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Durante audiência com diretores da ANPG, o Ministro disse ainda que se há alguém no Brasil que defende a Ciência e a Tecnologia, esse alguém é o Presidente Lula.

 

Na terça-feira, 25, além da posse da ANPG em Brasília, a entidade participou também de uma reunião com o Ministro da Ciência e Tecnologia, Sérgio Rezende. A atividade faz parte da Caravana da ANPG pelos direitos dos pós-graduandos, que levou ao Ministério a carta programa consolidada em meses de construção pelo Brasil, com três reivindicações principais: aumento em 30% dos valores das bolsas; ampliação em 50% do número de bolsas de mestrado e doutorado; garantia de licença maternidade às pós-graduandas.

Em resposta a essas pautas, o ministro garantiu uma mesa de negociações composta por representantes do MEC, MCT, CAPES e ANPG. Outra grande vitória anunciada pelo Ministro foi a garantia de assento da ANPG no Conselho Deliberativo do CNPq para o próximo período. Leia mais

Questionado a respeito dos cortes no orçamento e qual seria a extensão do impacto na área, Sérgio Rezende, descontraindo o tom formal do encontro, disse que se há alguém que defende a Ciência e a Tecnologia no Brasil, esse alguém é o Presidente Lula. Contando aos presentes que está previsto o anúncio, nos próximos meses, do aumento do valor das bolsas, a ser implementado a partir do início de 2011.

Aumento de investimentos em C, T&I

Confirmando o tom da reunião de terça-feira, no primeiro dia da 4ª Conferência Nacional de Ciência, Tecnologia e Inovação (CNCTI), quarta-feira, 26, em cerimônia com a presença do presidente Luiz Inácio Lula da Silva foi anunciado um pacote de investimentos para a área de C, T&I. Ao todo, deverão ser disponibilizados pela Financiadora de Estudos e Projetos (FINEP) até R$ 2,5 bilhões em programas de cooperação com o Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) e em chamadas públicas voltadas para universidades, instituições de ciência e tecnologia e empresas.

Na ocasião, o presidente declarou-se um "cúmplice" da ciência e tecnologia. Em seu discurso garantiu que a proposta de Orçamento para 2011, que tem que ser enviada para o Congresso Nacional até agosto, vai prever mais recursos para ciência e tecnologia. "Até agosto, teremos que apresentar o Orçamento de 2011. Então, quem estiver disputando as eleições, que dispute, porque na lei orçamentária nós vamos colocar um pouquinho mais para ciência e tecnologia. Queremos exportar inteligência, conhecimento", disse Lula.

 

O áudio completo do discurso pode ser acessado no Blog do Planalto: blog.planalto.gov.br/

Durante a cerimônia Lula assinou mensagens de envio de três projetos de lei do executivo para o Congresso. Os projetos preveem a criação de três institutos de ciência e tecnologia – um no Nordeste, outro no Pantanal e um terceiro focado em estudos da água.

 Aproveitando a oportunidade também foram lançados a chamada da Subvenção Econômica do ano de 2010 e um edital para apoio a pós-doutorado. Foi firmado também um protocolo de intenções para uma parceria entre FINEP e BNDES na área de inovação, além de autorizações para lançar editais focados no apoio a tecnologias associadas à exploração de petróleo na camada pré-sal e de recuperação da infraestrutura em universidades públicas.

 

Da redação, com informações do Portal Vermelho, Jornal da Ciência e Portal Andifes.







Formar uma cultura científica é um dos desafios do governo federal para os próximos anos.

No primeiro dia de debates da Conferência Nacional de Ciência, Tecnologia e Inovação(CNCTI), cerca de 300 pessoas participaram da sessão paralela “Construção da Cultura Científica”.

Os palestrantes defenderam a criação de uma Rede Nacional de Popularização da Ciência, Tecnologia e Inovação. A proposta é que a rede seja coordenada pelo Ministério da Ciência e Tecnologia (MCT) e tenha participação de outros ministérios, como o da Educação e o da Cultura. Formar uma cultura científica é um dos desafios do governo federal para os próximos anos.

Na opinião de Luana Bonone, diretora da ANPG "O envolvimento dos Ministérios da Educação e da Cultura nesse debate é de fundamental importância, pois eles estão diretamente ligados ao processo de educação e conseqüente popularização da Ciência no país.”

 O antropólogo do Museu Nacional e vice-presidente da SBPC, Otávio Velho, afirma que o diálogo é fundamental para o processo científico. "Muitos cientistas acreditam que a pesquisa deles não é questionável. É uma obrigação de todos [pesquisadores] conversar com a sociedade. A partir dessa discussão podem surgir pontos importantes para o estudo", disse.

