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Foi lançado nesta terça-feira, 28, o novo Programa Institucional de Bolsas de Doutorado Sanduíche no Exterior (PDSE). A iniciativa substitui o antigo Programa de Doutorado no País com Estágio no Exterior (PDEE) no sentido de ampliar, desburocratizar e facilitar o processo de concessão de bolsas de estudo de estágio no exterior. A primeira novidade do novo programa é a duplicação do atual número de bolsas.

Cada curso de doutorado receberá em 2011 duas cotas de bolsa, que representa 12 meses de estudo, que pode ser utilizada por até três estudantes em um período mínimo de quatro meses. A previsão é de que sejam oferecidas pela Capes 2.800 bolsas de doutorado sanduíche neste ano, parte de uma oferta crescente que deve chegar a 7.669 bolsas de doutorado sanduíche em 2014. O PDSE faz parte da meta do governo federal de chegar a 75 mil bolsistas no exterior, até 2014.

Para participar do PDSE, alunos de cursos de doutorado habilitados devem reunir a documentação necessária para a seleção prévia na instituição de ensino superior e encaminhá-la ao coordenador do programa de pós-graduação. A coordenação do programa irá compor uma comissão para análise das propostas e escolherá os candidatos aptos a participar. Então, o candidato apto faz sua inscrição online no site da Capes.

As instruções detalhadas constam no Regulamento do Programa.

Acesse a portaria que implementa o programa e conheça mais sobre o PDSE.

 

(Ascom Capes)

Na sexta-feira dia 17 de junho, foram apuradas as urnas do processo eleitoral da Associação de Pós-Graduandos da Universidade Federal da Bahia, que aconteceu nos dias 16 e 17. O resultado elegeu a chapa "APG é Pra Lutar!", com 125 votos dos 128 votantes. O processo ocorreu com voto direto em urna presencial nas faculdades de Educação, Enfermagem, Filosofia, Psicologia, Música, Reitoria, Instituto de saúde coletiva, Biologia, Arquitetura, Engenharia e Letras. A posse da gestão eleita está marcada para o próximo dia 30 de junho.

Exigindo melhores condições de estudar, com mais verbas para assistência estudantil, pela reversão dos cortes da educação e por mais e melhores bolsas, a nova diretoria eleita é composta pelos estudantes Cristina Paraiso do Programa de Pós-Graduação em Educação, Erick Fróes da residência em Saúde Coletiva, Fernando Cunha do PPG em Educação, Ionaldo Araujo do PPG em Comunicação, Linnesh Ramos do PPG em Educação, Mateus Dantas do PPG em Música, Melina Alves do PPG em Educação, Murilo Oliveira do PPG em Educação, Nildo Batista do PPG em Enfermagem e Antônio Sergio do PPG em Música.

Sobre o processo eleitoral, a nova diretoria faz uma avaliação bastante positiva, tendo em vista o salto qualitativo no processo de democratização das decisões da entidade pela realização de uma eleição transparente e com voto presencial e direto, com uma participação bastante interessante dos estudantes da pós-graduação da UFBA, haja visto que estamos em um período de final de semestre. Nosso desafio agora é manter a mobilização, divulgar o papel da APG entre os colegas que nos procuraram durante as eleições e continuar a impulsionar campanha por mais e melhores bolsas da ANPG, dando continuidade à coleta de adesões ao abaixo-assinado que se iniciou durante o período de campanha da chapa.

(Fernando Cunha, membro da gestão eleita)

No dia 16 de junho a Comissão de Acompanhamento de Políticas e Programas do Conselho Nacional de Juventude (CAP-Conjuve), dentre os quais a presidente da ANPG, Elisangela Lizardo, se reuniu com a secretária nacional de Juventude, Severine Macedo, a secretária-adjunta, Ângela Guimarães e equipe da SNJ responsável pela sistematização do Programa Temático Juventude do Plano Plurianual (PPA) 2012-2015. Durante a reunião, Conjuve se solidariza com os pós-graduandos na luta pela garantia dos seus direitos e pela valorização das bolsas de pesquisa.

