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A Universidade de São Paulo (USP) lançou esta semana, durante a RIO+20, o Programa de Pós-Graduação em Sustentabilidade.

É o primeiro programa stricto sensu do gênero no Brasil e o primeiro doutorado da Escola de Artes, Ciências e Humanidades (EACH), campus Leste da USP. O curso foi aprovado este ano pela Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (Capes) e terá processo seletivo no segundo semestre.

“O programa se propõe a formar profissionais capazes de inserir as ações necessárias à implementação de princípios e práticas de sustentabilidade nas atividades que se referem ao uso e à preservação de recursos naturais pelas sociedades atuais”, disse o professor Marcelo Nolasco, coordenador do programa.

Segundo Nolasco, o programa terá duas abordagens. A abordagem conceitual e teórica tratará de uma nova forma de pensar a utilização de recursos a partir da qual todos os problemas devem buscar soluções que passem por ações e resultados sustentáveis.

“E a abordagem instrumental buscará formar o egresso nas áreas de conhecimento relacionadas às práticas baseadas em sustentabilidade e capacitá-lo a conhecer, desenvolver e aplicar políticas, instrumentos e técnicas consolidados ou novos”, disse.

A proposta do Programa de Pós-Graduação em Sustentabilidade é apoiada em duas linhas de pesquisa: Ciência e Tecnologia Ambiental e Gestão Ambiental.

O Programa de Pós-Graduação em Sustentabilidade da EACH prevê a formação de pesquisadores, mestres e doutores com perfil interdisciplinar e está voltado à construção de conhecimentos teóricos, metodológicos e empíricos necessários para uma agenda da sustentabilidade no Brasil.

Entre os docentes do novo programa estão pesquisadores renomados como Adolpho José Melfi (Escola Superior de Agricultura Luiz de Queiroz e reitor da USP de 2001 a 2005), Jean Paul Metzger (Instituto de Biociências) e Paulo Saldiva (Faculdade de Medicina).

Mais informações sobre o programa:  [email protected] e (11) 3091-8197 

Fonte: Agência FAPESP

Nesta semana a ANPG enviou às agências nacionais de fomento, Capes e CNPq, um pedido para que os prazos dos projetos (defesa de dissertação, depósito e etc.) sejam adaptados aos novos calendários acadêmicos das universidades em greve, inclusive no tocante à concessão de bolsas. Leia a íntegra do ofício aqui.

A ANPG desde o início tem acompanhado o cotidiano da greve através das APGs e no dia 13 de junho lançou nota de solidariedade ao movimento, leia aqui.

"Enviamos esta solicitação à Capes e ao CNPq por dois motivos. O primeiro é garantir o direito dos pós-graduandos seguirem o mesmo calendário das universidades, muitos deles alterados em função da greve. Isso pode significar a alteração de uma data de depósito de dissertação ou tese, o que pode vir a exigir, por exemplo, uma extensão do tempo de bolsa deste pesquisador. O segundo motivo é pautar os mais diversos órgãos de governo sobre uma forte greve que toma conta das universidades federais e exige respostas, tanto no sentido de que sejam cumpridos os compromissos com os docentes, quanto no sentido de estabelecer compromissos para a estruturação e expansão das universidades públicas brasileiras", disse a presidenta da ANPG, Luana Bonone.

A intenção da entidade é enviar a mesma solicitação também para as fundações de apoio estaduais.


Entenda a greve

Em diversas universidades os estudantes também aderiram à greve dos docentes e técnicos. APG UFPEAPG UFSJAPG UFBA, APG UFV e o Fórum de Pós-Graduandos da UFPR aprovaram moções de apoio ao movimento. Na UFRJ e na UFF os pós-graduandos paralisaram as atividades.

No domingo (17), durante a Plenária Final do CONEG da UNE, fórum que reúne os Diretórios Centrais dos Estudantes, representantes da Andes e da Federação de Sindicatos de Trabalhadores em Educação das Universidades Brasileiras (Fasubra) receberam o apoio dos estudantes, no sentido de unir forças em torno das reivindicações pela melhoria da Educação.

Desde o dia 17 de maio os docentes das universidades federais estão em greve. No dia 11 de junho foi deflagrada a paralisação dos técnicos administrativos e no dia 13 do mesmo mês foi a vez dos servidores federais da Educação Básica, Profissional e Tecnológica também aderirem ao movimento.

