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Confira as oito imagens enviadas pela Associação de Pós-Graduandos da Universidade Estadual do Norte Fluminense Darcy Ribeiro (APG-UENF) para ilustrar a mobilização realizada na universidade para divulgar a Semana Nacional de Mobilização pelo Reajuste de Bolsas Já! Houve mobilização na sua universidade também? Envie fotos, vídeos e/ou informações para [email protected].

A campanha de bolsas continua, assine o abaixo-assinado pelo reajuste!

Diretores da APG-UENF divulgama  campanha de bolsas em seminários da universidade.
Comunidade universitária nadere à campanha de bolsas com assinaturas em mural instalado pela APG-UENF.

 

A movimentação nos corredores da universidade garantiu a divulgação da campanha entregraduandos e pós-graduandos na UENF.
Estudante deixa sua mensagem em apoio à campanha pelo reajuste das bolsas de mestrado e doutorado.
Estudantes que participavam de seminários conheceram a campanha de bolsas por meio de divulgação feita pela APG-UENF.
Além da divulgação em seminários e pelos corredores, foram afixadas faixas no campus universitário.
A faixa chamou a atenção na principal rua da universidade.
Os cartazes com apoios à campanha foram espalhados pela UENF.

 

Encerrando a Semana Nacional de Mobilização e dando conitnuidade à Campanha pelo Reajuste de Bolsas Já, organizada pela ANPG em conjunto com APGs de todo o país, diretores e colaboradores da ANPG conversam com o Ministro Fernando Haddad (MEC), na câmara municipal de São Paulo nesta sexta-feira (23) à noite.

O Ministro reconheceu que existe defasagem nos valores: "já faz tempo que não aumenta, né?".

Nesta sexta também, as APGs da UFScar e da USP de Ribeirão Preto realizaram manifestações pelo reajuste de bolsas. Em Ribeirão Preto a APG iria entregar a pauta de reajuste ao presidente do CNPq, Glaucius Oliva, que estraia na universidade.

O diretor da ANPG Thiago Custódio (na foto), em conjunto com os pós-graduandos Márcio Ortiz Meinberg (PUC-SP) e Marcelo Arias (APG-USP), além da graduanda Eleonora Rigotti, também da USP (na foto), apresentaram a pauta pelo reajuste de bolsas ao ministro Fernando Haddad durante atividade na Câmara Municipal de São Paulo nesta sexta-feira (23) à noite. 

Da redação

 

Alguma vez você já assistiu ou leu uma matéria de jornal falando sobre algum avanço científico realizado em alguma universidade brasileira e notou que, ao falar do autor desse avanço, o jornal se referiu a ele como "pesquisador", não como "professor"? Normalmente quando isso ocorre o tal pesquisador é um aluno de mestrado ou doutorado naquela universidade.
 
Por APOGEEU*
 
Com a exigência cada vez maior do aumento de qualidade e de eficiência na universidade o trabalho de um professor tem ficado mais e mais corrido. Ele precisa preparar aulas para graduação e pós-graduação, preparar e revisar artigos, participar de comitês científicos, desempenhar funções administrativas dentro da universidade, orientar seus alunos de mestrado e de doutorado e manter-se atualizado sobre os mais recentes desenvolvimentos científicos em sua área de atuação. Tantas tarefas a serem feitas em tão pouco tempo, junto com uma crescente demanda pela publicação de trabalhos (a chamada política do "publique ou pereça"), fazem com que a função de um professor seja cada vez mais a de um líder de grupo de pesquisa do que a daquele velho cientista solitário. Nessa posição de líder, cabe ao professor definir as frentes que serão abordadas pelo grupo e orientar em algumas das decisões de como as pesquisas serão feitas, ficando a cargo de seus alunos (especialmente os de pós-graduação) o papel de desenvolver o estudo em si através de profundos levantamentos bibliográficos, projetos de experimentos, muitos e muitos dias em laboratório e, por fim, a apresentação dos resultados obtidos. Esta situação é tão real que atualmente é considerado quase impossível que um professor tenha relevantes trabalhos de pesquisa sem que ele esteja envolvido com a pós-graduação de sua faculdade. Aliás, nesta mesma noite de domingo em que escrevo este texto, muitos pós-graduandos estão trabalhando arduamente em seus laboratórios ou mesmo em suas casas, realizando experimentos, lendo ou escrevendo artigos científicos, ou preparando aulas que deverão ministrar para alunos de graduação. Provavelmente vários destes futuros mestres e doutores passarão esta noite em claro para conseguir terminar seus trabalhos.
 
