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A presidenta da ANPG, Tamara Naiz, fez uma conferência sobre a “Conjuntura Nacional e os desafios da Ciência, Tecnologia e Inovação”, na Universidade Federal de Sergipe, nesta segunda-feira (28).

A conferência fez parte do Seminário inaugural do primeiro semestre de 2016 da Pós-Graduação da UFS, que tem como objetivo promover debates entre os pós-graduandos e entidades pertinentes do âmbito da Pós-Graduação no Estado de Sergipe e no Brasil.

Durante sua conferência, Tamara defendeu a democracia e apontou para as mudanças que ocorreram no Brasil nos últimos anos. “Fui muito aplaudida, no final veio uma estudante de mestrado me procurar dizendo que ficou muito feliz com a minha fala, que ela até chorou porque a família dela toda é camponesa e não teve acesso ao estudo e graças às mudanças promovida nos últimos anos ela estava ali fazendo mestrado!”, comentou Tamara.

O evento contou com a participação de gestores da UFS e instituições de fomento à Pesquisa e a Pós-Graduação, visando a troca de experiências e atualização do cenário atual da pesquisa entre os estudiosos e interessados na área acadêmica e na Ciência, Tecnologia e Inovação.
Da redação com informações da UFS

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Tendo em vista o atraso das bolsas, modalidade UENF e FAPERJ, e os constantes ataques do governo estadual e o contingenciamento de recursos destinados a Universidade Estadual do Norte Fluminense Darcy Ribeiro (UENF). Em busca de um posicionamento dos PG diante deste quadro, a diretoria da Apg UENF, reunida em assembléia extraordinária com os pós-graduandos deliberou ESTADO DE GREVE ESTUDANTIL e a organização de uma agenda de atividades pautada na defesa da universidade contra os ataques do governador Luiz Fernando Pezão e reivindicar o pagamento imediato bem como a regularização das bolsas de mestrado e doutorado.

Na assembléia convocada para o dia 17/03/2016, com expressiva participação dos pós-graduandos, deliberaram-se as seguintes atividades para a próxima semana (do dia 21 ao dia 23 março): 1) A criação de hastags e vídeos com o objetivo de mobilizar e sensibilizar a comunidade acadêmica para a agonia que passa a pós-graduação devido aos ataques que vem sofrendo por parte do governo estadual, e 2) O bloqueio da Avenida Alberto Lamego, na altura do Centro de Ciências do Homem (CCH-UENF) no dia 22/03/2016. O fechamento da avenida iniciou às 17 horas. Os pós-graduandos levaram cartazes e faixas e aos gritos como “Uenf na rua, Pezão a culpa é sua” denunciavam a situação e o descaso do governador com os estudantes e a universidade. Um grupo de pós-graduandos, por sua vez, distribuíram panfletos na avenida e explicava aos motoristas o motivo do bloqueio da avenida. Este ato teve o apoio do DCE UENF, ADUENF, SINTUPERJ e da FAETEC.

Associação dos Pós-Graduandos – APG
Universidade Estadual do Norte Fluminense Darcy Ribeiro – UENF

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Na segunda-feira (28), começa o processo de cadastramento das APGs e comissões pró-APG filiadas para o 25º CNPG
O 25º Congresso Nacional de Pós-Graduandos já tem local e data marcada. Neste ano, o evento, que é a instância máxima de deliberação da ANPG, será realizado entre os dias 8 e 12 de junho, na Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG). O tema deste ano é “Pós-Graduandos em Defesa da Democracia para Superar a Crise e Conquistar Mais Direitos”, temática que irá permear as atividades do Congresso.

O 25º CNPG terá como pauta o debate e deliberação sobre teses, moções, recomendações e propostas apresentadas pelas APGs, assim como ações a serem desenvolvidas pela ANPG e a eleição da diretoria para o próximo período, referendo ao Documento de Direitos dos Pós-Graduandos e Pós-graduandas brasileiros reformulado no 40º CONAP, além do balanço financeiro desta gestão e apresentação do relatório de gestão.

As APGs, Federações, Associações ou Comissões Pró-APG que conduzirão os processos de eleição de delegados e delegadas deverão se filiar à ANPG. Aquelas que já se filiaram durante o processo do 40º CONAP não precisam repetir o procedimento.

O processo de cadastramento das APGs e comissões pró-APG filiadas terá início na segunda-feira (28) e se estenderá até 15 de abril.

