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25º CNPG Conceito 2

Na segunda-feira (28), começa o processo de cadastramento das APGs e comissões pró-APG filiadas para o 25º CNPG
O 25º Congresso Nacional de Pós-Graduandos já tem local e data marcada. Neste ano, o evento, que é a instância máxima de deliberação da ANPG, será realizado entre os dias 8 e 12 de junho, na Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG). O tema deste ano é “Pós-Graduandos em Defesa da Democracia para Superar a Crise e Conquistar Mais Direitos”, temática que irá permear as atividades do Congresso.

O 25º CNPG terá como pauta o debate e deliberação sobre teses, moções, recomendações e propostas apresentadas pelas APGs, assim como ações a serem desenvolvidas pela ANPG e a eleição da diretoria para o próximo período, referendo ao Documento de Direitos dos Pós-Graduandos e Pós-graduandas brasileiros reformulado no 40º CONAP, além do balanço financeiro desta gestão e apresentação do relatório de gestão.

As APGs, Federações, Associações ou Comissões Pró-APG que conduzirão os processos de eleição de delegados e delegadas deverão se filiar à ANPG. Aquelas que já se filiaram durante o processo do 40º CONAP não precisam repetir o procedimento.

O processo de cadastramento das APGs e comissões pró-APG filiadas terá início na segunda-feira (28) e se estenderá até 15 de abril.

O requerimento de Filiação deve ser acompanhado pelos seguintes documentos:

1) Apresentação da ata de fundação e Estatuto;
2) Apresentação da ata de eleição e posse da atual Diretoria;
3) Apresentação de ata de Aprovação de contas, de acordo com seu próprio Estatuto;
4) Comprovante de contribuição anual para a ANPG, conforme valor fixado pela Diretoria Plena (somente para APGs e comissões pró-APG não filiadas no 40º CONAP).

Conheça o hotsite http://www.cnpg25.com.br/e conheça datas importantes lá.

Mais informações serão publicadas em breve.

Da redação

Ato PUC-Rio

A conjuntura política atual e os rumos da democracia no Brasil serão temas de dois debates nos dias 30 e 31 de março na PUC-Rio.

O evento, organizado pela APG da PUC-Rio e pelo Centro Acadêmico de Ciências Sociais Lélia Gonzales, tem como objetivo buscar entender o que está em jogo na atual conjuntura política, debater os possíveis desdobramentos da instabilidade política e o impacto para a democracia no Brasil e na América Latina.

“A universidade não pode ser uma ilha. É responsabilidade do meio acadêmico debater uma questão tão importante como a manutenção da democracia e do Estado de direito no país”, explica o diretor da APG PUC-Rio Theófilo Rodrigues.

Além disso, os pesquisadores da PUC-Rio lançaram ontem (23) manifesto em defesa da democracia e contra a possibilidade do impeachment da presidenta Dilma Rousseff.

De acordo com o manifesto divulgado pela Associação de Pós-Graduandos da universidade (APG PUC-Rio), “atalhos institucionais como a aprovação de um impeachment sem que haja motivos legais para tanto, enfraquecem o sistema democrático”.

Leia o manifesto “A Universidade em Defesa da Democracia” na íntegra aqui 

Veja a programação completa dos debates:

Mesa: Política, democracia e conflito
Dia: 30/03/16
Horário:10h30
Local: Auditório do RDC
Palestrantes:
– Sarah Telles – Departamento de Ciências Sociais (PUC-Rio)
– Dulce Pandolfi – Centro de Pesquisa e Documentação de História Contemporânea do Brasil (CPDOC-FGV)
– Luís Fernandes – Instituto de Relações Internacionais (PUC-Rio)
– João Ricardo Dornelles – Departamento de Direito (PUC-Rio)
– Marcelo Jasmin – Departamento de História (PUC-Rio)

Mesa: Mídia, justiça e mercado
Dia: 31/03/16
Horário: 10h
Local: Pilotis
Palestrantes:
– Marcelo Burgos – Departamento de Ciências Sociais (PUC-Rio)
– João Roberto – Departamento de Ciências Sociais (PUC-Rio)
– Daniela Lima – Escritora e ativista
– Rômulo Matos – Departamento de História (PUC-Rio)
– Sílvio Tendler – Cineasta e professor do Departamento de Comunicação (PUC-Rio)

Da redação

Ato Apeoesp - defesa da Petrobras

Nesta segunda-feira (21), foi realizado um Ato Público em Defesa da Democracia e do Pré-Sal na sede da APEOESP, em São Paulo. O evento foi organizado pela Frente Parlamentar em Defesa da Petrobras da Assembleia Legislativa de São Paulo, Frente Brasil Popular e por entidades dos movimentos social e estudantil.