Já são mais de 50 universidades e 4 Institutos Federais sem aulas. Nada menos que 70% do ensino superior federal está com as aulas suspensas, atingindo cerca de um milhão de estudantes. 

As principais reivindicações dos trabalhadores são o aumento do piso salarial em 22,8% e a correção das pendências da carreira desde 2007. O piso atual é de R$ 1.034. Os servidores fizeram uma greve de quase quatro meses no ano passado, mas não houve negociação com o governo e a paralisação foi encerrada. De acordo com o Sindicato Nacional dos Docentes das Instituições de Ensino Superior (Andes), os professores pleiteiam carreira única com incorporação das gratificações em 13 níveis remuneratórios, variação de 5% entre níveis a partir do piso para regime de 20 horas correspondente ao salário mínimo do Dieese (atualmente calculado em R$ 2.329,35), e percentuais de acréscimo relativos à titulação e ao regime de trabalho.

Leia mais: Pós-graduandos e a greve dos docentes: movimentações pelo Brasil

Sem negociação

O governo voltou desmarcou a reunião prevista para a terça-feira (19), com representantes sindicais dos professores. O Ministério do Planejamento, que toca as negociações, apresentaria o esboço de um novo plano de carreira dos docentes, principal reivindicação dos docentes.

O Ministério do Planejamento recebeu o movimento pela primeira vez no dia 12 de junho, quando pediu uma trégua de 20 dias, mas a categoria recusou interromper o movimento sem ouvir uma proposta clara. A reunião do dia 19, cancelada, deveria, enfim, apresentar a proposta do governo.

O Planejamento confirmou o adiamento, mas não detalhou os motivos. Ainda não há data para um novo encontro.

De acordo com o “Manifesto à População”, documento lançado na Câmara dos Deputados nesta quarta (20) pelas entidades do setor da educação federal em greve (ANDES-SN, Sinasefe e Fasubra): Os trabalhadores da educação federal e estudantes estão em greve, porque estão conscientes de que é imprescindível lutar em defesa das Instituições Federais de Ensino. As negociações com o governo não avançam. No entanto, crescem a degradação das condições de trabalho, ensino e a deterioração da infraestrutura oferecida nas universidades, institutos e centros tecnológicos federais.

 

Da Redação.

O Prêmio Construindo a Igualdade de Gênero é um concurso de redações, artigos científicos e projetos pedagógicos, dirigido a estudantes de Ensino Médio, Graduação, Pós-Graduação e Escolas da Educação Básica na área das relações de gênero, mulheres e feminismos, contemplando suas interseções com as abordagens de classe social, geração, raça, etnia e sexualidade.

As inscrições vão até 17 de setembro. Clique aqui e acesse o edital completo.

Mais informações e inscrições: www.igualdadedegenero.cnpq.br

Premiação

Na categoria Mestre e Estudante de Doutorado será concedida a quantia de R$ 10 mil para cada um(a) das(os) 2 (dois) candidatas(os) selecionadas(os). Na categoria Graduado(a), Especialista e Estudante de Mestrado : será concedida a quantia de R$ 8 mil para cada um(a) das(os) 2 (dois) candidatas(os) selecionadas(os).

História

O Prêmio Construindo a Igualdade de Gênero foi instituído em 2005 pela Secretaria de Política das Mulheres, no âmbito do Programa Mulher e Ciência, com o apoio do CNPq/MCTI, Secretaria de Educação Continuada, Alfabetização e Diversidade – SECAD/MEC, Secretaria de Educação Básica – SEB/MEC e ONU Mulheres.

Em 2011 foram recebidas 3965 inscrições, sendo 122 de pós-graduandos.

Da Redação.

Organizado pela Associação Brasileira de Pós-Graduação em Saúde Coletiva (ABRASCO), o 10º Congresso Brasileiro de Saúde Coletiva acontecerá de 14 a 18 de novembro de 2012, em Porto Alegre. 

No dia 15 de novembro, serão realizados os cursos, as oficinas e a solenidade de abertura oficial do Congresso. De 16 a 18 se desenvolverão as Conferências, Mesas Redondas, Grandes Debates, Painéis, Palestras e a apresentação de trabalhos nas modalidades: Comunicações Coordenadas e Pôsteres Eletrônicos, incluindo intervenções criativas.