 Os eventos realizados para a sociedade em geral são oportunidades para que haja esse diálogo. "A semana Nacional de Ciência e Tecnologia é um bom exemplo. Foram mais de 20 mil atividades em mais de 500 municípios no ano passado. As pessoas conhecem mais sobre C&T e como ela é importante para o dia-a-dia", disse o diretor do Departamento de Popularização e Difusão da Ciência e Tecnologia do MCT, Ildeu de Castro Moreira.

Popularização da Ciência foi, inclusive, o tema do 1ª Salão Nacional de Divulgação Científica realizado pela ANPG em outubro de 2009, como parte da programação da Semana Nacional de Ciência e Tecnologia. Organizado em conjunto com a União Nacional dos Estudantes (UNE), a União Brasileira dos Estudantes Secundaristas (Ubes) e a Comissão Executiva Nacional do Programa Tutorial (CENAPET).

 

Da redação, com informações da Assessoria de Comunicação do MCT.

 




Discussão mobilizou a mesa Propriedade Intelectual para a Promoção da Inovação, em uma das sessões temáticas sobre Ambiência para a Inovação, realizadas no primeiro dia (26) da 4ª CNCTI

Patentes polêmicas de fármacos e produtos químicos contrapuseram a ideia difundida entre gestores de CT&I e em outros setores industriais de que a proteção intelectual é condição para a inovação.

O secretário de Tecnologia Industrial do Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior (Mdic), Francelino Grando, coordenou a sessão ressaltando a importância da ampla discussão do tema perante a sociedade.

O vice-presidente de Estudos e Planejamento da Associação Brasileira das Indústrias de Química Biotecnologia e suas Especialidades (Abifina), Marcos Oliveira, advertiu que as análises dos pedidos de patentes devem ser mais rigorosas e duvidar do mérito de depósitos que só bloqueiam o acesso ao conhecimento.

Luis Carlos Wanderley Lima, coordenador de Propriedade Intelectual da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), foi mais categórico: "o fortalecimento das patentes não leva necessariamente à inovação, particularmente na indústria farmacêutica, onde se perpetua o monopólio sobre o uso da informação científica".

Lima destacou que pouco existe nesta área em termos de registros de novas moléculas ou novos princípios ativos, limitando-se os novos pedidos a novas formulações e aplicações terapêuticas requeridas com o exclusivo intuito de prolongar a validade da patente original.

O advogado Denis Borges Barbosa, relator da mesa, também chamou a atenção para a artimanha jurídica que só visa impedir o progresso da concorrência e, com isso, prejudica o consumidor e a livre circulação da informação científica. Além disso, Barbosa chamou a atenção para a relação custo-benefício entre processos de patenteamento e royalties de inovação. Segundo ele, em muitos casos as patentes não trazem compensações para o negócio, sendo duvidosa sua eficácia direta para a inovação.

O presidente do Instituto Nacional de Nacional da Propriedade Industrial (Inpi), Jorge Ávila, foi convidado a compor a mesa, destacando a importância de aperfeiçoar mecanismos para favorecer a patente como instrumento de geração de ativo do conhecimento.

 

(Justo D´Ávila, da Assessoria de Comunicação do INT)

 

Fonte: Jornal da Ciência 







Roberto Germano, ex-presidente da ANPG 1994-1995, e atualmente diretor do Instituto Nacional do Semiárido (Insa), disse na 4ª CNCTI que estão garantidos R$ 12,5 milhões para as bolsas de pesquisa e capacitação

O Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq) deve lançar, em junho, um edital para financiar pesquisas e formação de recursos humanos na região do Semiárido. A informação foi dada na quarta-feira (26) pelo ex-presidente da ANPG 1994-1995 e hoje diretor do Instituto Nacional do Semiárido (Insa), Roberto Germano, durante palestra na 4ª Conferência Nacional de Ciência, Tecnologia e Inovação.

 De acordo com Germano, as linhas de pesquisa deverão tratar do processo de desertificação, do potencial econômico e cultural da região, da recuperação de áreas degradadas, da educação voltada para a convivência com o Semiárido e do mapeamento de recursos naturais.

 O diretor do Insa – instituto de pesquisa vinculado ao Ministério da Ciência e Tecnologia – defendeu fontes específicas para o desenvolvimento do Semiárido. "O Brasil não é só Amazônia. Temos também a Caatinga para a promoção do desenvolvimento nacional", disse.

 Segundo Germano, estão garantidos R$ 12,5 milhões para as bolsas de pesquisa e capacitação. O Semiárido abrange oito estados da Região Nordeste, o Vale do Jequitinhonha (MG) e parte do norte do Espírito Santo.

 

Da redação, com informações da Agência Brasil.