No entanto, apesar de todo esse esforço exigido destes pesquisadores, seu trabalho quase nunca é reconhecido como tal pela sociedade. Quando uma pessoa pergunta a alguém "o que você faz?" e ouve como resposta de seu interlocutor que ele faz mestrado ou doutorado a reação mais comum que ela terá é perguntar "mas você só estuda, não trabalha?". Claro, não se pode culpar o "cidadão comum", afinal o meio científico poucas vezes fez questão de se apresentar ao grande público. O triste, porém, é que este mesmo comportamento também é visto onde mais se esperaria alguma forma de apoio e reconhecimento, nas agências federais de incentivo à pesquisa e à pós-graduação. Ao que parece, a CAPES e o CNPq vêem as bolsas pagas aos alunos de pós como ações de caridade, o que pode ser notado no fato de que, apesar de o Governo Federal propagandear o crescimento da participação brasileira na produção científica mundial (feito principalmente sobre as costas dos alunos de mestrado e doutorado), o último reajuste dos valores da bolsa foi feito em 2008, há mais de 3 anos, não havendo qualquer sinalização de aumento nem mesmo para 2012! A situação mostra-se ainda mais grave quando se considera que um aluno de pós-graduação não possui direitos trabalhistas, como previdência social, férias ou décimo-terceiro. O único direito garantido, que é a licença-maternidade, foi conseguido apenas no último ano, após muita luta.
 
As dificuldades iniciam-se logo quando o aluno ingressa na pós: como esta etapa da vida demanda muito trabalho, é comum os professores cobrarem que os pesquisadores de seu grupo dediquem-se exclusivamente a seus mestrados e doutorados, eliminando, assim, a possibilidade de que eles se sustentem através de um outro emprego. Porém, como as agências federais cobram que as universidades ocupem sempre todas as bolsas disponibilizadas a elas, poucas destas podem ser reservadas para os novos alunos. Isso faz com que quando alguém ingresse na pós esta pessoa não tenha quaisquer garantias sobre quando irá começar a receber sua bolsa, ou mesmo se irá recebê-la. A escolha pela dedicação exclusiva à pós-graduação torna-se, assim, um tiro no escuro. Caso o aluno tenha sorte e consiga sua bolsa ele já irá encontrar um valor muito defasado, porém ao longo dos anos a situação irá se tornar ainda mais difícil. Os reajustes de valores realizados são sempre muito esporádicos de forma que, ao final de sua pós-graduação, um aluno de doutorado poderá ter perdido um quarto de seu poder de compra. Esta situação faz com que muitos dos futuros doutores cheguem aos 30 anos sem qualquer patrimônio, dinheiro para emergências ou mesmo contribuição para o INSS. Creio que, com o que já foi exposto, não seja necessário dizer o quanto constituir família é uma decisão difícil durante este período.
 
Concentrando-se apenas em engenharia e tecnologia, cuja falta de profissionais é apontada como um dos atuais limitantes para o desenvolvimento do país, o baixo número de mestres e doutores na área é tamanho que motivou a Comissão de Serviços e Infraestrutura do Senado a recentemente propor uma lei que flexibilizasse a exigência de pós-graduação para professores destes cursos. Também, pudera, por lei o salário-mínimo de uma pessoa formada em engenharia, trabalhando 8 horas por dia, é de cerca de R$ 4.600,00 enquanto que a bolsa de mestrado para a mesma pessoa formada em engenharia é de apenas R$ 1.200,00. Assim, os poucos interessados em fazer uma pós-graduação na área o fazem só por idealismo — de serem professores, de estarem sempre juntos ao limiar do conhecimento ou de ajudarem o país. Isto é insuficiente para o Brasil, que precisa tanto resolver gargalos de infraestrutura e gerar riqueza para resolver seus problemas sociais. Fica claro, portanto, que mantida essa política governamental de desvalorização dos futuros mestres e doutores essa deficiência de pessoal capacitado no país irá se perpetuar.
 
Não apenas para a formação de professores universitário, o maior incentivo à pós-graduação em engenharia e tecnologia é necessário também para que o país possa gerar conhecimento e inovações próprias, deixando de ser apenas um importador de tecnologias. Esta demanda fica ainda mais necessária nesse momento em que indústrias têm migrado de todo o mundo para países com mão-de-obra barata, mantendo-se nacionais apenas os serviços que exigem alto nível de especialização. Esta situação, que começa a ser vista também no Brasil, pode ser observada nos EUA, onde o projeto de dispositivos de alta tecnologia é feito em solo americano mas a produção industrial deles é realizada principalmente na China. Assim, as empresas não inovadoras estão fadadas a serem "exportadas" para outros países. Nas vezes em que buscou investir em pesquisa e desenvolvimento o Brasil teve experiências positivas, como pode ser visto na agricultura, na exploração de petróleo e na aviação. É importante ressaltar que, para cumprir esse objetivo, é preciso atrair para a pós-graduação mais pessoas com alta capacidade, algo que depende muito do aumento do valor das bolsas de pós-graduação e não apenas do aumento do número destas, que é a política adotada pelo Governo Federal e por suas agências nos últimos anos.
 