Participaram da mesa o diretor da ANPG, Phillipe Pessoa, a deputada Leci Brandão (PCdoB), o vereador de São Paulo Jamil Murad (PCdoB-SP), o Coordenador Geral da Federação Única dos Petroleiros e Sindipetro NF, José Maria Rangel, o Secretário Geral da FNP Petroleiros e Coordenador Geral do Sindipetro Litoral Paulista, Adaedson Costa, e o diretor da UEE – SP,Henrique Domingues.

“Os recentes ataques ao Estado Democrático de Direito, a judicialização e criminalização da política e dos partidos, bem como as arbitrariedades judiciais cometidas contra lideranças políticas, dos trabalhadores e do empresariado brasileiro demonstram a necessidade de os movimentos sociais denunciarem a tentativa de golpe e defenderem a Democracia, acima de quaisquer disputas político-partidárias”, escreveu a organização do evento, no Facebook.

“Além disso, é de extrema importância a defesa da manutenção do regime de Partilha na exploração do Pré-Sal, projeto que foi atacado frontalmente com o PLS 131/2015, recentemente aprovado pelo Senado Federal na forma de um substitutivo. A proposta original era de José Serra e pretendia enterrar, de vez, o regime de partilha, forçando o governo a dar abertura para o processo de alteração do regime de partilha para o regime de concessão”, acrescentaram os organizadores do evento.

No ato, Phillipe abordou a grave ameaça à face desenvolvimentista do projeto político dos últimos 13 anos, com o violento ataque à Petrobras e à soberania do estado brasileiro. Denunciou os movimentos do centro capitalista frente ao projeto aplicado por Lula e Dilma, que vincula os rendimentos da exploração do petróleo ao desenvolvimento industrial e, a partir da lei dos royalties, a investimentos significativos para a Educação, Saúde, Ciência e Tecnologia.

“A manutenção da Petrobras como operadora única do Pré-Sal e a política de conteúdo local são medidas fundamentais para a emancipação do povo brasileiro. Os setores golpistas tem promovido, com preocupante sucesso, o discurso neoliberal, enfraquecido e repudiado ao fim do período FHC. É preciso travar a batalha também neste campo ideológico, reforçando os valores e potencialidades do nosso projeto para o desenvolvimento da nação. A Associação Nacional de Pós-Graduandos defenderá exaustivamente a Petrobrás, a empresa brasileira que mais investe em nossa ciência e tecnologia. A luta é pela democracia, pela soberania e pelo desenvolvimento!”, disse Phillipe Pessoa, diretor da ANPG.

Veja o vídeo da fala de Phillipe Pessoa durante o ato na Apeoesp aqui.

Da redação

Concurso Negras e Negros na Ciência

A Fundação Carlos Chagas, com apoio da Fundação Ford, anuncia um concurso de pesquisa sobre as desigualdades raciais nas áreas das Ciências Exatas, Biológicas, da Saúde e Tecnológicas. A seleção oferece bolsas de pesquisa de até R$ 30 mil para a realização de estudos que permitam identificar a participação ou não de negras e negros no campo das ciências. Tem como objetivo contribuir para a compreensão de mecanismos geradores das desigualdades raciais e étnicas na pós-graduação, bem como dimensionar a contribuição de negras e negros para o desenvolvimento do campo das Ciências Exatas, Biológicas, da Saúde e Tecnológicas.

As inscrições vão até 30 de março, pelo site da Fundação Carlos Chagas, http://www.fcc.org.br/fcc/negras-e-negros-nas-ciencias/apresentacao.

Por que um edital sobre essas questões?
Dados do relatório Desigualdades de cor/raça e sexo entre pessoas que frequentam e titulados na pós-graduação brasileira: 2000 e 2010 (Fundação Carlos Chagas), indicam o aumento na participação de negros no ensino superior desde o início dos anos 2000. Mas ainda sabe-se pouco sobre a participação da população negra na produção da ciência e da tecnologia em nosso país, porque são raros estudos que consideram essa abordagem.