Nesta terça-feira (25/5), a nova diretoria da ANPG tomou posse em ato realizado na Câmara dos Deputados, em Brasília (DF). Além de parlamentares e representantes de movimentos sociais, o ato foi prestigiado pelo secretário-geral da Sociedade Brasileira para o Progresso da Ciência (SBPC), Aldo Malavasi. As atividades da posse demonstraram o fôlego da nova diretoria, que realizou a sua primeira reunião da gestão na segunda-feira (24/5). A programação da posse contou ainda com a Caravana da ANPG em defesa dos direitos dos pós-graduandos, marcada por uma audiência com o diretor da Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (Capes) Lívio Amaral e outra com o Ministro da Ciência e Tecnologia, Sérgio Rezende. De quarta (26/5) a sexta (28/5), membros da diretoria da ANPG participam da 4ª Conferência Nacional de Ciência, Tecnologia e Inovação (CNCTI), também em Brasília.

Foto: Messias Carvalho

Posse da nova diretoria da ANPG, nesta terça (25/5), em Brasília (DF)


Além do secretário-geral da SBPC, a posse da nova diretoria da ANPG, capitaneada pela presidente Elisangela Lizardo, foi prestigiada pelo representante do Conselho Nacional de Secretários Estaduais para Assuntos de Ciência, Tecnologia e Inovação (Consecti) Alberto Peverati Filho, pela líder do PCdoB na Câmara, deputada Vanessa Grazziotin (AM), pelo deputado federal Arlindo Chinaglia (PT/SP), representando a bancada do partido, pelo presidente da União Brasileira dos Estudantes Secundaristas (UBES), Yann Evanovick, pelo vice-presidente regional da União Nacional dos Estudantes no Distrito Federal, Tiago Cardoso, pelo representante do Sindicato dos Petroleiros do Rio Grande do Norte, Federação Única dos Petroleiros (FUP) e Central dos Trabalhadores e Trabalhadoras do Brasil (CTB), José Divanilton Silva e pelo representante do Fórum de Professores das Instituições Federais de Ensino Superior (Proifes), Valmir Locatelli.

Fotos: Luana Bonone  
Vanessa Grazziotin (PCdoB/AM) pautou importância dos movimentos sociais para o avanço do país. Arlindo Chinaglia (PT/SP) pediu reunião com a diretoria da ANPG para conhecer as pautas da entidade.

 

Estiveram presentes, ainda, o secretário de organização da União da Juventude Socialista (UJS) do Distrito Federal, Jean Carmos, o vice-presidente do PCdoB do DF, Apolinário Rebelo, representantes da deputada federal Jô Moraes (PCdoB/MG), além de membros de APGs e o ex-diretor da ANPG Fábio Palácio.

A ANPG de hoje, a SBPC de amanhã

Aldo Malvasi valorizou a capacidade democrática da ANPG na construção de espaços para atuação dos pós-graduandos na SBPC e salientou: “é preciso unir forças para avançar na pós-graduação, a ANPG de hoje é a SBPC de amanhã”. O secretário-geral da SBPC valorizou, ainda, o projeto de realizar o 2º Salão Nacional de Divulgação Científica – organizado pela ANPG em conjunto com outras entidades – durante a 62ª reunião anual da SBPC, este ano, em Natal (RN).

Foto: Tamara Naiz Foto: Luana Bonone
A presença de Aldo Malavasi (SBPC) e Alberto Peverati Filho (Consecti) na posse reforçam a relação da ANPG com as entidades da comunidade científica Yann Evanovixk (UBES) falou das vitórias recentes da UBES em conjunto com a ANPG e a UNE e colocou a entidade à disposição para realizar novos projetos em parceria

O presidente da UBES comemorou a aprovação do projeto de lei que responsabiliza o Estado brasileiro pela destruição da sede da UNE e da UBES na Praia do Flamengo, 132, durante a Ditadura Militar e destina recursos à construção de uma nova sede no mesmo terreno. Yann reforçou que a sede dos estudantes será também o novo endereço da ANPG. Além de saudar a vitória do conjunto das entidades representativas dos estudantes, Yann valorizou ainda a campanha realizada em conjunto pelas três entidades, por 50% do Fundo do Pré-Sal para a Educação.

Foto: Luana Bonone
Elisangela saudou o conjunto da diretoria e parabenizou o ex-presidente, Hugo Valadares, pela condução da gestão anterior da ANPG

Radical

Em seu discurso de posse, a presidente Elisangela Lizardo valorizou as gestões anteriores da ANPG, reforçou a importância da organização das APGs pelo país e deu o tom da gestão: “em relação às nossas reivindicações, temos que ser radicais. Se for preciso, até acamparemos na CAPES ou no MCT para garantir avanços em relação às bolsas”.  Ao mesmo tempo, Elisangela reforçou a importância da relação com instituições como a SBPC,  fazendo referência à fala do professor Aldo Malavasi.