O 1º lote de inscrições encerra-se no dia 17 de agosto e para esse prazo os preços variam entre R$100 (estudante da graduação associado da Abrasco) e R$450 (estudante de pós-graduação não associado da Abrasco).

Clique aqui e faça sua inscrição.

Temas em debate

De acordo com informações da comissão organizadora, o atual momento está a exigir da comunidade acadêmica da Saúde Coletiva a retomada das reflexões sobre a relação entre saúde e sociedade. Se o mote da Reforma Sanitária Brasileira, nos seus primórdios, foi saúde e democracia, hoje, talvez deva ser saúde é desenvolvimento.

O Brasil cresce e melhora relativamente a distribuição de sua renda. Mas que tipo de desenvolvimento se está promovendo? E onde se situa a saúde nesse processo? São algumas perguntas que nortearão as atividades do Congresso. O debate sobre tais questões pode revelar a contribuição do setor da saúde para um desenvolvimento que diminua as desigualdades e assegure às gerações futuras condições de bem viver.

Apresentação de trabalhos

Os trabalhos serão organizados em três categorias: trabalhos científicos da área acadêmica; relatos de experiências dos serviços de saúde; e a ABRASCO Jovem, que reunirá trabalhos de estudantes de Graduação e Pós-Graduação em Saúde Coletiva (em que são o primeiro autor). 
Além da apresentação nos formatos de pôsteres eletrônicos, a serem debatidos com o público, de comunicação oral, o congresso pretende estimular a utilização de outras formas de apresentação como vídeos, fotos, dramatizações, etc.

A submissão de trabalhos encerra-se no dia 29 de junho. Saiba mais aqui.

 

Serviço

10º Congresso Brasileiro de Saúde Coletiva

Data: 14 a 18 de novembro de 2012

Local: Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS) e Universidade Federal de Ciências da Saúde de Porto Alegre (UFCSPA)

Porto Alegre – RS

Informações: http://www.saudecoletiva2012.com.br/home.asp

 

Da Redação.

Foi lançado, na manhã desta quarta (20), dentro das atividades da Rio+20, o livro Contribuição da pós-graduação brasileira para o desenvolvimento sustentável – Capes na Rio+20.

O presidente da Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (Capes), Jorge Almeida Guimarães, disse que a contribuição que a pós-graduação vem fazendo está registrada na publicação, sobretudo nos últimos anos. "A temática do desenvolvimento sustentável é muito recente, não tem mais de 30 anos, e, antes disso, o Brasil, por meio de vários cursos de pós-graduação, formava recursos humanos na área ambiental, ecologia e outros temas relacionados".

Para o coordenador da área de ciências ambientais da Capes, Arlindo Philippi Jr, a publicação caracteriza o quanto o Sistema Nacional de Pós-Graduação tem contribuído para as questões da sustentabilidade.

Jorge Guimarães lembrou o fato de a Capes protagonizar ações induzidas em vários temas como engenharias, ciências do mar, TV digital e outros. "Por conta dessas ações e com base nos estudos realizados pela comissão que elaborou o livro, estamos com ações em campo voltadas à temática do desenvolvimento sustentável. Estão sendo trabalhados três editais para este tema", informou.

Livro

A publicação tem como base informações provenientes do Plano Nacional de Pós-Graduação (PNPG) 2011-2020 (Volume I) e dos Documentos Setoriais deste Plano (Volume II), além de incluir textos elaborados por especialistas de reconhecimento internacional. Aos estudos do PNPG foram acrescidos outros, oriundos de contribuições de consultores e de coordenadores de áreas de avaliação da Capes.

O texto registra a evolução da pós-graduação brasileira no enfoque do desenvolvimento sustentável e seus marcos históricos, além do quadro atual e desafios da pós-graduação relacionados aos temas da Rio+20, sendo apresentados aspectos ligados aos importantes instrumentos para formação dos recursos humanos.

Fonte: Assessoria de Comunicação da Capes

Vista aérea da Marcha dos Povos. 80 mil pessoas reuniram-se paralelamente à Rio+20.