O aumento apenas do número de bolsas de pós-graduação parece ser parte de uma política que busca colher apenas resultados eleitorais, afinal um aumento no número de inscritos em mestrados e doutorados é muito mais impactante no ouvido do eleitor do que o reajuste do valor das bolsas. Esse mesmo tipo de comportamente pode ser visto no programa Ciência sem Fronteiras, que pretende oferecer 75 mil bolsas para que alunos de graduação e de pós tenham experiências internacionais. Com certeza essa é uma nobre ideia, mas cabe também notar que atualmente já há bolsas disponíveis para esta finalidade que sequer são preenchidas por falta de procura. Sendo o caso, não seria mais adequado para o país que estes recursos fossem aplicados para a melhoria das condições da pós-graduação no país?
 
Apesar de problemas nas políticas da CAPES e do CNPq, certamente muitas das atitudes exigidas para sanar os problemas aqui levantados exigiriam mais recursos para a Ciência, a Tecnologia e o Ensino Superior. Assim, peço aos senhores deputados, que estão no momento preparando o orçamento da União, que pensem sinceramente no Brasil que precisamos para o futuro e quais são as formas como poderemos alcançá-lo. Creio que todos verão o papel crucial que a pós-graduação tem para esse novo país.
 
*APOGEEU é a sigla da Associação de Pós-Graduandos da Engenharia Elétrica da Unicamp.
 

 

Instalação de um contador de dias sem reajuste, mural de apoiadores da campanha, vídeo-depoimentos, passagem em sala com distribuição de panfletos, reuniões de pós-graduandos para discutir o assunto…. no país inteiro o movimento se organiza para divulgar a Semana Nacional de Mobilização pelo Reajuste de Bolsas Já! E nesta quinta-feira (22) é dia de Twittaço. Divulgue a hashtag #reajustedebolsasja!
 
Pressão
 
Nessa sexta-feira (23) a APG da USP de Ribeirão Preto fará um ato e entregará o abaixo-assinado pelo reajuste de bolsas ao presidente do CNPq, Glaucius Oliva, que estará na universidade. Sexta é também o dia do ato que a APG da UFScar está mobilizando em São Carlos. A atividade está marcada para ocorrer a partir das 13h30, da UTI até a Portaria da Área Sul da universidade.
 
As primeiras atividades da Semana Nacional de Mobilização pelo Reajuste de Bolsas Já, que começou segunda-feira (19) e segue até essa sexta-feira (23), foram uma festa-protesto da APG PUC-Rio, um debate na Unifesp e um ato irreverente organizado pelas APGs da Unicamp. 
 
Contador de dias
 
O movimento de pós-graduandos da Unicamp (Pró-Pós), que já fez festa de 3 anos sem reajuste e ato com coleta de moedas em um cofre com formato de porquinho, planeja instalar um mega contador de dias. As APGs da Unicamp fazem uma vigorosa campanha, com cartazes feitos por eles espalhados por toda a universidade, além de diversas atividades e uma permanente campanha virtual. 
 
A proposta foi absorvida pela APG da USP-FOB, em Bauru, cuja estratégia também é colocar na universidade um contador de dias sem reajuste das bolsas de mestrado e doutorado (que já são 1.208 nesta quinta-feira). 
 
Em sala de aula
 
Os pós-graduandos das universidades federal e estadual do Pará (UFPA e UEPA) estão divulgando a campanha em cada sala de aula e distribuindo materiais pelos corredores das universidades. O movimento também está gravando um vídeo com depoimentos de apoiadores da campanha, que será divulgado pelos perfis da ANPG no Twitter (@anpg) e no Facebook (Associação Nacional de Pós-Graduandos). 
 
Divulgar os panfletos da campanha é também a estratégia da APG da PUC-SP e da APG da Unifesp.
A APG da Universidade Estadual do Norte Fluminense (UENF) divulga a campanha com faixas espalhadas pela universidade e enviou um documento oficial ao pró-reitor da universidade comunicando sobre a reivindicação do movimento pelo reajuste das bolsas. 
 
Já na Universidade Estadual de Maringá (UEM), no Paraná, a APG instalou um mega mural para que os apoiadores da campanha deixem suas mensagens e assinaturas.
 
No parlamento
 
No Ceará, os pós-graduandos da UFC e da FIC pautaram com parlamentares do estado para que façam pronunciamentos na Câmara dos Deputados e no Senado Federal em defesa do reajuste das bolsas. Saiba como pressionar também as autoridades do Poder Executivo clicando aqui.
 
