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| Relatório da NBS sobre pesquisa |
A Associação Nacional de Pós-Graduandos da Universidade Federal de Santa Catarina (APG/UFSC) , elaborou um manifesto pedindo a Isonomia das Bolsas de Pesquisa. Além do documento – que reúne uma série de reinvindicações – uma petição pública foi disponibilizada na rede pedindo apoiadores ao movimento em favor do reajuste e da valorização permanente.
Seguindo o calendário de atividades da entidade, a APG/UFSC, convida a todos para a reunião ampliada que visa discutir atividades do próximo período.
Pautas:
1- Preparação da Assembleia da APG, prevista para dia 10/08;
2- Participação da APG nos órgãos Colegiados.
Serviço
Quando: 06/08
Horário: 18h
Local: DCE
Da redação, com informações da APG/UFSC
A Associação dos Pós-Graduandos da Universidade Federal de Goiás (APG/UFG) aprovou por unanimidade apoio à greve unificada da educação. Apoio não se dá apenas no campo das ideias. Os pós-graduandos estão construindo ações efetivas para se somar, ainda mais, na luta pela educação brasileira.
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Sancionada em 2006, a lei 11.340, conhecida popularmente como Lei Maria da Penha, completa hoje seu sexto aniversário. A cidadã Maria da Penha, representante e protagonista do enfrentamento à violência contra a mulher foi a figura central na construção dessa conquista. Hoje, segundo dados da Secretaria de Políticas para Mulheres, 329 mil denúncias – feitas pelo Disque – foram registradas de 2006 a 2012. A quantidade expressiva de ligações mostra quão importante foi a entrada em vigor da Lei.
A Diretora de Mulheres da Associação Nacion
al de Pós Graduandos (ANPG), Hercília Melo, comemora a data, mas, pontua os avanços necessários para seu real cumprimento. “A Lei é um forte instrumento de enfrentamento à violência contra a mulher, que vem acarretando mudanças nas relações atuais de gênero. Nesse sentido, o sexto aniversário nos traz muitos motivos a comemorar e, ao mesmo tempo, nos impulsiona a continuar lutando pela efetivação dessa conquista, pois ainda há descumprimento de medidas protetivas e demora nos julgamentos”.
O ministro da Ciência, Tecnologia e Inovação em exercício, Luiz Antonio Elias, pediu, sexta-feira (3), à Associação Brasileira das Universidades Comunitárias (Abruc) apoio ao movimento em favor da destinação de 50% do fundo social arrecadado com o pagamento dos royalties do petróleo na camada pré-sal às áreas de Educação e de Ciência e Tecnologia.
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A Associação Nacional dos Dirigentes das Instituições Federais de Ensino Superior (Andifes) elegeu na quarta-feira (01), a nova mesa diretora que será presidida pelo reitor da Universidade Federal do Pará (UFPA), Carlos Edilson Maneschy. A eleição e posse aconteceram durante a 103ª reunião extraordinária do Conselho Pleno e contou com a participação de 56 reitores associados à Andifes.
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O Conselho de Representantes Discentes da APG UFBA deliberou em assembleia realizada dia 27 de Julho, reinvindicações que visam melhorias para a universidade e pautas prioritárias para a pós-graduação da instituição. A entidade já se reuniu com o pró-reitor de pós-graduação, Antônio Alberto Lopes, e agora busca apresentar o documento para a reitoria da universidade. Acesse aqui e conheça as reinvindicações.
Seguindo o calendário de mobilizações, o conselho convoca os estudantes:
A Associação de Pós-Graduandos da Universidade Federal da Bahia (APG/UFBA) convoca:
CONSELHO DE REPRESENTANTES ESTUDANTIS
(Stricto e lato-sensu)
Pauta:
1. Informes;
2. Resposta da Pró-Reitoria de Pesquisa e Pós-Graduação ao ofício sobre as reivindicações aprovadas na Assembleia Geral da APG/UFBA;
3. Estado de Mobilização;
4. Caravana à Brasília – 40% de reajuste já́!
SERVIÇO
Data: 07/08 (terça-feira) -16h
Local: ISC – Instituto de Saúde Coletiva (Campus Canela – sala a confirmar)
Para mais informações, entre em contato pelos e-mails:
Da redação, com informações da APG/UFBA
*As opiniões aqui reproduzidas são de responsabilidade de seus autores e não representam, necessariamente, a opinião da entidade. Artigos podem ser enviados para [email protected]
Mozart Neves Ramos é professor da Universidade Federal de Pernambuco, é membro do Conselho de Governança do Todos Pela Educação e do Conselho Nacional de Educação.