Em debate sobre a portaria conjunta CAPES/CNPq n°01/2010 e nota de esclarecimento divulgada neste ano sobre as supostas interpretações errôneas acerca o acúmulo de bolsas, o Conjuve apoia a luta dos pós-graduandos para garantir que nenhuma bolsa seja cancelada pela nova interpretação de uma regra que já estava em vigor e sem um legítimo processo administrativo, previsto em nossa legislação.

Na reunião, o Conjuve também defende a campanha pelo reajuste dos valores das bolsas de mestrado e doutorado, congelados há três anos. Em nota, a comissão declara que o fortalecimento do sistema nacional de bolsas e que a valorização deste benefício devem ser entendidos como instrumento fundamental para o desenvolvimento em ciência e tecnologia no país.

Segue abaixo a nota publicada pelo Conjuve:   
O Conselho Nacional de Juventude (Conjuve), que reúne dezenas de organizações juvenis brasileiras, solidariza-se com os(as) pós-graduandos(as) na luta pela garantia dos seus direitos e pela valorização das bolsas de pesquisa.

Em julho de 2010 a Capes e o CNPq publicaram uma portaria permitindo o acúmulo de bolsas de pesquisa com atividade remunerada, até então proibido pela legislação. Em maio deste ano, uma nota de esclarecimento divulgada pelos presidentes dessas duas agências de fomento à pesquisa apresentou uma interpretação restritiva a respeito deste acúmulo previsto pela Portaria Conjunta da Capes e do CNPq nº 1, de julho de 2010. Como conseqüência, a Capes fez circular um ofício que orientava os programas de pós-graduação a cancelarem as bolsas de todos os bolsistas que possuíssem vínculo empregatício, contrariando o sentido da portaria publicada em julho.

Diante da situação, a Associação Nacional de Pós-Graduandos (ANPG), a APG da UnB e a APG da UFRJ, representando os(as) estudantes de todo o país, reuniram-se com o presidente da Capes, professor Jorge Guimarães, e esta agência enviou às universidades um novo ofício circular, anulando o cancelamento de bolsas. Embora o resultado tenha sido vitorioso, estava criada a confusão e a conseqüência é que há programas de pós-graduação e pró-reitorias que ainda mantêm o corte das bolsas, desrespeitando o direito de pós-graduandos e contrariando a própria decisão da agência de fomento.

Em meio a esta confusão, a afirmação proferida pelo presidente da Capes que mais anima o movimento nacional de pós-graduandos é a garantia de que nenhum(a) professor(a) do ensino básico público terá sua bolsa cancelada. O Conjuve corrobora a opinião desse movimento de que o incentivo à formação de docentes e outras políticas voltadas ao ensino básico devem merecer atenção especial por parte do governo federal.

O Conjuve apoia a luta dos(as) pós-graduandos(as) para garantir que nenhuma bolsa seja cancelada pela nova interpretação de uma regra que já estava em vigor e sem um legítimo processo administrativo, previsto em nossa legislação.

O Conselho Nacional de Juventude apoia, ainda, a luta dos(as) pós-graduandos(as) pela valorização das bolsas de pesquisa, ora expressa na campanha pelo reajuste dos valores das bolsas de mestrado e doutorado, congelados há três anos.

O fortalecimento do sistema nacional de bolsas e a valorização deste benefício devem ser entendidos como um instrumento fundamental ao desenvolvimento científico e tecnológico do Brasil.

O Brasil vive um momento propício para impulsionar um crescimento que garanta: justiça social e aproveite as possibilidades do país de forma sustentável. Temos o desafio de construir dois grandes eventos esportivos mundiais e descobrimos uma riqueza natural imensa, o pré-sal, que deve ser utilizada para o desenvolvimento do país com a participação de todo o seu povo neste processo.