Organizando o movimento
 
Diversas APGs organizam reuniões com pós-graduandos para mobilizar a campanha, como é o caso da UFG, em Goiânia; da UFSC, em Florianópolis, e da USP de São Carlos.
 
Até em universidades onde há debate sobre greve, como é o caso da UFAC, a APG se mobiliza e procura realizar atividades em parceria com os servidores. A campanha também será apresentada na Assembleia Legislativa do Acre. 
 
A UnB também enfrenta greve, mas a APG garantirá uma reunião com os pós-graduandos na Colina (moradia) e pretende fixar uma faixa reivindicando o aumento do valor das bolsas em frente à sede da Capes, em Brasília.
 
Pelas ruas e pela rede
 
Além das ações nas universidades, os pós-graduandos promovem uma campanha virtual por toda a semana, sendo um destaque o Twittaço marcado para esta quinta-feira (22), com a hashtag #reajustedebolsasja
 
Envie também um vídeo com a sua opinião sobre o reajuste das bolsas. Pode ser via webcam, câmera do celular, da máquina fotográfica, tanto faz. O importante é que o vídeo termine com a frase "Reajuste de Bolsas Já!". Envie para [email protected] e também para o perfil da ANPG do Twitter e o do Facebook, além de todos os seus contatos, claro.
 
Participe!
ANPG
 

O mestrando em História pela Universidade Estadual de Maringá (UEM), no Paraná, Rafael Dias da Silva Campos, divulga uma carta denunciando os constantes atrasos da Fundação Auracária em realizar o pagamento das bolsas de pesquisa. Tal situação, relata Rafael, pode levá-lo a perder importantes oportunidades acadêmicas, comprometendo a pesquisa fomentada pela fundação por meio da sua bolsa.

Indigne-se você também! Mobilize-se pela valorização da pesquisa participando da Campanha Nacional pelo Reajuste de Bolsas Já! Saiba mais aqui

Confira abaixo a íntegra do documento divulgado pelo estudante.

"CARTA ABERTA

Com mais de um ano completo recebendo bolsa da Fundação Araucária, ainda não obtive o prazer de receber regularmente o auxilio financeiro. Os atrasos foram tantos e tão graves, sempre com a esperança de se regularizarem um dia, que cheguei mesmo a ficar três meses em atraso, justamente no período onde, o exercício de qualquer atividade remunerada ainda era proibido. Tive a sorte de contar com a ajuda financeira de minha mãe e até mesmo de meu orientador, que sempre extrapolou positivamente suas obrigações acadêmicas. 
 
Durante este período, encaminhei à submissão cinco artigos, em conjunto com este mesmo orientador, para revistas qualificadas (Qualis A1 a B2), com alguns inclusive de DATA. Participamos da elaboração de material bibliográfico para o curso de História do NEAD, sob auspícios do Governo Federal e as expectativas e motivações são ainda maiores. Tanto que nos propomos a ir à Portugal para discutir sobre a dissertação e apreender mais sobre minha área de pesquisa (História das Ciências).
 
Todavia, mesmo com as passagens compradas tem me ficado cada vez mais clara a necessidade de desistir desta profícua troca de conhecimentos, que poderia se concretizar durante o Congresso Luso-Brasileiro de História das Ciências em Coimbra (Portugal). O mecenato, mais que essencial em muitos dos meses anteriores, não me será possível aproveitar nesta ocasião graças ao órgão que tantas vezes deixou de observar a simples execução do pagamento mensal. Portanto, para simplesmente comer e dormir em Coimbra, mesmo oficialmente recebendo auxilio da Fundação Araucária, terei de recorrer a amigos e familiares para pagar as custas de tal investimento. Investimento este que prevê a divulgação de uma instituição que, recorrentemente, não tem cumprido sua obrigação primeva de pagar pelo desenvolvimento de meu ofício de pesquisador.
 
Caso o desenvolvimento da pesquisa científica no Estado do Paraná, ainda seja do real interesse da Fundação Araucária, a escolha pelo cumprimento de uma das normas deverá ser tomada, como seja, o real compromisso com o desenvolvimento da pesquisa e pagamento de seus pesquisadores. Seria lamentável, que a instituição promotora de pesquisa do Estado que está entre as cinco maiores arrecadações do país em 2010, com R$ 27.516.204.812 (vinte sete trilhões, quinhentos e dezesseis milhões, duzentos e quatro mil e oitocentos e doze reais) não possa cumprir algo previsto no orçamento anual.
 
Rafael Dias da Silva Campos
Mestrando em História
Universidade Estadual de Maringá"
 
Da redação
A “Semana Nacional de Mobilização pelo Reajuste das Bolsas Já!”, de hoje (19) até sexta (23), começou com muita divulgação pelo Twitter e pelo Facebook. Com a justa pauta de reajuste imediato das bolsas de mestrado e doutorado Capes e CNPq, congeladas há 3 anos, a campanha engrossa o também a reivindicação de 10% do PIB para Educação e 50% do Fundo Social do Pré-Sal para Educação, Ciência e Tecnologia. Por todo o país as APGs se organizam para mobilizar em torno da campanha e você também pode participar!
 