Sucesso da caravana: ANPG terá assento no Conselho Diretor do CNPq

Após o ato de posse, no mesmo dia 25, em atividade da Caravana da ANPG pelos direitos dos pós-graduandos, a direção entidade reuniu-se com o Ministro da Ciência e Tecnologia, Sérgio Rezende. No encontro, a presidente da ANPG entregou uma carta programa com as três principais reivindicações imediatas: aumento em 30% dos valores das bolsas, ampliação em 50% do número de bolsas de mestrado e doutorado, e garantia de licença maternidade às pós-graduandas. Para tratar dessas pautas, o ministro garantiu uma mesa de negociações compostas pelo MEC, MCT, CAPES e ANPG.

Confira a carta da ANPG entregue ao Ministro Sérgio Rezende

Mas a grande vitória anunciada pelo Ministro da Ciência e Tecnologia foi a garantia de assento da ANPG no Conselho Deliberativo do CNPq para o próximo período.

O Conselho Deliberativo (CD) é a maior instância de poder decisório do CNPq . Ele é formado pelo presidente e vice-presidente da Instituição; pelos presidentes da Finep e da Capes; Secretário Executivo do MCT e por representantes das comunidades de C&T, empresariais e dos servidores do CNPq. Dentre outras questões, esse conselho trata principalmente da aplicação de recursos, da definição do orçamento, além de ações concernentes às políticas da Instituição.

A ANPG já possui assento no Conselho Superior e no Conselho Técnico Cientifico da CAPES, no Conselho Nacional de Juventude e no Conselho Nacional de Saúde.

Sérgio Rezende também disse que está previsto o anúncio, nos próximos meses, do aumento do valor das bolsas, a ser implementado a partir do início de 2011. Além do documento com as propostas centrais, foram entregues ao Ministro Sérgio Rezende e também ao professor Lívio Amaral a íntegra das resoluções aprovadas durante o 22º Congresso da ANPG, realizado entre 15 e 18 de abril de 2010 no Rio de Janeiro.

Por uma resposta da Capes

Fotos: Luana Bonone    
A primeira atividade da nova diretoria foi a 2ª Caravana da ANPG pelos direitos dos pós-graduandos Toda a diretoria participou da audiência com o professor Lívio Amaral A presidente, Elisangela Lizardo e a vice, Carolina Pinho, protocolaram a carta dirigida ao prof. Jorge Guimarães

A Caravana pelos Direitos dos Pós-Graduandos foi recebida também pelo diretor de avaliação da Capes, professor Lívio Amaral, na manhã de terça-feira (25/5), antes mesmo do ato de posse. Na audiência, a diretoria da ANPG entregou o mesmo documento que aquele entregue ao Ministro Sérgio Rezende, contendo suas principais reivindicações dos pós-graduandos. O professor Lívio se demonstrou solícito à demanda dos estudantes, mas disse não poder dar uma resposta imediata aos pleitos. A caravana seguiu então em direção ao gabinete do presidente da Capes, professor Jorge Guimarães, e protocolou o pedido, solicitando que seja dada uma resposta da Capes no prazo de 10 dias.

Fotos: Luana Bonone    
Além da presidente, os diretores da ANPG também apresentaram pautas na reunião com a CAPES. Nas fotos, respectivamente, da esquerda para a direita: Anne Benevides, Diretora de Mulheres (loira, à esq.), Marcelo Ramos, Diretor de Cultura e Eventos Científicos (à esq., em destaque) e Fábio Sorriso, Diretor de Movimentos Sociais (gesticulando) durante suas intervenções junto ao professor Lívio Amaral.


A ANPG não para

A ANPG aprovou seu planejamento de gestão durante a primeira reunião da nova diretoria, realizada na segunda-feira (24/5). O documento, que será divulgado em breve, prevê a realização do 2º Salão Nacional de Divulgação Científica, campanhas de construção de APGs e em defesa de mais e melhores bolsas, campanhas em defesa do meio-passe para pós-graduandos e outras bandeiras relativas aos direitos dos pós-graduandos, além da participação nos diversos conselhos em que a entidade tem assento e nos fóruns e debates da comunidade científica e dos movimentos sociais.

De quarta (26/5) a sexta (28/5), parcela da diretoria participa da 4ª CNCTI. A presidente da ANPG, Elisangela Lizardo, compõe ainda a mesa da conferência intitulada “A Universidade Brasileira, a Pós-Graduação e a Pesquisa”, às 13h do dia 28. Este debate configura a etapa nacional da Caravana de Ciência, Tecnologia e Inovação da ANPG, que percorreu as cinco regiões do país com debates preparatórios à CNCTI.Na sexta-feira (28/5) às 16h está marcada outra audiência aos diretores da ANPG que permanecem em Brasília, desta vez com o Ministro da Educação, Fernando Haddad.