A ampliação da diversidade étnica e racial pode fornecer novas perspectivas e necessidades diferenciadas na produção das ciências. Essa visão foi reconhecida por grandes corporações que tornaram seus quadros mais paritários e por publicações internacionais que destacam a importância da diversidade no desenvolvimento tecnológico.

Poderão concorrer a até quatro bolsas, pesquisadoras e pesquisadores doutores: vinculados a instituições de ensino superior, centros e institutos de pesquisa; organizações não governamentais ou sem vínculo institucional, desde que comprovada experiência em pesquisa e na temática do edital ou em áreas correlatas.

Da redação

Estudantes de graduação e pós-graduação de norte a sul do Brasil se mobilizam em suas universidades contra o golpe e em defesa da Democracia.

UFPE

Na Faculdade de Direito de Recife, da UFPE, ontem (21), milhares de pós-graduandos se mobilizaram contra o Golpe. “É a universidade brasileira funcionando como um grande comitê em defesa da Democracia”, opinou Gabriel Nascimento, diretor da ANPG.

A Universidade Federal do Sul da Bahia (UFSB) também se mobilizou contra o golpe. Os pós-graduandos baianos fizeram uma “vigília” em defesa da Democracia Brasileira, que começou às 17h de segunda e se estendeu noite adentro.

Unicamp

No começo da tarde desta terça-feira (22), estudantes de graduação e pós-graduação, e professores se reuniram na ADunicamp (Associação de Docentes da Unicamp) para o debate “Unicamp contra o Golpe” (foto acima). Foi discutida a conjuntura política do país e traçado ações para barrar o golpe e defender a Democracia.

UnB

Ainda nesta terça-feira, a Frente Brasil Popular realizou, na Universidade de Brasília, o debate “Brasil: Para onde vamos”, com análises sobre a crise e os riscos de uma ruptura democrática. O debate reuniu estudantes de graduação e pós-graduação contrários ao golpe que se articula no país, além de professores e juristas.

Estudantes de pós-graduação e professores também se reuniram hoje para a criação de uma Frente universitária contra o golpe, na Universidade Federal de Goiás.

A Universidade Federal de Grande Dourados (MS) também se manifestou em defesa da Democracia. Direções de diversas faculdades da universidade publicaram hoje (22) nota em defesa da Democracia.

Graduandos e pós-graduandos do Mackenzie organizam ato na rua Maria Antônia nesta quarta-feira (23), às 18h. Representantes de entidades do movimento social participarão de debate no TUSP (Teatro da USP) com o tema “A história não se repetirá”. Além dos mackenzistas, estudantes da USP e PUC estarão presentes.

USP CONTAR O GOLPE - passeata 18-3-2016

Pós-graduandos da USP realizarão ato em defesa da Democracia nas próximas semanas. Eles que, na sexta-feira (18), se organizaram e compareceram  (cerca de 500 uspianos) para manifestar-se contra o golpe judiciário que se articula no Brasil na Av. Paulista, em São Paulo (foto).

