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Jornalista ANPG

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De acordo com o governo de Michel Temer, toda austeridade dos cortes e a aplicação do Restado mínimo, tinha como objetivo cobrir rombos, dívidas e investir em empregos, o que faria o país a crescer novamente. Mas não é essa realidade que se vê nas ruas do Brasil, com um governo que se torna cada vez mais refém do mercado internacional e com planos que mantem longe o crescimento do país. Uma das provas disso são os cortes realizados na ciência, tecnologia e inovação.
Para Ciência, Tecnologia & Inovação já em 2016, logo após a tomada da Presidência, o Ministério do Planejamento anunciava que os cortes na pasta para 2017 seriam da ordem de R$ 1,41 bilhões, na busca de adequações orçamentárias. Entretanto, de acordo com o Correio Braziliense, “Cientistas e especialistas em orçamento ouvidos pelo Correio apontam que uma mudança nas fontes de financiamento do Ministério de Ciência, Tecnologia e Inovação (MCTI), na prática, vão retirar R$ 1,72 bilhão do setor em 2017”. Tais cortes representam 176 mil bolsas de pesquisa de pós-graduação a menos nas universidades brasileiras. Os cortes em investimento em pesquisas despencaram ano a ano, passando de R$ 5 bilhões em 2015 para R$ 4 bilhões em 2016 e para R$ 1,7 bilhões em 2017.
E a situação não melhora. Segundo o repórter do Estado de São Paulo, Herton Escobar, O Projeto de Lei Orçamentária Anual (PLOA) enviado ao Congresso no dia 30 de agosto prevê uma redução de mais de 50% nos recursos federais destinados à Ciência, Tecnologia e Inovação.
Ainda segundo a reportagem de Escobar, pelo projeto de lei atual, o orçamento total do Ministério da Ciência, Tecnologia, Inovações e Comunicações (MCTIC), encolheria de R$ 15,6 bilhões para R$ 11,3 bilhões em valores absolutos. Já os recursos destinados a investimentos (excluindo os gastos obrigatórios com salários e reserva de contingência) despencariam de R$ 6,2 bilhões para R$ 2,7 bilhões — uma redução de 56%. Isso inclui todos os recursos para financiamento de pesquisas e pagamentos de bolsas do CNPq, por exemplo.
Se aprovada, portanto, a proposta perpetuaria o contingenciamento e congelaria a ciência brasileira no seu estado de penúria atual, com impactos gravíssimos sobre o financiamento de pesquisas e pagamento de bolsas em todo o País. No caso de um novo contingenciamento em 2018, esse corte seria feito em cima dos R$ 2,7 bilhões”, afirma a matéria do Estado de São Paulo.
Para o presidente do CNPq, Mário Neto, em entrevista à revista Época Negócios, 2018 será um ano complicado. “Nós estamos vislumbrando um ano parecido com este, ou seja, com muita dificuldade. Mas estamos na expectativa de que essa grande sensibilização que está havendo com relação aos cortes orçamentários nos ajude para que possamos ter um 2017 mais tranquilo. As dificuldades, porém, vão ser grandes, porque o déficit é enorme. E a economia começa a recuperar, mas ainda está longe da época de ouro que foi até anos de 2012.
ANPG NA LUTA
A Associação Nacional de Pós-Graduandos (ANPG) está acompanhando o orçamento da Ciência no PLOA para 2018 e o Fundo Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (FNDCT) para que não existam mais perdas e que a ciência brasileira volte a crescer.
Além de estar unida as demais entidades científicas, a ANPG está em contato constante com a Capes e o CNPq e demais agências de fomento para que todas as bolsas estejam garantidas.
 

 