 De Brasília, Luana Bonone e Thiago Custódio, diretores da ANPG



A conferência reunirá gestores da política científica e tecnológica e membros da comunidade científica e sociedade civil com o objetivo de traçar propostas para uma política de Estado para ciência e tecnologia, com vistas ao desenvolvimento sustentável, num horizonte de dez anos.

Serão três dias de debates, até a sexta-feira, dia 28. A 4ª CNCTI será no Golden Tulip Alvorada, em Brasília (DF).

Nesta quarta edição, os participantes avaliarão as últimas quatro décadas de política científica no Brasil, incluindo um balanço do atual Plano de Ação de Ciência, Tecnologia e Inovação (PACTI 2007-2010) e dos Fundos Setoriais, criados há pouco mais de dez anos.

Segundo os organizadores do evento, o número de inscritos fechou em 4.154. O prazo de inscrições terminou na sexta-feira, dia 21.

"Temos os desafio de articular as áreas social, acadêmica e industrial, proporcionando maior formação de recursos humanos, melhoria da infraestrutura de pesquisa e inovação das empresas", disse o secretário executivo do Ministério da Ciência e Tecnologia, Luiz Antonio Rodrigues Elias.

 

Caravana de Ciência, Tecnologia e Inovação da ANPG

Como parte da programação da Conferência, a ANPG participa da mesa “A Universidade Brasileira, a pós-graduação e a pesquisa”, que acontece na sexta-feira, 28. Confira aqui a programação completa.

A Caravana da ANPG vem percorrendo o Brasil todo fomentando o debate de C,T e I com os pós-graduandos. Agora é hora de consolidarmos todas essas opiniões e contribuirmos de forma qualificada e decisiva durante a Conferência. Tenho toda certeza de que esses três dias de debate em Brasília serão muito produtivos”, finalizou Elisangela Lizardo, presidente da ANPG.

 

Histórico

A 1ª CNCT foi realizada em 1985, convocada pelo então ministro de Ciência e Tecnologia, Renato Archer, com o objetivo de discutir com a sociedade as políticas para a área, de modo a subsidiar as ações do recém-criado Ministério da Ciência e Tecnologia (MCT). Na ocasião, o encontro serviu para promover e divulgar a ciência e a tecnologia, restabelecer um diálogo com a sociedade visando à definição de políticas públicas para a área, entre outros assuntos.

Dezesseis anos depois, em 2001, realizou-se a 2ª edição do evento, já com o nome de Conferência Nacional de Ciência, Tecnologia e Inovação, reconhecimento ao fato de que, pela via da inovação, a ciência e a tecnologia poderiam contribuir para prover a sociedade com novos e melhores produtos, processos e serviços. Nesse encontro, se discutiu em profundidade o novo modelo de financiamento, baseado nos Fundos Setoriais, criados a partir de 1999.

A 3ª CNCTI, em 2005, foi promovida com o intuito de demonstrar que ciência, tecnologia e inovação são ferramentas essenciais e indispensáveis para o desenvolvimento do Brasil. Discutiram-se as áreas de interesse nacional; instrumentos, gestão e regulação; e a presença internacional do Brasil na área.

A edição de 2010 está ancorada em quatro eixos: Sistema Nacional de CT&I; Inovação na Sociedade e nas Empresas; Políticas de Desenvolvimento e Inovação em Áreas Estratégicas e CT&I para o Desenvolvimento Social.

 

Da redação, com informações da Assessoria de Comunicação do MCT.

 

 



Para o secretário-geral da 4ª Conferência Nacional de Ciência, Tecnologia e Inovação (4ª CNCTI), Luiz Davidovich, desenvolvimento sustentável é mais do que preservação ambiental: envolve o meio ambiente, a sociedade e a economia. Graduado em física pela Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro (1968) e doutor em física pela University of Rochester (1975), com ênfase em óptica e informação quânticas, Davidovich compara ciência e futebol, afirmando que o Brasil precisa de mais campos de ciência, como os milhares de campos de futebol espalhados pelo país, que produzem gênios dignos de exportação. O professor recebeu recentemente o prêmio Almirante Álvaro Alberto para Ciência e Tecnologia, uma das mais importantes premiações em C&T do país. De acordo com o professor da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), uma das responsabilidades do Brasil é levar a mensagem de que o país não quer apenas ser protagonista no mundo tal como é, mas também em uma sociedade diferente, que respeite os seres humanos e a natureza. Confira a entrevista concedida ao portal do CGEE(Centro de Gestão e Estudos Estratégicos) na íntegra.

Qual é o intuito de se realizar uma conferência sobre ciência, tecnologia e inovação no Brasil?