Artigo publicado no Correio Braziliense.
Para um país que tem hoje o sexto Produto Interno Bruto (PIB) do mundo, é preocupante verificar que, no ranking da produtividade, segundo levantamento da instituição de pesquisa americana The Conference Board, o Brasil ocupa apenas a 75ª posição. Quando comparado com os países da América Latina, fica em 15º lugar, à frente apenas da Bolívia e do Equador. A situação não é diferente se levarmos em conta o ranking de outros indicadores, como de inovação e de competitividade. De acordo com alguns especialistas, apesar dessa importante colocação no ranking mundial do PIB, o crescimento econômico brasileiro está em xeque, por conta de fatores como a baixa produtividade, ausência de uma educação de qualidade e infraestrutura limitada.
Porém, entre todos os fatores que possam contribuir para a sustentabilidade econômica, um deles é crucial: a educação de boa qualidade. Há uma clara relação entre anos de estudo e o crescimento do PIB per capita, mesmo sem considerar explicitamente o fator da oferta com qualidade. Quanto maior o número de anos de estudo, maior o PIB per capita; é o impacto da educação na distribuição de renda. No Brasil, um ano a mais de estudo impacta, em média, 15% na renda de uma pessoa, mas, se ela tiver o ensino superior completo, esse impacto é de 47%.
Tomando como referência o último censo do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), o País fez um progresso importante em termos de anos de escolaridade da população, que atualmente é de 7,2 anos. Apesar disso, o percentual significa que a média da população brasileira não tem sequer o ensino fundamental completo. É muito pouco quando comparamos com a situação de países vizinhos, como Chile, Uruguai, México e Argentina. Isso é mais grave quando levamos em conta que esses 7,2 anos se realizam com uma baixa qualidade de ensino.
Nesse campo, o da qualidade, o Brasil tem melhorado nas séries iniciais do ensino fundamental, mas há 10 anos encontra-se estagnado nas séries finais do ensino fundamental e do ensino médio. O grave é que estagnamos num patamar muito baixo. Nas séries finais do fundamental, o percentual de alunos que completa essa etapa com aprendizado adequado em matemática não chega a 15%; no médio, o percentual é ainda menor, apenas 11%. Aí está o grande gargalo para o desenvolvimento sustentável.
Uma das consequências disso é a baixa produtividade do trabalhador. Os dados da The Conference Board também revelam que a produtividade média do trabalhador brasileiro é cerca de 20% da do trabalhador americano. Para mudar esse quadro, o país precisa não só ampliar os investimentos em educação, mas fazer com que os recursos cheguem, de fato, à escola, por exemplo, promovendo melhoria nos salários dos professores, nas condições de trabalho, na infraestrutura.
O currículo precisa dialogar mais com o cotidiano das crianças, adolescentes e jovens, dando sentido ao que se ensina e aprende. Estimular mais as habilidades de cada um dos nossos alunos, pois hoje tratamos como se todos fossem absolutamente iguais. A escola "empurra" conteúdos e não é capaz de promover um processo de ensino-aprendizagem mais motivador.
Os últimos números do Indicador de Alfabetismo Funcional (Inaf) também mostram que estamos perdendo a corrida. Entre outras coisas, os resultados evidenciam que o Brasil avançou nos níveis iniciais do alfabetismo, mas não conseguiu progressos visíveis no alcance do pleno domínio de habilidades que são hoje condição imprescindível para a inserção plena numa sociedade moderna. Somente 62% das pessoas com ensino superior completo e 35% das pessoas com o ensino médio completo são classificadas como alfabetizadas em nível pleno. São percentuais muito baixos para um país que tem o 6º PIB mundial. Mais: esses percentuais há 10 anos eram melhores – respectivamente 76% e 49%.
Por