O requerimento de Filiação deve ser acompanhado pelos seguintes documentos:

1) Apresentação da ata de fundação e Estatuto;
2) Apresentação da ata de eleição e posse da atual Diretoria;
3) Apresentação de ata de Aprovação de contas, de acordo com seu próprio Estatuto;
4) Comprovante de contribuição anual para a ANPG, conforme valor fixado pela Diretoria Plena (somente para APGs e comissões pró-APG não filiadas no 40º CONAP).

Conheça o hotsite http://www.cnpg25.com.br/e conheça datas importantes lá.

Mais informações serão publicadas em breve.

Da redação

Ato PUC-Rio

A conjuntura política atual e os rumos da democracia no Brasil serão temas de dois debates nos dias 30 e 31 de março na PUC-Rio.

O evento, organizado pela APG da PUC-Rio e pelo Centro Acadêmico de Ciências Sociais Lélia Gonzales, tem como objetivo buscar entender o que está em jogo na atual conjuntura política, debater os possíveis desdobramentos da instabilidade política e o impacto para a democracia no Brasil e na América Latina.

“A universidade não pode ser uma ilha. É responsabilidade do meio acadêmico debater uma questão tão importante como a manutenção da democracia e do Estado de direito no país”, explica o diretor da APG PUC-Rio Theófilo Rodrigues.

Além disso, os pesquisadores da PUC-Rio lançaram ontem (23) manifesto em defesa da democracia e contra a possibilidade do impeachment da presidenta Dilma Rousseff.

De acordo com o manifesto divulgado pela Associação de Pós-Graduandos da universidade (APG PUC-Rio), “atalhos institucionais como a aprovação de um impeachment sem que haja motivos legais para tanto, enfraquecem o sistema democrático”.

Leia o manifesto “A Universidade em Defesa da Democracia” na íntegra aqui 

Veja a programação completa dos debates:

Mesa: Política, democracia e conflito
Dia: 30/03/16
Horário:10h30
Local: Auditório do RDC
Palestrantes:
– Sarah Telles – Departamento de Ciências Sociais (PUC-Rio)
– Dulce Pandolfi – Centro de Pesquisa e Documentação de História Contemporânea do Brasil (CPDOC-FGV)
– Luís Fernandes – Instituto de Relações Internacionais (PUC-Rio)
– João Ricardo Dornelles – Departamento de Direito (PUC-Rio)
– Marcelo Jasmin – Departamento de História (PUC-Rio)

Mesa: Mídia, justiça e mercado
Dia: 31/03/16
Horário: 10h
Local: Pilotis
Palestrantes:
– Marcelo Burgos – Departamento de Ciências Sociais (PUC-Rio)
– João Roberto – Departamento de Ciências Sociais (PUC-Rio)
– Daniela Lima – Escritora e ativista
– Rômulo Matos – Departamento de História (PUC-Rio)
– Sílvio Tendler – Cineasta e professor do Departamento de Comunicação (PUC-Rio)

Da redação

Ato Apeoesp - defesa da Petrobras

Nesta segunda-feira (21), foi realizado um Ato Público em Defesa da Democracia e do Pré-Sal na sede da APEOESP, em São Paulo. O evento foi organizado pela Frente Parlamentar em Defesa da Petrobras da Assembleia Legislativa de São Paulo, Frente Brasil Popular e por entidades dos movimentos social e estudantil.

Participaram da mesa o diretor da ANPG, Phillipe Pessoa, a deputada Leci Brandão (PCdoB), o vereador de São Paulo Jamil Murad (PCdoB-SP), o Coordenador Geral da Federação Única dos Petroleiros e Sindipetro NF, José Maria Rangel, o Secretário Geral da FNP Petroleiros e Coordenador Geral do Sindipetro Litoral Paulista, Adaedson Costa, e o diretor da UEE – SP,Henrique Domingues.

“Os recentes ataques ao Estado Democrático de Direito, a judicialização e criminalização da política e dos partidos, bem como as arbitrariedades judiciais cometidas contra lideranças políticas, dos trabalhadores e do empresariado brasileiro demonstram a necessidade de os movimentos sociais denunciarem a tentativa de golpe e defenderem a Democracia, acima de quaisquer disputas político-partidárias”, escreveu a organização do evento, no Facebook.

“Além disso, é de extrema importância a defesa da manutenção do regime de Partilha na exploração do Pré-Sal, projeto que foi atacado frontalmente com o PLS 131/2015, recentemente aprovado pelo Senado Federal na forma de um substitutivo. A proposta original era de José Serra e pretendia enterrar, de vez, o regime de partilha, forçando o governo a dar abertura para o processo de alteração do regime de partilha para o regime de concessão”, acrescentaram os organizadores do evento.