O objetivo é analisar as últimas políticas de desenvolvimento científico, tecnológico e de inovação no país, apresentando propostas estratégicas em CT&I para os próximos dez anos. Nesse sentido, a conferência é ambiciosa. Ela não deve propor um plano de governo, mas sim um plano de Estado, que perdure além dos governos, com uma perspectiva de longo prazo. Essas propostas foram discutidas durante as conferências regionais e os seminários preparatórios. A garantia de que teremos uma política estratégica está na possibilidade de que os atores que participarão da conferência entrem em consenso em torno de um conjunto de propostas para o desenvolvimento científico e tecnológico do país.

E como essas propostas serão aplicadas concretamente?

O que vai acontecer na prática depende muito da identificação dos grandes temas que, inclusive, já surgiram durante os seminários preparatórios. Um tema óbvio é a questão territorial, que se traduz em assuntos relativos à Amazônia, ao Pantanal e ao Cerrado, e também aos sistemas urbanos, pois eles também devem ser sustentáveis. Imaginamos que esse conjunto de propostas gere leis no Congresso Nacional. É o que temos de experiências passadas. De discussões nas conferências anteriores, surgiram a Lei de Inovação, a Lei da Biodiversidade, o Plano de Ação para Ciência, Tecnologia e Inovação (2007-2010), entre outros. As leis aparecem a partir disso. Precisamos considerar o passado, observando o que ocorreu com as outras três conferências realizadas anteriormente. O plano de ação de CT&I de 2007-2010 foi altamente subsidiado pelas conclusões da 3ª Conferência, que ocorreu em 2005. A conferência anterior, que ocorreu em 2001, resultou na criação do CGEE e também na implantação concreta dos fundos setoriais. A 1ª Conferência, em 1985, resultou em uma definição sobre a estruturação dos órgãos de apoio à pesquisa em C&T.

Qual é o público-alvo da conferência?

Acredito que o público-alvo reúne os setores da academia, empresários, trabalhadores em áreas relacionadas à C&T, organizações não governamentais e o governo. Vamos colocar juntas pessoas com formações diferentes, com objetivos diferentes, mas que debatem temas de interesse comum. O que une esses vários grupos é exatamente o desenvolvimento científico e tecnológico, com inovação, para o desenvolvimento sustentável. Queremos congregar esses atores, numa orquestra com vários instrumentos diferentes, para que daí surja um som harmônico. Este som deve ser um conjunto de propostas que alavanquem o desenvolvimento para os próximos dez anos, em comum acordo pelos participantes da conferência.

Quais são os atuais desafios da 4ª CNCTI? E as expectativas para os três dias de evento?

Todas as conferências tiveram grandes desfechos, e nosso desafio agora é pelo menos igualar esta às outras. Serão três dias de intensa discussão. Temos um programa intenso, com sessões plenárias, paralelas e temáticas, envolvendo um leque variado de temas relativos à CT&I.

O tema central da conferência é ciência, tecnologia e inovação aliado ao desenvolvimento sustentável, integrado com as tendências e desafios nacionais e internacionais da atualidade.

Sim, o grande tema da conferência é o desenvolvimento sustentável e nós entendemos como sustentabilidade aquela que envolve tanto a parte econômica quanto o meio ambiente e a parte social. É um conceito que não é abstrato ou ideologizado, como frequentemente ocorre, mas que se ancora na história e na cultura do nosso país. Percebe-se que desenvolvimento sustentável no Brasil tem significados diferentes, dependendo da região que se analisa. Na Amazônia, tem o significado muito claro de aproveitar esse grande tesouro de matéria-prima brasileira, sem destruir a floresta amazônica, permitindo que a exploração seja sustentável para futuras gerações. Isso implica utilizar alta tecnologia na exploração dessa floresta, porque dela podemos ter fármacos, cosméticos, produtos de alto valor agregado e que ainda estamos por descobrir. Em outras regiões, desenvolvimento sustentável adquire outra conotação. Sustentabilidade significa reduzir as diferenças sociais, dar oportunidades para todos, estabelecendo uma democracia que deve representar a igualdade de oportunidades. Se vamos conseguir isso ou não, depende de nós e de mais ninguém.

E como o país lida com o desenvolvimento sustentável hoje?

Se olharmos para o Brasil como um todo, há uma questão básica sobre o desenvolvimento sustentável que tem a ver com a parte social. O nosso desenvolvimento ainda está baseado em uma fração da nossa população que é típica de um país europeu, quando, na verdade, o Brasil tem 200 milhões de habitantes. O grande desafio é usar esses 200 milhões de habitantes em prol do nosso progresso. Temos milhões de cérebros pelo país afora sendo desperdiçados, cérebros de crianças nas favelas, nos mangues, que não são aproveitados num projeto de desenvolvimento científico e tecnológico do país. Precisamos ir atrás disso, para incluir uma fração maior da nossa população. Atrair as crianças por meio da educação, para fazerem ciência e se tornar engenheiros, cientistas e técnicos. Perspectivas de curto prazo já apontam a necessidade de mais e melhores profissionais dessas áreas que estão faltando. Nosso país precisa disso.