Assim, a educação e a pesquisa científica devem ser entendidas como instrumentos essenciais para o melhor aproveitamento desta janela histórica de tantas possibilidades e desafios que vivem o país. Neste contexto, a juventude brasileira se coloca a postos para ajudar a construir os melhores caminhos para efetivar essas possibilidades.

Em defesa do Brasil, o Conjuve apoia a luta dos(as) pós-graduandos(as) em defesa dos seus direitos e pelo reajuste dos valores das bolsas de mestrado e doutorado em todo o país.

Conjuve
Brasília, 6 de junho de 2011

(da Redação)

 

A Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (Capes) do Ministério de Educação do Brasil e o Instituto de Pesquisa Weizmann situado em Rehovot, Israel, assinaram neste mês de junho acordo de cooperação científica. Este acordo permitirá a elaboração de editais de apoio a intercâmbio de pessoal e cooperação de grupos de pesquisa de interesse comum. O acordo é o primeiro programa de cooperação internacional da Capes com Israel.

O documento assinado explicita o interesse em aprofundar a cooperação acadêmica entre instituições de ensino superior brasileiras e israelenses, a fim de promover o desenvolvimento da ciência e tecnologia em ambos os países.

Com a assinatura, tanto a Capes quanto o Instituto Weizmann se comprometem a promover a estabelecer um programa de intercâmbio estudantil e promover o intercâmbio em programas em áreas de qualificação de professores e tecnologias da educação. Além disso, o memorando traz como objetivos fomentar a parceria universitária e apoiar seminários, workshops e conferências.

 

Instituto Weizmann

Fundado em 1934 por Chaim Weizmann, o Instituto Weizmann tem atualmente cerca de 2.500 estudantes e oferece cursos de mestrado e doutorado em matemática, informática, física, química, e biologia, bem como diversos programas interdisciplinares.

Dois professores da Faculdade de Ciências de Informação do Instituto Weizmann, Amir Pnueli e o criptográfo Adi Shamir, já receberam o Prêmio Turing, considerado equivalente ao Prêmio Nobel nas ciências de informação. Em 2009, a professora do Departamento de Estruturas Biológicas também do instituto, Ada Yonath, recebeu o Nobel de Química.

Conheça o Instituto Weizmann da Ciência.

 

(Ascom Capes).

Está aberta a inscrição para a 9ª edição do Prêmio Destaque do Ano na Iniciação Científica, uma iniciativa do CNPq, em parceria com a Academia Brasileira de Ciências (ABC) e a Sociedade Brasileira para o Progresso da Ciência (SBPC).

O prêmio, criado em 2003, busca premiar os trabalhos de destaque entre os bolsistas de Iniciação Científica (IC) do CNPq, sob os aspectos de relevância e qualidade do seu relatório final de pesquisa, e as instituições participantes do Programa Institucional de Bolsas de Iniciação Científica (Pibic) que contribuíram de forma relevante para o alcance dos objetivos do programa.

Podem concorrer os bolsistas de Iniciação Científica do CNPq com pelo menos 12 meses de bolsa e que estejam em processo de renovação (2011-2012). Serão concedidas até nove premiações, distribuídas entre bolsistas das três grandes áreas do conhecimento: Ciências Exatas, da Terra e Engenharias; Ciências da Vida; e Ciências Humanas e Sociais, Letras e Artes.

Os três primeiros colocados de cada área receberão quantia em espécie, sendo R$ 3,3 mil para o terceiro lugar, R$ 4,2 mil para o segundo colocado e R$ 5,1 mil para o primeiro lugar, que também receberá bolsa de mestrado e passagem aérea com hospedagem para a participação na Reunião Anual da SBPC, em 2012.

Na categoria Mérito Institucional, concorrerão instituições que participam do Pibic e que tenham bolsistas inscritos no prêmio. A premiação caberá à instituição com maior índice de egressos do Pibic titulados na pós-graduação, em cursos reconhecidos pela Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (Capes).