No ato, Phillipe abordou a grave ameaça à face desenvolvimentista do projeto político dos últimos 13 anos, com o violento ataque à Petrobras e à soberania do estado brasileiro. Denunciou os movimentos do centro capitalista frente ao projeto aplicado por Lula e Dilma, que vincula os rendimentos da exploração do petróleo ao desenvolvimento industrial e, a partir da lei dos royalties, a investimentos significativos para a Educação, Saúde, Ciência e Tecnologia.

“A manutenção da Petrobras como operadora única do Pré-Sal e a política de conteúdo local são medidas fundamentais para a emancipação do povo brasileiro. Os setores golpistas tem promovido, com preocupante sucesso, o discurso neoliberal, enfraquecido e repudiado ao fim do período FHC. É preciso travar a batalha também neste campo ideológico, reforçando os valores e potencialidades do nosso projeto para o desenvolvimento da nação. A Associação Nacional de Pós-Graduandos defenderá exaustivamente a Petrobrás, a empresa brasileira que mais investe em nossa ciência e tecnologia. A luta é pela democracia, pela soberania e pelo desenvolvimento!”, disse Phillipe Pessoa, diretor da ANPG.

Veja o vídeo da fala de Phillipe Pessoa durante o ato na Apeoesp aqui.

Da redação

Concurso Negras e Negros na Ciência

A Fundação Carlos Chagas, com apoio da Fundação Ford, anuncia um concurso de pesquisa sobre as desigualdades raciais nas áreas das Ciências Exatas, Biológicas, da Saúde e Tecnológicas. A seleção oferece bolsas de pesquisa de até R$ 30 mil para a realização de estudos que permitam identificar a participação ou não de negras e negros no campo das ciências. Tem como objetivo contribuir para a compreensão de mecanismos geradores das desigualdades raciais e étnicas na pós-graduação, bem como dimensionar a contribuição de negras e negros para o desenvolvimento do campo das Ciências Exatas, Biológicas, da Saúde e Tecnológicas.

As inscrições vão até 30 de março, pelo site da Fundação Carlos Chagas, http://www.fcc.org.br/fcc/negras-e-negros-nas-ciencias/apresentacao.

Por que um edital sobre essas questões?
Dados do relatório Desigualdades de cor/raça e sexo entre pessoas que frequentam e titulados na pós-graduação brasileira: 2000 e 2010 (Fundação Carlos Chagas), indicam o aumento na participação de negros no ensino superior desde o início dos anos 2000. Mas ainda sabe-se pouco sobre a participação da população negra na produção da ciência e da tecnologia em nosso país, porque são raros estudos que consideram essa abordagem.

A ampliação da diversidade étnica e racial pode fornecer novas perspectivas e necessidades diferenciadas na produção das ciências. Essa visão foi reconhecida por grandes corporações que tornaram seus quadros mais paritários e por publicações internacionais que destacam a importância da diversidade no desenvolvimento tecnológico.

Poderão concorrer a até quatro bolsas, pesquisadoras e pesquisadores doutores: vinculados a instituições de ensino superior, centros e institutos de pesquisa; organizações não governamentais ou sem vínculo institucional, desde que comprovada experiência em pesquisa e na temática do edital ou em áreas correlatas.

Da redação

Estudantes de graduação e pós-graduação de norte a sul do Brasil se mobilizam em suas universidades contra o golpe e em defesa da Democracia.

UFPE

Na Faculdade de Direito de Recife, da UFPE, ontem (21), milhares de pós-graduandos se mobilizaram contra o Golpe. “É a universidade brasileira funcionando como um grande comitê em defesa da Democracia”, opinou Gabriel Nascimento, diretor da ANPG.

A Universidade Federal do Sul da Bahia (UFSB) também se mobilizou contra o golpe. Os pós-graduandos baianos fizeram uma “vigília” em defesa da Democracia Brasileira, que começou às 17h de segunda e se estendeu noite adentro.

Unicamp

No começo da tarde desta terça-feira (22), estudantes de graduação e pós-graduação, e professores se reuniram na ADunicamp (Associação de Docentes da Unicamp) para o debate “Unicamp contra o Golpe” (foto acima). Foi discutida a conjuntura política do país e traçado ações para barrar o golpe e defender a Democracia.

UnB

Ainda nesta terça-feira, a Frente Brasil Popular realizou, na Universidade de Brasília, o debate “Brasil: Para onde vamos”, com análises sobre a crise e os riscos de uma ruptura democrática. O debate reuniu estudantes de graduação e pós-graduação contrários ao golpe que se articula no país, além de professores e juristas.

Estudantes de pós-graduação e professores também se reuniram hoje para a criação de uma Frente universitária contra o golpe, na Universidade Federal de Goiás.