Como a falta de investimentos no setor de educação influencia no desenvolvimento científico e tecnológico do país?

Quando nós olhamos a educação superior no Brasil, apenas 13% dos jovens entre 18 e 24 anos estão matriculados em instituições de educação superior. Esse percentual deve ser comparado com 60% nos Estados Unidos e 30% na Argentina. É um percentual muito pequeno. Além disso, se analisarmos como essas matrículas estão distribuídas no ensino superior, apenas 11% delas são na área de engenharia e ciências tecnológicas. O que significa que, se fizermos a conta, apenas 1,5% dos jovens entre 18 e 24 anos está matriculado em cursos de engenharia e ciências tecnológicas. Vale dizer também que menos de 40% dos engenheiros formados no país continuam na sua área de formação. Se nós considerarmos esse fator, chegamos à conclusão de que menos de 1% dos jovens entre 18 e 24 anos tornam-se profissionais ativos nas áreas de engenharia e ciências tecnológicas. Isso é muito pouco.

E o ensino médio?

Se recuarmos e considerarmos o ensino médio, apenas 50% dos jovens entre 15 e 17 anos estão matriculados no ensino médio, o que significa que de fato não existe uma universalização desse nível de ensino. Conseguiu-se isso no ensino fundamental, mas por outro lado essa universalização tem um aspecto perverso, pois sabe-se que a qualidade do ensino fundamental no Brasil é precária. O sistema educacional do Brasil perpetua a segregação social que temos na nossa sociedade. Quando olhamos para o desempenho das crianças em países que obtêm sucesso no sistema escolar, a origem das crianças influencia muito pouco no seu desempenho, porque a escola supre essa diferença de origem. No Brasil, o desempenho das crianças está estreitamente ligado à origem, à escolaridade dos pais, principalmente à escolaridade da mãe. A escola não está fazendo o seu papel. Isso prejudica o desenvolvimento brasileiro porque marginaliza uma fração muito importante da população dessa possibilidade de participar do desenvolvimento científico e tecnológico do país. Pode-se comparar com a imagem que se faz do futebol brasileiro, que foi construído pelos milhares de campos existentes Brasil afora, e de lá saem os gênios do futebol. Nossos cientistas estão saindo de uma fração pequena da população, então precisamos de mais campos da ciência para aumentar o número de profissionais nessa área.

Então podemos dizer que o país não tem cultura científica?

Falta uma cultura científica no Brasil, realmente. E a melhor maneira de construir essa cultura é cuidando das crianças, desde o início. Fala-se muito da Coreia do Sul, de como tem progredido, que o país estava atrás do Brasil e agora está à frente, mas talvez poucos saibam que na Coreia existem cinco universidades nacionais de educação que formam professores para o ensino fundamental. Elas têm um vestibular extremamente disputado e recrutam seus estudantes entre os 5% melhores estudantes do secundário. Esses vão ser professores no ensino fundamental. O número de vagas abertas nelas corresponde ao planejamento para o número de professores necessários para quatro ou cinco anos depois, por isso quem consegue entrar nessas universidades tem emprego praticamente garantido e também a garantia de alto salário. O salário inicial de professores de ensino fundamental lá é, em média, maior do que os salários iniciais de outras profissões graduadas. Isso é essencial, pois consegue-se assim atrair os melhores estudantes, e estes vão ser bons professores.

O difícil acesso à informação de qualidade também pode contribuir para a fragilidade da cultura científica no país?

A repercussão da ciência em políticas públicas deve ser controlada pela sociedade como um todo, mas para que isso possa ocorrer, a sociedade tem que ser informada. Hoje em dia a gente vê no Brasil questões científicas que passam pelo legislativo, pelo Congresso Nacional, que vão à justiça, até o Supremo, e que são altamente não triviais, como os organismos geneticamente modificados, as células-tronco e o uso da energia nuclear. Como a sociedade vai decidir sobre isso se não estiver bem informada sobre essas questões? Para o funcionamento da democracia, precisamos que a sociedade seja informada sobre a ciência e assim tenha mais elementos para decidir. É a sociedade que tem que controlar isso e entender que a ciência pode trazer grandes benefícios ou grandes malefícios. Portanto, é fundamental que a sociedade esteja bem informada, para garantir que as descobertas da ciência sejam utilizadas para seu benefício.

Quais são as expectativas de a 4ª Conferência trazer a inovação para a mesa de discussão?