A Associação Nacional de Pós-Graduandos convoca todas as Associações de Pós-Graduandos do Brasil para a 41ª reunião do Conselho Nacional de Associações de Pós-Graduandos (CONAP), que será realizado durante os dias 24 a 26 de novembro de 2017, na cidade de São Luís, estado do Maranhão.
O CONAP é fórum constituído pelas entidades associadas devidamente filiadas a ANPG, tendo cada entidade o direito a um voto e que se acontece em caráter ordinário pelo menos uma vez a cada gestão da ANPG, em anos contrários ao Congresso Nacional de Pós-Graduandos. São consideradas entidades filiadas à ANPG as entidades integrantes do movimento nacional de pós-graduandos, sendo as Associações de Pós-Graduandos (APGs) representativas de universidades, campus, Institutos de Pesquisa ou programas de pós-graduação, as Federações ou Associações Estudantis de área.
O 41 ª CONAP terá como tema “Pós-graduandos em defesa da Ciência e do Brasil! Pugnar pela democracia, superar a crise e conquistar direitos”. No fórum serão debatidas e definidas as campanhas e pautas da ANPG além de informes, revisão do documento de direitos e deveres dos pós-graduandos, elaboração de propostas para alteração do estatuto da ANPG, apresentação do relatório político e financeiro da atual gestão da ANPG, substituições na diretoria gestão 2016/2018 e a convocação do 26º Congresso Nacional de Pós-Graduandos (CNPG) e outros assuntos.
Para ler a convocatória do 41 CONAP, Edital convocacao 41 conap
Para ler a retificação do regimento do 41 CONAP : RETITICAÇÃO DO REGIMENTO DA 41
Para ler o regimento do 41 CONAP, regimento 41 conap
Para ler o regulamento interno: Regulamento Interno 41 Conapretificado32


Para saber como montar uma APG, Cartilha final final
FILIE SUA APG ou outras entidades aqui
Indique seu delegado, suplentes e observadores clique aqui
COMO PARTICIPAR DO 41 CONAP
1- Saber se sua entidade foi filiada no 40 CONAP. Para verificar a lista clique aqui
2- Se sua entidade foi filiada, você precisa renovar sua filiação através desse do formulário , anexando as cópias da ata de eleição e ata de posse.
Se sua entidade não foi filiada, você precisa pedir a filiação através do formulário, anexando as cópias da ata de fundação e estatuto, ata de eleição, ata de posse.
Para filiação ou renovação da entidade é solicitado também o pagamento de taxa de R$ 150,00 que poderá ser realizado por meio de depósito bancário na conta da entidade: Banco do Brasil, agência 4328-1, conta-corrente 6698-2, CNPJ 30.117.154/0001-29 ou no ato do credenciamento dos delegados no dia do evento.
3- Agora que sua entidade já está filiada, ela já pode indicar o delegado que irá representar a APG no CONAP. Cada instituição tem direito a indicar um delegado, até dois suplentes e dois observadores. A entidade deverá indicar seu delegado e suplente através de ata padrão que disponível em formulário online através do endereço http://goo.gl/jTL2DB de 01 de setembro de 2017 até 06 de outubro de 2017.
Deverão constar em anexo do formulário: a ata e lista de assinaturas da escolha do delegados e suplentes, os comprovantes de matrícula do delegado, suplentes e observadores. A lista de assinaturas para indicação de delegado e suplentes deverá estar assinada pela maioria simples dos diretores da entidade constados na ata de posse.
Para cobrir os custos do evento, que inclui hospedagem, para credenciamento dos delegados/suplentes e observadores das entidades filiadas à reunião do CONAP, será cobrada uma taxa de R$ 75,00 e R$ 150,00 por pessoa, respectivamente, que deverá ser paga mediante depósito bancário na conta da entidade supracitada acima ou no ato do credenciamento do evento.

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Na segunda-feira, 11 de setembro, aconteceu em Brasília, na sede da Federação de Sindicatos de Professores e Professoras de Instituições Federais de Ensino Superior e de Ensino Básico Técnico e Tecnológico (Proifes-Federação) uma reunião com mais de 20 entidades que compõem Fórum Nacional Popular de Educação (FNPE) para apresentar, discutir e debater o Documento de Orientações e Recomendações da Conferência Nacional Popular de Educação (Conape 2018), bem como um calendário de ações da Conferência nos estados, Distrito Federal e municípios, além de informes e análise de conjuntura.
O FNPE foi construído após a mudança do Governo Temer do Fórum Nacional de Educação. E durante o debate que acorreu na última segunda as entidades reforçaram a importância do processo da Conape e que esta Conferência Popular tenha um papel fundante em restabelecer o processo da democracia, dentro da pauta de educação, e o resgate da soberania do país.
A ANPG fazer parte da comissão organizadora da CONAPE 2018. Tamara Naiz, presidenta da entidade, esteve presente na reunião e afirma: “Diante do desmonte que esse governo tem promovido na Educação brasileira a Conferência tem um desafio grande de organizar conferências livres e provocar um debate público sobre o futuro da educação em nosso país e de fazer um enfrentamento diante a esse governo golpista. Por isso, nós da ANPG estamos participando da organização da CONAPE 2018 e vamos fortalecer essa iniciativa e construir uma grande conferência que aponte rumos para defesa da nossa educação”.