Da redação

Em manifesto divulgado hoje, direções de várias faculdades da Universidade Federal de Grande Dourados- MS, se manifestaram em defesa da democracia.
Leia a nota na íntegra:
MANIFESTO PELA DEMOCRACIA
Nós, direções das Faculdades de Ciências Humanas (FCH), de Educação (FAED), de Comunicação, Artes e Letras (FACALE), Intercultural Indígena (FAIND), de Direito e Relações Internacionais (FADIR) e de Engenharia (FAEN), da Universidade Federal da Grande Dourados (UFGD), irmanadas às manifestações pela democracias em todo Brasil, como do Tuca (PUC-SP) e da Faculdade de Direito da USP, manifestamos apoio irrestrito no respeito ao Estado Democrático de Direito e posição contrária à toda tentativa de golpe, impetrada pela grande mídia e por parte do poder judiciário em consonância com os interesses do Capital e das classes ricas e conservadoras.
A retórica da grande mídia, desde jornais locais à posição hegemônica, sobretudo, da Rede Globo, afronta a democracia ao impor-se como poder “midiocrático”, parcial e golpista. É mais que momento, portanto, de uma discussão madura e profunda sobre a necessária democratização não apenas da informação, mas das possibilidades de comunicação efetivas e populares que abarquem a diversidade de opiniões e, por extensão, todo diverso e toda diferença – suas opiniões, ideias, práticas e experiências.
O Estado Democrático de Direito e os Direitos Fundamentais, como conquistas da Constituição da República de 1988 (após 21 anos de ditadura civil-militar), devem ser garantidos e não tolhidos em nome do “combate à corrupção”. Somos todos, definitivamente, contra qualquer corrupção – e isso nos aproxima ainda mais. Nossa preocupação, no entanto, é a parcialidade e a seletividade dos processos investigativos da operação “Lava Jato”, gerando, a partir de práticas “judicialescas”, o espetáculo midiático em vazamentos, mandados, conduções coercitivas e prisões seletivas (os fins da “justiça” não podem se firmar sobre meios ilegais e no desrespeito de direitos).
E como membros de uma Instituição de Educação Pública brasileira, ressaltamos que a defesa do Estado Democrático de Direito (contra qualquer golpe) é consoante à necessária luta pela Educação, Saúde, Emprego, Renda, Saneamento, Moradia e Terra para todas e todos. Independente de governos e de poderes, essa é a luta que se desdobra de nossa condição simultânea de omnilateralidade (somos parte de todos) e universalidade (somos parte de tudo), na defesa irrevogável da Justiça Social, Democracia, Liberdade e Igualdade.
Dourados – MS, 22 de março de 2016.
Direção da FACULDADE DE CIÊNCIAS HUMANAS (FCH-UFGD)
Direção da FACULDADE DE EDUCAÇÃO (FAED-UFGD)
Direção da FACULDADE DE COMUNICAÇÃO, ARTES E LETRAS (FACALE-UFGD)
Direção da FACULDADE INTERCULTURAL INDÍGENA (FAIND-UFGD)
Direção da FACULDADE DE DIREITO E RELAÇÕES INTERNACIONAIS (FADIR-UFGD)
Direção da FACULDADE DE ENGENHARIA (FAEN-UFGD)

Em nota divulgada hoje, 22 de março, a APG da Universidade Federal de Sergipe repudia atraso no pagamento das bolsas FAPITEC/SE. Confira a nota na íntegra.
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NOTA APG UFS SOBRE OS ATRASOS DAS BOLSAS FAPITEC/SE
Desde o início do ano de 2016 pós-graduandos e pós-graduandas bolsistas da Fundação de Apoio à Pesquisa e à Inovação Tecnológica do Estado de Sergipe (FAPITEC/SE) têm relatado atraso no pagamento das bolsas de pesquisa financiadas por este órgão.
Este mês chegamos ao 22º dia sem pagamento ou previsão de quando o mesmo ocorrerá. Neste momento, pós-graduandos e pós-graduandas estão enfrentando, em virtude do atraso na disponibilidade das bolsas, uma reação em cadeia no tocante a multas e juros de mora nas contas cotidianas e demais tarifas de serviços públicos. Moradia, alimentação, participação em eventos e deslocamentos para o campo de pesquisa, entre outras situações, encontram-se dentre os prejuízos que temos recebido nos relatos.
Sergipe passa por uma crise de arrecadação noticiada todos os dias pelos meios de comunicação, contudo, segundo o SINTESE o governo do estado gasta por mês cerca de 11 milhões para pagamento dos 4256 de cargos comissionados. Para o financiamento de todas as bolsas segundo dados do diretor financeiro da FAPITEC/SE seriam necessários apenas 300 mil reais ao mês, deixando claro que não existe prioridade no desenvolvimento científico e tecnológico do estado de Sergipe por parte da gestão estadual, já que no Brasil 98% das pesquisas são feitas por doutorandos e mestrandos. Outro dado que corrobora com esta afirmação é o percentual investido em ciência e tecnologia no orçamento do estado que fica em torno de 1% do orçamento total.
A bolsistas não é permitida outra fonte de renda, já que pelas regras atuais eles são obrigados a ter dedicação exclusiva a pesquisa. Com situações como estas o estado presta um desserviço ao desenvolvimento científico e tecnológico da nação, bem como afasta Sergipe do cumprimento das metas de crescimento do número de mestres e doutores que constam no plano nacional de educação.  Por fim, repudiamos a situação humilhante que o estado vem proporcionando aos diversos bolsistas bem como cobramos explicações plausíveis para os atrasos e exigimos que as próximas bolsas sejam pagas na data convencional (dia 11 de cada mês).
APG-UFS

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A diretoria plena da ANPG se reuniu, neste domingo (20), na unidade Paraíso da UNIP, em São Paulo, para discutir a atual conjuntura política do país. Além disso, também foi debatido o planejamento para este final de gestão, que se encerra no 25º Congresso Nacional de Pós-Graduandos. Estavam presentes diretores da entidade e representantes de APGs de diversas universidades do Brasil.