Na tarde desta quarta (20) o Rio de Janeiro foi palco de uma das maiores passeatas que se tem notícia: a Marcha Unificada dos Povos. O protesto fez parte do chamado dia de mobilização global e ocorreu, segundo os organizadores, em defesa dos bens comuns e contra a mercantilização da vida.

A Marcha Unificada dos Povos reuniu cerca de 80 mil pessoas.  A manifestação contou com a participação de diversos movimentos sociais que tomaram as ruas para chamar a atenção dos líderes reunidos na Conferência das Nações Unidas sobre Desenvolvimento Sustentável, a Rio+20.

A concentração foi na Avenida Presidente Vargas com a Avenida Rio Branco, entre 14h e 15h. Depois, os manifestantes seguiram pela Avenida Rio Branco até a Cinelândia, no centro da cidade. Estiveram presentes representantes da União Nacional dos Estudantes (UNE), União Brasileira de Mulheres (UBM), Central Única dos Trabalhadores (CUT), Via Campesina, Sindicato Nacional dos Docentes das Instituições de Ensino Superior (Andes), entre muitos outros. As reivindicações também foram bem diversas: pela defesa dos bens e contra a mercantilização da vida, pela reforma agrária, direitos das mulheres, indígenas, educação, contra  Belo Monte, o Código Florestal e a economia verde, entre outras. 

Para João Pedro Stédile, do MST, “não adianta a Globo esconder, não adianta a Record esconder, nós estamos aqui vendo o barulho que estamos fazendo”.

Enquanto os diplomatas e chefes de Estado de uma centena de países se encontraram para redigir o documento final da Rio+20, um sem número de organizações da sociedade promovem a Cúpula dos Povos, por Justiça Social e Ambiental e em Defesa dos Bens Comuns. Além de grandes mobilizações de rua, acontece uma série de debates e momentos de convergência nos eixos que englobam as denúncias das reais causas da crise, as soluções já praticadas pelos povos e as agendas e unidades para a luta nos próximos períodos.

 

Da Redação com agências.

A FAPEMIG anunciou, nesta segunda-feira (18) o reajuste de três modalidades de bolsas: mestrado, doutorado e iniciação científica.

Acompanhando o reajuste das agências nacionais, anunciado durante o 23º Congresso Nacional de pós-graduandos, os novos valores da agência mineira entram em vigor a partir do dia 1º de julho. Assim, os bolsistas receberão o reajuste em agosto.

A bolsa de mestrado passa, assim, de R$ 1.200 para R$ 1.350 e a bolsa de doutorado de R$ 1.800 para R$ 2.000. A bolsa de iniciação científica, por sua vez, passou de R$360 para R$400.

“A FAPEMIG acredita que o pilar básico do desenvolvimento científico e tecnológico de qualquer sociedade está na formação de pesquisadores. Por isso, tem trabalhado para ampliar as oportunidades e para atrair e fixar pesquisadores no Estado”, destacou o presidente da FAPEMIG, Mario Neto Borges.

Por telefone, a assessoria de comunicação da FAPEMIG informou que as bolsas de pós-doc ainda estão em análise e que a extensão, ou não, do reajuste a essa modalidade sairá nos próximos dias.

O impacto no orçamento em razão do reajuste será da ordem de R$ 4,5 milhões por ano. Em 2011, entre outras modalidades, a FAPEMIG concedeu 4.815 bolsas, entre mestrado, doutorado e iniciação científica.

 

Bolsas concedidas pela FAPEMIG em 2011

Mestrado

544 N° de instituições 35
Doutorado18 776 N° de instituições 18
Iniciação Científica 3495 N° de instituições 76
Total 4815    

 

A ANPG recebeu de forma positiva a notícia, porém, a presidenta da entidade, Luana Bonone aproveitou o momento para convocar os pós-graduandos para a Caravana a Brasília, em agosto: "O reajuste anunciado pela Capes e pelo CNPq, e agora acompanhado pela FAPEMIG é de suma importância para a valorização da pesquisa nacional. Porém, o valor ainda não é o reivindicado pela nossa Campanha de Bolsas. Exigimos 40% de reajuste, valor calculado com base na inflação do período e nas metas do PNPG 2005-2010. Convoco cada pós-graduando para se juntar a nós na Caravana a Brasília em agosto, onde vamos reivindicar os 30% restantes do reajuste", finalizou.

