é diretora da ANPG, Pós-graduanda em Ciências Sociais pela Universidade Federal de Uberlândia.

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Do Portal do CNPq
Pesquisadores podem realizar até o dia 07 de março deste ano as inscrições para o Prêmio Mercosul de Ciência e Tecnologia.
Tendo na atual edição o tema “Inovação e Empreendedorismo”, o Prêmio é atribuído a cinco categorias: Iniciação Científica; Estudante Universitário; Jovem Pesquisador; Pesquisador Sênior, categoria incluída nesta nova edição; e Integração. As inscrições devem ser feitas exclusivamente no endereço:http://www.premiomercosul.cnpq.br/web/pmct
O prêmio é lançado anualmente e de forma simultânea nos países membros e associados ao MERCOSUL: Argentina, Bolívia, Brasil, Chile, Colômbia, Equador, Paraguai, Peru, Uruguai e Venezuela.
Para esta edição, o projeto ou trabalho de pesquisa deverá abordar uma ou mais das seguintes linhas: Inovação tecnológica; Geração de startups e  aceleradoras; Gestão da Inovação, compreendendo os processos, serviços,  estratégias e recursos envolvidos; Modelos e propostas de ambiente gerador de  idéias, dentro da empresa ou instituição, voltadas para a inovação tecnológica e  o empreendedorismo e Ferramentas e treinamentos facilitadores da criação e  manutenção de uma cultura empreendedora na empresa ou instituição.
A divulgação do resultado está prevista para acontecer até o dia 31/05/2016, na página no Prêmio na internet.
 

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A ANPG foi surpreendida, nas últimas semanas, pela notícia de que as bolsas do Programa Institucional de Bolsa de Iniciação à Docência (PIBID) teriam redução de 50% das bolsas a partir de segunda-feira, 29. A informação foi obtida por um ofício circulado através da Coordenação de Aperfeiçoamento do Pessoal de Nível Superior (Capes).
Essa, inclusive, chegou a ser uma reivindicação da fala da presidenta da entidade, Tamara Naiz, durante reunião do Conselho Superior da Capes, lamentando o impacto que esse corte geraria para a relação entre pesquisa e extensão com intuito de melhorar a educação básica. A preocupação com o desenvolvimento da educação básica é uma pauta da ANPG e o assunto se tornou mais importante a partir da criação do Fórum de Educação Básica da ANPG.
O PIBID tem se notabilizado pela conexão escola/universidade/sociedade, com o intuito de ofertar mais e melhores extratos práticos de vivência, desempenho e convivência escolar para os alunos das licenciaturas e promover projetos que visem o desenvolvimento, a partir do acompanhamento, da educação básica. Nessa modalidade, alunos de graduação, professores universitários e professores supervisores da unidade escolar recebem bolsa para realização de atividades de âmbito educacional.

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Em audiência pública na Comissão de Educação, Cultura e Esporte (CE) do Senado, no último dia 24 de fevereiro (foto acima), o  secretário de Educação Superior do Ministério da Educação (MEC), Jesualdo Pereira Farias, afirmou que os efeitos do ofício precisam ser desconsiderados, assegurando, assim, a manutenção dos mais de 90 mil bolsistas do programa.
Com informações do Jornal da Ciência 

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A Chamada Universal do MCTI/CNPq foi lançada no último dia 11 de janeiro com o objetivo de receber propostas em todas as áreas do conhecimento. O investimento em ciência e tecnologia é uma pauta bastante debatida e defendida pela ANPG nos mais diversos espaços, desde a realização do I Seminário de Internacionalização da Ciência Brasileira, realizado em fevereiro de 2015 no Rio de Janeiro até o Salão Nacional de Divulgação Científica, com o tema  Financiamento da ciência no Brasil, o qual ocorreu durante a 67ª Reunião Anual da Sociedade Brasileira para o Progresso da Ciência, em São Carlos. 