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Hoje acontece em Minas Gerais, na UFMG, acontece o Seminário Universidade, Sociedade e Estado: “O Papel das Universidades Públicas no cenário atual”. A ANPG está presente representada pela presidenta da entidade Tamara Naiz.
Os temas centrais deste seminário serão a educação pública e desenvolvimento humano, social e econômico, financiamento do ensino superior e universidades públicas, integração, cooperação e desenvolvimento regional.
A conferência inaugural foi feita pelo professor emérito Clélio Campolina, da UFMG. Os eventos foram gratuitos e abertos ao público com lugares limitados à capacidade do público.
A ANPG, representando a Organização Latino-americana e Caribenha de Estudantes (OCLAE) participou da mesa Redonda: Universidade pública, integração, cooperação e desenvolvimento regional. Os participantes foram: Roberto Markarian, Reitor da Universidade de la Republica, Uruguai, Héctor Floriani, Reitor da Universidade Nacional de Rosario, Argentina, Zaira Turchi, Conselho Nacional das Fundações Estaduais de Apoio à Pesquisa (CONFAP).

A Associação de Pós-Graduandas e Pós-Graduandos da UERJ – APG UERJ convida para a I PRIMAVERA DA PÓS, evento dos estudantes de pós-graduação que pretende mobilizar as PGs e chamar a atenção para o desmonte da nossa Universidade e do ensino público, gratuito e de qualidade, contra os cortes na Ciência brasileira e nos recursos do CNPq, e ainda contra a saída da Faculdade de Direito do campus Maracanã (#DireitoFica).
O convite é para que todas e todos possam refletir sobre o papel dos pós-graduandos nesse cenário que NÃO TÁ NORMAL. Vamos compartilhar ideias e mostrar que *A PÓS DA UERJ EXISTE E RESISTE*!
19/09/2017 – terça-feira
15h às 19h
Campus Maracanã / auditório 11
Ato de lançamento do #MobilizaPós
Exposição das pesquisas dos Programas de Pós-graduação
Exposição de trabalhos dos estudantes (pôsteres)
Apresentação da APG
Sarau literário
Mesa com Elika Takimoto
Música com as bandas da gravadora Transfusão Noise e Lucio Sanfilippo

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Neste sábado, 2 de setembro, aconteceu em quatro capitais brasileiras, São Paulo, Rio de Janeiro, Brasília e Porto Alegre a segunda Marcha pela Ciência.
Os protestos foram organizados pelo movimento Conhecimento sem Cortes, em parceria com a Sociedade Brasileira para o Progresso da Ciência (SBPC), a ANPG e outros grupos ligados às áreas científica e acadêmica.
As bandeiras levantadas durante as atividades no Estado eram contra o Corte sistemático de verbas para ciência e tecnologia e a campanha Diretas já. “Precisamos aumentar a mobilização, falar com a sociedade e aumentar a adesão em Defesa da ciência, tecnologia e educação. Sem ciência não há futuro”, disse Karol Rocha, diretora da ANPG.
Em São Paulo cerca de 200 pessoas estiveram na Paulista com cartazes e faixas conscientizando as pessoas da importância da Ciência. O secretário geral da ANPG, Vinicius Soares, afirmou a importância desse ato público: “Precisamos da sociedade do nosso lado”.
Já no Rio de Janeiro a participação foi maior, cerca de 1000 pessoas, a presidenta da ANPG, Tamara Naiz estava presente ao lado do presidente da SBPC, Ildeu Castro Moreira. “Centenas estiveram na frente do Museu do Amanhã para dizer não aos cortes e para pedir garantias dos pagamentos das bolsas. Essas bolsas são muito mais que um direito e sim uma necessidade para o crescimento do Brasil”, contou Naiz.
Em Brasília o ato também contou a presença de 150 pessoas, muitos pós-graduandos e professores da Universidade de Brasília. “Esta é a hora de lutarmos para garantir que não desmantelem a ciência no Brasil. Precisamos ter direito a esse futuro”, disse Lis Volpe, diretora da ANPG que estava em Brasília para o evento.
É importante lembrar que o orçamento do Ministério da Ciência, Tecnologia, Inovações e Comunicações (MCTIC) vem encolhendo desde 2013, e neste ano foi cortado em 44%, com um limite de empenho de aproximadamente R$ 3,3 bilhões — metade do valor de dez anos atrás.