 
Além da divulgação das postagens da ANPG no Twitter (@anpg) e Facebook (Associação Nacional de Pós-Graduandos), a ideia é que cada pessoa grave um depoimento curto e envie para a ANPG. Vale fazer só o seu depoimento ou pegar vários, de quem faz disciplina com você, ou colega de laboratório, de quem mora com você, do(a) seu(sua) orientador(a) ou de qualquer outro(a) apoiador(a) da pauta. Envie para [email protected] e/ou para os perfis da ANPG nas redes sociais. Termine o vídeo sempre com a frase “Reajuste de Bolsas Já”!
 
Enxurrada de e-mails
 
Outra proposta da campanha é fazer uma enxurrada de e-mails para autoridades com a pauta do reajuste. Segue abaixo um modelo de e-mail (fique à vontade para escrever o seu próprio texto) e os endereços de quem queremos pressionar. 
 
Corte, cole e envie. Contribua com a campanha!
 
 
Linha de Assunto: Campanha pelo Reajuste de Bolsas Já!
 
Exmo.(a) Sr(a) Nome da autoridade
Cargo 
 
Escrevo para reivindicar o reajuste imediato das bolsas de mestrado e doutorado no país, com valor congelado desde 2008. Apoio e faço parte da "Campanha Nacional pelo Reajuste de Bolsas Já!", organizada pela Associação Nacional de Pós-Graduandos (ANPG).
 
ASSINATURA
Atividade que exerce e/ou instituição em que faz pesquisa


Endereços de e-mail sugeridos:
 
Excelentíssima Senhora Dilma Rousseff
Presidenta da República
 
Exmo. Sr. Aloizio Mercadante
Ministro de Estado da Ciência, Tecnologia e Inovação (MCTI)
 
Exmo. Sr. Fernando Haddad
Ministro de Estado da Educação (MEC)
 
Ilmo. Sr. Glaucius Oliva
Presidente do Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq)
 
Ilmo. Sr. Jorge Guimarães
Presidente da Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (CAPES)
 
 
Participe!
 
Mobilize uma ação da campanha na sua universidade e envie as informações para [email protected].
Assine e divulgue o abaixo-assinado online pelo #reajustedebolsasja
Siga a ANPG no Twitter (@anpg) e no Facebook (Associação Nacional de Pós-Graduandos)
Ajude a fazer uma enxurrada de e-mails para o Poder Executivo e o Legislativo 
Repercuta as ações da campanha e dissemine informações sobre o reajuste. Utilize sempre a hashtag #reajustedebolsasja
Envolva todos os seus contatos na campanha
 
ANPG
 

 

A ANPG, em conjunto com APGs de todo o país, lhe convida a participar da Semana Nacional de Mobilização pelo Reajuste de Bolsas Já! A idéia é realizar ações nas universidades de todo o país, além de promover uma forte divulgação pelas redes sociais em prol do reajuste imediato do valor das bolsas de mestrado e doutorado. Se as bolsas não tiverem um reajuste agora, em 2012 uma bolsa de mestrado da Capes ou do CNPq estará valendo menos do que 2 salários mínimos. Indigne-se. Participe!
 
Uma semana após o 38o CONAP, reunião das APGs de todo o país que aprovou a campanha de bolsas, em 31 de agosto de 2011, a ANPG participou da Marcha dos Estudantes em Brasília e apresentou a pauta pelo reajuste à presidente Dilma Rousseff. (Fotos: Vitor Vogel)

O movimento nacional de pós-graduação brasileiro está em campanha permanente pelo reajuste do valor das bolsas de mestrado e doutorado, há mais de 3 anos congeladas. Ações pelo Brasil durante as Jornadas de Lutas do movimento estudantil, entrega da pauta à presidenta Dilma e o abaixo-assinado online, lançado no início da campanha, são iniciativas concretas para que a pauta seja atendida. As APGs também se mobilizam e nós lhe convidamos a realizar uma atividade na sua universidade também! 

 
O Brasil vive um momento propício para impulsionar um crescimento que garanta justiça social e aproveite as possibilidades do país de forma sustentável. Temos o desafio de construir dois grandes eventos esportivos mundiais e descobrimos uma riqueza natural imensa, o pré-sal, que deve ser utilizada para o desenvolvimento do país com a participação de todo o seu povo neste processo. Assim, a educação e a pesquisa científica devem ser entendidas como instrumentos essenciais para o melhor aproveitamento desta janela histórica de tantas possibilidades e desafios que vivem o país. 
 