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Presidenta da ANPG fala de financiamento durante o Salão Nacional de Divulgação Científica, em São Carlos

A Chamada Universal é dividida em 3 faixas de financiamento, sendo a primeira de projetos com orçamento até 30.000 reais, a segunda para projetos até 60.000 reais e a terceira para projetos de até 120.000 reais em seu orçamento.
A chamada inova por dois motivos. O primeiro deles é que ela é feita para projetos em todas as áreas do conhecimento, inclusive as ciências humanas e sociais, sendo também essa uma demanda e luta da ANPG e dos pesquisadores brasileiros nos últimos anos. O segundo motivo é que a chamada reserva a cota obrigatória de 30% dos recursos para projetos que venham de pesquisadores do Norte, Nordeste e Centro-Oeste.
A diversificação e expansão da pesquisa brasileira para lugares ainda não integrados no Sistema Nacional de Ciência e Tecnologia precisa se dar através de políticas que reservem garantias para que os recursos cheguem, de fato, a essas áreas. Nesse sentido a chamada universal recém-lançada tem um papel importante.
Os pesquisadores têm até o próximo dia 29 de fevereiro para enviar os projetos através da Plataforma Carlos Chagas.
Da redação 

 

A nova carteira nacional de identificação estudantil já está no ar. Instituída através da Lei 12.933/2013, a chamada Lei da meia-entrada, o documento nacional de identificação estudantil das três principais entidades estudantis nacionais já pode ser solicitado em único portal.

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O novo padrão de carteira estudantil foi apresentado durante o 40º Conselho Nacional de Associações de Pós-Graduandos (CONAP), realizado em Fortaleza no último mês de novembro (foto abaixo). O novo padrão leva em conta a agilidade de emissão da carteira através de um portal virtual. Nele o pós-graduando precisa criar uma conta, preencher um formulário online e anexar documentos comprobatórios de sua situação estudantil.

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Com a carteira estudantil o pós-graduando tem direito à meia-entrada em eventos artísticos e culturais no território nacional. Nos últimos anos a ANPG lutou, ao lado das demais entidades estudantis, para aprovar a lei específica no Congresso Nacional e pela regulamentação da Lei. A lei foi regulamentada através do Decreto 8.537/2015.

Em alguns lugares, como é o caso de Natal-RN, a carteira também valerá como identificação estudantil para conseguir a meia-passagem municipal, o que vai possibilitar maior unificação da identificação estudantil.

A carteira poderá ser solicitada online através do site https://www.documentodoestudante.com.br/  

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O 40º Conselho Nacional de Associações de Pós-Graduandos – CONAP, aconteceu entre os dias 26 e 29 de novembro de 2015, na Universidade Estadual do Ceará – UECE, em Fortaleza, com o tema “Por mais direitos e investimentos. Em defesa da democracia: não pagaremos pela crise!”.
O evento foi o maior em representatividade, com 94 associações de pós-graduandos de todo o país, 50% a mais do que a edição anterior, de 2013.

Documentos aprovados durante o CONAP:

Resoluções do 40º CONAP: Movmento Nacional de Pós-Graduandos
Resoluções do 40º CONAP: Conjuntura Política e Econômica
Nova versão do Documento de Direitos e Deveres dos(as) Pós-Graduandos(as)
Moções Aprovadas na Plenária Final

Confira tudo o que foi publicado no site da ANPG sobre o 40º CONAP:

Cobertura jornalística do evento:

CARTA DE FORTALEZA: Em Defesa da Democracia, Contra este Ajuste Fiscal e por mais Direitos!

Confira o balanço do 40º CONAP

Plenária final do CONAP define os próximos passos da ANPG
Mudança na atual política econômica é destaque no ato político do CONAP
40º CONAP: Documento de Direitos da ANPG é debatido em mesa e GTs
40º CONAP: GDs debatem pautas da Campanha por mais Direitos
40º CONAP é o maior em representatividade

Matérias publicadas antes do evento:
Confira a lista de delegados para o 40° CONAP

Confira a programação preliminar do 40º CONAP
40º CONAP: Pré-Credenciamento
Prepare-se para o 40º CONAP!