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Foi publicado nesta quinta-feira, 20, o edital do novo Programa de Bolsas de Doutorado para Docentes – Mercosul. O programa é destinado aos professores universitários para que possam realizar cursos de doutorado em universidades do Mercosul.  A iniciativa busca assim criar vínculos entre as universidades por meio da integração e cooperação entre os pesquisadores e suas práticas de ensino aprendizagem e pesquisa. As inscrições vão até o dia 31 de março.

Os docentes universitários, preferencialmente de universidades públicas, constituem os principais beneficiários do programa. Os benefícios custeados aos estudantes brasileiros no exterior são bolsa de estudos de doutorado no valor de US$ 1.300 pelo período de até 48 meses além de auxilio instalação, transporte aéreo e seguro saúde. Aos estudantes estrangeiros no Brasil, serão oferecidas bolsas de estudos de doutorado no valor integral de R$ 1.800,00 por mês.

No Brasil, a seleção será executada pela Diretoria de Relações Internacionais (DRI) da Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (Capes). A seleção e o acompanhamento dos projetos serão conduzidos na Argentina, pela Secretaria de Políticas Universitárias (SPU) do Ministério da Educação. No Paraguai, pela Direção Geral de Educação Superior do Ministério da Educação. No Uruguai, pela Universidade da República (Udelar). Na Venezuela, pelo Ministério do Poder Popular para a Educação Universitária (MPPEU).  No Chile, pela Divisão de Educação Superior do Ministério da Educação.

Mais informações podem ser obtidas pelo email  [email protected] . O início das atividades está previsto para o 1° Semestre de 2012.

Fonte: Portal CAPES

 O número de mestres e doutores titulados no Brasil dobrou nos últimos dez anos. De 2001 a 2010, a quantidade de pesquisadores formados por ano no país passou de 26 mil para cerca de 53 mil, segundo a Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (Capes).

 De acordo com o órgão, só em 2010, 12 mil receberam o título de doutor e 41 mil o de mestre. Esses dados constam do balanço final do Plano de Ação em Ciência, Tecnologia e Inovação divulgado pelo governo federal no fim do ano passado.

 O documento compila informações de vários órgãos ligados à pesquisa no país e avalia o resultado de um plano de investimento lançado pelo Ministério da Ciência e Tecnologia em 2007.

 Segundo o documento, só em 2009, 161 mil estudantes estavam matriculados em programas de mestrado e doutorado de universidades brasileiras. O número equivale a 90% da soma dos mestres e doutores titulados no país de 2003 até 2009.

 "Esses números são extremamente significativos", afirmou o pró-reitor de Pós-Graduação da Universidade de São Paulo (USP), Vahan Agopyan. "Para padrões latino-americanos, é um crescimento muito grande. Mas ainda temos que avançar".

 Em entrevista à Agência Brasil, Agopyan disse que o aumento na titulação de pesquisadores deve-se principalmente ao investimento governamental. Segundo ele, governo federal e de alguns estados como São Paulo, Paraná e Bahia entenderam a importância da pesquisa para o desenvolvimento do país e, por isso, passaram dar mais atenção ao setor.

 Por conta disso, nos mesmos dez anos, o número de cursos de pós-graduação no país também cresceu. Em 2001, eles eram 1,5 mil. Já em 2009, subiram para 2,7 mil. Só as universidades federais têm quase 1,5 mil programas de mestrado ou doutorado.

 Além disso, cresceu o número de bolsas de estudo concedidas a estudantes. Em 2001, a Capes e Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq) concederam 80 mil bolsas de mestrado e doutorado. Em 2010, foram 160 mil.

 Todo esse investimento, entretanto, não atingiu às expectativas do ministério. No lançamento do plano de ação, a previsão era de que o Brasil passasse a investir o equivalente a 1,5% do seu Produto Interno Bruto (PIB) em pesquisas até 2010. O montante chegou a 1,25%.

 "Empresas também precisam investir em pesquisa", complementou Agopyan, apontando uma das falhas que o país precisa resolver. "O Brasil é grande. Precisamos formar pelo menos 20 mil doutores por ano".

