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Estão abertas até o dia 16 de julho as inscrições para a 6ª edição do Prêmio Petrobras de Tecnologia Engenheiro Seabra Moggi.

O objetivo do prêmio é reconhecer a contribuição da comunidade acadêmica para o desenvolvimento tecnológico da companhia petrolífera brasileira e da indústria nacional de petróleo.

Estudantes de graduação, mestrado ou doutorado de qualquer instituição de ensino superior brasileira podem inscrever seus trabalhos em um dos nove temas tecnológicos ligados à indústria de petróleo, gás, energia e preservação ambiental.

Os temas do prêmio são: tecnologia de energia e eficiência energética, tecnologia de exploração, tecnologia de gás, tecnologia de logística e transporte de petróleo, gás e derivados, tecnologia de perfuração e de produção, tecnologia de preservação ambiental, tecnologia de bioprodutos, tecnologia de refino e petroquímica e tecnologia de segurança de processos.

Os autores dos trabalhos vencedores receberão R$ 20 mil na categoria doutorado, R$ 15 mil na categoria mestrado e R$ 10 mil na categoria graduação, além de uma bolsa de estudos do Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq) para elaboração de tese de mestrado, doutorado ou pós-doutorado em instituições de ensino superior nacionais, de acordo com sua formação acadêmica.

Os professores orientadores dos trabalhos premiados de todos os temas e categorias receberão o mesmo valor conferido aos estudantes.

As inscrições podem ser realizadas no site www.petrobras.com.br/minisite/premiotecnologia/index.asp, onde também é possível acessar o regulamento, conhecer os desafios tecnológicos ligados a cada tema do prêmio e os trabalhos vencedores de cada categoria das edições anteriores do prêmio.

A relação dos vencedores será divulgada em outubro e a cerimônia de entrega da premiação será realizada em novembro.

Em suas cinco primeiras edições, cerca de 2 mil trabalhos foram inscritos e 122 foram premiados.

Fonte: Agência FAPESP

 

Diretores da APG UnB durante reunião no último dia 14 de junho, reivindicando a retomada da sede da entidade.

Um espaço físico para as reuniões, um ponto de encontros dos pós-graduandos, um local de informações e convívio. Essa é a definição para a sede de uma Associação de Pós-Graduandos (APG).

Na Universidade de Brasília (UnB), os pós-graduandos ocupavam duas salas (B1-075 e B1-089) no Instituto Central de Ciências (ICC-Sul) até agosto do ano passado, porém, por ocasião de uma reforma no prédio central, estão há mais de 10 meses desalojados.

Diversos contatos foram estabelecidos com a Prefeitura do campus no sentido de encontrar uma alocação alternativa para APG e seus pertences durante o período da reforma, porém sem sucesso.

A diretoria da APG então elaborou uma carta-aberta à Universidade, na qual expõe os fatos que vem se desenrolando desde agosto do ano passado. Após a escrita e circulação interna do documento foi marcada uma reunião com o reitor, prof. José Geraldo de Sousa Júnior, a Decana de Pós-Graduação e Pesquisa, Profa. Dra. Denise Bomtempo Birche de Carvalho e o arquiteto responsável pela reforma. Ficou acordado nessa reunião, no dia 14 de junho, uma nova sede definitiva para a APG no mês de agosto.

De acordo com Davi Pantoja e Fábio Borges, diretores da APG, a negociação com a administração da UnB, que vem se arrastando durante esse tempo sem nenhum progresso, pode ter avançado a partir dessa reunião, mas ainda é preciso cautela. “Conseguimos nos reunir com o Reitor, que nos deixou com mais uma promessa: uma sala em agosto deste ano. E assim vamos tentando tocar as atividades da APG pelos corredores da UnB. Alguns companheiros estão confiantes nessa última promessa, mas na prática, não há garantias de nada”, relata Davi.

A ANPG é solidária à demanda da APG UnB, por entender que a conquista e manutenção de um espaço físico são importantes na condução do trabalho de representação dos pós-graduandos.