O índice de egressos será aferido pela quantificação dos ex-bolsistas que se titularam no mestrado ou doutorado. Os orientadores dos bolsistas agraciados serão convidados pelo CNPq a participarem da cerimônia de entrega, que será realizada durante as comemorações da Semana Nacional de Ciência e Tecnologia e Inovação, entre 17 e 23 de outubro deste ano.

Inscrição – A inscrição, que é individual deve ser feita nas Pró-Reitorias de Pesquisa e Pós-Graduação ou nas Coordenações do Pibic das instituições de ensino e pesquisa até 19 de agosto. Os bolsistas além de preencherem a ficha de inscrição devem entregar o relatório final, histórico escolar, e carta de recomendação do orientador sobre o perfil e atuação do bolsista.

As instituições devem transmitir ao CNPq, até 2 de setembro, os três melhores relatórios dos bolsistas de IC do CNPq, um por grande área do conhecimento para concorrer na etapa nacional.

(Agência MCT)

Até a próxima quinta-feira (30), o 5º Encontro de Arquivos Científicos, promovido pelo Museu de Astronomia e Ciências Afins (Mast/MCT) e pela Fundação Casa de Rui Barbosa (FCRB), recebe trabalhos de pesquisadores interessados em apresentar seus resultados na ocasião. O evento chega à quinta edição com o tema “Políticas de Aquisição e Preservação de Acervos em Universidades e Instituições de Pesquisa”. O Encontro acontecerá entre os dias 26 e 30 de setembro, na Casa de Rui Barbosa.

Pesquisadores de quaisquer áreas podem inscrever seus trabalhos, de acordo com quatro temas definidos pela organização. São eles: “A formação dos acervos científicos: a aquisição como estratégia de produção e preservação da memória científica”; “Políticas de aquisição e políticas de preservação: o desafio institucional de saber quem, como e por que se define o que deve ser adquirido e preservado”; “Pesquisadores, arquivistas e conservadores: o diálogo em busca de políticas e diretrizes para a preservação do patrimônio científico”; e “Usuários dos arquivos científicos: o papel das instituições de custódia de acervos na mediação entre o direito de acesso e as informações com restrições”.

Um resumo do trabalho, com 200 a 300 palavras, um breve currículo dos autores do projeto, com 150 palavras, e bibliografia básica devem ser enviados para o e-mail [email protected]. A divulgação dos trabalhos selecionados para a edição de 2011 será feita através do site do Encontro no dia 28 de agosto. A página está em fase de conclusão e abrigará a programação completa do evento, com todo o seu conteúdo disponível também em inglês.

“Começamos em 2003 com dois dias. Este ano, teremos uma semana de Encontro. O evento já se consolidou como um grande encontro de arquivos científicos no Brasil e no exterior”, conta Maria Celina Soares de Mello e Silva, arquivista e organizadora do evento no Mast. Em destaque, está a parceria de pesquisa entre Conselho Internacional de Arquivos (ICA), com sede na França, e o Museu, em 2009, originada durante o 5º Encontro de Arquivos Científicos. O “Guia Básico para Preservação de Arquivos de Laboratório”, produzido pelo Mast e apresentado no evento, chamou a atenção do ICA, que desenvolvia um projeto semelhante na época.
 

(MCT)

A BG Brasil assinou nesta terça-feira (21/6) carta de intenções no Palácio Itamaraty, em Brasília, para financiar até 450 bolsas de estudo para estudantes e pesquisadores brasileiros nas melhores universidades e centros de pesquisa do mundo, em períodos que variam de cinco a oito anos. A cooperação inclui estágios na indústria, participação de acadêmicos das melhores universidades mundiais e criação de institutos tecnológicos no país.

O programa é um esforço conjunto da BG Brasil, do Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq) e do Ministério da Ciência e Tecnologia (MCT). O vice-primeiro-ministro britânico, Nick Clegg; o ministro das Relações Exteriores, Antônio Patriota; o ministro britânico para a Educação e a Ciência, David Willets; e o diretor-executivo do BG Group, Martin Houston, estiveram presentes na cerimônia.