A Universidade Federal de Grande Dourados (MS) também se manifestou em defesa da Democracia. Direções de diversas faculdades da universidade publicaram hoje (22) nota em defesa da Democracia.

Graduandos e pós-graduandos do Mackenzie organizam ato na rua Maria Antônia nesta quarta-feira (23), às 18h. Representantes de entidades do movimento social participarão de debate no TUSP (Teatro da USP) com o tema “A história não se repetirá”. Além dos mackenzistas, estudantes da USP e PUC estarão presentes.

USP CONTAR O GOLPE - passeata 18-3-2016

Pós-graduandos da USP realizarão ato em defesa da Democracia nas próximas semanas. Eles que, na sexta-feira (18), se organizaram e compareceram  (cerca de 500 uspianos) para manifestar-se contra o golpe judiciário que se articula no Brasil na Av. Paulista, em São Paulo (foto).

Da redação

Em manifesto divulgado hoje, direções de várias faculdades da Universidade Federal de Grande Dourados- MS, se manifestaram em defesa da democracia.
Leia a nota na íntegra:
MANIFESTO PELA DEMOCRACIA
Nós, direções das Faculdades de Ciências Humanas (FCH), de Educação (FAED), de Comunicação, Artes e Letras (FACALE), Intercultural Indígena (FAIND), de Direito e Relações Internacionais (FADIR) e de Engenharia (FAEN), da Universidade Federal da Grande Dourados (UFGD), irmanadas às manifestações pela democracias em todo Brasil, como do Tuca (PUC-SP) e da Faculdade de Direito da USP, manifestamos apoio irrestrito no respeito ao Estado Democrático de Direito e posição contrária à toda tentativa de golpe, impetrada pela grande mídia e por parte do poder judiciário em consonância com os interesses do Capital e das classes ricas e conservadoras.
A retórica da grande mídia, desde jornais locais à posição hegemônica, sobretudo, da Rede Globo, afronta a democracia ao impor-se como poder “midiocrático”, parcial e golpista. É mais que momento, portanto, de uma discussão madura e profunda sobre a necessária democratização não apenas da informação, mas das possibilidades de comunicação efetivas e populares que abarquem a diversidade de opiniões e, por extensão, todo diverso e toda diferença – suas opiniões, ideias, práticas e experiências.
O Estado Democrático de Direito e os Direitos Fundamentais, como conquistas da Constituição da República de 1988 (após 21 anos de ditadura civil-militar), devem ser garantidos e não tolhidos em nome do “combate à corrupção”. Somos todos, definitivamente, contra qualquer corrupção – e isso nos aproxima ainda mais. Nossa preocupação, no entanto, é a parcialidade e a seletividade dos processos investigativos da operação “Lava Jato”, gerando, a partir de práticas “judicialescas”, o espetáculo midiático em vazamentos, mandados, conduções coercitivas e prisões seletivas (os fins da “justiça” não podem se firmar sobre meios ilegais e no desrespeito de direitos).
E como membros de uma Instituição de Educação Pública brasileira, ressaltamos que a defesa do Estado Democrático de Direito (contra qualquer golpe) é consoante à necessária luta pela Educação, Saúde, Emprego, Renda, Saneamento, Moradia e Terra para todas e todos. Independente de governos e de poderes, essa é a luta que se desdobra de nossa condição simultânea de omnilateralidade (somos parte de todos) e universalidade (somos parte de tudo), na defesa irrevogável da Justiça Social, Democracia, Liberdade e Igualdade.
Dourados – MS, 22 de março de 2016.
Direção da FACULDADE DE CIÊNCIAS HUMANAS (FCH-UFGD)
Direção da FACULDADE DE EDUCAÇÃO (FAED-UFGD)
Direção da FACULDADE DE COMUNICAÇÃO, ARTES E LETRAS (FACALE-UFGD)
Direção da FACULDADE INTERCULTURAL INDÍGENA (FAIND-UFGD)
Direção da FACULDADE DE DIREITO E RELAÇÕES INTERNACIONAIS (FADIR-UFGD)
Direção da FACULDADE DE ENGENHARIA (FAEN-UFGD)