 

Da Redação.

Depois de um exaustivo processo de negociação, os delegados dos mais de 190 países participantes da Rio+20 aprovaram nesta terça-feira(19) o documento final da Conferência das Nações Unidas sobre Desenvolvimento Sustentável, que agora terá de ser validado pelos chefes de Estado e de governo. A versão final foi proposta pelo Brasil, que liderou a negociação.

Em nome do consenso, pontos mais polêmicos saíram do texto, como a criação de um fundo para financiamento da transição para economia verde em nações em desenvolvimento, que chegou a ser apontado durante a última semana como crucial pelas nações mais pobres.

Crise mundial
Segundo o negociador-chefe do Brasil na conferência, embaixador Luiz Alberto Figueiredo Machado, a crise econômica atual levou os países desenvolvidos a serem menos ambiciosos quanto aos meios de implementação do desenvolvimento sustentável. " A crise certamente influenciou a Rio+20; crise que se abate com força sobre países do Norte, principalmente. Ela provocou uma retração desses países em áreas importantes. Por esse ponto de vista, o nível de ambição nessa área de financiamento foi afetado."

O texto final também não aponta quais serão as metas dos chamados Objetivos do Desenvolvimento Sustentável, mas apenas indica o processo em que elas serão definidas até 2014, para começarem a valer a partir de 2015.

Novos padrões de consumo 
Para a delegação brasileira, o documento final reforça o consenso entre as nações, reafirma o legado da Rio-92 e abre processos para se chegar a novos padrões de produção e consumo, como comentou a ministra do Meio Ambiente, Izabella Teixeira. "Uma grande preocupação que se tinha era que as decisões não tivessem mandato, que não tivessem uma missão específica. E essas decisões estão todas acolhidas com mandatos específicos."

ONGs ambientalistas brasileiras, no entanto, reclamaram da falta de ambição no texto final da conferência. Carlos Rittl, do WWF Brasil, disse que definir processos para construção de novos compromissos é importante, mas não suficiente. "A gente espera que, de fato, logo após a Rio+20, a gente tenha clareza sobre como vão ser estabelecidos esses processos. Temos uma Assembleia Geral das Nações Unidas agora em setembro e a gente espera que os países demonstrem de fato comprometimento com todos esses processos e indiquem em que vamos avançar, os marcos ao longo do processo e o que a gente pretende atingir."

Recursos para o Pnuma
A posição do governo brasileiro quanto ao fortalecimento do Programa das Nações Unidas para o Meio Ambiente (Pnuma) foi atendida e o texto da Rio+20 não indica se o programa deverá ou não ser transformado em uma agência especializada da ONU. Pelo documento, o programa terá que receber mais recursos e contar com um conselho consultivo universal e com mais participação da sociedade civil.

O segmento oficial da Rio+20, quando os chefes de Estado e de governo vão analisar o texto acordado pelos delegados, começa nesta quarta e segue até sexta (22).

Fonte: Agência Câmara.

*As opiniões aqui reproduzidas são de responsabilidade de seus autores e não representam, necessariamente, a opinião da entidade. Artigos podem ser enviados para [email protected] 

Theófilo Rodrigues é mestrando em Ciência Política pela UFF e diretor da APG-UFF.

Tramita com vigor no Senado Federal o Projeto de Lei 399/2011 de autoria do senador paranaense Roberto Requião (PMDB). O PL altera a Lei de Diretrizes e Bases da Educação (Lei n: 9.394/1996), para dispor sobre a revalidação e o reconhecimento automático de diplomas oriundos de cursos de instituições de ensino superior estrangeiras de reconhecida excelência acadêmica. Em outras palavras, com a validação automática qualquer estudante que tenha obtido seu diploma de graduação, mestrado ou doutorado em um curso de outro país, previamente cadastrado, teria seu diploma reconhecido no Brasil.