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A 2ª Marcha Pela Ciência no Brasil já está confirmada nas cidades do Rio de Janeiro, São Paulo e Brasília. A mobilização está programada para este sábado, 2 de setembro, às 15h.  Com o objetivo de pressionar o governo a revogar os cortes no orçamento para Educação e Ciência, Tecnologia e Inovação na votação da Lei Orçamentária Anual de 2018, o movimento parte da iniciativa da campanha Conhecimento Sem Cortes e conta com o apoio da SBPC e ANPG.
Em São Paulo, a manifestação começa na Avenida Paulista, no Vão Livre do MASP. Em Brasília, a Marcha é realizada pela SBPC Regional–DF, e será realizada em frente ao Museu Nacional da República.
Na capital carioca, a Marcha se concentra em frente ao Museu do Amanhã, e terá como tema   “O que será o amanhã?”.
“O que será o amanhã sem verbas para as Universidades federais, para Ciência, Tecnologia e Inovação no Brasil? Como vai ser o futuro do País frente ao contingenciamento de recursos para áreas tão estratégicas?”, questionam os organizadores da Marcha. A escolha do dia 2 de setembro para realizar a manifestação é porque este é um momento crucial na definição do orçamento para 2018. Uma segunda Marcha, argumentam, é necessária para pressionar os deputados federais, em vias de votar a Lei Orçamentária, que vai definir a distribuição de recursos para o Ministério da Ciência, Tecnologia, Inovações e Comunicações para o próximo ano.
Serviço:
Evento: 2ª edição da Marcha pela Ciência no Brasil
Locais confirmados:
Rio de Janeiro (RJ)
Praça Mauá, em frente ao Museu do Amanhã
Data: 02/09/2017
Hora: 15h
São Paulo (SP)
Avenida Paulista – no vão do MASP
Data: 02/09/2017
Hora: 15h
Brasília (DF)
Museu Nacional da República
Data: 02/09/2017
Hora: 15h
Fonte: Jornal da Ciência

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Os estudantes brasileiros, representados pela União Nacional dos Estudantes (UNE), União Brasileira dos Secundaristas (UBES) e Associação Nacional dos Pós-Graduandos (ANPG) manifestam sua veemente revolta contra as movimentações de Michel Temer para privatizar setores estratégicos do país, entre eles a Eletrobras e o patrimônio energético brasileiro.
Ancorado sobre a ruína das contas públicas, imerso no lodo das páginas policiais com denúncias gravíssimas de corrupção, rejeitado pela imensa maioria da população, o desgoverno Temer não reúne a mínima honestidade para solapar as riquezas nacionais e vender o que é do nosso povo. O Brasil não está à venda.
As privatizações de recursos fundamentais no país, que colocam em risco a soberania nacional, têm sido reprovadas pelos brasileiros desde os governos neoliberais da década de 1990, quando milhões foram às ruas, incluindo o movimento estudantil, para fazer frente a negociatas vergonhosas como aquela que entregou a Companhia Vale do Rio Doce e parte grande dos nossos recursos minerais.
Os estudantes que, já desde muito antes, na década de 1950, foram os principais defensores das empresas estatais estratégicas para o desenvolvimento do país, defesa expressa em diversas campanhas como a do petróleo para os brasileiros “O Petróleo é Nosso”, não aceitarão que a entrega do setor elétrico avance de forma trágica como deseja Temer.
A UNE, UBES e ANPG convocam a juventude e os movimentos sociais organizados para combater nas ruas a armação dessa vergonhosa feira livre do nosso país. Após ferirem de morte os direitos sociais com o congelamento dos gastos públicos, rasgarem as leis trabalhistas e avançarem contra a aposentadoria e seguridade, desmantelarem a ciência brasileira e a educação pública, os que se encontram de forma ilegítima no Palácio do Planalto não têm a mínima autoridade de vender o que não é deles.
A Eletrobras é nossa e lutaremos por ela e por todas as empresas estratégicas para o desenvolvimento e soberania do país.
União Nacional dos Estudantes
União Brasileira dos Estudantes Secundaristas
Associação Nacional dos Pós-Graduandos