Menos de 2 salários mínimos
 
É urgente uma política permanente de valorização das bolsas de pesquisa para o Brasil. A defasagem histórica das bolsas levou a uma situação de diminuição do benefício ao longo dos anos, o que pode ser constatado analisando a trajetória do valor das bolsas em comparação a  qualquer índice nacional (IPCA, salário mínimo, salário médio das pessoas com formação superior, etc.). O governo Dilma até agora não deu nenhuma sinalização de pôr fim a um congelamento de 3 anos e, caso as bolsas não sejam reajustadas neste ano, chegaremos a 2012 com a bolsa de mestrado, por exemplo, valendo menos do que 2 salários mínimos (cujo reajuste previsto no Orçamento é para R$ 612). Diante do discurso de arroxo dos gastos publicos para manter as metas de inflação e superávit, é nosso papel pressionar pelo fortalecimento do sistema nacional de bolsas, considerando o pesquisador bolsista enquanto elemento chave da produção científica nacional. A bolsa de pesquisa deve ser entendida como instrumento central de estímulo e, portanto, de elevada importância ao interesse e desenvolvimento da C,T&I no país.   
 
Ações da Semana pelo Reajuste de Bolsas Já
 
Nesta semana de 19 a 23 de setembro, convocamos todos(as) os(as) pós-graduandos(as) brasileiros(as) a se incorporarem em uma grande campanha de coleta de assinaturas do abaixo-assinado e ações nas universidades, além de uma grande campanha virtual.
 
Vale passeata, ato com nariz de palhaço, festa-protesto de aniversário dos 3 anos sem reajuste, mural de apoiadores da campanha, paralisação do seu laboratório por 1h, coleta de moedas para garantir o orçamento do MEC e do MCTI para aumentar o valor das bolsas, contador de dias sem reajuste, debates, moções de apoio e qualquer ação que consiga chamar a atenção da comunidade universitária ao problema da desvalorização das bolsas de pesquisa. Participe também da campanha virtual com a hashtag #reajustedebolsasja e ajude na divulgação do abaixo-assinado e das ações da campanha pelo Twitter e pelo Facebook.
 
Envie seu vídeo-depoimento 
 
Além das ações nas universidades, precisamos fazer a campanha chegar ao conjunto da sociedade. Grave a sua mensagem dizendo porque é importante para o Brasil a valorização das bolsas de pesquisa. Pode ser via webcam, câmera do celular ou da máquina fotográfica, enfim, o fundamental é que você grave a sua mensagem. Termine sempre com a frase "Reajuste de Bolsas Já!". Publique o vídeo e/ou envie para o e-mail [email protected]. Envie também para o perfil da ANPG do Twitter (@anpg) e o do Facebook (Associação Nacional de Pós-Graduandos) e para todos os seus contatos.
 
Enxurrada de e-mails a autoridades
 
Por fim, ajude a fazer uma enxurrada de e-mails a autoridades do Poder Executivo apresentando a nossa pauta. Confira aqui o texto padrão e os endereços de e-mail de autoridades que devem dar resposta sobre uma política de valorização das bolsas. 
Outubro
 
A campanha continuará com a construção de agendas com o Executivo para apresentação do resultado da campanha e entrega do abaixo-assinado até o mês de outubro. No mesmo período a ANPG apresentará emendas ao Orçamento da União com o objetivo de aumentar os recursos destinados às bolsas de pesquisa.
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Elisangela Lizardo
Doutoranda em Educação, História, Política, Sociedade na PUCSP 
Presidente da ANPG
(Fotos: Vitor Vogel) 
 
CONTATOS:
(11) 5081-5566 – [email protected] – www.anpg.org.br
 

 

No último dia 31 de agosto, enquanto cerca de 10 mil pessoas participavam da Marcha dos Estudantes em Brasília, os pós-graduandos da Unicamp também se mobilizaram.

O movimento dos pós-graduandos da Universidade, denominado Pró-pós, organizou um ato com cartazes e… cofrinhos! Com os porquinhos na mão, os integrantes das 8 APGs da universidade e pós-graduandos que aderiram à campanha saíram pedindo moedas. O irreverente objetivo é fazer uma doação da quantia arrecadada ao governo federal para ver se assim é possível completar o Orçamento da União a fim de garantir o reajuste das bolsas de mestrado e doutorado.

As 81 fotos do divertido ato podem ser conferidas em álbum postado no Facebook.

Na Semana Nacional de Mobilização pelo #reajustedebolsasja, o Pró-pós da Unicamp vai lançar um mega contador de dias sem reajuste em novo ato para movimentar a universidade.