Não há dúvidas sobre os benefícios existentes no intercâmbio acadêmico e científico. Estimular que estudantes brasileiros façam seus cursos fora do país bem como que pesquisadores de outros países venham trabalhar em território brasileiro deve ser alvo permanente de nossas políticas públicas. Não à toa observamos o Programa Ciência sem Fronteiras, que destinará cerca de 100 mil bolsas de estudos no exterior até 2014, apresentar-se como carro chefe da política de pós-graduação do governo da presidenta Dilma Rousseff. De fato, a internacionalização da pós-graduação é inclusive um eixo central do 6º. Plano Nacional de Pós Graduação (2011-2020).

Contudo, tal internacionalização deve seguir critérios muito bem definidos sob o risco de se afetar perigosamente a qualidade dos profissionais que aqui atuam. Hoje, um diploma de curso estrangeiro só pode ser validado no Brasil caso haja curso similar em universidade pública brasileira e a instituição deve avaliar a grade curricular e a dissertação ou tese do proponente antes de validar o diploma. O PL do senador Requião não entra em maiores detalhes, deixando para posterior regulamentação do Poder Público a definição de quais cursos seriam validados automaticamente. A lista de cursos que poderiam ser validados automaticamente seria divulgada periodicamente pelo Poder Público.

A proposta pode ser boa na medida em que desburocratiza consideravelmente os trâmites necessários para quem quiser validar seu diploma. Mas, por outro lado, caso não haja fiscalização pode incorrer no risco de permitir que profissionais sem a qualificação necessária atuem em áreas sensíveis. Sabe-se hoje, por exemplo, da existência de centenas de cursos de fim de semana em países da América do Sul que oferecem diplomas de doutorado em Direito cujo único rigor é o do pagamento em dia.

Caso o projeto do senador Requião seja aprovado, o governo brasileiro deverá, através da CAPES, constituir uma comissão própria apenas com o objetivo de cadastrar e fiscalizar os cursos estrangeiros passíveis desta validação automática. Do contrário, não apenas a ciência, mas a sociedade brasileira em geral estará sob um perigoso risco. 

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 A Universidade Estadual Paulista (Unesp) lançou na última quinta (14) o Projeto Unesp Aberta, que disponibiliza pela internet disciplinas livres como oportunidade de aperfeiçoamento de professores nas áreas de Humanas, Exatas e Biológicas.

A iniciativa oferece gratuitamente materiais didáticos digitais dos cursos de graduação, pós-graduação e extensão da Unesp elaborados em parceria com o Núcleo de Educação a Distância (NEaD) da universidade.

Entre os materiais disponíveis na Unesp Aberta estão mais de 17 mil itens educacionais, como mapas, imagens, softwares e animações, 300 videoaulas, 300 textos e 138 livros digitais do selo Cultura Acadêmica, além do acervo da Biblioteca Digital – que reúne material pertencente ao sistema de bibliotecas da Unesp e de seus centros de documentação.

O acervo contempla ainda o material dos cursos da Universidade Virtual do Estado de São Paulo (Univesp) e da Universidade Aberta do Brasil (UAB) e de cursos presenciais da Unesp que também utilizam as tecnologias digitais.

As disciplinas livres disponibilizadas integram a Rede São Paulo de Formação Docente (RedeFor), convênio da Secretaria de Educação do Estado de São Paulo com Unesp, Universidade de São Paulo e Universidade Estadual de Campinas para dar cursos de pós-graduação a professores da rede pública do Estado.

O projeto da Unesp prevê as inclusões de versões em inglês e espanhol, bem como a incorporação de recursos de acessibilidade, como Libras e audiodescrição. O acesso ao material não dá direito a qualquer tipo de certificação de conclusão ou apoio educacional.

O lançamento do projeto também marcou a inauguração do auditório do NEaD, que conta com 150 lugares, além de uma sala de reunião e de salas de aulas.