Diretores da entidade presentes avaliam a necessidade da entidade se posicionar diante desse cenário político, em que está clara a articulação de golpe contra a democracia brasileira. Para Hercília Melo, diretora da ANPG, “a discussão sobre conjuntura deve ser a pauta mais estratégica para que retrocessos não retornem no Brasil”.

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“Não se trata apenas de defender a continuidade do mandato popular, dado nas eleições de 2014, para a Dilma. A questão agora é defender a democracia”, pontua o vice-presidente da ANPG, Cristiano Junta (foto acima).

“É preciso combater a crise para a pós-graduação continuar crescendo”, diz Tamara Naiz
“É preciso combater a crise para a pós-graduação continuar crescendo”, diz Tamara Naiz

“A proposta da entidade em discussão é a construção de comitês contra o golpe nas universidades brasileiras com o apoio de pós-graduandos e dos demais setores da universidade”, aponta Tamara Naiz, presidenta da ANPG.

Também foi discutida, analisada e aprovada estatutariamente a prestação de contas da Associação, que será submetida no Congresso para aprovação final (quando irá ser concluída esta gestão). Além disso, o relatório de gestão, no qual constam as atividades realizadas no último biênio, também foi aprovado pela diretoria.

Dentre as atividades realizadas nesta gestão, estão: a Caravana a Brasília por mais direitos, Ocupe Brasília contra os cortes na Educação, e diversos seminários cujo objetivo era debater a a valorização da pesquisa e do pesquisador, como o de Internacionalização e o de Assistência Estudantil.

25º CNPG
O 25º Congresso Nacional de Pós-graduandos (CNPG) será realizado em Belo Horizonte, com o tema “Pós-graduandos em defesa da democracia para superar a crise e conquistar mais direitos”.

O 25º CNPG acontece neste ano em que tanto a entidade quanto a abertura política no Brasil completam três décadas. “A proposta aprovada pela diretoria dialoga com os 30 anos de abertura política, momento que permitiu que a ANPG pudesse existir, pois antes da abertura política não havia essa possibilidade”, completa Tamara Naiz, presidenta da ANPG.

Mais informações, prazos e formas de inscrição serão divulgados em breve.

Da redação

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20/03/2016 – Reunião da diretoria da ANPG discute conjuntura nacional

20/03/2016 – “É preciso combater a crise para a pós-graduação continuar crescendo”, diz Tamara Naiz

A diretoria plena da Associação Nacional de Pós-graduandos acaba de aprovar calendário e local do 25º Congresso Nacional de Pós-graduandos, durante reunião da diretoria plena na manhã e tarde deste domingo, 20 de março de 2015, em São Paulo.
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As decisões ainda passam pela diretoria executiva da entidade, mas o local de realização do congresso foi aprovado durante a reunião.
O 25º Congresso Nacional de Pós-graduandos (CNPG) será realizado em Belo Horizonte, com o tema “Pós-graduandos em defesa da democracia para superar a crise e conquistar mais direitos”.
O 25º CNPG acontece no ano em que a entidade completa 30 anos, bem como a abertura política no Brasil. “A proposta aprovada pela diretoria dialoga com os 30 anos de abertura política, momento que permitiu que a ANPG pudesse existir, pois antes da abertura política não havia essa possibilidade”, completa Tamara Naiz, presidenta da ANPG.
Mais informações, prazos e formas de inscrição serão divulgados em breve.
Da redação

12642468_1052899801438769_6287412993990132378_nEm reunião da diretoria plena da ANPG, neste domingo, 20 de março de 2016, onde vários pontos de pauta estão em discussão, Tamara Naiz, presidenta da ANPG, debateu com diretores da ANPG, diretores e presidentes de APGs e pós-graduandos a conjuntura nacional.
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Durante reunião, a presidenta da ANPG afirmou que é preciso que o Brasil volte a crescer para que a pós-graduação volte a crescer.
“A crise política é muito ruim para o país e para os pós-graduandos brasileiros. Ameaça de golpe, crise econômica, tudo isso atrapalha a expansão da pós-graduação, das bolsas de estudo e também a possibilidade que essas bolsas de estudo sejam reajustadas”, diz Tamara.
A reunião da diretoria plena acontece neste domingo, 20 de março, em São Paulo