 A China, por exemplo, investiu 1,44% do seu PIB em 2007. Com isso, formou 36 mil doutores. Já o Japão, um dos países mais inovadores do mundo, investiu 3,44% e formou 17 mil doutores em um ano.

  

Fonte: Agência Brasil

Ocorrerá na próxima sexta-feira (21 de janeiro), durante a 7ª Bienal da UNE, a reunião da diretoria da ANPG, que conta com 31 membros. A reunião será no Rio de Janeiro, às 14h, e pós-graduandos e APGs de todo o país estão convocados a participar. A reunião teve o local alterado e agora será realizada no Auditório do Museu da República (Rua do Catete, 153 – Bairro: Catete).

Entre os principais assuntos a serem debatidos na reunião está uma campanha pelo reajuste das bolsas de mestrado e doutorado, visto que estas bolsas já estão há três anos sem reajuste, contrariando a política de valorização de bolsas aprovada no último Plano Nacional de Pós-Graduação (PNPG 2005-2010). Um elemento que tensiona este debate é o esforço que o governo federal vem fazendo para garantir metas de inflação e superávit, implementando cortes em orçamentos como o do Ministério da Ciência e Tecnologia (MCT), do qual foram retirados R$ 600 milhões para um fundo que objetiva reservar recursos para o pagamento de juros da dívida pública. A ANPG entende que Educação e C&T não são gastos, mas sim investimentos, e a importância do investimento em C&T para o desenvolvimento soberano do país será um dos temas discutidos.
 
 
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Temas vários relacionados à política nacional de ciência e tecnologia também serão debatidos, visto que a diretoria debaterá a atualização da visão política da entidade, já que este é o primeiro fórum da ANPG que ocorre desde a posse da nova presidente da república, Dilma Rousseff.
 
Outro tema a ser debatido é a organização do Conselho Nacional de Associações de Pós Graduandos (CONAP), evento que deve ocorrer ainda neste semestre.
 
O CONAP
 
O CONAP é um fórum deliberativo constituído pelas diretorias da ANPG e de APGs, comissões Pró-APGs, Federações de Cursos e Associações de Médicos Residentes cadastradas de cada Instituição de Ensino Superior ou Pesquisa que mantenham programa de pós-graduação, tendo cada diretoria o direito a um voto.

Serviço
 
Reunião ampliada da diretoria da ANPG
Quando: dia 21 de janeiro (sexta-feira), às 14h
Onde: Auditório do Museu da República (Rua do Catete, 153 – Bairro: Catete)
Rio de Janeiro, RJ

 
 
Da Redação
 

O ministro Fernando Haddad confirmou nesta terça-feira (18) a nova equipe que vai compor o ministério. Além dos novos nomes, Haddad anunciou novas secretarias e também fusões.

Malvina Tuttman, reitora da Universidade Federal do Estado do Rio de Janeiro (UniRio), assumirá a presidência do Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais (Inep), no lugar de Joaquim Soares Neto, que pediu demissão em dezembro.

O novo titular da Secretaria de Educação Superior (Sesu) é o professor Luiz Cláudio Costa, reitor da Universidade Federal de Viçosa (UFV).

O MEC terá novas secretarias. Uma delas, destinada a cuidar especificamente da questão da regulação dos cursos superiores. O primeiro titular será o professor Luís Fernando Massonetto, da Universidade de São Paulo (USP).

A outra secretaria terá a responsabilidade de intensificar as relações com as redes municipais e estaduais de educação. O comando ficará com o deputado federal Carlos Abicalil (PT-MT).

A nova titular da Secretaria de Educação Continuada, Alfabetização e Diversidade (Secad) será a professora Cláudia Dutra, ex-secretária de Educação Especial. A Secretaria de Educação Especial (Seesp) será incorporada à Secad.

Quem fica

Já a Secretaria de Educação a Distância (Seed) será extinta e suas atribuições serão repassadas para a Secretaria de Educação Básica (SEB), cuja titular é Maria do Pilar Lacerda, mantida no cargo.

Permanecem ainda nos cargos Eliezer Pacheco, da Secretaria de Educação Profissional e Tecnológica (Setec); Jorge Guimarães, da Coordenação de Aperfeiçoamento do Pessoal de Nível Superior (Capes); Daniel Balaban, do Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação (FNDE), e José Henrique Paim Fernandes, da Secretaria-Executiva.