Unesp Aberta: www.unesp.br/unespaberta 

Fonte: Agência FAPESP

Os dados referentes a depósitos de patentes internacionais elaborados pela Organização Mundial de Propriedade Intelectual (Ompi) retratam o Brasil como um país em transição. No ano passado, 572 pedidos de patentes brasileiras foram depositados no exterior por meio do Tratado de Cooperação em Patentes. O número coloca o país no 24º posto do ranking internacional liderado pelos EUA, com 48.596 depósitos. Entre os Brics, a China lidera com 16.406 pedidos, seguida por Índia (1.430) e Rússia (964). Na outra ponta, o relatório da Ompi também demonstra que, entre 2007 e 2011, o número de pedidos de patentes brasileiras cresceu 43%, enquanto a média mundial foi de 13,7%.

A evolução do interesse brasileiro em proteger suas inovações também pode ser verificada no Instituto Nacional de Propriedade Intelectual (Inpi). Em 2006, o órgão acolheu 23.303 pedidos. Em 2011, foram 31.924. Consciente de que a produção brasileira melhorou, mas ainda é baixa, a presidenta Dilma Rousseff declarou, em encontro com empresários no mês de abril em Washington, que o Brasil estava muito “focado” na publicação de artigos científicos e que deve priorizar o registro de patentes.

Para essa meta tornar-se realidade, indústria e universidade vão ter que se aproximar. Ronald Dauscha, diretor da Siemens e da Associação Nacional de Pesquisa e Desenvolvimento das Empresas Inovadoras (Anpei), avalia que as universidades cumprem sua tarefa, produzindo ciência básica, mas falta às companhias brasileiras capacidade para aproveitar esse conhecimento.

Para ele, ainda são exceções no Brasil as empresas que têm centros de pesquisas avançados e profissionais qualificados que conhecem a produção científica e estão aptos a interagir com os pesquisadores universitários.

Dados da Thomson Reuters revelam uma peculiaridade brasileira que confirma o diagnóstico de Dauscha. Entre 2001 e 2010, quatro das cinco maiores solicitantes de patentes brasileiras foram instituições públicas e universitárias. A exceção é a Petrobras, empresa de capital misto, que possui um centro de pesquisa onde trabalham mais de 600 doutores e mestres e mantém várias parcerias com universidades. No período, a petrolífera requereu 415 patentes. No segundo posto vem a Universidade Estadual de Campinas (394 patentes) e, na sequência, a Universidade de São Paulo (235), a Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo (143) e a Universidade Federal de Minas Gerais (139).

Sérgio Queiroz, professor de política científica da Unicamp e coordenador de pesquisas para inovação da Fapesp, acredita que as empresas devem galgar aos primeiros postos de pedidos de patentes nos próximos anos motivadas pela necessidade de inovar em consequência da concorrência internacional no Brasil e do desejo de conquistar mercados no exterior. “As empresas inovam porque precisam”, diz.

Antonio Carlos Teixeira Álvares, presidente da Brasilata e professor de inovação da Fundação Getúlio Vargas, argumenta que a indústria brasileira se desenvolveu copiando produtos do exterior, processo que foi acentuado entre os anos 60 e 80 do século passado devido à política de substituição das importações. A inovação era desnecessária. Até meados dos anos 90, a instabilidade financeira prejudicava ações de longo prazo nas empresas, inclusive a inovação.

O Brasil ainda é um novato em pesquisa e desenvolvimento. Para Álvares, o importante é que o empresário nacional está se conscientizando que precisa inovar para conquistar mercado.

Apesar do avanço brasileiro, o professor Sérgio Queiroz afirma que dois fatores tendem a limitar a ascensão do país a galgar posições. O primeiro é o baixo investimento em educação. O segundo é o perfil produtivo do país. Ele lembra que a indústria brasileira está mais concentrada em segmentos como alimentos, metal-mecânica, mineração e siderurgia, que investem comparativamente pouco em pesquisa.

Fonte: Valor Econômico

No dia 27 de Junho de 2012 a Associação de Pós-Graduandos da Universidade de Brasília organizará no auditório da reitoria um treinamento para uso do Portal de Periódicos Capes e outras bases de dados para pós-graduandos da UnB.