“Estamos investindo até US$ 17,5 milhões com o objetivo de contribuir para a melhora da competitividade tecnológica e a geração de inovação do Brasil. Este projeto é parte de um ambicioso plano de investimento em pesquisa e desenvolvimento que traçamos para ao país com investimentos em torno de US$ 1,5 bilhão até 2025”, disse Martin Houston.

O plano oferece estágios remunerados na indústria para criar uma rede global de tecnologia. A parceria ainda prevê a contratação de professores e pesquisadores de renome internacional em suas áreas de atuação para formar o corpo de docentes da rede de Institutos BG que serão criados dentro das universidades brasileiras.

(Via Eu Estudante/Correio Web)

Pesquisadores das três Américas e da Europa estarão reunidos em Belém (PA), a partir de hoje (22), para apresentar e discutir estudos sobre Antropologia, Arqueologia e História na América do Sul, durante a VII Conferência da Sociedade para a Antropologia das Terras Baixas da América do Sul (Salsa). O evento, que vai até domingo (26), é promovido pelo Museu Paraense Emílio Goeldi (MPEG/MCT) juntamente com a Salsa.

O fato de Belém estar na Amazônia, região que concentra questões da maior relevância para os estudiosos das ciências humanas, foi definitivo na escolha da primeira cidade da América do Sul para sediar a VII Salsa. Além disso, a parceria com o Museu Goeldi é de significativa importância, já que a instituição é referência de pesquisa da região Norte, voltada para o estudo da natureza, da cultura e da sociedade da Bacia Amazônica, aí incluídas as pesquisas antropológicas.

 

Na próxima quinta-feira (23), às 20 horas, no Teatro Maria Sylvia Nunes, na Estação das Docas, participantes da Conferência vão discutir as ”Dimensões antropológicas da luta contra as barragens do Xingu”. A sessão terá a participação de Megaron Txukarramae, da etnia Kayapó e diretor da Administração Executiva Regional da Funai em Colíder-MT; de Josinei Nascimento Gonçalves Arara, liderança Arara, da aldeia Terra Wongã, localizada na  Volta Grande do Xingu, região  afetada pela construção Hidrelétrica de Belo Monte. Participam também da mesa redonda, Elza Xipaia, presidente da Associação dos Índios Moradores de Altamira e de um membro da ONG, Tarcísio Feitosa, ganhador do Goldman Prize, considerado o Nobel do meio ambiente.

A VII Conferência conta ainda com a participação de lideranças indígenas como a do pajé e presidente da Associação Yanomami Hutukara, Davi Kopenawa Yanomami, que comporá mesa redonda sobre “Conhecimento Indígena e Antropológico: possibilidades de diálogo”, que acontece na sexta-feira (24), às 20 horas, no Teatro Maria Sylvia Nunes, na Estação das Docas. Da mesa, participa também Andre Fernando Baniwa, liderança indígena e vice-prefeito de São Gabriel da Cachoeira (AM).Na ocasião, os integrantes da mesa abordarão diversos aspectos sobre Belo Monte desde a questão sobre a água do rio Xingu até as políticas econômicas previstas para a região.

 

Conferência

A VII Conferência da Salsa acontece no Teatro Maria Sylvia Nunes, na Estação das Docas e no Auditório Alexandre Rodrigues Ferreira, do Museu Goeldi, localizado na Av. Magalhães Barata. O período será de troca de conhecimento e contará com mais de 150 trabalhos com apresentação em sessões temáticas, além de painéis e mesas redondas, que discutirão várias vertentes da antropologia, arqueologia e da história  com ênfase para a cultura indígena.

Hoje (22), às 19 horas, será aberta a exposição “Amazônidas: 145 anos de pesquisas do Museu Goeldi sobre as sociedades amazônicas”. A mostra celebra as contribuições da instituição para o conhecimento das sociedades amazônicas, destacando a trajetória de alguns pesquisadores, a formação do acervo e os principais projetos desenvolvidos atualmente.