Fonte: Jornal da Ciência, com informações da Assessoria de Comunicação do MEC
 

Conferência em Paris marca lançamento oficial do Ano.
 
O Ano Internacional da Química, organizado pela Unesco e pela União Internacional de Química Pura e Aplicada, celebrará as contribuições vitais da química. Para lançar o Ano, célebres químicos, incluindo vários ganhadores do Prêmio Nobel, participam de conferência nos dias 27 e 28 de janeiro, na sede da Unesco (Paris).
 
Após celebrar o Ano Internacional da Astronomia, em 2009, e o Ano Internacional da Biodiversidade, em 2010, é a vez de promover atividades voltadas para a química.
 
Os objetivos gerais do Ano são: aumentar a valorização e o entendimento públicos sobre química para atender às necessidades do mundo; estimular o interesse dos jovens pela química; gerar entusiasmo pelo futuro criativo da química; celebrar o papel das mulheres na química, ou os principais eventos históricos na química, inclusive os centenários do Prêmio Nobel de Marie Curie, além da fundação da Associação Internacional de Sociedades Químicas.
 
Mais informações podem ser obtidas no site oficial do Ano.
 
Fonte: Jornal da Ciência
Na madrugada do dia 12 de janeiro de 2011, o Brasil perdeu um dos mais importantes cientistas do mundo. O físico teórico Jayme Tiomno morreu, aos 90 anos, no Rio de Janeiro e mais uma vez não vimos sequer uma linha escrita sobre o fato nos grandes veículos de comunicação do país. Concordo que a contratação de um grande craque do futebol para um dos maiores times brasileiros possa ser a primeira página – afinal, o futebol é uma paixão nacional. Uma tragédia como a da região serrana carioca deve ocupar também as chamadas principais. Porém, nem uma nota de rodapé noticiando a perda de um cientista da envergadura de Jayme Tiomno. Isso chega a ser uma indelicadeza, uma falta de respeito com a memória nacional.
 
Por Antônio Arapiraca*
 
O professor Tiomno foi um dos precursores no desenvolvimento da física no país e, juntamente com César Lattes, José Leite Lopes, Marcelo Damy e Mário Schemberg, entre outros, ajudou na formação de uma sólida estrutura de pesquisa. Ele também participou da fundação de instituições como o Centro Brasileiro de Pesquisas Físicas (CBPF) no Rio de Janeiro. Pouco é divulgado, mas o Brasil conta com uma das mais sólidas escolas em física de partículas do mundo e grandes avanços na área foram protagonizados por pesquisadores brasileiros como Jayme Tiomno. O prestigiado físico norte-americano John Archibald Wheeler declarou certa vez, em 1998: "Eu sempre penso que Tiomno foi um físico pouco reconhecido. Seu trabalho de 1947-1949 sobre captura e decaimento de muons foi pioneiro e mereceria o devido reconhecimento via premiação adequada".
 
Amadorismo, contra-senso e sensacionalismo
 
Estaria Wheeler se referindo à Real Academia de Ciências da Suécia? Sim, em carta escrita ao físico sueco Stig Gunnar Lundqvist, em 6 de fevereiro de 1987, Wheeler recomenda a inclusão de Tiomno na concessão da honraria daquele ano (o Prêmio Nobel de Física). O episódio está relatado em mais detalhes em artigo da Revista Brasileira de Ensino de Física publicado em 2003 pelos físicos José Maria Filardo Bassalo e Olival Freire Júnior, professores das Universidade Federal do Pará e da Universidade Federal da Bahia respectivamente. Neste artigo, intitulado "Wheeler, Tiomno e a física brasileira", os autores passam em revista as relações entre o físico brasileiro e o físico norte-americano, seus trabalhos em parceria e como o regime militar afetou o desenvolvimento desta ciência no país.
 
O reconhecimento de Wheeler não foi suficiente para o comitê do Nobel, mas o impacto dos trabalhos de Tiomno é amplamente reconhecido na literatura especializada da área. Todos os dias no mundo inteiro suas formulações são utilizadas, mesmo que no nosso país pouco se saiba sobre este e tantos outros cientistas.
 