 

Unifesp

Nesta semana outras duas ações deram largada às movimentações da semana pelo #reajustedebolsasja. Na quarta-feira (14) um dos debates da 1ª Semana dos Pós-Graduandos da Unifesp foi sobre bolsas. A ANPG foi convidada para debater com mais de 100 pós-graduandos presentes à atividade a respeito da atual situação do acúmulo de bolsas com atividade remunerada – visto que há muita incerteza sobre as regras e critérios desde a confusão gerada pela Capes e pelo CNPq em maio deste ano. A campanha pela valorização das bolsas também foi discutida e a APG se animou a realizar uma mobilização na próxima semana (19 a 23). Chegou a se falar em paralisação das pipetas durante uma hora, como forma de protesto.

PUC-Rio

Na quinta-feira (15) foi a vez da APG PUC-Rio realizar sua ação na campanha, com uma festa-protesto no espaço cultural da entidade.  Confira as imagens da sede da APG PUC-Rio, em campanha permanente pelo reajuste.

Semana Nacional de Mobilização

Nesta semana de 19 a 23 de setembro, convocamos todos(as) os(as) pós-graduandos(as) brasileiros(as) a se incorporarem em uma grande campanha de coleta de assinaturas do abaixo-assinado e ações nas universidades, além de uma grande campanha virtual.

Vale passeata, ato com nariz de palhaço, festa-protesto de aniversário dos 3 anos sem reajuste, mural de apoiadores da campanha,paralisação do seu laboratório por 1h, coleta demoedas para garantir o orçamento do MEC e do MCTI para aumentar o valor das bolsas,contador de dias sem reajuste, debates,moções de apoio e qualquer ação que consiga chamar a atenção da comunidade universitária ao problema da desvalorização das bolsas de pesquisa.
Participe também da campanha virtual com a hashtag #reajustedebolsasja e ajude na divulgação do abaixo-assinado e das ações da campanha pelo Twitter e pelo Facebook. Envie vídeo com a sua mensagem em apoio à campanha (sempre finalizando com a frase “Reajuste de Bolsas Já!”) e ajude a fazer uma verdadeira enxurrada de e-mails nas caixas de mensagens de representantes do poder Executivo e do Legislativo a partir de segunda-feira (19).

 Participe!

Há cinco anos, em 2007, a Academia Brasileira de Ciências criou uma nova categoria de Membro: os Afiliados. Desde então, cada vice-presidência regional da ABC elege, a cada ano, até cinco pesquisadores de excelência, com menos de 40 anos, para que se tornem Membros Afiliados por cinco anos. Hoje em número de 112, esses jovens brilhantes cientistas de todas as regiões do país deram nova vida à Academia. Todos atuam em áreas de fronteira e têm demonstrado, por seus trabalhos, um grande potencial científico.
 
Assim, através de um Comitê Científico composto exclusivamente por Membros Afiliados, a ABC organizou para setembro de 2011 o Simpósio "Ciência, Tecnologia e Inovação: Visões da Jovem Academia". O Comitê considerou que o grupo tem tido diversas oportunidades para mostrar a qualidade da ciência que fazem, mas gostariam de ter espaço para discutir questões relativas às políticas científicas e fazer sugestões, visando ampliar e fortalecer o crescimento, já significativo, da ciência brasileira.
 
• Como melhorar os critérios de avaliação acadêmica no Brasil, de forma a que seja mais centrada na qualidade do que na quantidade? 
• De que maneira o país pode incentivar e valorizar o envolvimento de seus melhores cientistas com o ensino básico e a divulgação de ciência?
• Quais as estratégias possíveis para o aumento no número de doutores em todas as regiões do país? 
• Como incentivar a criação de pólos de difusão e popularização de ciência e tecnologia em todas as regiões do país?
• Como incentivar a criação de start-ups a partir de resultados inovadores de pesquisa?
• Publicar, patentear ou prototipar? Como incentivar e valorizar a criação de patentes? 
• Como dar apoio aos pesquisadores para que façam pesquisa e cuidem menos das tarefas de gestão e administração dos projetos?
 
Essas e outras perguntas serão o foco dos debates programados para o Simpósio, que será realizado na sede da Academia Brasileira de Ciências, nos dias 14, 15 e 16 de setembro, das 9 às 17hs. Veja a programação anexa.
 
Certamente, essa será uma oportunidade especial para interagir com esses jovens cientistas de excelência, que estão construindo o presente e, certamente, muito contribuirão para o futuro da ciência no país, como pesquisadores, gestores de C,T&I e, possivelmente, como Membros Titulares da ABC.
 