A Sociedade para a Antropologia das Terras Baixas da América do Sul é uma sociedade internacional, que reúne especialistas da América Latina, América do Norte, Europa, com o objetivo de promover e divulgar pesquisas antropológicas, arqueológicas e históricas sobre diversos povos, culturas e sociedades, em suas relações mútuas e com seus ambientes, situados nas terras baixas da América do Sul, especialmente na Amazônia.  Desde 2001 tem como objetivo fornecer uma associação profissional independente para os antropólogos especializados em terras baixas da América do Sul, visando fomentar a pesquisa sobre povos e ambientes de várzea da América do Sul. As conferências da Salsa são realizadas no intervalo de seis anos.

(Via MTC)
 

Focado nas áreas de inteligência artificial aplicada à automação e dispositivos eletrônicos integrados, os interessados têm até 22 de agosto para se inscrever para seleção. Ministrado no campus SBC (avenida Humberto de Alencar Castelo Branco, 3972, bairro Assunção, em São Bernardo), o curso é direcionado a engenheiros e profissionais em geral que almejam obter mais conhecimentos em eletrônica ou inteligência artificial, em três linhas de pesquisas, para cada área.

Em Inteligência Artificial Aplicada à Automação, as pesquisas versam sobre os temas Planejamento e Aprendizado da Máquina, Visão Computacional e Processamento de Imagens, e Navegação de Robôs Móveis. Já em Dispositivos Eletrônicos Integrados, as opções são Caracterização Elétrica de Dispositivos MOS, Simulação e Modelagem de Dispositivos MOS, e Projeto de Circuitos Integrados Dedicados. Estas áreas atendem desde estudos em reconhecimento de padrões e inteligência computacional até análises de confiabilidade em circuitos e eletrônica embarcada.

"O curso visa, além de estimular o desenvolvimento de pesquisas científicas e inovações tecnologicas nos seus segmentos de atuação, a capacitação de docentes e pesquisadores para instituições de ensino e pesquisa", afirma o professor Carlos Eduardo Thomaz, coordenador do curso.

O programa foca na formação de profissionais altamente competentes para o mercado de trabalho e realizar pesquisa nas áreas estratégicas de inteligência artificial aplicada à automação e dispositivos eletrônicos integrados. Além disso, é projetado tanto para alunos em tempo integral (com possibilidade de bolsas Capes, CNPq, Fapesp e Institucional) como para profissionais que atuam no mercado.

O curso é noturno e ministrado duas vezes por semana, das 18h30 às 22h10. Informação sobre inscrição pelo telefone (11) 4253-2910, com Adriana, ou no portal da FEI – www.fei.edu.br.

(Ascom FEI)

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A Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (Capes) seleciona projetos conjuntos de pesquisa nas diversas áreas do conhecimento para os programas Probral 1 e 2.

O objetivo é apoiar o intercâmbio científico entre grupos de pesquisa brasileiros e alemães, e a formação de recursos humanos. A inscrição pode ser feita até 1º de agosto.

A proposta deve estar vinculada a um programa de pós-graduação avaliado pela Capes, além de contemplar a formação de pós-graduandos e o aperfeiçoamento de docentes e pesquisadores vinculados aos referidos programas, e ter caráter inovador, considerando, inclusive, o desenvolvimento da área no contexto nacional e internacional.

Serão apoiadas missões de trabalho que consistem no financiamento de viagens para docentes doutores, com duração de, no mínimo dez e, no máximo, 20 dias, cujos benefícios englobam passagens aéreas, diárias e seguro saúde. Também serão apoiadas missões de estudo que consistem na concessão de bolsas de estudo no exterior aos estudantes participantes dos projetos, nas modalidades de doutorado sanduíche e de pós-doutorado.

(Ascom Capes)