Para mim foi tão espantoso a ausência de qualquer comentário acerca do assunto na grande mídia, que me debrucei teimosamente sobre algumas editorias de ciência. Nenhuma citação sobre a morte do cientista. Em lugar de uma pauta como essa, estampava na chamada principal da editoria de ciência de um "grande" jornal do país: "Cientistas criam frangos que não desenvolvem gripe aviária". Chega a ser patético tamanho amadorismo, contra-senso e sensacionalismo. Acredito eu que o leitor, de qualquer que seja o nível, entenderia que cientistas modificam e não "criam" frangos. Com esse exemplo, talvez até Aldous Huxley, no universo ficcional do seu brilhante Admirável Mundo Novo, com seus ovos bokanovskizados, acharia mise-en-scène, factoide e deselegante a atual cobertura de ciência e tecnologia da mídia nacional.
 
*Antônio Arapiraca é ex-vice-presidente da ANPG.
 
Fonte: Observatório da Imprensa

A Fundação Araucária de Apoio ao Desenvolvimento Científico e Tecnológico do Paraná será presidida por Paulo Roberto Slud Brofman

 

Professor do Centro de Ciências Biológicas e da Saúde da Pontifícia Universidade Católica do Paraná (PUC-PR), Brofman disse que se sente honrado em ter recebido o convite para assumir a presidência de um dos principais agentes na atuação da política de ciência e tecnologia do Paraná.

"Este cargo, muito bem conduzido pelo professor Zeferino Perin, trará a mim a responsabilidade imensa de buscar solidificar o que está bom e tentar melhorar e expandir a capacidade operativa da fundação, buscando, na esfera municipal e federal, parcerias que possam disponibilizar mais recursos para ciência e tecnologia paranaense", comentou Brofman.

A posse será no dia 1° de fevereiro, às 11h. O local ainda será definido.
 
Brofman tem 61 anos, é nascido em Curitiba e médico com especialização em cirurgião cardiovascular. Formado pela Universidade Federal do Paraná (UFPR) em 1972, fez residência, especialização, mestrado e doutorado na Universidade de São Paulo (USP).

Foi professor visitante da Universidade de Toronto e membro honorário do Instituto de Tecnologia Biomédica da Universidade de Erlangen-Nuremberg-Alemanha. Foi também presidente da Sociedade Paranaense de Cardiologia, da Sociedade Brasileira de Cirurgia Cardio-vascular e da Associação Brasileira de Terapia Celular.

Na PUC-PR, além de professor, é coordenador do Núcleo de Tecnologia Celular, pertencente a Rede Nacional de Terapia Celular do Ministério da Saúde. Além disso, é membro do Comitê Científico do Programa Binacional de Terapia Celular Brasil/Argentina e coordenador da Subagenda Nacional de Prioridades de Pesquisa em Saúde na área de Complexo Industrial da Saúde-Biotecnologia da Secretária de Ciência, Tecnologia e Insumos Estratégicos do Ministério da Saúde.

(Assessoria de Comunicação da Seti/PR)

Fonte: Jornal da Ciência

A presidente da ANPG, Elisangela Lizardo, participou do 1º Encontro de Grêmios da União Brasileira dos Estudantes Secundaristas (Ubes), na mesa “Ciência, Pesquisa e Extensão no Ensino Médio”. O debate contou também com a presença do professor Isaac Roitman (SBPC).
 
A Presidente da ANPG, Elisangela Lizardo, participou neste domingo (16) da mesa “Ciência, Pesquisa e Extensão no Ensino Médio”, que integrou o 1° Encontro de Grêmios da União Brasileira dos Estudantes Secundaristas (UBES), que se encerra na terça-feira (18) no Rio de Janeiro.  O presidente da Comissão de Educação da Sociedade Brasileira para o Progresso da Ciência (SBPC), Isaac Roitman, debateu com Elisangela.