Para se inscrever basta enviar e-mail com seu nome completo para o e-mail da APG-UnB ([email protected]). Os participantes devem trazer seus computadores para o curso, no local há internet sem fio (wi-fi).



Após o término do treinamento, às 16h30 terá início a Assembleia Geral e Eleições 2012 APG-UnB. Durante a Assembleia Geral haverá a possibilidade de criação de chapas para as eleições. Todos(as) pós-graduandos(as) podem participar ou montar uma chapa, exceto alunos especiais. As chapas devem conter no mínimo 5 e no máximo 7 pessoas.



Serviço

CURSO DE PERIÓDICOS CAPES

27 de Junho de 2012 às 14h00

Local: Auditório da Reitoria



Baixe o Regimento Eleitoral 2012 – APG-UnB e o Estatuto da APG-UnB

Mais informações: www.facebook.com/groups/apgunb

[email protected]

http://www.unb.br/apg 

Grupo de Discussão: [email protected]



Da Redação.

Uma plataforma global para pesquisa em sustentabilidade foi lançada durante a Conferência das Nações Unidas sobre Desenvolvimento Sustentável (RIO+20), nesta quinta-feira (14), por uma aliança formada pelos principais agentes internacionais da ciência, agências de financiamento à pesquisa e organismos vinculados à Organização das Nações Unidas (ONU). 

Denominada “Future Earth” (“Terra do futuro”), trata-se de uma iniciativa com duração de dez anos para apoiar pesquisas que resultem no conhecimento necessário para responder eficientemente aos impactos das mudanças ambientais globais. O lançamento foi feito no “Forum on Science, Technology and Innovation for Sustainable Development”, realizado na Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro.

A ideia é fornecer as bases que permitam sustentar a transformação em busca da sustentabilidade do planeta para as próximas décadas. Milhares de cientistas em todo o mundo serão mobilizados pela iniciativa, ao mesmo tempo em que serão estabelecidos acordos com governos, órgãos e instituições responsáveis pela adoção de políticas públicas de modo a oferecer opções e soluções de sustentabilidade pós-RIO+20.

Entre as metas da nova plataforma global estão a produção de pesquisas orientadas para soluções que integrem desafios em mudanças ambientais com o desenvolvimento sustentável, de modo a satisfazer as necessidades humanas por alimentos, água, energia e saúde.

Colaborações inter e transdisciplinares entre pesquisadores das mais diversas áreas do conhecimento científico e tecnológico serão efetuadas de modo a encontrar as melhores soluções para as principais questões em torno do futuro do planeta.

Outra proposta da plataforma é aumentar a capacidade de pesquisa em ciência, tecnologia e inovação, especialmente em países em desenvolvimento, bem como engajar a nova geração de cientistas.

A plataforma Future Earth é uma iniciativa conjunta do International Council for Science (ICSU), do International Social Science Council (ISSC), do Belmont Forum, do Programa das Nações Unidas para o Meio Ambiente (Pnuma), da Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura (Unesco) e da Universidade das Nações Unidas (UNU). A Organização Meteorológica Mundial (OMM) participa como observadora. Agências de fomento à pesquisa em todo o mundo integrarão os esforços da iniciativa.

Como membro do Belmont Forum – consórcio que reúne agências de financiamento à pesquisa de 13 países, além das da Comunidade Europeia – a Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo (FAPESP) participará da iniciativa auxiliando na escolha dos temas das pesquisas, na elaboração das chamadas e na análise, seleção e cofinanciamento dos projetos. Cada projeto deverá ter a participação de pesquisadores de pelo menos três países.

“Um dos pontos fortes desta aliança é que ela congrega cientistas, usuários dos dados das pesquisas e as agências de fomento, que irão decidir pelo financiamento dos projetos. E algumas dessas agências de fomento estão reunidas no Belmont Forum, sendo que quatro delas são de países emergentes”, disse Carlos Henrique de Brito Cruz, diretor científico da FAPESP e membro do Belmont Forum.