SERVIÇO
 
EVENTO: Simpósio "Ciência, Tecnologia e Inovação: Visões da Jovem Academia"
DATA: 14, 15 e 16 de setembro
HORA: das 9 às 17h
LOCAL: Academia Brasileira de Ciências
               Rua Anfilófio de Carvalho, 29, 3º andar
               Centro – Rio de Janeiro 
               (próximo ao metrô Cinelândia)
INFORMAÇÕES: Assessoria de Comunicação da ABC
                              (21) 3907-8126 / 29 / 15
                              [email protected]
Fonte: ABC
Uma semana após a reunião das APGs de todo o país que aprovou a campanha de bolsas, a ANPG participou da Marcha dos Estudantes em Brasília e apresentou a pauta à presidente Dilma Rousseff.
31 de agosto de 2011

A ANPG, em conjunto com APGs de todo o país, lhe convida a participar da Semana Nacional de Mobilização pelo Reajuste Já. A campanha pretende contar com atividades em diversas universidades pelo país, além de promover uma forte divulgação pelas redes sociais em prol do reajuste imediato do valor das bolsas de mestrado e doutorado. Participe!

O movimento nacional de pós-graduação brasileiro está em campanha permanente pelo reajuste do valor das bolsas de mestrado e doutorado, há mais de 3 anos congeladas. Ações pelo Brasil durante as Jornadas de Lutas do movimento estudantil, entrega da pauta à presidenta Dilma e o abaixo-assinado online, lançado no início da campanha, são iniciativas concretas para que a pauta seja atendida. As APGs também se mobilizam, realizando atividades locais como debates, festa de aniversário dos 3 anos sem reajuste, coleta de moedas para garantir o orçamento do MEC e do MCTI para aumentar o valor das bolsas, contador de dias sem reajuste, entre outras ações.

Ações da Semana Nacional de Mobilização pelo Reajuste Já

Nesta semana de 19 a 23 de setembro, convocamos todos(as) os(as) pós-graduandos(as) brasileiros(as) a se incorporarem em uma grande campanha de coleta de assinaturas do abaixo-assinado e ações nas universidades, além de uma grande campanha virtual.

Vale passeata, moção de apoio, debate, ato de repúdio aos 3 anos de congelamento e qualquer ação que consiga chamar a atenção da comunidade universitária ao problema da desvalorização das bolsas de pesquisa. Faremos também uma campanha virtual com a hashtag #reajusteja e divulgação do abaixo-assinado e das ações da campanha pelo Twitter e pelo Facebook.

Envie seu vídeo-depoimento 

Além das ações nas universidades, precisamos fazer a campanha chegar ao conjunto da sociedade. Grave a sua mensagem dizendo porque é importante para o Brasil a valorização das bolsas de pesquisa. pode ser via webcam, câmera do celular ou da máquina fotográfica, enfim, o fundamental é que você grave a sua mnensagem. Termine sempre com a frase "Reajuste de Bolsas Já!". Publique o vídeo e/ou envie para o e-mail da campanha ([email protected]). Envie também para o perfil da ANPG do Twitter e o do Facebook. 

Por fim, ajude a fazer uma enxurrada de e-mails aos Poderes Executivo e Legislativo apresentando a nossa pauta. A partir de segunda-feira, divulgaremos um texto padrão e os endereços de e-mail de autoridades que devem dar resposta sobre uma política de valorização das bolsas. 

Mobilize uma ação da campanha na sua universidade e envie as informações para [email protected].

Baixe materiais da Campanha de Bolsas

Assine e divulgue o abaixo-assinado pelo #reajustedebolsasja 

A campanha continuará com a construção de agendas com o Executivo para apresentação do resultado da campanha e entrega do abaixo-assinado até o mês de outubro. No mesmo período a ANPG apresentará emendas ao Orçamento da União com o objetivo de aumentar os recursos destinados às bolsas de pesquisa.

Momento propício

O Brasil vive um momento propício para impulsionar um crescimento que garanta justiça social e aproveite as possibilidades do país de forma sustentável. Temos o desafio de construir dois grandes eventos esportivos mundiais e descobrimos uma riqueza natural imensa, o pré-sal, que deve ser utilizada para o desenvolvimento do país com a participação de todo o seu povo neste processo.

Assim, a educação e a pesquisa científica devem ser entendidas como instrumentos essenciais para o melhor aproveitamento desta janela histórica de tantas possibilidades e desafios que vivem o país. É fundamental fortalecer o sistema nacional de bolsas, considerando o pesquisador bolsista enquanto elemento chave da produção científica nacional. A bolsa de pesquisa deve ser entendida como instrumento central de estímulo e, portanto, de elevada importância ao interesse e desenvolvimento da C,T&I no país.

E você? Já construiu alguma atividade na sua universidade? Participe!

  • Pelo reajuste imediato das bolsas de mestrado e doutorado
  • Por uma política permanente de valorização das bolsas de pesquisa

CONTATOS:

(11) 5081-5566 – [email protected] – www.anpg.org.br