A presidente da ANPG ficou animada com a disposição dos estudantes em debater ciência: "os jovens secundaristas acham que a ciência pode ser bem legal, mas que é necessário fazê-la de forma criativa, com a utilização de laboratórios, de experimentos… o debate foi muito proveitoso, deu para sentiu o interesse dos secundaristas por projetos de iniciação científica e por ciência".

Houve até quem se descobrisse cientista durante o debate, conta Elisangela. Vanderlei é um estudante do Amazonas. Interessado, ele participou do debate e surpreendeu-se com a descoberta de que cientista não é só quem faz experimentos em laboratórios. “O Vanderlei, do Amazonas, por exemplo, se descobriu cientista. Um cientista social. Até então, ele acreditava que só era cientista quem desenvolvia algum trabalho nas áreas de física, química ou biologia”, conta Elisangela.

Os participantes da mesa foram convidados a participar da 63ª Reunião da Sociedade Brasileira para o Progresso da Ciência (SBPC), a realizar-se em Goiás, e do 3º Salão de Divulgação Científica da ANPG, que ocorre durante essa reunião. O salão é organizado pelas entidades estudantis, ANPG, Ubes e também a União Nacional dos Estudantes (UNE).

 
7ª Bienal da UNE

Durante esta semana, a ANPG continua no Rio de Janeiro, onde organiza sua reunião de diretoria, participa do 4º Diálogo Nacional de Organizações e Movimentos Juvenis (saiba mais aqui ) e organiza a Mostra Científica da Bienal (saiba mais aqui ).

Da redação

O Ministro da Ciência e Tecnologia, Aloizio Mercadante, nomeou o engenheiro eletrônico Glaucius Oliva para ser o novo presidente do Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq).

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Glaucius Oliva é graduado pela Escola de Engenharia de São Carlos da Universidade de São Paulo (USP), tem mestrado (USP) e doutorado (pela University of London) em Cristalografia. Seus principais interesses de pesquisa estão centrados em biologia estrutural e suas aplicações no planejamento e desenvolvimento de novos fármacos, com particular ênfase em doenças endêmicas brasileiras. Glaucius Oliva é membro titular da Academia Brasileira de Ciências (ABC) e comendador da Ordem Nacional do Mérito Científico.

Fonte: Portal do MCT
 

Uma primeira radiografia da estrutura da secretaria de Ciência, Inovação e Desenvolvimento Tecnológico, e de seus órgãos vinculados, foi apresentada na segunda-feira ao governador do Rio Grande do Sul, Tarso Genro, pelo secretário Cleber Prodanov

No encontro entre Genro e Prodanov, realizado no Palácio Piratini, houve a entrega de propostas de, segundo Prodanov, "curtíssimo, curto, médio e longo prazos" ao governador. Ainda em janeiro, por exemplo, o governo do estado deverá autorizar o lançamento de uma série de editais da Fundação de Amparo à Pesquisa do Rio Grande do Sul (Fapergs), no valor superior a R$ 20 milhões, nas áreas de iniciação científica, bolsas de pesquisa, inovação e fomento à relação universidade/empresa .

Os editais, conforme o secretário, "serão uma boa sinalização com impacto na comunidade científica", movimentando pesquisadores na execução de trabalhos em busca da inovação, com recursos da Fapergs e da própria secretaria.

O norte da política estadual para o setor, disse Prodanov, "é a pesquisa, a inovação e a transferência de tecnologia". Outra prioridade será a de investir na captação de recursos. "Já começamos isso junto à Financiadora de Estudos e Projetos (Finep), Ministério da Ciência e Tecnologia (MCT) e outros órgãos da União", adiantou o secretário.

Prodanov também anunciou a remodelação no lançamento de editais. "Eles serão diferenciados, transversais e articulados com outras secretarias", garantiu.

Por proposta do governador, simultaneamente ao trabalho de reorganização da Secretaria e reposicionamento da sua estrutura em relação à inovação, "serão atacadas questões urgentes relacionadas, por exemplo, à Fapergs e Uergs, assim como se dará grande importância à busca de mais verbas para aplicação nas áreas da pesquisa, inovação e transferência de tecnologia no Rio Grande do Sul".

(Com informações da Assessoria de Comunicação da Fapergs)

 

Fonte: Jornal da Ciência