Em nota divulgada hoje, 22 de março, a APG da Universidade Federal de Sergipe repudia atraso no pagamento das bolsas FAPITEC/SE. Confira a nota na íntegra.
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NOTA APG UFS SOBRE OS ATRASOS DAS BOLSAS FAPITEC/SE
Desde o início do ano de 2016 pós-graduandos e pós-graduandas bolsistas da Fundação de Apoio à Pesquisa e à Inovação Tecnológica do Estado de Sergipe (FAPITEC/SE) têm relatado atraso no pagamento das bolsas de pesquisa financiadas por este órgão.
Este mês chegamos ao 22º dia sem pagamento ou previsão de quando o mesmo ocorrerá. Neste momento, pós-graduandos e pós-graduandas estão enfrentando, em virtude do atraso na disponibilidade das bolsas, uma reação em cadeia no tocante a multas e juros de mora nas contas cotidianas e demais tarifas de serviços públicos. Moradia, alimentação, participação em eventos e deslocamentos para o campo de pesquisa, entre outras situações, encontram-se dentre os prejuízos que temos recebido nos relatos.
Sergipe passa por uma crise de arrecadação noticiada todos os dias pelos meios de comunicação, contudo, segundo o SINTESE o governo do estado gasta por mês cerca de 11 milhões para pagamento dos 4256 de cargos comissionados. Para o financiamento de todas as bolsas segundo dados do diretor financeiro da FAPITEC/SE seriam necessários apenas 300 mil reais ao mês, deixando claro que não existe prioridade no desenvolvimento científico e tecnológico do estado de Sergipe por parte da gestão estadual, já que no Brasil 98% das pesquisas são feitas por doutorandos e mestrandos. Outro dado que corrobora com esta afirmação é o percentual investido em ciência e tecnologia no orçamento do estado que fica em torno de 1% do orçamento total.
A bolsistas não é permitida outra fonte de renda, já que pelas regras atuais eles são obrigados a ter dedicação exclusiva a pesquisa. Com situações como estas o estado presta um desserviço ao desenvolvimento científico e tecnológico da nação, bem como afasta Sergipe do cumprimento das metas de crescimento do número de mestres e doutores que constam no plano nacional de educação.  Por fim, repudiamos a situação humilhante que o estado vem proporcionando aos diversos bolsistas bem como cobramos explicações plausíveis para os atrasos e exigimos que as próximas bolsas sejam pagas na data convencional (dia 11 de cada mês).
APG-UFS

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A diretoria plena da ANPG se reuniu, neste domingo (20), na unidade Paraíso da UNIP, em São Paulo, para discutir a atual conjuntura política do país. Além disso, também foi debatido o planejamento para este final de gestão, que se encerra no 25º Congresso Nacional de Pós-Graduandos. Estavam presentes diretores da entidade e representantes de APGs de diversas universidades do Brasil.

Diretores da entidade presentes avaliam a necessidade da entidade se posicionar diante desse cenário político, em que está clara a articulação de golpe contra a democracia brasileira. Para Hercília Melo, diretora da ANPG, “a discussão sobre conjuntura deve ser a pauta mais estratégica para que retrocessos não retornem no Brasil”.

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“Não se trata apenas de defender a continuidade do mandato popular, dado nas eleições de 2014, para a Dilma. A questão agora é defender a democracia”, pontua o vice-presidente da ANPG, Cristiano Junta (foto acima).

“É preciso combater a crise para a pós-graduação continuar crescendo”, diz Tamara Naiz
“É preciso combater a crise para a pós-graduação continuar crescendo”, diz Tamara Naiz

“A proposta da entidade em discussão é a construção de comitês contra o golpe nas universidades brasileiras com o apoio de pós-graduandos e dos demais setores da universidade”, aponta Tamara Naiz, presidenta da ANPG.

Também foi discutida, analisada e aprovada estatutariamente a prestação de contas da Associação, que será submetida no Congresso para aprovação final (quando irá ser concluída esta gestão). Além disso, o relatório de gestão, no qual constam as atividades realizadas no último biênio, também foi aprovado pela diretoria.

Dentre as atividades realizadas nesta gestão, estão: a Caravana a Brasília por mais direitos, Ocupe Brasília contra os cortes na Educação, e diversos seminários cujo objetivo era debater a a valorização da pesquisa e do pesquisador, como o de Internacionalização e o de Assistência Estudantil.

25º CNPG
O 25º Congresso Nacional de Pós-graduandos (CNPG) será realizado em Belo Horizonte, com o tema “Pós-graduandos em defesa da democracia para superar a crise e conquistar mais direitos”.

O 25º CNPG acontece neste ano em que tanto a entidade quanto a abertura política no Brasil completam três décadas. “A proposta aprovada pela diretoria dialoga com os 30 anos de abertura política, momento que permitiu que a ANPG pudesse existir, pois antes da abertura política não havia essa possibilidade”, completa Tamara Naiz, presidenta da ANPG.

Mais informações, prazos e formas de inscrição serão divulgados em breve.

Da redação

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