 

Da Redação com informações da FAPEMIG.

A Comissão de Finanças e Tributação rejeitou na semana passada, em parecer terminativo, o Projeto de Lei 5486/09, do deputado Felipe Maia (DEM-RN), que determinava a gratuidade dos cursos de pós-graduação oferecidos pelas instituições públicas de ensino, além de prever a obrigatoriedade da realização de processo seletivo nesses cursos. A proposta alterava a Lei de Diretrizes e Bases da Educação (LDB – Lei 9.394/96).

A comissão acompanhou o parecer do relator, deputado Pedro Eugênio (PT-PE), pela incompatibilidade e inadequação financeira e orçamentária da proposta. Segundo o parlamentar, a proposta gera diminuição da arrecadação das universidades federais sem o respectivo impacto orçamentário-financeiro e medidas de compensação, como determina a legislação tributária.

O autor do projeto, entretanto, afirmou que as instituições de ensino superior públicas utilizam toda a estrutura física e de pessoal mantida com dinheiro do Orçamento e, por isso, não é justo cobrar pelos cursos de pós-graduação. Ele argumenta ainda que as mesmas regras de admissão dos cursos de graduação devem ser aplicadas aos cursos de pós-graduação, como muitas instituições de ensino superior já fazem.

Como o projeto foi rejeitado em parecer terminativo pela comissão, ele será arquivado, a menos que haja recurso para apreciação pelo Plenário.

Atualmente no país existem diversos cursos de graduação, pós-graduação lato sensu e extensão, oferecidos em universidades públicas, mas que exigem o pagamento de mensalidades. Em 2011 foi iniciado pela Fundação Instituto de Administração (FIA), com professores da universidade e nas instalações da USP, um curso pago de graduação em administração. A mensalidade é de R$2 mil reais.

Em setembro de 2011 o Ministério Público Federal (MPF) em Niterói (RJ) moveu ação civil pública contra a Universidade Federal Fluminense (UFF) e a Fundação Euclides da Cunha (FEC) para que elas regularizassem a arrecadação e a gestão de recursos dos cursos de pós-graduação lato sensu da instituição. De acordo com o procurador da República Antonio Augusto Canedo, autor da ação, as mensalidades devem ser depositadas na conta corrente da UFF, e não mais da FEC. A ação tramita na 2ª Vara Federal de Niterói (proc. nº 2008.51.02.003290-8).

Da Redação com informações da Agência Câmara.

As entidades nacionais do movimento estudantil, UNE, UBES e ANPG participarão nesta quinta-feira (21) de uma coletiva de imprensa a partir das 13h30 na Tenda Milton Santos da Cúpula dos Povos.

Leia também: Atividades que a ANPG participará na Rio+20 e na Cúpula dos Povos

A intenção é divulgar a carta que será enviada ao presidente norte-americano, Barack Obama. O documento pede a libertação dos 5 heróis cubanos presos nos Estados Unidos por acusação de espionagem desde 1998.

Gerardo Hernández Nordelo, Ramón Labañino Salazar, Antonio Guerrero Rodríguez, Fernando González Llort e René González Sechwerert faziam parte da operação Vespa, organizada pelo governo cubano contra o terrorismo patrocinado pela extrema-direita americana em solo cubano e em solo americano, através da cooptação de cidadãos cubanos ilegalmente refugiados nos Estados Unidos. A missão deles era monitorar as organizações privadas contra-revolucionárias que atuam na Flórida contra Cuba.


Leia a carta na íntegra.

 

Saiba mais

Em 99 países existem quase 300 Comitês de Solidariedade com os Cinco Heróis cubanos presos injustamente nos Estados Unidos por terem lutado contra o terrorismo. Grande parte dessas estruturas funciona em 30 nações da Europa e outra em 25 da América Latina e o Caribe.

“Os últimos soldados da guerra fria”, é um livro de Fernando Morais, da editora Companhia das Letras, que conta a história dos cinco cubanos.

 

Serviço

Coletiva de imprensa para divulgação da Carta das entidades estudantis pela libertação dos 5 heróis cubanos

Data: quinta-feira 21/06

Horário: 13h30

Local: Tenda Milton Santos da Cúpula dos Povos

 

Da Redação.