Alguns dos próximos passos que deverão ser dados para a concretização da iniciativa serão a criação de um conselho de governança e de um comitê científico, que deverá ser estabelecido em 2013.

Mais informações sobre a Future Earth: www.icsu.org/future-earth. 

Fonte: Agência FAPESP 

Iniciou-se nesta quinta (14) no campus Cedeteg da Universidade Estadual do Centro Oeste (UNICENTRO), a abertura do "4º Simpósio de Pesquisa, Pós-Graduação e Inovação Tecnológica da Unicentro". O evento seguiu nesta sexta-feira (15), com mais três conferências.

Na abertura, o professor Claudio Mello, pró-reitor de Pesquisa e Pós-Graduação da Unicentro, fez um relato da evolução da pós-graduação na universidade e destacou que, neste ano, a instituição está submetendo, à Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior  (Capes), novas propostas para apreciação, sendo uma para o doutorado em Biologia Evolutiva, e as outras para os mestrados em Ensino de Ciências e Matemática, em Desenvolvimento Comunitário e em Engenharia Sanitária e Ambiental. Além destes, a Unicentro também submeterá a proposta de adesão ao mestrado profissional em rede nacional em Letras.

Encontro de Pós-Graduandos 

No período da tarde, foi realizado o "1º Encontro de Pós-Graduandos da Unicentro", que debateu o tema “Situação da pós-graduação no país e os desafios para os pós-graduandos”, ministrada pelo diretor de Comunicação da Associação Nacional de Pós-Graduandos (ANPG), Theófilo Rodrigues. O palestrante apresentou alguns dados da situação atual do Brasil na pós-graduação, como os rankings mundias de Artigos Científicos (13º lugar) e de Patentes (47º lugar), comparando com alguns outros países mais desenvolvidos na Ciência, como a Rússia, Japão, China e Estados Unidos.

Rodrigues também destacou algumas formas que o Brasil pode adotar para melhorar o desenvolvimento da Educação e da Ciência e Tecnologia. Durante a conferência, também foram discutidos pontos sobre  "Assistência" (aumento nas bolsas auxílios para os pós-graduandos), "Internacionalização" (melhoria no Programa Ciência Sem Fronteiras), "Assimetria" (desenvolvimento centralizado em alguns regiões do país) e o "Financiamento" (considerado ponto fundamental para a realização das pesquisas).

Após a explanação, houve um momento aberto para debates. O destaque nas discussões ficou por conta da sugestão de criação de uma Associação de Pós-Graduandos (APG) na Unicentro.

Fonte: UNICENTRO

A Comissão Especial do Plano Nacional de Educação (PNE – PL 8035/10) aprovou, nas tarde de ontem, em caráter conclusivo, o texto principal do deputado Angelo Vanhoni (PT-PR). Com exceção do Psol e do PDT, os demais partidos votaram a favor do relatório.

O PNE estabelece 20 metas educacionais que o Brasil deverá atingir em dez anos. A principal delas é a que determina um patamar mínimo de investimento em proporção ao PIB.

O relator fixou o índice em 8% do PIB, mas entidades científicas e estudantis, como a ANPG, a UNE e a UBES pedem 10% – atualmente o país aplica 5,1% do PIB em educação

Saiba mais: ANPG, UNE, UBES e SBPC organizam ato em Brasília: PNE Já!

Na próxima semana, não há previsão de reuniões da comissão do PNE por causa da Rio+20 e das festas juninas no Nordeste que deverão esvaziar o Congresso Nacional. Com isso, a votação dos 160 destaques apresentados ao relatório deve começar apenas dia 26. Com o calendário eleitoral começando a partir de julho, diminui as chances da tramitação do PNE termine neste ano, já que a proposta ainda precisa ser encaminhada ao Senado. 

Da Redação com informações da Agência Câmara.