Apesar da Lei de Inovação existir desde 2004, a inovação ainda é muito reduzida nas empresas brasileiras. A cultura empresarial no país não tem arraigada a inovação, é uma cultura avessa ao risco. O que nós podemos atribuir também às décadas de alta inflação que tivemos, que faziam com que a atividade especulativa fosse mais bem remunerada que a produtiva. Essa é uma questão importante da Conferência porque, para aumentar o protagonismo internacional do país, nós precisamos da inovação em várias áreas. Precisamos aumentar o valor agregado dos produtos que exportamos, precisamos de empresas mais agressivas. Um dos grandes desafios da 4ª CNCTI é debater formas de aumentar a inovação nas empresas e fazer com que elas desenvolvam pesquisas próprias, como é o caso de outros países. Estamos formando mais de 10 mil doutores por ano e a maioria vai trabalhar em universidades para formar outros doutores. Nos países desenvolvidos, estes pós-graduados vão para as empresas. Como fazer com que empresas sediadas no Brasil façam pesquisa, desenvolvimento e inovação aqui? Se olharmos países que estão deslanchando, o índice de inovação é muito alto.

E como o senhor vê o Brasil no cenário mundial?

Temos que pensar esse papel do Brasil no mundo em vários termos. Empresários consideram isso como ter empresas mais competitivas. Cientistas pensam em publicar mais artigos ou ter um protagonismo maior na ciência mundial. O governo pode pensar em termos de ocupação de espaço e em tratados internacionais. O Brasil tem dado recados importantes para o mundo, por exemplo, em 1983. Naquela época, havia rumores de que o Brasil e a Argentina estavam com programas de desenvolvimento de armas atômicas, com perigo de se instalar uma corrida nuclear na América Latina. O presidente da Sociedade Brasileira de Física assinou, junto com o presidente da Associação de Físicos da Argentina, um documento contrário à construção de armas nucleares nestes países, propondo a abertura das instalações nucleares à inspeção mútua e considerando imoral que qualquer cientista desses dois países trabalhasse em artefatos nucleares. A partir daí, implementaram-se mecanismos de inspeção mútua das instalações nucleares que duram até hoje. Isso foi um exemplo interessante da comunidade científica para a humanidade, de como o entendimento entre cientistas pode ser importante para a paz. Temos a responsabilidade de levar ao mundo essa mensagem, de que queremos não apenas ser protagonistas no mundo tal como ele é, mas também em um mundo diferente, que respeite os seres humanos e a natureza.

 

Fonte: Portal do CGEE(Centro de Gestão e Estudos Estratégicos).

 



Está aberto, dede o dia 17 de maio o processo de seleção de propostas para o Programa CDTI/FINEP 2010, que apoia projetos de inovação desenvolvidos em parceria entre empresas espanholas e brasileiras.A FINEP e o CDTI (Centro para o Desenvolvimento Tecnológico e Industrial),órgão do governo espanhol,gerem o programa.

As duas agências de fomento identificarão e selecionarão projetos de P,D&I que envolvam tecnologias aplicáveis a qualquer área do conhecimento, desenvolvidos sob coordenação de empresas do Brasil e da Espanha. O orçamento das propostas apresentadas no Brasil deverá ser entre R$ 1 milhão e R$ 80 milhões e, na Espanha, superior a 250 mil euros.
O processo de seleção terá duas fases: a primeira irá até 9 de julho e envolve a apresentação das propostas em formulários específicos (veja aqui o documento no Brasil e aqui, o da Espanha). Ainda nesta fase, haverá a avaliação conjunta das propostas, entre 12 a 31 de julho. Na segunda fase – de 2 a 29 de setembro -, as empresas que tiveram suas propostas selecionadas apresentarão os projetos de acordo com as cláusulas e condições do programa, juntamente com cópia do Termo de Parceira Técnica, a ser celebrado nas condições apresentadas na primeira fase. Veja os detalhes no edital do Programa, aqui.
A partir de 3/12, serão divulgados os resultados nos sites da FINEP e do CDTI.
A FINEP e o CDTI participam no Programa CYTED
(Programa Iberoamericana de Ciencia y Tecnologia para el Desarrollo), como organismos gestores do IBEROEKA. Neste Programa já houve 642 projetos certificados com o Selo IBEROEKA, com um investimento total de US$ 890 milhões. Destes, o Brasil participou em 135 projetos, tendo as instituições brasileiras investido US$ 60 milhões.

 

Fonte:Assessoria de Comunicação da FINEP.







Às 10h da manhã desta terça-feira, 25, a nova diretoria da Associação Nacional de Pós-Graduandos (ANPG),eleita no XXII Congresso Nacional de Pós-Graduandos, realizado entre os dias 15 e 18 de abril no Rio de Janeiro, foi empossada em Brasília.

Numa solenidade que contou com a participação de pós-graduandos do Brasil todo, parlamentares e representantes da Sociedade Brasileira para o Progresso da Ciência(SBPC) e da CNI(Confederação Nacional da Indústria) saudaram os novos diretores.

 

Em breve mais informações.

 

Da redação.